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Proposta de mudança do FGTS sai em 24 horas

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O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE) avaliou na manhã desta terça-feira (18/8) que em 24 horas governo e parlamento devem encontrar uma solução para o projeto que muda o cálculo da correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a inflação.

Guimarães esteve no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente e articulador político do governo, Michel Temer (PMDB), onde tratou da tramitação final do projeto com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e cinco ministros.

“Não há decisão final e nas próximas 24 horas encontraremos uma construção coletiva para projeto. A qualquer momento anunciaremos entendimento que preserve o FGTS e a garanta continuidade do Minha Casa Minha Vida”, disse Guimarães, que prega a definição de um denominador comum.

“Quando senta para dialogar e construir, não pode ser o que está e nem o que o outro quer. Tem de ser a média. A preocupação do governo é preservar o FGTS e, principalmente, o Minha Casa Minha Vida”, completou.

Guimarães explicou que o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa e o deputado Rodrigo Maia ficaram responsáveis pelo entendimento no projeto do FGTS entre o governo e a Câmara, mas que a votação no plenário, prevista para esta semana, depende do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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Chuva provoca acidentes, queda de árvore e deixa um morto no DF

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Galhos atingiram caminhão na Estrutural; motorista morreu. Precipitações devem continuar nos próximos dias; veja previsão do tempo para semana.

Árvore despenca e mata motorista de caminhão na Estrutural, no DF — Foto: CBMDF/Divulgação

A chuva que caiu sobre o Distrito Federal, na manhã desta quinta-feira (19), causou uma série de acidentes e quedas de árvores. Na Estrutural, um homem morreu após ser atingido por um galho. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as precipitações começaram ainda na madrugada e devem se manter pelo menos até o fim de semana (veja mais detalhes abaixo).

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima era o motorista de um caminhão. De acordo com os militares, o condutor passava no local quando uma árvore tombou e atingiu o veículo. O incidente aconteceu próximo ao Aterro do Jóquei, antigo lixão da cidade.

O condutor estava sozinho e não resistiu aos ferimentos. Os bombeiros não informaram a identidade do homem. O caso aconteceu por volta das 10h.

Na Asa Sul, a via entre as quadras 911/711 Sul, próximo ao Hospital Naval, precisou ser interditada após a queda de uma árvore. Desde às 6h16, o Corpo de Bombeiros atua para a desobstrução da pista.

Chuva atinge Distrito Federal nesta quinta-feira (19) — Foto: TV Globo/Reprodução

Chuva atinge Distrito Federal nesta quinta-feira (19) — Foto: TV Globo/Reprodução

Além disso, os militares registraram um acidente de trânsito na BR-020, próximo à Embrapa, em Planaltina. Segundo informações preliminares dos bombeiros, um caminhão tombou no local.

Outro acidente de trânsito foi registrado na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), sentido Plano Piloto. Entretanto, o Corpo de Bombeiros não passou detalhes sobre o caso. Por volta das 8h, o trânsito na via seguia intenso.

Em Vicente Pires, um muro desabou próximo à um prédio comercial e residencial (veja imagem abaixo). O caso aconteceu na rua 12. De acordo com testemunhas, a estrutura desmoronou devido às chuvas, por volta das 6h desta quinta.

Muro desabada em Vicente Pires, no DF, após chuvas — Foto: Reprodução

Muro desabada em Vicente Pires, no DF, após chuvas — Foto: Reprodução

Apesar da chuva intensa pela manhã, de acordo com a Inframérica concessionária que administra o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek – não houve impacto na operação do terminal, e pousos e decolagens ocorrem normalmente.

Previsão do tempo

Segundo a meteorologista Andrea Ramos, as chuvas na capital são provocadas por uma zona de convergência de umidade que vem da Amazônia, além de uma frente fria que chega da parte litorânea da região Sudeste do país.

“Essas chuvas pegam o centro do país e atingem regiões como Mato Grosso, Goiás, Tocantins Brasília e parte de Minas Gerais”, explicou Andrea. A especialista afirma que ainda há uma zona de convergência das águas do Atlântico Sul, o que provoca nebulosidade e chuvas.

