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Spotify adota home office permanente e funcionários poderão trabalhar de qualquer lugar

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Decisão está de acordo com várias empresas de tecnologia que planejam manter algumas das novas formas de trabalho que surgiram durante a pandemia covid-19

Spotify (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

 A Spotify permitirá que seus funcionários trabalhem em qualquer lugar, disse a empresa sueca de streaming de música nesta sexta-feira, sacudindo ainda mais o futuro da vida profissional moderna.

Com o trabalho mudando para sistemas baseados em nuvem e as pessoas acessando reuniões online, os escritórios adaptaram um estilo de vida de trabalho remoto, já que as vacinas ainda podem levar boa parte do ano para serem concluídas.

O movimento do Spotify está de acordo com várias empresas de tecnologia que planejam manter algumas das novas formas de trabalho que surgiram durante a pandemia covid-19.

Salesforce.com e Twitter já mudaram para modelos de trabalho remoto híbrido ou permanente.

A empresa, que está avaliando seus espaços de escritórios em todo o mundo, viu um aumento no número de assinantes durante a pandemia, para 155 milhões no quarto trimestre.

 

 

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WhatsApp vai limitar envio e leitura de mensagens para quem não aceitar nova política de privacidade

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Aplicativo disse que conta não será apagada, mas funcionalidades ficarão restritas. A partir de 15 de maio, novos dados serão compartilhados com o Facebook.

WhatsApp enviou aviso sobre mudança de privacidade no início do ano. — Foto: AFP

O WhatsApp publicou uma página explicando o que irá acontecer com os usuários que não aceitarem sua nova política de privacidade, prevista para entrar em vigor no dia 15 de maio.

O aplicativo disse que “por um breve período” ainda será possível receber ligações e notificações, sem detalhar por quanto tempo isso irá valer. Por outro lado, o envio e leitura de mensagens ficarão totalmente restritos.

A conta não será apagada e as pessoas ainda poderão concordar com os novos termos após a data de vigência, de acordo com uma página de suporte.

O que vai mudar?

A mudança na política de privacidade passou a ser comunicada no início de 2021 e prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook, dono do app. Segundo o WhatsApp, as novidades valem somente para conversas com empresas.

Os termos prevêem que d

ados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram.

Embora o WhatsApp afirme que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, o novo texto indica a coleta de informações que não estavam presentes na versão anterior do documento.

Entre elas: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas.

O aplicativo mostra em seus termos quais são os fins da coleta de dados, como utilização das informações para melhorias no serviço ou integração entre plataformas. Porém, não há um detalhamento individual sobre a finalidade dos dados armazenados pela companhia.

WhatsApp e Facebook poderão ler minhas mensagens?

Não. A companhia afirma que todas as mensagens – de texto, áudio, vídeo e imagens – são criptografadas de ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem.

O aplicativo também ressalta que não mantém registros sobre com quem os usuários estão conversando e que não compartilha listas de contatos com o Facebook, pontos vistos como preocupações de parte dos usuários.

WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade — Foto: Divulgação

WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade — Foto: Divulgação

A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir a proteção da criptografia em conversas com contas comerciais.

Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats.

Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o aplicativo não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para essas conversas.

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Yaman abre 150 vagas em tecnologia, todas com home office

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Oportunidades são voltadas para Desenvolvedores, Engenheiros de Qualidade e de Performance de Software e Profissionais de Segurança Cibernética

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Antes parceira, a Intel quer provar que chip da Apple não é tão bom assim

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A Intel era a fornecedora de processadores para os computadores da empresa da maçã até 2020. Agora, a Apple produz seus próprios chips

Apple: companhia lançou seu processador para notebooks em novembro do ano passado (Bloomberg / Colaborador/Getty Images)

A Apple causou um estrondo no mercado de computadores quando, em novembro do ano passado, anunciou uma nova geração de MacBooks com processadores agora produzidos pela própria empresa da maçã. Os chips M1 foram elogiados pela capacidade de deixar os aparelhos mais rápidos e potentes. Mas, para a Intel, a antiga fornecedora de processadores para a Apple, eles não são tão bons assim.

