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“Tinder do Facebook” ganha integração com o Instagram

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Lançado em abril, o Facebook Dating agora permite o “match” também com os contatos do usuário no Instagram

Facebook Dating: aplicativo ganhou integração com o Instagram (Facebook/Divulgação)

São Paulo – Vai ficar mais fácil paquerar pelo Instagram. Nesta quinta-feira (5), o Facebook anunciou a integração do serviço Dating com o aplicativo de fotos e vídeos comprado pela companhia em 2012. O serviço ganha a função “Crush Secreto”, que permite indicar quais seguidores da rede social o usuário tem um interesse amoroso.

A função já estava disponível no Facebook, sendo possível selecionar até nove contatos da plataforma, entre amigos e amigos de amigos. Caso a seleção seja recíproca, haverá um “match” e ambos receberão a notificação da combinação.

A integração também trará novidades ao aplicativo de relacionamento lançado em abril deste ano e que tenta desbancar o Tinder e seus semelhantes. De acordo com o Facebook, será possível compartilhar stories do Instagram na plataforma até o fim do ano.

Vale lembrar que o Dating não é um aplicativo, mas um serviço integrado às plataformas do Facebook. Assim, não é preciso realizar qualquer tipo de download para utilizá-lo. Outro ponto importante é que o serviço não realizar qualquer publicação de conteúdo nas redes sociais do usuário.

 

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Como blockchain e criptos podem ser a chave para a internet do futuro

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A nova fase da internet devolve a posse de dados aos usuários, que podem criar de identidades a moedas

(Iryna Veklich/Getty Images)

Nas últimas décadas, a internet se tornou uma ferramenta tão importante para as interações humanas quanto a energia elétrica, a pólvora ou os meios de transporte. Ao revolucionar a forma como a comunicação é realizada no mundo, ela trouxe uma série de mudanças no estilo de vida das pessoas. E, como toda tecnologia, ela está em processo de constante evolução.

Nos primórdios da internet, a fase que ficou conhecida como Web 1.0, a rede era um ambiente muito diferente. A internet apresentava baixa velocidade de conexão, e as interações com os sites eram bastante rudimentares. Até o envio de e-mails era limitado a mensageria, não sendo possível enviar fotos ou anexos. Com o avanço da tecnologia, alguns websites começaram a trazer ordem à bagunça que era a rede. É o caso do Google e do Yahoo!, por exemplo.

Com o tempo, os sites se tornaram mais interativos, e os usuários passaram a se relacionar com maior intensidade uns com os outros por meio das plataformas de mídia social, como YouTube, Facebook, Twitter e LinkedIn. Depois, com a chegada dos smartphones, vieram também os aplicativos e as soluções que passamos a utilizar nos dispositivos móveis, que se tornaram muito rapidamente parte do cotidiano das pessoas.

Com esses avanços e com a melhoria da infraestrutura da rede, foi possível não apenas a navegação em velocidade muito maior como também a produção de um número significativamente maior de dados digitais, resultantes desse aumento na interação com a rede e com os serviços da web.

Os que foram rápidos o suficiente para perceber esse movimento, capturar e tratar os dados construíram impérios com base em coleta de dados e venda de anúncios direcionados a usuários específicos, de forma que eles, e não a sociedade, fossem os mais beneficiados. É o caso dos gigantes da internet e do entretenimento. Em alguns casos, até o ponto de escândalos ligados à manipulação eleitoral, como o do Facebook no famoso caso da Cambridge Analytica. A partir do momento em que uma tecnologia, que por natureza deveria ser neutra, passa a ditar o destino de uma nação, consegue cancelar a opinião de qualquer ser humano ou pode comercializar informações sensíveis e privadas, fica claro que ela precisa ser reinventada.

A Web 3.0 surge apoiada nesses alicerces. A nova fase da internet procura devolver a posse dos dados ao usuário, seja para criar identidades digitais, compartilhar arquivos de forma descentralizada, seja até para receber pagamentos pela atenção dada a anunciantes que se aproveitam dos conteúdos consumidos de maneira online para divulgar seus produtos. Em outras palavras, é uma abordagem em que o usuário está no centro, e não as grandes corporações, para que, dessa forma, a privacidade individual seja respeitada. Mas qual é a relação disso com o blockchain e com os criptoativos? Pode não parecer tão óbvio, mas os ativos digitais podem ser justamente a peça que faltava para possibilitar esse ambiente, funcionando como incentivo para as relações sociais. Os casos de uso são inúmeros: de navegadores na internet que pagam ao usuário ao impactá-lo com anúncios ao armazenamento descentralizado e às identidades digitais descentralizadas.

