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Servidora da Secretaria de Saúde morre e a suspeita é de dengue hemorrágica

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Cátia Teixeira dos Santos trabalhava no Hospital Regional de Planaltina. O caso está sendo investigado pela pasta

Cátia Teixeira dos Santos trabalhava no Hospital Regional de Planaltina, onde ficou internada e faleceu. Saúde investiga se causa da morte é dengue hemorrágica
(foto: Reprodução)

Uma servidora da Secretaria de Saúde morreu no último sábado (1º/6) com suspeitas de dengue hemorrágica. Cátia Teixeira dos Santos, 45 anos, trabalhava como supervisora de emergência no Hospital Regional de Planaltina (HRPL), onde ficou internada e faleceu.

Em nota de pesar, a Secretaria de Saúde lamentou a perda da profissional. “Os colegas a reconheciam pelo seu profissionalismo, honestidade, lealdade, inteligência, competência e sensibilidade para lidar com as adversidade e conflitos humanos”, diz o texto.
Sobre a causa da morte, a direção do hospital de Planaltina informou que o corpo da servidora foi levado, ainda no sábado, para o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), em Ceilândia, onde será realizada a necropsia para examinar e detectar o motivo do óbito. Por meio de nota, a unidade de saúde disse que ainda não há confirmação ou laudo atestando a causa do falecimento de Cátia, que desde fevereiro trabalhava no hospital.
Casos de dengue
O último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde mostra o aumento alarmante de casos de dengue o Distrito Federal. Até 18 de maio o número de óbitos pela doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti somava 21. O número de pessoas com o vírus também cresceu. São 21.360 ocorrências de pacientes com dengue.
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PCDF prende novos integrantes de grupo que traficava drogas sintéticas

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Um casal que faz parte da mesma associação criminosa já havia sido detido nessa quarta-feira (03/06). Prisões foram realizadas pela 35ª DP

Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), prendeu em flagrante mais quatro integrantes da associação criminosa que abastecia a capital da República com drogas sintéticas. A ação ocorreu nesta quinta-feira (04/06), em continuidade às investigações sobre o grupo.

Nessa quarta-feira (03/06), os policiais da unidade haviam detido um casal, da mesma organização, quando tentava comercializar droga em um posto de combustível da região administrativa.

Os quatro criminosos, de 26, 29, 34 e 35 anos de idade, foram presos no momento em que comercializavam uma grande quantidade de drogas sintéticas no terminal rodoviário de Sobradinho II.

Com a organização, foram apreendidos 21 selos de LSD; 525 comprimidos de ecstasy; 13g de cocaína; quatro aparelhos celulares; R$ 635, em espécie; além de um veículo Toyota/Etios, utilizado no transporte da droga. No comércio dessa substância entorpecente, a organização criminosa obteria um lucro de R$ 25 mil.

“Cada membro da organização criminosa possuía tarefas bem definidas. O primeiro, motorista de aplicativo, transportava a droga; o segundo fazia o contato com os usuários; o terceiro atuava como atravessador, pegando a droga com o quarto indivíduo. Esse último é morador de Santo Antônio do Descoberto (GO) e fornecedor de droga sintética para todo o Distrito Federal”, explicou o delegado-chefe da 35ª DP, Laércio de Carvalho.

Durante as investigações sobre a associação criminosa, nove integrantes do grupo foram presos. A PCDF ainda informou que mais de mil selos de LSD e quase mil comprimidos de ecstasy, além de outras drogas, foram apreendidos.

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Operação investiga desvio de materiais hospitalares da Saúde do DF

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Policiais da Cecor, com o apoio do MP, cumprem mandados de busca e apreensão. Um dos alvos é médico e diretor do Iges

Secretaria de Saúde do DF.

Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Coordenação Especial de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor), desencadeou, na manhã desta quarta-feira (03/06), a Operação In Rem Suam. Os policiais investigam suspeita de desvio de materiais hospitalares, incluindo respiradores, da Secretaria de Saúde do DF.

O grupo alvo da operação, que tem apoio do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), seria liderado pelo médico Fabiano Duarte Dutra, diretor de Atenção à Saúde do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (Iges-DF). O órgão responsável por alguns hospitais e UPAs.

Fabiano Duarte Dutra é traumatologista e ortopedista e trabalhou na Medicina Cirúrgica do Hospital de Base do DF. Foi nomeado diretor do Hospital Regional de Santa Maria em março do ano passado. Antes, chegou a ser preso preventivamente por suposto envolvimento na Máfia das Próteses. Em agosto de 2017, Fabiano foi considerado inocente por falta de provas, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Contudo, o Ministério Público apelou da absolvição e o processo continua tramitando.

