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Servidores do DER são investigados por corrupção em instalação de outdoor

O grupo oferecia tratamento privilegiado na autorização de instalação de publicidade em rodovias, além de permitir a instalação irregular de quiosques e painéis de iluminação - (crédito: Divulgação/PCDF)

A investigação aponta para a existência de um grupo criminoso dentro do órgão, que oferecia tratamento privilegiado na autorização de instalação de publicidade em rodovias

O grupo oferecia tratamento privilegiado na autorização de instalação de publicidade em rodovias, além de permitir a instalação irregular de quiosques e painéis de iluminação – (crédito: Divulgação/PCDF)

A Polícia Civil (PCDF) investiga um esquema de corrupção envolvendo servidores da Superintendência de Operações (Suoper) do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

A investigação aponta para a existência de um grupo criminoso dentro do órgão, que beneficiava empresas, especialmente as ligadas ao Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Distrito Federal (SEPEX/DF).

O grupo oferecia tratamento privilegiado na autorização de instalação de publicidade em rodovias, além de permitir a instalação irregular de quiosques e painéis de iluminação.

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A investigação também apura a suspeita de que o grupo criminoso retirava autuações e notificações do sistema SIDER de forma indevida. As apurações dos policiais ainda indicam que a organização criminosa estava enraizada nos cargos de gestão da Suoper, com o uso de poder hierárquico para retaliar funcionários que não concordavam com o esquema.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, na manhã desta quarta-feira (26/2), nas residências dos servidores investigados, na sede da Suoper e na sede do DER-DF, nas regiões administrativas de Sobradinho, Planaltina, Águas Claras, Samambaia e Taguatinga.

Os suspeitos estão sendo investigados por crimes como corrupção passiva, associação criminosa, prevaricação e inserção de dados falsos em sistema de informações. Caso sejam condenados, as penas podem chegar a 30 anos de prisão.

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