Relatos dos sites PC World e Tom’s Hardware apontam que a Intel está compartilhando o resultado de diversos testes de benchmark para provar que seus chips Intel Core i7 são de 11ª geração são mais rápidos do que os processadores M1, produzidos pela antes parceira e agora rival americana.

A Apple informa que seu processador, com 5 nanômetros de distância, conta com processamento com CPU de 8 núcleos, 4 de alta performance e 4 de alta eficiência, que permite manter tarefas com alto nível de eficiência. Isso torna o chipset duas vezes mais poderoso do que os processadores de PCs e com um quarto do consumo energético.

O novo processador traz ainda placa gráfica integrada, na qual a Apple afirmou que tem a tecnologia mais avançada já desenvolvida em Cupertino. O chip tem processado neural com 16 núcleos, capaz de processar 1 trilhões de operações por segundo.

Os resultados dos testes exibidos pela Intel apontam que o Core i7 pode levar vantagem em alguns pontos. A Intel apresentou resultados melhores durante o uso dos notebooks para a navegação no Chrome, em tarefas realizadas em aplicativos do Office 365, em jogos e durante o uso de programas da Adobe.

A Intel também rebateu as críticas de que seus chips geravam um gasto maior de bateria dos aparelhos do que o M1. Segundo a empresa, as críticas são baseadas em boatos e que, na prática, os processadores da Apple não levam a melhor neste quesito ante os chips da Intel da categoria i7.

O problema é que os testes realizados pela Intel não são muito transparentes e levantam dúvidas sobre os critérios utilizados para a medição. Uma análise da velocidade dos aparelhos para realizar tarefas de inteligência artificial usou um programa da Topaz Labs que faz o uso de aceleração de hardware da própria Intel.

Outra questão é que a Intel realizou a troca das máquinas durante os testes com seu chip, mas não fez a mesma coisa quando realizou as medições com o processador M1, instalado em um MacBook Air. Além disso, o teste de bateria pode ter resultados questionados, já que o MacBook Pro é o aparelho da Apple mais parrudo neste quesito.

 

 

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Facebook remove postagens falsas sobre vacinas contra a covid-19

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A partir de hoje, o Facebook afirmou que irá deletar posts “que afirmam que a covid-19 foi uma doença criada por humanos”, entre outros

Facebook: rede social vai alterar regras de desinformações (Shana Novak/Getty Images)

Em mais um passo em direção a evitar a disseminação de notícias falsas e também de não repetir os acontecimentos de 2016, o Facebook passou a remover todas as postagens que contém notícias falsas sobre as vacinas do novo coronavírus.

Apesar de a rede social já ter começado a deletar postagens falsas, agora expandiu a lista de conteúdos que podem deixar de fazer parte da plataforma – o Facebook, uma das redes sociais mais usadas no mundo, com 2,7 bilhões de usuários, já foi utilizado para espalhar muitas informações falsas desde o início da pandemia, mas tem trabalhado para monitorar com mais avidez a situação das postagens dos usuários.

A partir de hoje, o Facebook afirmou que irá deletar posts “que afirmam que a covid-19 foi uma doença criada por humanos”, publicações afirmando que as vacinas não são eficazes na proteção do vírus, ou que é melhor ser infectado pelo vírus do que pegar a vacina.

Outra notícia falsa que voltou à tona nos últimos meses foi a de que as vacinas causam autismo – qualquer postagem dessa natureza, a partir de agora, será deletada, sem chance de recuperação, para “fazer com que a desinformacão deixe de alcançar um grande número de pessoas”.

“Vamos começar essa política imediatamente, com foco particular em páginas, grupos, e contas que violam essas regras, e vamos continuar a expandir a nossa política nas próximas semanas. Grupos, páginas, e contas no Facebook e no Instagram que compartilham repetidamente esse tipo de publicações serão removidas de vez. Também estamos pedindo para que alguns administradores de grupos ou membros que tenham violado as políticas sobre covid-19 para aprovar temporariamente todas as publicações dentro de um grupo. Afirmações sobre covid-19 ou vacinas que não violem essas regras, serão elegíveis para uma revisão feita por nosso grupo de checadores terceirizados, e, se forem marcados como falsos, serão etiquetados e removidos”, afirmou o Facebook em uma postagem em seu blog.

