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Economia

Setor público registrou superávit de R$ 358 bilhões em 2021

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De acordo com o Tesouro Nacional, o número de municípios que colaboraram para essa base de dados em 2021 foi o maior da série histórica

Setor público: os números constam no Balanço do Setor Público Nacional, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O setor público brasileiro registrou um superávit orçamentário de R$ 358 bilhões em 2021, resultado que deriva dos cerca de R$ 6,3 trilhões em receitas orçamentárias obtidas ao longo do ano; e de R$ 5,95 trilhões registrados em despesas. Os números constam no Balanço do Setor Público Nacional, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional.

O Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) é uma publicação anual que apresenta as contas consolidadas de toda a federação, abrangendo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como do Ministério Público e da Defensoria Pública. Contempla tanto a esfera federal como as estaduais, municipais e distrital.

Tendo por base essas informações, é possível se ter conhecimentos mais aprofundados sobre a situação patrimonial do setor público brasileiro, bem como de seus fluxos.

De acordo com o Tesouro Nacional, o número de municípios que colaboraram para essa base de dados em 2021 foi a maior da série histórica. “Dos 5.568 municípios existentes, apenas 307 não participaram da consolidação, ou por não terem encaminhado suas Declarações de Contas Anuais (DCA) até 24 de maio de 2022 ou por terem apresentado inconsistências relevantes na qualidade das informações enviadas”, informou a secretaria do órgão.

Receitas e despesas

As receitas por competência são obtidas por meio de tributos, contribuições, receitas financeiras, ganhos com ativos e baixa de passivos, reversão de provisões e “outras receitas”. Em 2021, esse tipo de receita apresentou um aumento de 8,66% na comparação com o ano anterior, chegando a R$ 6,213 trilhões.

Segundo o balanço, em grande parte, esse acréscimo refere-se a um aumento na rubrica “tributos”, que agregou mais R$ 371 bilhões, na comparação com 2020. “Parte desse aumento também deve-se à rubrica ‘outras receitas’, com R$ 255 bilhões; ‘contribuições’, com R$ 165 bilhões e ‘ganhos com ativos e baixa de passivos’, com R$ 163 bilhões”.

O resultado foi influenciado também pela “reversão de provisões de R$ 469 bilhões, em grande parte proveniente dos dados estaduais”.

Já as despesas por competência ficaram em R$ 6,235 trilhões em 2021. Segundo o balanço apresentado pelo Tesouro Nacional, esse valor representa um aumento de 2,3 % (ou R$ 142 bilhões) em relação a 2020.

A rubrica “despesas financeiras” apresentou aumento na ordem de R$ 365 bilhões, enquanto a de “perdas com ativos e assunção de passivos” teve alta de R$ 200 bilhões. A rubrica “outras despesas” aumentou em R$ 145 bilhões e a de “pessoal e encargos” foi responsável por um aumento de R$ 45 bilhões.

Já os gastos com “benefícios previdenciários e assistenciais” apresentaram queda de R$ 189 bilhões, na comparação com o que foi executado em 2020.

Com isso, o resultado total no período ficou deficitário em R$ 21 bilhões, valor que, segundo o Tesouro, é “expressivamente menor” do que o déficit consolidado registrado em 2020 (R$ 374 bilhões).

“Essa diminuição do déficit se deu principalmente devido a um aumento nos valores de receitas com tributos e contribuições, além de uma redução nos gastos com benefícios previdenciários e assistenciais”, justifica a Secretaria do Tesouro Nacional.

Valores patrimoniais

Com relação aos valores patrimoniais consolidados, o balanço apresentou um total de ativos próximo a R$ 9 trilhões — em valores exatos, R$ 8,992 trilhões. Esse “ativo total” representa a soma de bens e direitos. Segundo o balanço, em 2021 o saldo apresentou aumento de 11,79 %, ante aos R$ 8,04 trilhões registrados em 2020.

Compõem esse valor total os R$ 2,756 trilhões registrados em créditos de dívida ativa, tributária e não tributária, entre outros; R$ 2,852 trilhões em bens móveis (veículos automotivos, em geral) e bens imóveis (terrenos, prédios e ativos de infraestrutura); R$ 2,332 trilhões em caixa e equivalentes, abrangendo recursos da conta única dos Tesouros e de outros depósitos bancários; e R$ 1,052 trilhão em participações em estatais e outros ativos.

