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Trump considera impor restrição de viagens para passageiros do Brasil

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Presidente dos EUA demonstra preocupação com situação da pandemia no Brasil, que já é o terceiro país com mais casos de coronavírus no mundo

EUA: “Não quero pessoas vindo para cá e infectando nosso povo. Também não quero que as pessoas fiquem doentes por lá”, disse Donald Trump, alegando que o Brasil estava “com problemas” (Jonathan Ernst/Reuters)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (19) que considera impor uma proibição de viagens para passageiros provenientes do Brasil, país que possui o terceiro maior número de casos de coronavírus no mundo.

“Estamos considerando isso”, disse Trump a repórteres na Casa branca.

“Não quero pessoas vindo para cá e infectando nosso povo. Também não quero que as pessoas fiquem doentes por lá. Estamos ajudando o Brasil com respiradores… O Brasil está tendo problemas, não há dúvida sobre isso”, acrescentou.

 

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Putin tem vitória em referendo que o autoriza a ficar no poder até 2036

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Referendo na Rússia decidiu que o presidente Vladimir Putin fique mais 12 anos no cargo após o fim do mandato. A oposição questiona os resultados

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Centenas de autoridades do governo republicano Bush rejeitam voto em Trump

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Essa é a mais recente de uma série de ações do partido a se opor à reeleição de Trump, mais um sinal de que ele alienou parte de seus correligionários

Joe Biden usa máscara de proteção após discursar em Wilmington, Delaware 30/06/2020 (Kevin Lamarque/Reuters)

Centenas de autoridades que trabalharam para o ex-presidente republicano norte-americano George W. Bush devem declarar seu apoio ao candidato presidencial democrata Joe Biden, disseram pessoas envolvidas na iniciativa –mais um grupo de liderança republicana a se opor à reeleição de Donald Trump.

Os funcionários, que incluem secretários de gabinete e outros membros do alto escalão do governo Bush, formaram um comitê de ação política, o 43 Alumni for Biden, para apoiar o ex-vice-presidente na disputa do dia 3 de novembro, disseram três organizadores do grupo à Reuters. Bush foi o 43º presidente do país.

O Super PAC lançará nesta quarta-feira um site e uma página de Facebook, planeja publicar “depoimentos em vídeo” de republicanos destacados elogiando Biden e realizará esforços para incentivar o voto nos Estados mais competitivos, disseram.

O grupo é o mais recente de uma série de organizações do partido governista a se opor à reeleição de Trump, mais um sinal de que ele alienou parte de seus próprios correligionários, ultimamente por causa de sua reação à pandemia de coronavírus e dos protestos nacionais contra a injustiça racial e a brutalidade policial contra os negros norte-americanos.

“Sabemos o que é normal e o que é anormal, o que estamos vendo é altamente anormal. O presidente é um perigo”, disse Jennifer Millikin, uma dos organizadores do 43 Alumni que trabalhou na campanha de reeleição de Bush em 2004 e mais tarde na Administração de Serviços Gerais.

Os outros dois membros que conversaram com a Reuters são Karen Kirksey e Kristopher Purcell. Purcell atuou como autoridade de comunicação na Casa Branca de Bush, e Kirksey participou da campanha de Bush em 2000 e mais tarde trabalhou nos departamentos da Agricultura e do Trabalho.

Millikin disse que o grupo ainda não está pronto para identificar todos seus membros e doadores, mas terá que fornecer uma lista de doadores iniciais à Comissão Eleitoral Federal até outubro.

O escritório de Bush foi informado sobre o grupo, mas o ex-presidente não está envolvido e não indicou se aprova suas metas, disse ela.

Freddy Ford, porta-voz de Bush, disse que ele se aposentou e “não se meterá nesta eleição”.

Bush, que ainda é admirado por republicanos moderados, foi elogiado por dizer que a morte de George Floyd, um homem negro desarmado, sob custódia da polícia de Mineápolis no dia 25 de maio refletiu um “fracasso chocante” e pediu que se dê ouvidos aos manifestantes.

Apesar das diferenças políticas, “centenas” de ex-funcionários de Bush acreditam que Biden tem integridade para enfrentar os desafios da América, disseram membros do 43 Alumni.

(Texto de Tim Reid)

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Portugal e Espanha reabrem fronteira para turismo após 3 meses

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Restrições de viagem na União Europeia foram suspensas na semana passada.