Distrito Federal amanhece com chuva nesta quinta-feira (19) — Foto: TV Globo/Reprodução

Distrito Federal amanhece com chuva nesta quinta-feira (19) — Foto: TV Globo/Reprodução.

Durante a semana, o tempo instável deve continuar no Distrito Federal. Segundo o Inmet, o céu deve permanecer nublado, com nuvens e pancadas de chuvas e trovoadas isoladas.

Nesta madrugada, os termômetros registraram 18°C e podem chegar aos 27°C ao longo do dia. Apesar do tempo não estar frio, a meteorologista alerta que o quadro pode mudar nos próximos dias.

“Um ciclone no mar da região sul do Brasil está se deslocando para o Sudeste, o que pode impactar na temperatura do DF, fazendo que o tempo fique frio”, disse. Além disso, a umidade relativa do ar deve se manter alta e ficar em até 100% durante o período chuvoso.

Acumulado de chuva

Andrea Ramos explica que a média histórica de chuva no mês de novembro é de 226,9 milímetros (mm). Até o momento, as cinco estações meteorológicas da capital registraram, em média, 127,24 milímetros. Confira:

  • Sudoeste: 185,6 mm
  • Águas Emendadas (Planaltina): 153,2 mm
  • Brazlândia: 109,4 mm
  • Paranoá: 98 mm
  • Gama: 91 mm

O Distrito Federal está em estado de alerta para chuvas intensas desde segunda-feira (16). Segundo o Inmet, durante o período, os ventos podem chegar a 100 km/h.

Além disso, há riscos de corte de energia elétrica, queda de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Confira a classificação dos alertas de chuvas intensas do Inmet:

  • Amarelo: ventos entre 40 km/h e 60 km/h
  • Laranja: ventos entre 60 km/h e 100 km/h
  • Vermelho: ventos acima de 100 km/ha

Orientações da Defesa Civil para período de chuvas intensas:

  • Em situações de emergência, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado pelo telefone 193;
  • Caso ocorra destelhamento da residência, a orientação é permanecer dentro da casa e procurar abrigo, como uma mesa ou cama;
  • Não segurar objetos metálicos longos, como varas de pesca e tripés, além de não empinar pipas ou aeromodelos com fio;
  • Evita lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios, como celeiros, tendas ou barracos, e veículos sem capota, como tratores motocicletas ou bicicletas. Espaços abertos, como campos de futebol e estacionamentos também não são indicados;
  • Não entrar em piscinas ou lagos. Em rios e cachoeiras, o problema é agravado pela possibilidade de tromba d’água;
  • Se for motorista, não passa por locais alagados.

 

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PM morto durante assalto em casa é sepultado no cemitério de Taguatinga, no DF

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Walisson Holanda Fernandes, de 28 anos, foi assassinado na segunda-feira (16) após reagir à tentativa de roubo. Nesta quarta (18), familiares, amigos e colegas de corporação se despediram do militar.

Corpo do policial militar Walisson Holanda Fernandes, morto durante assalto, é velado em Taguatinga, no DF — Foto: Walder Galvão/G1

O corpo do policial militar Walisson Holanda Fernandes, de 28 anos, foi sepultado, na manhã desta quarta-feira (18), no cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga. O PM foi assassinado com um tiro no peito após reagir a um assalto em Ceilândia, no Distrito Federal.

Segundo a investigação, dois homens e uma mulher tentaram roubar o carro da vítima, na garagem da casa do policial (relembre abaixo). O trio foi preso no dia do crime, na segunda-feira (16), em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do DF. Eles vão responder por latrocínio.

Desde as 9h, amigos, familiares e colegas da corporação se reúnem para prestar homenagens ao jovem. Wallison conquistou o sonho de entrar na Polícia Militar em 2014.

No cemitério, o tenente-coronel Costa Reis, comandante do 20º Batalhão da PM, do Paranoá, onde Walisson atuava, lamentou a morte do militar.

“Uma perda muito grande para a corporação e para a sociedade.”

O PM estava no batalhão há nove meses e, segundo o comandante, era “um profissional de destaque”. “Mesmo como soldado, ele comandou equipes e não deixou a desejar. Nunca tive reclamações dele”, disse Reis.