Já o passivo total, valor que representa a soma das obrigações presentes, ficou em R$ 14,344 trilhões. Segundo o balanço, o saldo registrado nesse exercício apresentou aumento de 7,37% , ante aos R$ 13,359 trilhões registrados em 2020.

Esse valor consolidado é composto de R$ 7,998 trilhões em financiamentos na forma de dívida pública mobiliária e contratual; R$ 5,406 trilhões em passivos relacionados aos regimes previdenciários; e R$ 940 bilhões relativos a “outras obrigações”.

Com isso, o passivo descoberto, que representa o patrimônio líquido, está negativo em R$ 5,353 trilhões. Esse valor residual decorre dos ativos dos entes públicos, após serem deduzidos todos os seus passivos. “Nesse montante estão incluídos também o resultado do período e os ajustes da exclusão de saldos de transações recíprocas entre os entes da federação”, esclarece o Tesouro Nacional.

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Inflação abaixo do esperado nos EUA alimenta aposta de menor ritmo de alta de juros do Fed

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Índice de Preço ao Consumidor americano desacelera em julho e mercado volta a ver elevação de 0,5 p.p. em setembro como o cenário mais provável

Jerome Powell: presidente do Federal Reserve; próxima reunião de política monetária será em setembro (Samuel Corum/Getty Images)

O Índice de Preço ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de julho caiu de 9,1% para 8,5% na comparação anual, permanecendo estável frente ao mês anterior. O dado, divulgado nesta quarta-feira, 10, serviu de alívio para o mercado financeiro, que projetava alta de 0,2% no mês e CPI de 8,7% no acumulado de 12 meses.

A expectativa de que o pior da inflação americana já tenha ficado para trás impulsionou as apostas em ativos de risco, como bolsa, moedas emergentes e até criptomoedas.

No mercado de juros futuros, investidores aumentaram as apostas de que o Federal Reserve (Fed) irá reduzir o ritmo de alta de juros de 0,75 ponto percentual para 0,50 p.p. na próxima reunião de política monetária, em setembro.

A alta mais branda havia perdido o posto de ajuste mais provável no fim da última semana, quando dados do mercado de trabalho americano saíram mais fortes que o esperado — reforçando a tese de que um aperto monetário mais duro seria necessário para conter a inflação. Mas os números desta quarta mudaram a direção das apostas.

A probabilidade de redução do ritmo, que era de 30% no início desta manhã, saltaram para acima de 60% após a divulgação do CPI, segundo o monitor do CME Group. Se confirmada, a alta irá elevar a taxa básica de juros americana para o intervalo entre 2,75% e 3%.

O CPI de julho também alimentou as expectativas de que o ciclo de alta de juros encerre em 3,5%. Para a reunião de novembro, a probabilidade de ajuste ainda residual, de 0,25 p.p. passou para 38,5% frente aos 16,3% do dia anterior.

As maiores apostas ainda são de mais duas altas de juros de 0,50 ponto percentual. A chance de os juros americanos encerrarem o ano entre 3,75% e 4% caíram 27% para perto de 10%, e a de irem para entre 3,5% e 3,75%, de 47,1% para 38,4%.

 

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Economia

China registra a maior inflação em dois anos

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O aumento dos preços é puxado pelos alimentos, especialmente a carne suína

China: país registra a maior inflação em dois anos (XU JINBAI/ Feature China/Future Publishing/Getty Images

A inflação na China atingiu seu nível mais alto em dois anos, em julho, mostraram dados oficiais divulgados nesta quarta-feira. O aumento dos preços é puxado pelos alimentos, especialmente a carne suína.

Ainda assim, os aumentos de preços na segunda maior economia do mundo são modestos em comparação com a inflação descontrolada em outros países, desde a invasão da Ucrânia pela Rússia e as interrupções no mercado de alimentos.

O índice de preços ao consumidor da China cresceu 2,7% ao ano em julho, de acordo com o National Bureau of Statistics.

O índice sobe “devido ao aumento dos preços da carne de porco, legumes frescos e outros alimentos”, disse a estatística Dong Lijuan.

Segundo ela, o preço dos alimentos subiu 6,3% em relação ao ano anterior e, no caso da carne suína, chegou a 20,2% devido ao aumento da demanda e à relutância dos produtores em vender para maximizar o lucro.