Mais do que isso, o block­chain, que é a tecnologia que “hospeda” os criptoativos, também é o berço dos NFTs, que são representações digitais de valor que podem ser utilizadas para a comercialização de propriedade digital. Dessa forma, a nova etapa da internet também se mostra apropriada para a movimentação de valores em ambientes de realidade virtual (também conhecidos como metaverso).

Por fim, a próxima fase da internet também é conhecida como “web semântica”, na qual o número de dados gerados será muito maior por causa do aumento das interações que será promovido pela Internet das Coisas (IoT) — aquela que possibilitará carros autônomos, geladeiras inteligentes e outras novidades tecnológicas que parecem ter saído de filmes de ficção científica. O uso de inteligência artificial permitirá uma compreensão muito maior do que acontece no ambiente digital. Esses fatores, somados, apontam para uma internet mais interativa e imersiva, com o potencial de trazer mudanças ainda mais profundas às relações humanas. Esse processo, gostemos ou não, já está a pleno vapor.  


1.0 → De 1990 a 2000

Em seus primórdios, a internet apresentava baixa velocidade de conexão, praticamente inviabilizando a interação de quem produzia o conteúdo com quem o acessava. Era o tempo da internet estática, disponível apenas para leitura e visualização


2.0 → De 2000 a 2020 

Novas plataformas e conexões mais rápidas permitem que os usuários também produzam conteúdo e interajam com quem está do outro lado: Facebook, YouTube, Twitter e outras redes sociais se tornam canais de distribuição de conteúdo e interação entre milhões de pessoas


3.0 → De 2020 aos próximos anos

É a era da descentralização das conexões: o usuário está no centro de tudo e sua privacidade deve ser respeitada, tirando o foco das grandes plataformas. Isso se aplica não só a mensagens como a pagamentos e outros serviços. Conexões ultrarrápidas permitem o avanço da Internet das Coisas, ampliando de forma exponencial as interações, customizadas com o uso de inteligência artificial 

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Telegram já foi alvo de bloqueio em 11 países e preocupa TSE nas eleições

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Em meio ao debate sobre o impacto das fake news no processo eleitoral, Justiça eleitoral avalia suspensão do serviço, que não tem representação no Brasil

Telegram: ao menos 11 países já bloquearam ou ainda bloqueiam a plataforma (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

No intuito de prevenir o impacto das fake news nas eleições, a Justiça Eleitoral brasileira estuda entrar em ação contra o aplicativo de mensagens Telegram, considerado por especialistas atualmente a fronteira digital mais fértil para a desinformação.

Ao menos 11 países já bloquearam ou ainda bloqueiam a plataforma – um deles é a Rússia, país de origem, onde o acesso ficou suspenso entre 2018 e 2020. Ao contrário das outras redes sociais ou aplicativos, a empresa não possui representação jurídica nem endereço no Brasil e jamais respondeu às tentativas de notificação feitas pelo Poder Judiciário desde 2018.

Nas últimas semanas, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, voltou por diversas vezes a tentar entrar em contato com o Telegram. A mais recente ocorreu em 16 de dezembro, quando o tribunal encaminhou um ofício ao diretor executivo do aplicativo, Pavel Durov, solicitando uma reunião para discutir formas de cooperação sobre o combate à disseminação de fake news. O e-mail jamais foi respondido.

Especialistas ouvidos pelo GLOBO apontam que há caminhos jurídicos para um eventual bloqueio do Telegram para além da discussão legislativa do tema e ressaltam que há possibilidade técnica para impedir o funcionamento do aplicativo, seja retirando a plataforma das lojas de aplicativos, como as da Apple e Google, ou por meio da infraestrutura, hipótese em que as operadoras de telefonia precisariam impedir o tráfego entre os celulares ou computadores no país e os servidores do Telegram. Ainda seria possível utilizar sistemas VPN (redes virtuais privadas) para burlar a proibição e simular uma conexão fora do Brasil, mas a avaliação é que poucos usuários lançariam mão da alternativa.

Veja, em reportagem exclusiva para assinantes, a análise de especialistas sobre a possibilidade de bloqueio do Telegram no Brasil. Entenda que caminhos jurídicos e legislativos podem ser tomados, qual o impacto de uma medida como essa e que países já bloquearam o aplicativo.