Além disso, o Facebook afirmou que vai melhorar seu mecanismo de pesquisas – quando um indivíduo pesquisar sobre assuntos relacionados sobre a vacina da covid-19 na rede social, o site fará um ranking relevante dos resultados e irá prover recursos de terceiros para conectar as pessoas com especialistas de informação sobre imunizantes. No Instagram, o alcance de contas que espalham notícias falsas sobre o vírus será reduzido. “No Instagram, em adição ao alcance das contas que espalham notícias falsas, nas próximas semanas nós tornaremos mais difícil achar contas que tentam fazer com que as pessoas tomem as vacinas”, disse o Facebook.

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Elon Musk pretende escrever um livro sobre Tesla e SpaceX

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Essa não é a primeira vez que o bilionário fala sobre escrever um livro. Ideia já foi sugerida em 2019

Elon Musk: bilionário quer contar sua história (Bloomberg/Getty Images)

Elon Musk já é o homem mais rico do mundo, dono de empresas como a fabricante de carros Tesla e a SpaceX, voltada para a exploração espacial, mas tudo isso parece não ser o suficiente para ele.

Agora, Musk anunciou que está escrevendo um livro sobre as duas companhias. Em seu perfil no Twitter, ele disse “é a hora de contar a história da Tesla e da SpaceX”. Em uma segunda publicação, “da Terra e de Marte”, para finalizar a série de tuites com “lições aprendidas”.

 

Quando um de seus 46 milhões de seguidores na rede social perguntou o que Musk queria dizer com seus tuites, e se ele estava planejando escrever um livro, a resposta foi “sim”. Outra teoria é a criação de um podcast, quase como a entrevista que ele fez para o Clubhouse no dia 31 de janeiro, com o CEO da Robinhood, Vlad Teney.

Mas essa não é a primeira vez que o bilionário fala sobre escrever um livro. Em 2019, ele disse que a história do começo de sua carreira “poderia ser um livro um dia”.

 

 

 

 

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Dinossauros, Intelbras e Mosaico mostram que IPO não é coisa só de startup

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Consideradas veteranas no mercado de tecnologia, as duas companhias abriram capital na semana passada

Locaweb: IPO de mais de 1,4 bilhão de reais (B3/Divulgação)

Duas aberturas de capital movimentaram a bolsa de valores brasileira na semana passada. A Intelbras estreou na quinta-feira (4). No dia seguinte foi a vez da Mosaico ter seus papéis negociados em pregão. Em comum, as duas companhias são consideradas veteranas do mercado de tecnologia. São empresas consolidadas, com anos de experiência e que já sobrevivem com as próprias pernas. Por que, então, buscar capital? E ainda mais com uma oferta pública de ações (IPO)?

A resposta para essas duas perguntas pode ser dada de diferentes formas. O primeiro ponto é analisar o momento atual da bolsa de valores brasileira. Somente em 2020 foram realizados 28 IPOs. O número é o maior já registrado pela B3 desde 2007. Para este ano, a previsão é de que o número de ofertas públicas iniciais fique próximo de 40. Com taxas de juros baixas, a busca por opções mais arriscadas de investimento aumentou. E isso atrai as empresas para a bolsa e os investidores para o balcão.

 

Este movimento já foi observado em outros tipos de investimentos em empresas, como a compra de participações em investimentos-anjo ou a entrada em fundos de capital de risco. “A queda da taxa Selic pode fazer com que investidores busquem investimentos de mais risco”, disse Giácomo Diniz, professor de finanças no Ibmec-SP, em entrevista no ano passado. “Vai ter uma parcela que talvez se interesse em investimentos de startups. Mas é importante ressaltar que este é um dos investimentos mais arriscados.