Em contraste, o índice de preços ao produtor, que mede a inflação industrial, subiu 4,2% em julho, em relação ao ano anterior, ante 6,1% no mês anterior, segundo dados oficiais.

O Instituto Nacional de Estatística atribui isso à queda dos preços de matérias-primas no mercado internacional, como petróleo bruto e metais não ferrosos.

(Agência O Globo)

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Economia

Inflação nos EUA, onda de balanços com BB e Smart Fit, reação à CVC e o que mais move o mercado

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Mercado espera que Índice de Preço ao Consumidor americano dê indícios sobre tamanho da alta de juros do Federal Reserve

Inflação americana: consenso é de alta de 8,7% para CPI de julho (o: Khanchit Khirisutchalual/Getty Images)

Investidores iniciam esta quarta-feira, 10, à espera de que o Índice de Preço ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos dê novas pistas sobre o futuro da política monetária do Federal Reserve (Fed).

A expectativa é de que o CPI de julho, que será divulgado às 9h30, desacelere de 1,3% para 0,2% na comparação mensal e, na anual, de 9,1% para 8,7%. Para o núcleo do CPI o consenso é de aceleração de 5,9% para 6,1% no acumulado em um ano.

Economistas tentam descobrir qual será o pico da inflação americana. Números abaixo das projeções de mercado tendem a fortalecer a tese do “pouso suave”, de que o Fed não irá conter a alta de preços ao preço de uma dura recessão.

Dados do payroll, que saíram acima do consenso na sexta-feira, 5, aumentaram a probabilidade de o Fed manter o ritmo de alta de juros em 0,75 ponto percentual — em vez de reduzir para 0,50 p.p., como sinalizado.

A chance, nesta manhã, está em 70% para uma elevação de 0,75 p.p. em setembro, segundo o CME Group. Investidores aguardam os dados desta quarta para reforçarem ou reduzirem as apostas de um aperto monetário mais intenso.

Índices futuros americanos iniciaram o dia em alta, após terem fechado em queda no último pregão sob expectativas para o CPI. O índice Nasdaq, com maior concentração de empresas mais sensíveis à taxa de juros, teve o pior desempenho de Wall Street, caindo mais de 1%. Nesta manhã, é o que mais sobe no mercado de futuros.

No Brasil, onde o fim do ciclo de alta de juros se torna cada vez mais claro entre economistas, o Ibovespa fechou em alta pelo sexto dia consecutivo. No mercado, já se fala em rotação para ações de crescimento, que seriam as mais beneficiadas pela redução da inflação e consequente afrouxamento da política monetária do Banco Central.

Desempenho dos indicadores às 7h20 (de Brasília):

  • Dow Jones futuro (Nova York): + 0,21%
  • S&P 500 futuro (Nova York): + 0,24%
  • Nasdaq futuro (Nova York): + 0,27%
  • FTSE 100 (Londres): + 0,11%
  • DAX (Frankfurt): + 0,02%
  • CAC 40 (Paris): + 0,03%
  • Hang Seng (Hong Kong)*: – 1,96%
  • Shangai Composite (Xangai)*: – 0,54%
  • Nikkei 225 (Tóquio)*: – 0,65%

Reação à CVC

O último pregão, porém, não foi dos melhores para as ações da CVC (CVCB3), que fecharam em queda de 10,96%, em meio ao pessimismo para o resultado divulgado após o encerramento dos negócios. Para piorar, a ação teve recomendação revisada de compra para neutra por analistas do J.P. Morgan no início da semana de seu balanço.

Em resultado divulgado na última noite, a companhia registrou prejuízo líquido de R$ 94,8 milhões, 43,2% abaixo do apresentado no mesmo período do ano passado. Já o caixa da companhia encolheu em R$ 300 milhões em meio a compromissos para arcar com os gastos de viagens futuras de seus clientes. As reservas confirmadas dispararam 124,4% no período para R$ 3,75 bilhões.

Balanços do dia com BB e SmartFit

Para esta noite, mais de 20 balanços estão previstos. Entre os mais aguardados está o do Banco do Brasil (BBAS3), que será o último entre os bancões a apresentar resultado. A agenda de balanços da noite ainda terá MRV (MRVE3),  Alianasce Sonae (ALSO4), Braskem (BRKM5), C&A (CEAB3), Soma (SOMA3), BRF (BRFS3),  Estapar (ALPK3), SLC (SLCE3), Minerva (BEEF3) e Petz (PETZ3). Já o resultado da Smart Fit (SMFT3) está previsto para esta manhã.