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Sony teme estratégia da Microsoft após compra da Activision Blizzard

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A fabricante do Playstation comentou a compra da Activision com a preocupação de que os jogos deixem de ser multiplataforma

Call of Duty: Black Ops Cold War, da Activision Blizzard, foi o segundo jogo mais jogado do PS5 ao longo de todo o ano de 2021. A mudança de comando poderia tirar esse trunfo das mãos da Sony (Anadolu Agency/Getty Images)

A Sony reagiu sobre a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft ao The Wall Sreet Journal com um comentário sobre o que isso pode significar para o futuro de jogos como Call of Duty nos consoles PlayStation.

Esperamos que a Microsoft cumpra os acordos contratuais e continue a garantir que os jogos da Activision sejam multiplataforma”, disse o representante da Sony ao jornal.

A preocupação com a manutenção dos jogos na biblioteca da Sony faz sentido. Com o vencimento dos contratos ao longo do tempo, a Microsoft estaria livre para tornar os grandes hits em jogos exclusivos para o Xbox e PC.

Olhando em retrospecto, quando a Microsoft comprou a Bethesda, por exemplo, ela respeitou os acordos comerciais existentes e manteve o jogo Deathloop como um exclusivo do PS5, como aponta o site The Verge. O mesmo vale para o Minecraft, da Mojang, que se mantém multiplataforma.

Contudo, as estratégias nesse momento podem se tornar diferentes, ainda que o passado indique mais ou menos a direção que a gigante do Vale do Silício possa tomar.

 

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EUA avaliam se computação em nuvem da Alibaba pode ser risco

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Foco da investigação é como a empresa armazena dados como informações pessoais e propriedade intelectual

Logo da Alibaba na bolsa de Nova York (Andrew Kelly/Reuters)

O governo dos Estados unidos está analisando os negócios de computação em nuvem do grupo chinês de comércio eletrônico Alibaba para determinar se eles representam um risco para a segurança nacional, disseram três fontes informadas sobre o assunto.

O foco da investigação é como a empresa chinesa armazena os dados de clientes dos EUA, incluindo informações pessoais e propriedade intelectual, e se o governo chinês pode ter acesso a eles, disseram as fontes.

Os reguladores podem optar por forçar a empresa a tomar medidas para reduzir o que consideram como risco ou proibir norte-americanos de usarem o serviço de computação em nuvem da Alibaba completamente.

A operação de processamento de dados da Alibaba nos EUA é pequena, com receita anual de menos de 50 milhões de dólares, de acordo com a empresa de pesquisa Gartner.

Um porta-voz do Departamento de Comércio disse que a agência não comenta a “existência ou inexistência de análises de transações”. A Embaixada da China em Washington não respondeu a um pedido de comentário.

A Alibaba não comentou o assunto. A empresa sinalizou preocupações sobre suas operações nos EUA em seu relatório anual mais recente, dizendo que as empresas norte-americanas que têm contratos com a companhia “podem ser proibidas de continuar fazendo negócios conosco, incluindo cumprir suas obrigações sob acordos envolvendo nossos… serviços de nuvem”.

A investigação sobre os negócios da Alibaba está sendo liderada por um pequeno gabinete do Departamento de Comércio conhecido como Escritório de Inteligência e Segurança.

O gabinete tem se concentrado particularmente sobre os provedores de computação em nuvem da China, disse uma das fontes.

Embora existam poucos casos públicos do governo chinês obrigando uma empresa de tecnologia a entregar dados confidenciais de clientes, acusações contra hackers chineses revelam o uso de servidores de centrais de processamento de dados para obtenção de acesso a informações privadas.

A Alibaba, o quarto maior provedor de serviços de computação em nuvem do mundo, de acordo com a empresa de pesquisa Canalys, tem cerca de 4 milhões de clientes e descreve a área como seu “segundo pilar de crescimento”. A empresa teve aumento de 50% na receita, para 9,2 bilhões de dólares, em 2020, embora a divisão seja responsável por apenas 8% das vendas totais.