O IPO da Mosaico marcou uma nova etapa para a companhia que foi fundada com apenas um investimento de 10 mil reais e que já vale quase 5 bilhões de reais. Controladora de marcas como Zoom (o serviço de comparação de preços), Buscapé e Bondfaro, a companhia viu o valor das ações dobrar durante a estreia na B3. Com o movimento, a empresa captou 1,1 bilhão de reais, dos quais cerca de 580 milhões de reais correspondem a oferta primária de ações (em que os recursos vão diretamente para o caixa).

Fundada em 1995, a Mosaico já é lucrativa desde 2014. No 3º trimestre de 2020, a empresa registou faturamento bruto de 66,4 milhões de reais, alta de 175% ante o mesmo trimestre do ano anterior. Já o lucro líquido de 11 milhões de reais (480% maior do que o registrado no mesmo trimestre de 2019) e Ebitda de 18 milhões de reais, com margem próxima de 32%. Ao fim de setembro do ano passado, a Mosaico registrava 19,3 milhões de reais em caixa – um valor bem inferior aos 580 milhões que foram injetados com o IPO.

No plano Mosaico, a maior parte dos recursos (algo em torno de 90%) deve ser destinada para a área de comércio eletrônico. A ideia é ampliar a participação das marcas controladas pela companhia no e-commerce. A estratégia é apostar na expansão das verticais de negócios e no investimento em tecnologia. Isso, pelo menos, é o que detalha a empresa em seu prospecto de abertura de capital que especifica detalhes da empresa para os possíveis investidores antes do IPO.

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Mosaico: empresa captou mais de 1,1 bilhão de reais com sua oferta inicial de ações (Cauê Diniz/Divulgação)

O IPO da Intelbras foi considerado arriscado por alguns especialistas. O motivo era simples: a ameaça de empresas estrangeiras entrarem na disputa e dificultarem a vida da fabricante de dispositivos de segurança, como alarmes, câmeras, entre outros. Isso porque a companhia fundada em 1976 e com sede em São José, cidade vizinha de Florianópolis, apresentava solidez financeira – ainda que esta análise exija cautela. O problema é que os números poderiam estar apoiados em benefícios e incentivos fiscais – como em 2019, quando a empresa teve 142,7 milhões de reais em isenções.

O faturamento dos nove primeiros meses do ano passado foi próximo de 1,5 bilhão de reais, uma alta de 20,2% ante o período em 2019. O lucro líquido aumentou 2,6% e foi de mais de 121 milhões de reais, além de Ebitda de 250,8 milhões de reais. Voltado aos números mais atuais, a Intelbras informava ainda que dispunha de 145,6 milhões de reais em caixa ao fim de setembro. Com o IPO realizado na semana passada, a Intelbras levantou 1,3 bilhão de reais, dos quais 724,5 milhões de reais irão para os cofres.

O plano aqui é usar o dinheiro captado na oferta para expandir seu crescimento inorgânico da fabricante que já está presente em 98% das mais de 5.500 cidades brasileiras. Está em pauta o aumento da capacidade de produção de dispositivos de segurança. Outra demanda será o crescimento da área de serviços de locação de produtos fabricados pela companhia. Uma parte este dinheiro será destinada para a criação de mais canais de vendas e de varejo.

Não são raros os exemplos de empresas consolidadas que decidiram abrir capital na bolsa depois anos e mais anos operando no mercado fechado. A Magazine Luiza talvez seja o maior exemplo. A varejista só decidiu abrir capital em 2011. Desde então, a empresa já viu o valor de suas ações subirem quase 5.000% desde então. Isso significa que se um investidor tivesse comprado 10 mil reais em ações da empresa durante o IPO, hoje ele poderia vender os papéis por algo próximo de 500 mil reais.

No campo da tecnologia e mais recentemente está a Locaweb. Queridinha dos investidores na B3, a companhia foi fundada em 1997, mas só decidiu recorrer ao mercado aberto no ano passado. Desde o IPO, considerado de risco por alguns especialistas no mercado financeiro, a empresa de tecnologia viu o valor de suas ações quintuplicar. O sucesso trouxe um ponto de interrogação para os investidores: será que os dinossauros da tecnologia podem se dar bem na bolsa? Por enquanto, sim.

 

 

 

 

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segunda-feira, 1 de março de 2021

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