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Rio envia mais de 20 milhões de doses de vacinas a 92 cidades

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Assim, 56% da população adulta estão com o esquema vacinal completo (primeira e segunda doses ou dose única) e mais de 90% com a primeira dose

 

(crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A Secretaria de Saúde (SES)  do estado do Rio já distribuiu mais de 20 milhões de doses das vacinas contra a covid-1 aos 92 municípios fluminenses. Assim, 56% da população adulta estão com o esquema vacinal completo (primeira e segunda doses ou dose única) e mais de 90% com a primeira dose.

Segundo o secretário de Saúde, Alexandre Chieppe, “essa é a campanha de vacinação de maior sucesso da história do Rio de Janeiro. Faltando pouco menos de um trimestre para acabar o ano conseguimos superar muitas dificuldades alcançando essa marca.”

A Secretaria de Saúde é responsável pela distribuição de doses de imunizantes contra a covid-19 a todo o estado.

Os ofícios contendo as quantidades que destinadas a cada município são enviados assim que é realizada a conferência das doses entregues pelo Ministério da Saúde. Como a distribuição das doses para os municípios é realizada entre 24h e 48h após a chegada da remessa, as secretarias municipais são informadas da quantidade durante a logística de entrega das vacinas.

Das 20 milhões de doses aplicadas, mais de 11 milhões foram em mulheres e nove milhões nos homens. Desse total, 41% são doses da AstraZeneca, 31% da CoronaVac, 25,7% da Pfizer e 1,8% da Janssen.As informações estão disponíveis para consulta no vacinômetro do estado.

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Santa Catarina passa a adotar número de RG igual ao do CPF em novembro

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Perito diz que documento será mais confiável

© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A carteira de identidade em Santa Catarina passa adotar um novo modelo a partir do dia 8 novembro. O número do registro geral (RG) será o mesmo do CPF. Quem já tiver o RG, o número continua valendo, mas quem for emitir a primeira via já não vai contar com um número separado do RG.

No Brasil, cada unidade da federação pode emitir o número de sua identidade. Isso significa que uma pessoa pode ter 27 números diferentes de RG.

Com a unificação do RG com o número do CPF, especialistas acreditam que fica mais fácil evitar fraudes, uma vez que a tecnologia une a biometria, que é única, com um número de identificação nacional, que no caso seria o CPF.

O perito do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP) Giovani Eduardo Adriano acredita que o documento unificado será mais confiável.

“É um documento mais confiável, um documento menos suscetível a fraudes. Só no vazamento de informações nos últimos meses da Receita Federal com o banco de dados do IGP aqui de Santa Catarina, nós conseguimos derrubar mais de 160 mil CPFs que poderiam ser duplicados ou ser utilizados para fraudes”.

A unificação, pioneira no Brasil, começou a ganhar forma a partir de 2019, quando um convênio permitiu acesso do IGP ao banco de dados da Receita Federal e a Receita acesso ao banco de dados do estado de Santa Catarina.

Outros estados como Paraná e Rio Grande do Sul também caminham para adotar um único número de identificação.

Agência Brasil

 

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Mais de 3,6 milhões de vacinas da Pfizer chegam ao Brasil

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Lotes são do segundo contrato de imunizantes com a farmacêutica

© Divulgação UPS

O Ministério da Saúde recebeu hoje (27) mais dois lotes com 3,615 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a covid-19. Os imunizantes chegaram no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). O primeiro lote, com 982.800 doses, chegou às 4h45, e o segundo lote, com 2.632.500 doses, chegou às 6h51, ambos vindos de Amsterdam.

Os lotes são o nono e o décimo do segundo contrato da Pfizer com o governo brasileiro, que prevê a entrega de 100 milhões de vacinas até dezembro.

A farmacêutica Pfizer já cumpriu primeiro contrato de 100 milhões de doses da empresa com o governo federal na primeira semana de outubro.