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Como se preparar para combater o cibercrime em 2022

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Relatório disponibilizado para a Bússola aponta que sistemas de IoT, cadeias de suprimentos globais e ambientes em nuvem serão alvos dos hackeres

Home office causou gaps e, com o trabalho híbrido, será possível montar estratégias mais robustas para os problemas. (Oliver Nicolaas Ponder / EyeEm/Getty Images)

 

Relatório com as previsões para 2022, elaborado pela Trend Micro, empresa de soluções de cibersegurança, revela que as organizações globais vão estar mais preparadas e alertas para enfrentar o cibercrime, com uma abordagem abrangente, proativa e que prioriza a nuvem para mitigar os riscos. Segundo os pesquisadores, os hackers concentrarão os ataques de ransomware em servidores e serviços expostos.

Pesquisa, visão de futuro e automação serão fundamentais para que as organizações gerenciem os riscos e protejam sua força de trabalho. A Trend Micro bloqueou 66,3 bilhões de ameaças de e-mail, arquivos e URLs maliciosas, de janeiro a setembro deste ano, o que representa praticamente o mesmo número detectado em todo o ano de 2020.

Temos mais pesquisadores cibernéticos incorporados em todo o mundo do que qualquer concorrente, e esses insights e descobertas são amplamente usados dentro da indústria, alimentando nossas próprias ofertas de produtos”, diz Kevin Simzer, diretor de Operações da Trend Micro.

Devido ao grande número de funcionários que continuarão trabalhando no formato home office, pesquisadores afirmam que ransomware em servidores e serviços expostos serão os alvos. De acordo com o relatório, as vulnerabilidades serão transformadas em armas em tempo recorde e, conectadas a bugs de escalonamento de privilégios, vão produzir campanhas de sucesso.

“Foram dois anos duros para as equipes de cibersegurança, tumultuados pelo trabalho em casa e pela explosão de ataques corporativos”, afirma Jon Clay, vice-presidente de Inteligência de Ameaças da Trend Micro.

Para Clay, à medida que o trabalho híbrido se estabelece e as atividades são retomadas, os líderes de segurança tornam-se capazes de traçar uma estratégia mais robusta para fechar esses gaps e dificultar a vida dos cibercriminosos.

Sistemas de IoT (Internet das Coisas), cadeias de suprimentos globais, ambientes em nuvem e funções de DevOps serão os alvos preferidos em 2022. Cepas mais sofisticadas de malware terão na mira pequenas e médias empresas. No entanto, a Trend Micro prevê que muitas organizações estarão prontas para o desafio porque estão implementando desde já uma estratégia para mitigar os riscos emergentes, por meio de:

  • Rigorosas políticas de proteção de servidor e controle de aplicativos para enfrentar as ameaças de ransomware;
  • Patches baseados em riscos e um foco de alerta alto na detecção de brechas de segurança;
  • Proteção de linha de base aprimorada para SMBs (Server Message Block, ou “bloco de mensagens do servidor”) centrados na nuvem;
  • Monitoramento de rede para maior visibilidade em ambientes IoT;
  • Princípios Zero Trust para proteção das cadeias internacionais de suprimentos;
  • Segurança em nuvem com foco no risco ao DevOps e nas melhores práticas do setor;
  • Solução XDR (Extended Detection and Response, ou “Detecção e Resposta Estendida”) para identificar ataques em todas as redes.

 

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Funcionários da Apple terão que comprovar 3º dose da vacina contra covid

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A nova regra vale para trabalhadores do varejo e corporativo

Logo da Apple: empresa cofundada por Steve Jobs acaba de atingir nova marca inédita nos mercados globais | Foto: GettyImages (Costfoto/Barcroft Media/Getty Images)

A Apple planeja exigir dos funcionários das lojas e escritórios comprovantes que mostrem o esquema vacinal completo contra covid-19, e que incluam a terceira dose de um imunizante, informou o portal de notícias The Verge, citando um e-mail interno. O novo protocolo começa a partir do dia 24 de janeiro.

Para aqueles que não tomarem a vacina, a empresa vai cobrar testes negativos de covid-19 diariamente como condição para entrar nos locais de trabalho da Apple, segundo o relatório.

“Devido à diminuição da eficácia da série primária de vacinas Covid-19 e ao surgimento de variantes altamente transmissíveis, como Ômicron, uma dose de reforço agora faz parte da atualização da vacinação contra Covid-19 para proteger contra doenças graves”, disse o comunicado.

Muitas empresas nos EUA vêm fortalecendo suas regras contra covid-19, obrigando a vacinação e adiando os planos de retorno ao escritório, pois a variante Ômicron aumenta as infecções em todo o país. A Meta Platforms, o Google da Alphabet, a Amazon.com foram algumas das companhias que adotaram medidas recentes.

 

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