Vendas do Varejo

Nesta manhã, também serão divulgadas as vendas do varejo de junho sob estimativa de 0,1% de queda frente ao mesmo período do ano passado.

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Economia

Mega-Sena desta quarta sorteia prêmio de R$ 8 milhões; saiba como apostar

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Apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria

Mega-Sena desta quarta sorteia prêmio de R$ 8 milhões; saiba como apostar (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Caixa Econômica Federal realiza nesta quarta-feira o concurso 2.509 da Mega-Sena, com um prêmio estimado em R$ 8 milhões. O sorteio está marcado para as 20h no Espaço da Sorte, em São Paulo. Haverá transmissão ao vivo pelas redes sociais da instituição.

As apostas da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria. O palpite mínimo custa R$ 4,50.

Além desse modelo de aposta, com seis números selecionados, que paga o prêmio principal, ainda é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco dezenas.

Como apostar na Mega-Sena? Qual valor?

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Probabilidades de vencer a Mega-Sena

A probabilidade de acertar as seis dezenas com uma aposta simples de R$ 4,50 é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa Econômica Federal.

Valores para jogar na Mega-Sena

  • 6 números: R$ 4,50
  • 7 números: R$ 31,50
  • 8 números: R$ 126,00
  • 9 números: R$ 378,00
  • 10 números: R$ 945,00
  • 11 números: R$ 2.079,00
  • 12 números: R$ 4.158,00
  • 13 números: R$ 7.722,00
  • 14 números: R$ 13.513,50
  • 15 números: R$ 22.522,50

Como fazer um bolão da Mega-Sena

Para aumentar as chances de ganhar, muitos jogadores optam por adquirir cotas dos bolões, já que concorrem com uma maior quantidade de jogos e de números em uma aposta, gastando menos.

Para realizar o bolão, basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das 13 mil lotéricas do país. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar o prêmio individualmente.

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Para isso, é preciso solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. É permitida a realização de no máximo dez apostas por bolão. Nos casos de mais de uma aposta, todas elas deverão conter a mesma quantidade de números de prognósticos.

Link para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, através deste link.

(Com informações de Agência O Globo)

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Economia

BV e Mercado Livre realizam feirão online de carros

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A partir de 10 de agosto, clientes terão acesso a ofertas de automóveis de mais de 6 mil lojas com condições especiais

Carros: feirão celebra a renovação da parceria entre BV e Mercado Livre para financiamento de automóveis por mais três anos (Carl Court/Getty Images)

Nesta quinta-feira, 4, o Banco BV anunciou a realização de um feirão online de carros em parceria com o Mercado Livre. A partir de 10 de agosto, os clientes terão acesso a ofertas de mais de 6 mil lojas com condições especiais e esteira de contratação digitalizada.

O feirão celebra a renovação da parceria entre as duas empresas para financiamento de veículos na plataforma do Mercado Livre por mais três anos. Nela, os consumidores podem realizar a simulação do financiamento junto ao BV em mais de 80 mil anúncios de carros, além de uma pré-análise do crédito. Os lojistas recebem os contatos dos interessados para finalizar a negociação diretamente no sistema que já é utilizado com o BV.

Condições especiais até o final de agosto

Os clientes interessados em comprar um veículo no feirão terão direito a uma carência de 60 dias para o pagamento da primeira parcela do financiamento. Além disso, será possível financiar veículos de até 19 anos com prazos que podem se estender por até 60 meses, entre carros zero km e usados de mais de 6 mil lojas da plataforma. Não há limite de valor para financiar.

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Economia

Polícia prende suspeito de estrangular companheira dentro de casa, em Ceilândia, no DF

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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta segunda-feira (8),o homem suspeito de matar a companheira estrangulada, dentro de casa, em Ceilândia, no Distrito Federal. Leandro Nunes Manoel Caixêta se apresentou à Delegacia da Mulher e está preso temporariamente por ordem da Justiça.
O caso, investigado como feminicídio, ocorreu na última quarta-feira (3). Os policiais informaram apenas que a vítima tem 31 anos, mas não revelaram o nome dela, já que o caso está sob sigilo.
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