Corpo do policial militar Walisson Holanda Fernandes, morto durante assalto, é velado em Taguatinga, no DF — Foto: Walder Galvão/G1

Corpo do policial militar Walisson Holanda Fernandes, morto durante assalto, é velado em Taguatinga, no DF — Foto: Walder Galvão/G1

O coronel disse ainda que a família do militar, principalmente os pais, que são idosos, estão “muito abalados com a morte do filho”. “Eles não dormem. Estou acompanhando de perto, e é um momento de muito sofrimento”.

Amiga de Walisson, a estudante Marina Santana Nunes, de 18 anos, conta que o militar “sempre foi uma pessoa parceira, que procurava ajudar a todos”. De acordo com ela, o policial também era um profissional dedicado.

PM do DF é sepultado no cemitério de Taguatinga — Foto: Walder Galvão/G1

PM do DF é sepultado no cemitério de Taguatinga — Foto: Walder Galvão/G1

Ainda segundo a amiga, o PM era uma pessoa brincalhona, que sempre estava feliz. “É uma perda muito grande para todo mundo”, disse.

Entenda o caso

 

Corpo do policial militar Walisson Holanda Fernandes, morto durante assalto, é velado em Taguatinga, no DF — Foto: Walder Galvão/G1

Corpo do policial militar Walisson Holanda Fernandes, morto durante assalto, é velado em Taguatinga, no DF — Foto: Walder Galvão/G1

Walisson foi morto com um tiro no peito na garagem de casa, em Ceilândia. De acordo com a investigação da Polícia Civil, assaltantes queriam roubar o carro da vítima.

Durante a abordagem, o militar ainda reagiu e acertou um dos criminosos na perna. Walisson foi socorrido e levado para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC), porém, não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como latrocínio.

“Ao perceber a aproximação dos dois homens, ele avisou aos amigos que estavam na casa e se preparou para o ocorrido.”
Veículo de PM morto no DF é equipado com som automotivo  — Foto: Whatsapp/Reprodução

Veículo de PM morto no DF é equipado com som automotivo — Foto: Whatsapp/Reprodução

Ainda de acordo com o delegado, o veículo de Walisson é “equipado com som automotivo e chama muita atenção”.

“Eles já tinham conhecimento desse carro e foram lá com a finalidade de subtrair o veículo. Mas eles não sabiam que o proprietário era um policial militar”, disse o delegado.

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Polícia Federal prende homem por tráfico internacional de drogas

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O homem, que não teve a identidade revelada, atuava como um dos braços operacionais do grupo no exterior, responsável pelo envio de cocaína para a Europa

(crédito: Arquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil)

A Polícia Federal divulgou nesta terça-feira (17/11) que ontem localizou e prendeu em Madri na Espanha, um cidadão brasileiro foragido e procurado internacionalmente. O preso era procurado pela justiça brasileira por envolvimento com uma Organização criminosa transnacional investigada na Operação Narcobroker, deflagrada no último dia 11.

Segundo as investigações, o homem, que não teve a identidade revelada, atuava como um dos braços operacionais do grupo no exterior, responsável pelo envio de cocaína para a Europa. A prisão ocorreu com base em mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal do Paraná e inserido na base de dados de Difusões Vermelhas da Interpol.

A ação foi desencadeada pelo Oficialato de Ligação da PF em El Passo, no Texas, e pelo Escritório Nacional da Interpol, teve o apoio do Grupo de Fugitivos do Cuerpo Nacional de Polícia da Espanha e da Diretoria de Inteligência da Polícia Nacional da Colômbia.

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‘Racismo permeia todas as classes sociais’, diz delegado que sofreu ataques em lanchonete no DF

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Ricardo Viana, de 50 anos, foi empurrado e chamado de ‘macaco’, em agosto, no Lago Sul. Na Semana da Consciência Negra, policial civil negro relembra caso e fala sobre representatividade.

Delegado Ricardo Viana, chefa da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) — Foto: Arquivo pessoal

Empurrado e chamado de “macaco” dentro de uma lanchonete no Lago Sul – região nobre do Distrito Federal – o delegado Ricardo Viana relembra que esse não foi o primeiro ataque racista que sofreu ao longo dos 24 anos de profissão. “Infelizmente, também não será o último”, diz.