29 de junho – Casal de turistas australianos brinda com taças de vinho após relaxamento das restrições impostas para controlar a propagação de coronavírus (COVID-19), no restaurante do terraço do hotel Catalonia Ronda, em Ronda, sul da Espanha — Foto: Jon Nazca/Reuters

Os governos da Espanha e de Portugal reabriram oficialmente nesta quarta-feira (1º) sua fronteira conjunta para todos os viajantes após um fechamento de três meses que visava conter a propagação do novo coronavírus.

Na presença do rei Felipe, da Espanha, e do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, os premiês Pedro Sánchez e António Costa abriram solenemente a fronteira. Todas as outras restrições de viagem na União Europeia foram suspensas na semana passada.

“Desta fronteira aberta depende a nossa prosperidade partilhada e um destino comum no projeto europeu”, tuitou Costa nesta quarta-feira. “A pandemia ofereceu-nos uma visão de um passado ao qual não queremos voltar: um continente de fronteiras encerradas.”

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Com 27 mortes e 932 casos, Uruguai é referência em luta contra covid-19

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Autoridades e especialistas elogiam o “modelo uruguaio” de combate ao coronavírus. Medidas de isolamento foram adotadas no início da pandemia no país

Com 27 mortes e 932 casos, Uruguai é referência em luta contra covid-19 (Ernesto Ryan/Getty Images)

Logo bem cedo pela manhã e sem alterar seu horário de trabalho em meio a uma pandemia, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, veste sua roupa de neoprene para surfar, algo que não fazia desde que assumiu o cargo em março passado.

A imagem dessa sessão secreta de surf, há duas semanas, foi divulgada na imprensa local nesta terça-feira (30), no mesmo dia em que a União Europeia incluiu o Uruguai como o único país latino-americano na lista de nações para as quais reabrirá suas fronteiras em julho.

O momento de lazer do chefe de Estado de 46 anos, que disse ter “matado a vontade” de surfar, horas depois de uma reunião oficial, resume a filosofia com a qual seu governo enfrenta a pandemia: “Liberdade” e “responsabilidade”.

Os mais céticos alertam que a batalha contra o coronavírus está longe de ser vencida e se perguntam se esse pequeno país, além das vantagens inerentes de uma baixa densidade populacional, realmente fez as coisas melhor do que seus vizinhos.

Lacalle Pou garante que priorizou “a liberdade do indivíduo” contra um “regime policial” da quarentena compulsória.

A população de 3,4 milhões de habitantes respondeu com “comprometimento exemplar”. E os funcionários públicos mais bem pagos aceitaram um corte salarial temporário de até 20% para um fundo de crise.

Com um total de 27 mortes e 932 infecções desde meados de março, incluindo apenas 83 casos ativos, o Uruguai também se tornou o primeiro da região nesta semana a retomar aulas presenciais em todos os níveis de ensino.

Em sintonia com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atenta para sinais de possíveis contratempos, nem autoridades nem especialistas se atrevem a declarar vitória.

Mas ambos comemoram esse “modelo uruguaio”, que após o terceiro mês devolveu à sua população uma vida semelhante à normalidade.

No início da epidemia, apenas quatro casos motivaram o fechamento de fronteiras e a suspensão das aulas.

De acordo com o infectologista pediátrico Álvaro Galiana, “o aparecimento precoce de casos altamente socialmente conectados, em um momento em que a circulação viral era muito baixa, levou à adoção de medidas apropriadas, mesmo que pensassem que eram exageradas, justamente quando as aulas começaram”.

Para isso, ele acrescenta um sistema de saúde com atendimento domiciliar de casos e ausência de multidões em espaços fechados. Não apenas pela ausência de metrôs ou trens de passageiros na capital, mas também por um tempo benevolente que incentivou as atividades ao ar livre.

Henry Cohen, o renomado médico que coordena o grupo consultivo de cientistas do governo, acrescenta à fórmula bem-sucedida da decisão política e sua resposta, a ação do setor científico: “Em fevereiro, eles começaram a trabalhar nos primeiros testes de PCR, que alcançaram rapidamente resultados, em qualidade e quantidade suficiente, acima do que o país precisa hoje.

O Uruguai aproveitou a oportunidade para promover a entrada de migrantes e investimentos.

Hoje em dia, num dos principais pontos turísticos do país, Punta del Este, um destino de férias por excelência, os expatriados encontram residentes ocasionais que escapam do confinamento em Buenos Aires.

Diego Nofal, 34 anos, veio de lá há três anos para trabalhar e ficou.

“Seja para abrir um negócio ou segurança, tudo é mais racional. Tudo é mais difícil”, diz o argentino que voará para Madri na segunda-feira. Ele voltará em outubro, junto com a namorada.

“O inverno será com o coronavírus ainda presente; será melhor buscar refúgio aqui novamente.”

