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Economia

Saúde tem previsão de aumento de R$ 10,7 bilhões no Orçamento de 2022

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Combate à pandemia de covid-19 consumirá R$ 7,1 bilhões

© Marcello Casal/Arquivo/Agência Brasil

Enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, o Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2022 prevê o reforço de R$ 10,697 bilhões para a saúde. Desse total, R$ 7,143 bilhões correspondem a gastos relacionados ao enfrentamento à covid-19.

O dinheiro destinado à compra de vacinas totalizará R$ 3,9 bilhões, volume 86% inferior aos R$ 27,71 bilhões gastos neste ano. Segundo o secretário de Orçamento Federal do Ministério da Economia, Ariosto Culau, o valor foi definido pelo Ministério da Saúde, que prevê a aplicação de doses de reforço apenas em grupos determinados, e não há estudos conclusivos que comprovem a necessidade de uma terceira dose para toda a população.

“O ministro da Saúde [Marcelo Queiroga] tem falado na aplicação de doses de reforços em alguns públicos selecionados. Alguns países têm adotado estratégias diferenciadas. Só Israel tem uma estratégia de dose de reforço ampla. Há incertezas sobre a terceira dose [para toda a população]”, declarou Culau.

O secretário de Orçamento Federal também informou que o país tem os recursos garantidos para a aplicação da segunda dose em toda a população adulta e que atualmente sobram doses de reforço. Dessa forma, parte das pessoas começarão a receber a terceira dose ainda em 2021, diminuindo a necessidade para o próximo ano.

O Orçamento para o Ministério da Saúde em 2022 ficará em R$ 147,458 bilhões, contra R$ 136,761 bilhões aprovados para este ano. Em relação aos R$ 7,143 bilhões para o enfrentamento à covid-19, além dos R$ 3,9 bilhões destinados à compra de vacinas, cerca de R$ 3,2 bilhões serão empregados no tratamento de média e de alta complexidade nos hospitais públicos e no tratamento de sequelas da doença.

Privatizações
A proposta de orçamento foi enviada sem as receitas de eventuais privatizações no próximo ano. Segundo o secretário especial de Orçamento e Tesouro do Ministério da Economia, Bruno Funchal, caso ocorram privatizações, a dívida pública bruta cairá ainda mais que o previsto.

“Fomos conservadores ao não considerarmos as receitas com a privatização da Eletrobras em 2022. Não só a dívida pública, mas o próprio resultado primário, pode ficar menor com essa operação”, declarou Funchal.

O projeto prevê que a dívida bruta do governo geral cairá de 81,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) em 2021 para 79,8% em 2022. Segundo Funchal, a queda do endividamento é consequência da preservação do teto de gastos e do aumento da arrecadação, que reduzirá o déficit primário (resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública) para R$ 49,6 bilhões no próximo ano.

Tradicionalmente, as receitas de privatizações não entram no cálculo do resultado primário. Os recursos vão para a conta de ajuste patrimonial no Banco Central e são usados para abater a dívida pública. No entanto, no caso da Eletrobras, existem cerca de R$ 10 bilhões que podem entrar como receita primária (receita no Orçamento da União), por causa da descotização, espécie de renegociação, de contratos de usinas hidrelétricas. Agência Brasil

Economia

Anatel adia análise do 5G; governo cita prejuízo de R$ 100 milhões por dia.

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Número citado tem como base uma estimativa do governo federal de que o leilão das faixas trará ao país investimento da ordem de 2,8 bilhões de reais por mês

(D3sign/Getty Images)

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou nesta segunda-feira que atrasos no calendário para o leilão das frequências da tecnologia 5G estão provocando prejuízo de 100 milhões de reais por dia ao país, após um adiamento na análise do tema pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).O número citado por Faria tem como base uma estimativa do governo federal de que o leilão das faixas trará ao país investimento da ordem de 2,8 bilhões de reais por mês.