As investigações desta quarta, conduzidas pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), da PCDF, apontam para a possível atuação do servidor no esquema de desvio de materiais em meio à pandemia de coronavírus.

Ele teria se aproveitado do período de pandemia de Covid-19 para desviar materiais, principalmente respiradores, e posteriormente revendê-los tanto a particulares quanto ao próprio Governo do Distrito Federal, por meio de empresa acusada de participar do esquema.

Ao todo, são cumpridos sete mandados de busca e apreensão no DF, com a participação de 50 policiais civis, a fim de averiguar os desvios de materiais. Os alvos são as casas do servidor, o próprio Iges-DF e a empresa investigada, uma importadora de produtos hospitalares situada no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), bem como seus sócios.

O outro lado

Em nota, o Iges informou que está colaborando com as autoridades nesta quarta-feira (03/06).

“O Iges-DF reforça que a gestão é pautada pela transparência, não tolera irregularidades e todos os dados necessários serão repassados à equipe que conduz a operação. Ressalta, ainda, que não adquiriu insumos ou equipamentos com as empresas investigadas”, acrescentou o instituto.

Por outro lado, a Secretaria de Saúde informou que está colaborando com as autoridades. Mas pasta alegou que não pode revelar maiores detalhes para não atrapalhar as investigações.

Fabiano Duarte Dutra prestou depoimento na manhã desta quarta-feira. Logo em seguida, foi liberado. Segundo Cleber Lopes, advogado do médico, “não houve absolutamente nenhum desvio de conduta”.

O nome dado à operação — In Rem Suam — vem do latim e significa: “mandato em causa própria”.

 

 

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Caso Noélia: vizinho acusado de matar vendedora no DF vai a júri popular

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Almir Evaristo Ribeiro responde por feminicídio e está preso desde outubro de 2019. Data do julgamento não foi marcada.

Noélia Rodrigues foi assassinada com um tiro no rosto em uma estrada de terra em Vicente Pires, no DF — Foto: Facebook/Arquivo pessoal

O acusado de matar a vendedora Noélia Rodrigues de Oliveira, de 38 anos, vai ser submetido a um júri popular. A Justiça do Distrito Federal entendeu que existem indícios suficientes para que Almir Evaristo Ribeiro seja julgado pelos crimes de homicídio qualificado – por feminicídio e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima – e porte ilegal de arma de fogo.

A sentença de pronúncia foi publicada nesta terça-feira (2) pelo juiz Paulo Afonso Correia Lima Siqueira. Na decisão, o magistrado determinou que o acusado permaneça preso porque “a gravidade concreta do fato atribuído ao réu, naturalmente, evidencia a necessidade de se resguardar a ordem pública, a instrução criminal e garantia da lei penal”. Ainda não há data para o julgamento.

O crime ocorreu outubro de 2019. Noélia desapareceu após sair da loja onde trabalhava, em um shopping da Asa Norte. No dia seguinte, o corpo dela foi encontrado em um matagal. O vizinho foi preso na semana seguinte e, segundo a polícia, tinha um relacionamento extraconjugal com a vítima (veja mais abaixo).

Acionada pela reportagem, a defesa do acusado não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.

Decisão do juiz

Almir Evaristo era vizinho de Noélia Rodrigues e foi preso por suspeita de feminicídio, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Almir Evaristo era vizinho de Noélia Rodrigues e foi preso por suspeita de feminicídio, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Na denúncia, o Ministério Público disse que Almir buscou Noélia em uma parada de ônibus próximo ao local onde ela trabalhava. Segundo o documento, “o denunciado conduziu o veículo para uma estrada de terra marginal à via Estrutural e lá parou o veículo. No local, o denunciado, aproveitando a região deserta, muniu-se da arma de fogo que trazia consigo e efetuou um disparo à curta distância contra o rosto da vítima, o que causou morte de Noélia”.

Ainda de acordo com o MP, o crime ocorreu “em contexto de violência doméstica, pois o denunciado ceifou a vida da vítima prevalecendo-se da relação íntima de afeto já existente entre eles”. No entanto, o órgão afirmou que a motivação do assassinato não tinha sido totalmente esclarecida.

Em depoimento à Justiça, Almir Evaristo negou o crime. Ele disse que tinha uma amizade com a vítima e que, no dia do crime, Noélia teria pedido a ele que a buscasse no trabalho.

Aos investigadores, o acusado disse que negou o pedido da amiga mas que, em seguida, decidiu buscá-la. Ainda segundo Almir, ao chegar no local combinado, Noélia disse que a carona não era mais necessária.