A Iberia retomará voos diretos entre Montevidéu e Madri a partir do próximo domingo, para uruguaios e residentes.

Mas as fronteiras permanecem fechadas, disse o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Talvi, nesta terça-feira, que esclareceu que estão sendo feitos progressos em “coordenação e reciprocidade para que haja uma abertura bilateral” com a UE.

Queda amenizada

O Uruguai optou por uma ação gradual e sem interromper a economia. A indústria da construção foi retomada em abril. Depois, cafés e restaurantes, e em maio reabriram as academias. Junho marcou o retorno dos shopping centers e a autorização de shows públicos sem multidões. E o futebol, a paixão nacional, retornará no dia 15 de agosto, sem  público.

A avenida 18 de Julio, em Montevidéu, recuperou o barulho. Na avenida costeira, a mobilidade livre com baixo risco permitiu a presença de corredores e pescadores. Contra as recomendações, alguns arriscam compartilhar um chimarrão.

Ainda assim, a economia uruguaia foi atingida: há 200.000 trabalhadores desempregados contra 10.000 pré-pandemia, e uma queda de cerca de 3% do PIB está projetada para este ano.

Um pequeno impacto, comparado com a previsão do FMI de -9,4% para a América Latina.

Planos interrompidos

Facundo Caballero, 29 anos, suspendeu seus planos desde que seu voo para Paris foi cancelado em março. Lá, sua namorada espera por ele, enquanto o tempo de seu visto termina sem aventuras.

“Estou esperando que eles me digam ‘você pode ir’ e vou embora. Porque, se não, quem sabe se há um novo contágio e eu tenho que ficar de novo”, afirma, ansioso.

Por outro lado, Valentina Morais, uruguaia de 30 anos, chegou da Itália em outubro para o verão e planejava voltar em abril.

“Tenho o privilégio de estar aqui”, declara a jovem que, depois de conseguir um emprego, hesita em usar a passagem que foi alterada para julho.

As agências de turismo, segundo Graciela Suaya, diretora da Compañía del Sur, percebem um interesse maior: “Mas há uma distância entre o grande desejo de viajar e a possibilidade real”, esclarece

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China aprova polêmica lei de segurança para Hong Kong

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“Isto representa o fim de Hong Kong como era conhecido em todo o mundo”, disse um dos líderes do movimento pró-democracia Hong Kong

Hong Kong: a nova lei será aplicada nas próximas semanas (Willy Kurniawan/Reuters)

A China adotou nesta terça (30) a polêmica lei de segurança nacional para Hong Kong, considerada pelos críticos uma forma de silenciar a oposição e minar a autonomia do território. Ignorando os apelos dos países ocidentais, o Parlamento nacional aprovou o texto, um ano depois das grandes manifestações na ex-colônia britânica contra a influência do governo central.

“Isto representa o fim de Hong Kong como era conhecido em todo o mundo. Com poderes ampliados e uma lei mal definida, a cidade se transformará em um #estadodepolíciasecreta”, tuitou Joshua Wong, um dos líderes do movimento pró-democracia Hong Kong, cujo partido político Demosisto anunciou a dissolução nesta terça-feira.

“Ao final de várias deliberações internas, decidimos pela dissolução e interromper todas as atividades como grupo dadas as circunstâncias”, afirmou o Demosisto no Twitter.

Estados Unidos, Reino Unido, União Europeia e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos alertaram para o risco de que a lei possa ser utilizada para calar as vozes críticas a respeito de Pequim, que recorre a leis similares para esmagar a dissidência no continente.

O conteúdo do texto, que foi apresentado no domingo ao comitê permanente do Parlamento Nacional, um instituição vinculada ao Partido Comunista Chinês, é um mistério para os 7,5 milhões de habitantes da cidade.

Em poucas semanas, Pequim vai impor a lei, que contorna o Conselho Legislativo local e provoca o temor da oposição de Hong Kong de um retrocesso inédito das liberdades desde a devolução do território à China em 1997.

“A lei de segurança nacional em Hong Kong foi aprovada oficialmente”, celebrou em um comunicado o DAB, principal partido pró-Pequim do território.

Em sua entrevista coletiva semanal de terça-feira, a chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam – designada por Pequim – evitou fazer comentários sobre o teor da lei.

“O fato de a população Hong Kong só saber o que afirma a lei depois do fato é mais que absurdo”, declarou à AFP Claudia Mo, deputada de oposição.

Com esta lei, o governo central pretende garantir a estabilidade, acabar com o vandalismo que foi registrado nas manifestações de 2019 na cidade e reprimir o movimento pró-independência.