“Portanto, um pedido de vistas desse representa um prejuízo de cerca de 100 milhões de reais por dia”, disse o ministro a jornalistas, classificando como “altamente inesperado” o pedido de vista do conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Moisés Moreira, que suspendeu a análise do processo.

O aval final da Anatel, que analisa o processo desde outubro de 2019, é a última etapa antes da realização do leilão, que o governo pretendia realizar em 14 de outubro.

Uma data para retomada da análise do assunto na Anatel não foi definida, mas pode acontecer logo que Moreira solicitar uma reunião extraordinária do colegiado.

Ainda assim, Faria manteve a expectativa de que o leilão acontecerá no mês que vem.

“Temos condições de ser o primeiro país na América Latina com o 5G e quem sair na frente leva vantagem”, disse o ministro. “Cada dia de atraso me incomoda demais”.

Em agosto, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou o leilão também após um pedido de vistas que atrasou o processo.

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Instituições financeiras elevam estimativa de inflação para 8%

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A meta da inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo

(crédito: Marcello Casal JrAgência Brasil)

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu, novamente, de 7,58% para 8%, neste ano. É a 23ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus de hoje (13), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 4,03%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3,03%, respectivamente.

A projeção para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Em agosto, puxada pelos combustíveis, a inflação subiu 0,87%, a maior inflação para o mês desde o ano 2000, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 5,67% no ano e de 9,68% nos últimos 12 meses, o maior acumulado desde fevereiro de 2016, quando o índice alcançou 10,36%.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 8% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica fique nesse mesmo patamar. Tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,15% para 5,04%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,72%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,30% e 2,50%, respectivamente.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,17 para R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana também fique em R$ 5,20.

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FMI anuncia nomeação de Ilan Goldfajn como diretor de departamento

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O economista presidiu o BC de maio de 2016 a fevereiro de 2019, indicado pelo ex-presidente Michel Temer

Agência Brasil EBC.

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, anunciou nesta segunda-feira, 13, a nomeação do ex-presidente do Banco Central Ilan Goldfajn como diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do órgão. O brasileiro assumirá o cargo, hoje ocupado pelo mexicano Alejandro Werner, em 3 de janeiro de 2022.

Em nota divulgada pelo FMI, Georgieva diz que está satisfeita com a nomeação. “Ele tem uma experiência impressionante nos setores público e privado e é altamente respeitado como acadêmico”, escreveu a diretora do fundo. A líder também elogiou o histórico de Goldfajn como formulador de políticas, comunicador e seu “profundo” conhecimento como executivo financeiro internacional.

Atualmente, Goldfajn atua como presidente do Conselho do Credit Suisse Brasil. O economista presidiu o BC de maio de 2016 a fevereiro de 2019, indicado pelo ex-presidente Michel Temer.

No comunicado divulgado nesta segunda-feira, Georgieva ressalta que, durante sua gestão no BC, Goldfajn supervisionou a implementação de mudanças regulatórias que, na avaliação dela, estimularam a inovação e a digitalização, com o crescimento das fintechs no Brasil.

Georgieva também destaca que Goldfajn trabalhou como economista no FMI de 1996 a 1999. “Estou muito satisfeita que Ilan esteja retornando para nós neste momento crucial, e que poderemos nos beneficiar de sua experiência excepcional à medida que continuamos a ajudar os países da região a construir economias mais resilientes e inclusivas.”

O Credit Suisse Brasil confirmou, por meio de um comunicado à imprensa, que Goldfajn deixará o cargo de presidente do Conselho em 31 de dezembro. Ele será substituído por Ana Paula Pessoa, que faz parte do Conselho desde 2018.

“Estou deixando o Credit Suisse para seguir a minha vocação que é a de contribuir com a sociedade em um cargo público, desta vez em uma organização internacional. A economia mundial vive um momento muito desafiador, agravado pela pandemia da covid-19, e a oportunidade de colaborar a partir dessa posição no FMI me deixa entusiasmado”, diz Ilan na nota publicada pelo banco.