Ao analisar o caso, o juiz entendeu que “estão demonstrados os indícios mínimos de autoria suficientes para autorizar a decisão de pronúncia”.

O caso

O assassinato de Noélia foi o 28º feminicídio registrado no ano passado no DF. A vítima morava em Ceilândia com a família e deixou, além do marido, três filhos – que à época do crime tinham 5, 9 e 16 anos.

A polícia chegou a Almir Evaristo por meio de registros telefônicos apresentados por parentes da vítima. O documento mostrou ligações entre o vizinho e Noélia com mais de uma hora de duração.

Mensagem enviada por suspeito a marido de Noélia Oliveira — Foto: Afonso Ferreira/G1

Mensagem enviada por suspeito a marido de Noélia Oliveira — Foto: Afonso Ferreira/G1

À época da prisão do suspeito, o marido da vendedora disse que nunca havia desconfiado da relação entre os dois. Após a confirmação da morte de Noélia, Almir chegou a enviar uma mensagem de pêsames ao viúvo (veja imagem acima).

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Corpo de homem é encontrado esquartejado dentro de mala, no DF

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Cadáver estava enterrado na região do Itapoã, em estado de decomposição. Três suspeitos foram presos; Polícia Civil investiga homicídio.

Polícia Civil faz perícia em área de mata no Itapoã, onde foi enterrada uma mala com cadáver — Foto: TV Globo/Reprodução

O corpo de um homem foi encontrado, na madrugada desta terça-feira (2), esquartejado dentro de uma mala enterrada no Itapoã, no Distrito Federal. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio. Três suspeitos foram presos.

Ainda na madrugada, a polícia acionou o Corpo de Bombeiros para auxiliar na escavação. A mala estava em um terreno próximo ao fórum da região, localizado em uma área de vegetação. Um vaso sanitário demarcava o local onde o corpo foi enterrado.

O cadáver estava em estado de decomposição. A perícia foi chamada para identificar a vítima e investigar quando houve o crime.

A apuração inicial indica que a vítima teria sido assassinada após um desentendimento motivado por ciúmes. Entre os suspeitos presos, um deles teria matado o homem, e os outros dois seriam os responsáveis por ocultar o corpo.

Corpo é encontrado esquartejado dentro de mala enterrada na região do Itapoã, no Distrito Federal  — Foto: PCDF/Divulgação

Corpo é encontrado esquartejado dentro de mala enterrada na região do Itapoã, no Distrito Federal — Foto: PCDF/Divulgação.

O trio foi localizado em uma casa onde o homem teria sido morto. No local, a Polícia Civil encontrou uma machadinha, uma enxada e uma pá.

A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), responsável pela investigação do caso, analisa as apreensões e interroga os detidos nesta terça.

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Presídios do DF registram 998 infectados pelo coronavírus

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Segundo boletim, 764 presos e 234 policiais penais foram infectados; vírus chegou à penitenciária feminina. Um preso e um servidor morreram.

Conselho Nacional de Justiça em visita da comissão de direitos humanos do GDF na Papuda, em Brasília — Foto: Gláucio Dettmar/Agência CNJ

Os presídios do Distrito Federal registraram 36 novos casos de coronavírus entre a última sexta-feira (29) e esta segunda (1º). Assim, chega a 998 o número de infectados no sistema penitenciário da capital, entre detentos e servidores.

Os dados foram divulgados pelas secretarias de Saúde e de Segurança Pública. São:

  • 764 presos
  • 234 policiais penais

Até esta segunda-feira, um detento e um policial penal haviam morrido por conta da Covid-19. Na última semana, o DF registrou o primeiro caso de uma detenta infectada (veja perfil dos casos abaixo). Até então, todos os contaminados nos presídios eram homens.

Além dos casos nas unidades administrados pelo governo do DF, a Penitenciária Federal de Brasília também registrou um infectado.

Casos entre detentos

Presos do Presídio da Papuda em Brasília, em imagem de arquivo. — Foto: Gláucio Dettmar/CNJ

Presos do Presídio da Papuda em Brasília, em imagem de arquivo. — Foto: Gláucio Dettmar/CNJ

De acordo com a Secretaria de Saúde, entre os detentos com coronavírus, 763 estão recuperados. Outros 84 ainda têm infecções ativas, divididas entre:

  • Casos leves: 71
  • Casos moderados: 3
  • Casos graves: 1
  • Em análise: 12

Ainda segundo a pasta, a maioria dos contaminados tem entre 20 e 29 anos, mas 131 são idosos. O boletim aponta ainda que 41 pacientes têm comorbidades – doenças que podem agravar o quadro.