Mudança radical

O compromisso alcançado entre Reino Unido e China para a devolução de Hong Kong em 1997 foi o de que a ex-colônia prosseguiria com certas liberdades, assim como com autonomia legislativa e judicial, durante 50 anos, no que foi denominado “um país, dois sistemas”.

Os moradores de Hong Kong têm liberdade de expressão, liberdade de imprensa, uma justiça independente e um sistema capitalista.

A fórmula foi o pilar da transformação da cidade em uma plataforma financeira mundial, ancorada em sua segurança jurídica e nas liberdades políticas que não existem no continente.

A agência de notícias estatal Xinhua resumiu recentemente a lei, afirmando que o  texto prevê reprimir o “separatismo, o terrorismo, a subversão e o conluio com forças externas e estrangeiras”.

Na mira de Pequim estão os partidários da independência e inclusive alguns países estrangeiros, em particular os Estados Unidos, acusados de apoiar os manifestantes.

Além disso, um “órgão de segurança nacional”, vinculado ao governo central, deve ser criado em Hong Kong para atuar especialmente no serviço de inteligência.

“É uma mudança fundamental que abala a confiança da comunidade, tanto local como internacional, a respeito do modelo de Hong Kong”, disse à AFP o analista político Dixon Sing.

Represálias

Mas a região está dirigida por um governo local cujos membros estão sistematicamente subordinados a Pequim, devido a um processo de seleção que afasta as figuras da oposição.

A UE criticou a adoção da lei. “Lamentamos esta decisão. A lei pode afetar gravemente o elevado nível de autonomia de Hong Kong e ter um efeito prejudicial sobre a independência do Poder Judiciário e o Estado de direito”, declarou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

O G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) já havia criticado o projeto.

Por considerar que a lei seria aprovada e por expressar oposição veemente a Pequim sobre a questão de Hong Kong, Washington anunciou na segunda-feira o fim das vendas de equipamentos sensíveis de defesa a Hong Kong para evitar que passem ao exército chinês.

A China reagiu nesta terça-feira e anunciou que adotará “represálias” pela decisão do governo americano.

“Estados Unidos nunca conseguirão obstruir os esforços da China para faze avançar a legislação de Hong Kong em termos de segurança nacional”, afirmou o porta-voz da diplomacia chinesa, Zhao Lijian.

Washington já havia anunciado na sexta-feira restrições de visto para funcionários chineses acusados de “questionar” a autonomia do território. Pequim respondeu na segunda-feira com uma medida similar contra os cidadãos americanos que criticaram a lei.

A partir de agora parece difícil que os cidadãos de Hong Kong possam organizar grandes manifestações, já que as autoridades da ex-colônia proíbem as reuniões com mais de 50 pessoas devido à epidemia de COVID-19.

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Irã emite mandado de prisão contra Donald Trump

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As acusações contra o presidente dos Estados Unidos são de homicídio e terrorismo

WASHINGTON, DC – MARCH 27: U.S. President Donald Trump listens while meeting with women small business owners in the Roosevelt Room of the White House on March 27, 2017 in Washington, D.C. Investors on Monday further unwound trades initiated in November resting on the idea that the election of Trump and a Republican Congress meant smooth passage of an agenda that featured business-friendly tax cuts and regulatory changes. (Photo by Andrew Harrer-Pool/Getty Images) (Andrew Harrer-Pool/Getty Images)

A Justiça do Irã emitiu mandados de prisão para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e outros 35 acusados de envolvimento no assassinato do general Qassim Suleimani, morto no dia 2 de janeiro, em uma ação das forças armadas americanas no Iraque. A informação foi divulgada pela agência de notícias iraniana Fars.

“Trinta e seis indivíduos que estão envolvidos ou ordenaram o assassinato de Hajj Qassem, incluindo políticos e militares dos Estados Unidos e de outros governos, foram identificados e mandados de prisão foram expedidos contra eles pelo Judiciário. Também emitimos alerta vermelho pela Interpol”, afirmou Ali Alqasi Mehr, procurador-geral de Teerã.

As acusações, de acordo com o procurador, são de homicídio e terrorismo. Quanto ao caso de Trump, o procurador acrescentou que ele está no topo da lista do caso, mas que ele será processado assim que deixar o cargo de presidente dos EUA.

O general iraniano Qassim Suleimani, responsável pelos assuntos iraquianos na Guarda Revolucionária do Irã, foi morto em um bombardeio americano no aeroporto de Bagdá. Um dos militares mais poderosos do grupo, ele era considerado terrorista pelos Estados Unidos e Israel. A morte do general deu início a uma série de protestos antiamericanos no país do Oriente Médio.

 

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