Formado em direito e em educação física, o policial civil, de 50 anos, é delegado-chefe da 6ª DP, no Paranoá. Na semana dedicada à Consciência Negra – data celebrada no dia 20 de novembro – ele conversou com o G1 sobre os desafios da carreira, sendo um homem negro.

“Desde que me entendo por gente, sou comparado. O preconceito racial, na forma de racismo, permeia todas as classe sociais. Quando você ascende economicamente, é tolerado, mas quando há um confronto de ideias, essa ferida é tocada.”

O ataque racista contra Viana ocorreu em agosto e foi registrado como injúria racial. O agressor, também morador do Lago Sul, ficou preso e foi liberado após pagar a fiança de R$ 3,1 mil.

Pedro Henrique Martins Mendes atacou delegado da Polícia Civil com injúria racial  — Foto: TV Globo/Reprodução

Pedro Henrique Martins Mendes atacou delegado da Polícia Civil com injúria racial — Foto: TV Globo/Reprodução

A polícia encontrou porções de maconha no veículo do suspeito. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dele.

Após o caso, o inquérito foi remetido ao Ministério Público (MPDFT), que denunciou o autor à Justiça, também por vias de fato e injúria. Segundo o delegado vítima do ataque, o advogado do agressor alegou “insanidade mental do cliente”.

“Vejo um abrandamento muito sensível das sanções. Esse cidadão que me ofendeu ficou encarcerado por conta do plantão, já que o Judiciário não pôde avaliar a conduta dele. Mas, se houvesse um juiz na hora, iria soltá-lo”, disse Ricardo.

Racismo ostensivo e preconceito velado
Ricardo Viana afirma que, no início da carreira, quando ficou à frente da delegacia de Ceilândia, se deparou com o que chama de “preconceito racial velado”, diferente do ataque ostensivo que sofreu na lanchonete.

Ele lembra que foi abordado por um advogado que “queria falar com o delegado”. Ao se identificar como chefe da delegacia, o homem se recusou a falar com ele, por não reconhecê-lo como tal.

O caso foi registrado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF), por “falta de atendimento”. Para o delegado, “o advogado interpretou que aquele policial civil negro não seria o chefe [da delegacia]. São situações que acontecem no dia a dia”, diz.

“Nós, negros, somos maioria da população, clamamos por mais representatividade, não só na instituição policial, mas nas demais áreas. Precisamos de políticas que empurrem pessoas negras a vencerem o racismo”, aponta.

“Conquistamos a liberdade após mais de 300 anos de escravidão, agora, o Estado precisa reparar a covardia que fez com nossos parentes, para que um dia a gente construa uma sociedade onde negros e brancos convivam diante das diferenças, de forma mais igualitária.”

Inspiração

Após sofrer o ataque racista na lanchonete, Viana afirma que passou a ser mais reconhecido na comunidade – à época ele trabalhava na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro.

“Hoje, outros negros que me veem na minha posição, elogiam e falam no anseio de estar ali, como delegado. Então, dou conselhos positivos”, conta.

carta e flores recebidas pelo delegado Ricardo Viana após ataques racistas — Foto: Ricardo Viana/Arquivo pessoal

carta e flores recebidas pelo delegado Ricardo Viana após ataques racistas — Foto: Ricardo Viana/Arquivo pessoal.

Após o caso, o policial também recebeu manifestações de apoio e de afeto (veja foto acima). “Recebi cartas de famílias na delegacia, de pessoas que diziam que eu as representava”, lembra o policial.

“O preconceito está em todas as classes sociais. Sou autoridade, em tese as pessoas me respeitam como delegado, e em uma situação comum, com minha filha, fui confrontado por alguém que achava que eu não podia ocupar mesmo espaço”, comenta.

“Isso me despertou para o fato que tenho que fazer algo a mais por meus pares, porque sou igual aos meus irmãos. Essa representatividade tem que servir de algo”, diz o delegado.