Casos entre servidores

Já quanto aos servidores infectados, a Secretaria de Segurança Pública afirma que 53 policiais são casos ativos e 181 estão recuperados.

Os servidores infectados trabalham nas seguintes unidades:

  • Centro de Detenção Provisória (CDP): 40 policiais penais
  • Centro de Internamento e Reeducação (CIR): 40 policiais penais
  • Penitenciária do Distrito Federal I (PDF I): 51 policiais penais
  • Penitenciária do Distrito Federal II (PDF-II): 52 policiais penais
  • Centro de Progressão Penitenciária (CPP): 24 policiais penais
  • Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE): 21 policiais penais
  • Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF): 1 policial
  • Área administrativa da Sesipe: 5 servidores

Medidas de contenção

Agentes da Vigilância Ambiental fazem desinfecção do CDP, no Complexo Penitenciário da Papuda — Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF

Agentes da Vigilância Ambiental fazem desinfecção do CDP, no Complexo Penitenciário da Papuda — Foto: Secretaria de Segurança Pública do DF

Segundo a Sesipe, uma série de medidas têm sido tomadas para evitar a proliferação do coronavírus nos presídios da capital. Entre elas estão:

  • GDF anunciou que vai abrir 360 vagas para policiais penais ficarem hospedados em hotéis. A medida tem o objetivo de diminuir o risco de que os servidores transmitam o vírus aos familiares, ao dividirem a mesma casa.
  • Suspensão das visitas aos detentos até o dia 5 de junho;
  • Policiais penais participaram de videoconferência com uma infectologista, sobre estratégias de prevenção, detecção e controle do coronavírus;
  • Detentas da Penitenciária Feminina produziram20 mil máscaras que serão divididas entre a Secretaria de Saúde e a Sesipe;
  • A Sesipe passou a fazer a limpeza de celas, viaturas e prédios da administração e da parte externa dos presídios; a mesma ação havia sido realizada com apoio do Exército Brasileiro e da Vigilância Ambiental;
  • Duzentas máscaras laváveis foram doadas e serão repassadas às unidades prisionais;
  • A Secretaria de Turismo (Setur) abriu processo para selecionar hotéis para policiais penais ficarem em isolamento;
  • Sistema de drive-thru, no Complexo da Papuda, para testagem rápida de servidores da SSP e da SES que atuam em unidades prisionais;
  • Dois novos blocos dos novos CDPs, com 200 vagas cada, estão sendo utilizados para tratamento e quarentena de presos durante a pandemia, 311 internos já ocupam os blocos.
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Jovem amarrada dentro de carro é resgatada no DF; ex-cunhado é suspeito de sequestro

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Vítima pediu socorro durante abordagem da PRF, em Planaltina. Suspeito foi preso; caso é investigado pela Polícia Civil.

PRF resgata jovem amarrada dentro do carro do ex-cunhado no DF — Foto: PRF/Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) resgatou, na madrugada deste domingo (31), uma jovem de 23 anos que estava amarrada dentro de um carro na BR-020, em Planaltina, no Distrito Federal. A Polícia Civil investiga o caso como sequestro e cárcere privado.

De acordo com as informações da PRF, o veículo – que pertenceria ao ex-cunhado da vítima – foi abordado na estrada, na altura do quilômetro 37, em uma fiscalização de rotina. Enquanto a polícia fazia perguntas ao condutor, a mulher, que estava no banco traseiro, pediu socorro.

A vítima informou à polícia que o homem estava armado. No veículo, os agentes encontraram um revólver da marca Taurus, calibre 38, com numeração raspada, além de seis munições. O suspeito foi preso e o veículo, apreendido.

PRF encontrou um revólver da marca Taurus, no calibre 38, com sequestrador — Foto: PRF/Divulgação

PRF encontrou um revólver da marca Taurus, no calibre 38, com sequestrador — Foto: PRF/Divulgação.

‘Garantia de fuga’

Segundo a PRF, a jovem contou que o ex-cunhado foi até a casa dela à procura da ex-mulher, mas que a irmã conseguiu fugir. Sendo assim, ele então resolveu levar a jovem “como garantia de fuga”, para Buritirama, na Bahia, sem detalhar os planos.

A vítima estava acompanhada do marido em casa quando foi abordada pelo suspeito. Segundo a PRF, o homem foi obrigado a amarrar a esposa e colocá-la dentro do carro. No caminho, vítima e suspeito trocaram de carro.

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