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segunda-feira, 09/03/2026




Último acusado de violência sexual em grupo em Copacabana se entrega à polícia

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O último suspeito que estava foragido no caso de violência sexual cometida em grupo contra uma adolescente em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, se entregou à polícia na quarta-feira, dia 4. Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos, compareceu na 54ª DP (Belford Roxo) no começo da tarde.

Até o momento, o Estadão tentou contato com a defesa dele, mas sem sucesso. Este espaço segue aberto para eventuais declarações.

Na mesma manhã, Vitor Hugo Simonin, também de 18 anos, se apresentou à 12ª DP (Copacabana) acompanhado por seu advogado.

Na terça-feira, dia 3, a polícia do Rio prendeu outros dois suspeitos pelo crime ocorrido na noite de 31 de janeiro: Mattheus Verissimo Zoel Martins, 19, e João Gabriel Xavier Bertho, 19. Eles foram levados para o Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte da cidade.

Em comunicado enviado ao Estadão, a defesa de João Gabriel Xavier Bertho negou veementemente a acusação de estupro e emboscada. Eles afirmaram que ele não possui histórico de violência e que até então não teve oportunidade de se defender formalmente. Tentativas de contato com as defesas dos demais suspeitos também não tiveram resposta.

Os quatro são acusados criminalmente, com agravante por a vítima ser menor de idade, além de responderem por cárcere privado.

O que aconteceu

Segundo o inquérito da 12ª DP (Copacabana), a vítima foi convidada por um adolescente, colega de escola, para ir ao apartamento de um amigo dele na noite de 31 de janeiro, em Copacabana, zona sul do Rio. O rapaz pediu que ela levasse uma amiga, porém a jovem foi sozinha.

No elevador, o jovem avisou que haveria mais amigos no local, mas ela recusou qualquer contato com eles. Ao chegarem no apartamento, ela foi levada ao quarto pelo rapaz e, enquanto estavam juntos, os outros quatro entraram no cômodo. A vítima pediu para não ser tocada, porém os jovens a agrediram sexualmente.

O adolescente que a convidou, cuja identidade é protegida por ser menor, também está sendo investigado por ato infracional equivalente a estupro. O caso dele foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude.

Estadão Conteúdo




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