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São Paulo reduz intervalo entre doses da AstraZeneca para oito semanas

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Com a mudança, 400 mil pessoas ficaram aptas a tomar a segunda dose do imunizante a partir de hoje

Hélia Scheppa/SEI/Arquivo(Fotos Públicas)

O governo do estado de São Paulo antecipou o intervalo de aplicação da segunda dose da vacina da AstraZeneca contra covid-19 de 12 para oito semanas. Com isso, informou, cerca de 400.000 pessoas ficaram aptas a tomar o imunizante e completar o esquema vacinal a partir desta quarta-feira, 27.

Entre os elegíveis à imunização estão adultos entre 18 e 24 anos de idade e 1 milhão de pessoas que ainda não compareceram aos postos para tomar a segunda dose da vacina da AstraZeneca. Esses últimos fazem parte dos 4 milhões de atrasados que não completaram o esquema vacinal.

Com a distribuição da última remessa de vacinas, feita entre segunda, 25, e terça-feira, 26, pela Secretaria de Estado da Saúde, o governo estadual conseguiu se adaptar à antecipação prevista no Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde. A orientação de redução de intervalo para o imunizante havia sido feita na segunda quinzena de outubro pela pasta nacional.

Capital segue orientação

Com o recebimento de 200.000 doses do imunizante da AstraZeneca, do Programa Estadual de Imunizações (PEI), a prefeitura de São Paulo informou que foi possível reduzir o intervalo entre doses do imunizante. “Assim, todos os adultos que tomaram a primeira dose há 56 dias estão aptos a receber a segunda dose do imunizante”, informou em nota. Agora, a capital aguarda cerca de 200.000 pessoas para completar o ciclo vacinal.

 

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Fiocruz entrega 4,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19

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Fundação entregou 118,3 milhões de doses ao PNI

Vacina AstraZeneca© Breno Esaki/Agência Saúde DF

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entrega hoje (26) ao Ministério da Saúde mais 4,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19. O imunizante é produzido no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocuz).

Em um acordo com a biofarmacêutica AstraZeneca, a Fiocruz produz, no Brasil, a vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford.

A distribuição para os estados, seguindo os critérios do Programa Nacional de Imunizações (PNI), é feita pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo a Fiocruz, novas doses serão entregues até o fim da semana.

A Fundação já entregou 118,3 milhões de doses para a vacinação contra a covid-19.

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Falha no metrô prejudica passageiros em São Paulo

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Problema só começou a ser solucionado a partir das 9h

© Governo de São Paulo/Arquivo

Uma falha da Linha 3 – Vermelha do Metrô de São Paulo prejudicou o deslocamento de passageiros na manhã de hoje (26). A linha faz a ligação entre a zona leste e a parte central da cidade. Os problemas chegaram a afetar a Linha 1 – Azul, que liga a zona norte à zona sul.

A lentidão começou por volta das 5h, no início da operação do metrô, e só começou a ser solucionada a partir das 9h. Muitas estações ficaram lotadas e os passageiros relataram, pelas redes sociais, atrasos e dificuldades para embarcar.

Para amenizar os problemas, o metrô liberou antes do horário as integrações gratuitas com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) nas estações Tatuapé e  Corinthians-Itaquera. A possibilidade de baldeação entre metrô e trem nessas estações só é possível, normalmente, a partir das 10h.

O metrô atribuiu os problemas ao roubo de 30 metros de cabos na região do Tatuapé, zona leste da capital.

Agência Brasil

 

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Justiça determina retorno às aulas presenciais na rede federal do Rio

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Liminar inclui universidades, IFRJ, Cefet, Ines e Colégio Pedro II

© Studio Formatura/Galois

A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou o retorno às aulas presenciais em instituições federais, do ensino básico ao superior, suspensas desde o ano passado devido à pandemia de covid-19. A decisão liminar, tomada na noite de ontem (25), é do desembargador federal Marcelo Pereira da Silva, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Estão incluídos na Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF/RJ) o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), o Colégio Pedro II (CPII), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

A liminar veio em resposta ao recurso do MPF contra a decisão anterior, da juíza federal Carmen Silvia Lima de Arruda, que indeferiu o pedido de tutela de urgência no dia 7 de outubro, na ação que pedia o retorno das aulas presenciais até o dia 18 de outubro. Na ocasião, a juíza destacou a autorização legal para atividades não presenciais até o fim do ano letivo de 2021 e a autonomia das instituições federais para determinar o próprio calendário escolar.