 

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Sindicato dos combustíveis do DF lança nota de apoio a ação contra Petrobras

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Procuradores de 12 estados ajuizaram ação contra a estatal por publicidade que induz consumidores ao erro. Na propaganda, Petrobrás anuncia preço de 730ml de gasolina e não de um litro

Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis) lançou nesta segunda-feira (13/9) uma nota de apoio à Ação Civil Pública de 11 estados e o DF denunciando a Petrobras por propaganda enganosa. Na semana passada, a estatal veiculou campanhas na qual não deixava claro sobre o preço real do litro da gasolina vendida nas refinarias.

“O que a Petrobras tenta fazer é enganar a população com um preço irreal. A Petrobras publica na verdade o valor de 73% do valor da gasolina, pois ela compõe a gasolina tipo C vendida nos postos nesta proporção e adicionada em 27% de Etanol. Portanto, o preço médio de R$ 2,00 é o preço de 730ml e não de um litro do combustível. Nesse sentido, é falsa a afirmação”, disse no comunicado.

Segundo o presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Vieira, ao anunciar apenas parte do valor do litro e não o valor total, a Petrobras estaria tentando se eximir de culpa pelo alto custo da gasolina ao consumidor

Tavares ainda explica que o valor do combustível é atrelado ao valor do etanol que completa a gasolina tipo C, vendida nos postos. “Quando você acrescenta o etanol, o preço sobe, pois, hoje ele é mais caro do que a própria gasolina porque está em falta, safra baixa, pouco produto e está muito caro”, justifica. O executivo ainda destacou que um barateamento no preço do etanol seria possível corrigir na bomba para o consumidor final.

Em nota, a estatal disse que vai “analisar o teor da ação e as medidas cabíveis.”

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Dólar tem novo dia de queda com exterior positivo e aceno de trégua de Bolsonaro

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A carta à Nação divulgada na quinta-feira por Bolsonaro foi bem recebida, mas não deve eliminar a cautela do investidor, já acostumado às idas e vindas do presidente em sua retórica

(crédito: 3D Animation Production Company por Pixabay )

O dólar opera em baixa ante o real nesta sexta-feira, num reflexo do enfraquecimento da moeda no exterior e o alívio, ainda que pontual, nas tensões do ambiente doméstico. No exterior, os ativos refletem a melhora de humor com a reaproximação de Estados Unidos e China. Por aqui, o aceno conciliador do presidente da República, Jair Bolsonaro, dá algum fôlego de recuperação aos ativos, apesar do ceticismo nas análises quanto à persistência da trégua na briga com o Supremo Tribunal Federal (STF).

A carta à Nação divulgada na quinta-feira por Bolsonaro em tom conciliador foi bem recebida, mas não deve eliminar a cautela do investidor, já acostumado às idas e vindas do presidente em sua retórica. Por isso, os analistas se debruçam para traçar os possíveis cenários para a política e a economia daqui em diante. Estão no radar questões como reformas, teto de gastos, crise hídrica, inflação e ainda a possibilidade de paralisações de caminhoneiros.

“Apesar de ser coerente a atitude dos investidores ao final da tarde de ontem, visto que o cenário seguia muito ruim em virtude dos eventos do 7 de Setembro, entendemos que o ambiente político-institucional ainda permanece extremamente delicado, não sendo possível, de forma alguma, descartar novas rodadas de deterioração”, afirma a Renascença em relatório a clientes no período da manhã desta sexta-feira.Às 10h12, o dólar à vista era negociado a R$ 5,2104, em baixa de 0,32%. No mercado futuro, a divisa para liquidação em outubro era negociada a R$ 5,2245, em baixa de 0,09%. No exterior, o Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, tinha baixa de 0,03%.