Injúria racial

Outro caso de injúria racial ganhou holofotes na última semana. Na quarta-feira (11), a atendente de uma pizzaria em um shopping no Setor de Clubes Sul procurou a delegacia para registrar uma queixa contra Frederick Wassef – ex-advogado da família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A funcionária da Pizza Hut afirma que foi chamada de “macaca” após Wassef reclamar que a pizza “não estava boa”. O caso teria ocorrido no domingo (8) e foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul.

A vítima contou aos investigadores que o advogado perguntou se ela teria comido a pizza, e funcionária respondeu que não. Com a negativa, de acordo com o boletim de ocorrência, Wassef teria dito em voz alta:

“Você é uma macaca! Você come o que te derem.”

Por meio de nota, Wassef negou o ocorrido. De acordo com ele, “tudo que foi dito pela funcionária são mentiras e calúnias”.

Casos no DF

Decrin - delegacia de repressão aos crimes de intolerância do DF — Foto: GDF/DIVULGAÇÃO

Decrin – delegacia de repressão aos crimes de intolerância do DF — Foto: GDF/DIVULGAÇÃO

Apesar dos casos recentes, a Secretaria de Segurança Pública informou que os registros de injúria racial caíram 11% no DF. De janeiro a outubro deste ano, houve 325 ocorrências do tipo, contra 367 nos mesmos meses de 2019.

Com relação aos casos de racismo, previsto na Lei nº 7.716/89, foram contabilizadas dez ocorrências na capital, de janeiro a outubro de 2020, sendo dois registros desse tipo de crime no ano passado. O crime é imprescritível e inafiançável.

Como denunciar

De acordo com a legislação brasileira, o crime de racismo é aplicado quando a ofensa discriminatória é contra um grupo ou coletividade. Por exemplo, impedir que negros tenham acesso a estabelecimento comercial privado.

Já com base no Código Penal, injúria racial se refere a ofensa à dignidade ou decoro, utilizando palavra depreciativa referente a raça e cor com a intenção de ofender a honra da vítima.

Os casos podem ser denunciados presencialmente na delegacia ou por meio da delegacia online.

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Carro sem motorista invade espelho d’água do Ministério da Justiça

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Pedaço de madeira foi usado para acelerar o veículo. O esquadrão antibomba da Polícia Militar interditou as pistas na região para analisar se havia artefato explosivo

(crédito: Divulgação/Polícia Militar)

Durante a madrugada desta segunda-feira (16/11), um carro de passeio foi jogado no espelho d’água do Ministério da Justiça, na Esplanada dos Ministérios. A Polícia Militar foi acionada e constatou que não havia nenhum motorista dentro do veículo. E que o condutor usou um pedaço de madeira para acelerar o automóvel.

Diante das circunstâncias, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) esteve no local e interditou todas as faixas da via N1, para avaliar se havia artefato explosivo dentro do veículo. Nada foi encontrado. Os trabalhos duraram mais de cinco horas, entre a análise do local e a retirada do veículo.

Somente por volta das 5h da manhã, um caminhão guincho rebocou o carro. A via já está liberada para o trânsito de veículos. A Polícia Federal assumiu a investigação.

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Acidente na Epia Sul deixa 4 feridos e via é interditada

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Resgate aéreo foi acionado para transporte de vítimas para o Hospital de Base. Motoristas devem evitar a região

(crédito: Divulgação/Bombeiros)

Um veículo com quatro passageiros colidiu contra a mureta de uma ponte na Epia Sul, na saída do Núcleo Bandeirante. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atua no socorro às vítimas. Todos estão em estado crítico, segundo informações preliminares dos bombeiros militares.

Apesar da gravidade dos ferimentos, os três homens e uma mulher estão estáveis e serão levados para o Hospital de Base, referência em traumas dessa natureza. Por causa do acidente, a Epia Sul, no sentido Santa Maria está interditada, e apenas uma faixa está liberada para os carros. O engarrafamento já se prolonga por toda a Candangolândia. A recomendação é para que os motoristas evitem a região, que já está engarrafada. Até por volta das 9h, não havia previsão de liberação da pista.

Aguarde mais informações.

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terça-feira, 24 de novembro de 2020

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