No recurso, o MPF alegou que o ensino remoto ofertado é de “baixíssima qualidade, não acessível a todos os alunos, e não atende aos requisitos fixados pelo Conselho Nacional de Educação” (CNE), além de não cumprir a carga horária legal e intensificar as desigualdades sociais e de oportunidades de acesso ao ensino de qualidade.

O MPF alega também que a situação sanitária no estado do Rio de Janeiro está melhor, com os mapas de risco de contágio entre os níveis baixo e moderado, além da vacinação contra a covid-19 estar avançando e a permissão de atividades não essenciais, como torneios de futebol e restaurantes.

Decisão

Na decisão, o desembargador Marcelo Pereira da Silva ressalta que as estimativas apontam para uma evasão escolar que pode chegar a 80 mil estudantes no estado do Rio de Janeiro, sendo 25 mil apenas na capital, o que pode ter sido causado pela ausência de aulas presenciais. Ele destaca também que as redes estadual e municipal de ensino já retornaram com as atividades 100% presenciais.

O desembargador alega, ainda, que as atividades regulares das escolas devem seguir as diretrizes das autoridades sanitárias, segundo a Lei nº 14.040/2020, que estabelece normas educacionais excepcionais durante o estado de calamidade pública da pandemia. Com isso, a decisão determina o retorno às aulas presenciais nas instituições citadas dentro de 15 dias, “ainda que de maneira híbrida com atividades remotas, e que seja necessária a redução do período de férias escolares”. O desembargador determina as condições sanitárias necessárias para que isso ocorra:

 A decisão especifica “manutenção ou melhora dos presentes indicadores da pandemia no Município do Rio de Janeiro, conforme critérios técnico/epidemiológicos/científicos determinados pelas Secretarias Estadual e Municipal de Saúde e implementação, pelas unidades de ensino, de protocolos sanitários específicos, voltados à proteção dos alunos e dos funcionários/professores, em consonância com os melhores critérios técnicos e científicos vigentes no Município do Rio de Janeiro, no prazo máximo de duas semanas”.

As instituições de ensino têm 15 dias para apresentar resposta à Justiça.

Universidades

A UFRJ, a Unirio e a UFRRJ acionaram a Procuradoria Federal para recorrer da liminar, pedindo que seja mantida a decisão anterior que garante a autonomia universitária. A UFRJ informou que a reitoria está apurando as consequências da medida.

“Estamos empenhados em atender aos interesses da Universidade, que, neste momento, entendemos não reunir as condições necessárias – tanto do ponto de vista epidemiológico, quanto do ponto de vista material – para um retorno completo às aulas presenciais em até 14 dias. A reitoria também estuda a possibilidade de contemplar, considerando as melhores práticas do município do Rio de Janeiro, a cobrança do passaporte vacinal, caso esta iniciativa seja provida de legalidade”.

A Unirio informou que pretende seguir os critérios dos comitês avaliativos da instituição para o retorno às aulas presenciais.

“Diante de tal decisão, consideradas as especificidades de um retorno que entendemos deva acontecer de forma gradual, com observância das condições epidemiológicas que contemplem segurança, e resguardadas as necessidades materiais adequadas, a Reitoria se manifesta no sentido de acionar os mecanismos jurídicos necessários para que sejam garantidas não só a autonomia universitária, prevista legalmente, como também a capacidade operacional adequada da Instituição para este fim”.

A UFRRJ também destacou que a decisão contraria a autonomia universitária.

“Neste momento, a Administração Central da UFRRJ realiza consulta à Procuradoria federal e mantém diálogo com as outras instituições de ensino elencadas na ação do MPF, a fim de recorrer a essa decisão judicial e manter aquela publicada no início deste mês, que faz valer a autonomia universitária sobre calendários e planejamentos. Ao longo da semana, publicaremos novas informações sobre o andamento do processo”.

Colégios

A reportagem entrou em contato com o Colégio Pedro II, Cefet/RJ,  IFRJ e com o Ines e aguarda posicionamento das instituições. Agência Brasil

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