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Brasil abate 13,04 milhões de cabeças de suínos no segundo trimestre

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Embora seja 7,4% maior que o resultado do primeiro trimestre, é o mais baixo número para um segundo trimestre desde 2011

(crédito: CNA/Wenderson Araujo/Trilux)

O Brasil abateu 13,04 milhões de cabeças de suínos no segundo trimestre do ano, um recorde na série histórica, que começou em 1997. A quantidade significa uma elevação de 7,6% na comparação com o mesmo período de 2020 e aumento de 2,9% em relação ao primeiro trimestre.

Também de abril a junho, o abate de cabeças de frangos atingiu 1,52 bilhão. É o melhor segundo trimestre na série histórica da pesquisa, com aumento de 7,8% na comparação com o mesmo período de 2020, mas recuo de 3% em relação ao primeiro trimestre.

O abate de bovinos foi de 7,08 milhões de cabeças. Embora seja 7,4% maior que o resultado do primeiro trimestre, é o mais baixo número para um segundo trimestre desde 2011, e 4,4% inferior ao segundo trimestre de 2020.

Os dados fazem parte da Estatística da Produção Pecuária, divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para o gerente da pesquisa, Bernardo Viscardi, o resultado recorde das exportações de carne suína in natura, com o pico das vendas para o exterior em junho, ajudou a compor esse cenário. “O consumo interno também foi importante, já que o preço da carne do porco é mais acessível do que a de boi”, disse.

De acordo com o IBGE, o abate de bovinos manteve a tendência que começou em 2020, com a retenção de fêmeas por conta do elevado preço do bezerro. Mesmo com a retração do abate, o volume de carne bovina in natura exportada foi o segundo maior obtido em um segundo trimestre, conforme a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex), com recorde para o mês de abril, somando 125,50 mil toneladas.

Os números do abate de frangos também foram influenciados pela exportação. Atingiram o melhor patamar desde o terceiro trimestre de 2018. “Aliado à boa liquidez do mercado doméstico, esse fato contribuiu para elevar os preços da carne e do animal vivo”, explicou.

Leite

A aquisição de leite cru alcançou 5,82 bilhões de litros no segundo trimestre, o que representa redução de 1% ante o segundo trimestre de 2020 e queda de 11,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Segundo Bernardo Viscardi, o setor tem comportamento cíclico e, por causa do período mais seco, os segundos trimestres regularmente apresentam a menor produção anual. “Nesse ano, a seca foi mais intensa em muitos estados produtores, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste, o que afeta as pastagens, a alimentação natural da vaca. E o preço dos insumos da ração, suplementos necessários nessa condição, também ficaram mais caros”, disse.

Viscardi destacou também que apesar do preço do leite ter aumentado para o consumidor final, a alta não foi na mesma proporção do preço dos insumos da suplementação. “É mais difícil repassar o aumento de custo para o consumidor final, o que naturalmente desencoraja a produção”, explicou.

Apesar da redução na produção de leite, o resultado representa a terceira maior captação do produto acumulada em um segundo trimestre, mas abaixo dos resultados alcançados em 2020, de 5,87 bilhões de litros, e de 2019, de 5,86 bilhões de litros.

A produção de ovos de galinha registrou 985,70 milhões de dúzias no segundo trimestre, um avanço em relação ao apurado no segundo trimestre de 2020 (0,9%) e em relação à produção do primeiro trimestre de 2021 (0,5%). Com o resultado, a produção representou recorde para um segundo trimestre, sendo a quarta maior produção da série histórica da pesquisa.

Couro

A Pesquisa Trimestral do Couro mostrou que os curtumes receberam 7,51 milhões de peças, uma elevação de 2,6% em relação ao segundo trimestre de 2020 e de 6,2% na comparação com o período de janeiro a março de 2021 . A redução de bovinos disponíveis para o abate impactou a aquisição do couro, que está próxima aos níveis de 2003, mesmo com o crescimento entre abril e junho de 2021.

 

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