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segunda-feira, 02/03/2026

Projeto zera pedágio para motoristas autônomos

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Em Brasília

Duda Ramos defende medida justa e vantajosa para economia

O Projeto de Lei 7026/25 propõe isentar motoristas profissionais autônomos do pagamento de pedágios em rodovias federais e estaduais durante o exercício de suas funções. O benefício é direcionado a quem utiliza o veículo exclusivamente para transporte pago de cargas ou passageiros, estando em análise na Câmara dos Deputados.

O texto contempla as seguintes categorias, desde que regulamentadas e cadastradas:

  • Caminhoneiros autônomos;
  • Taxistas;
  • Mototaxistas;
  • Motofretistas.

Funcionamento da isenção

Para obter o benefício, o motorista deverá se credenciar junto ao órgão competente, provando a atividade profissional e a documentação do veículo. O acesso livre aos pedágios será autorizado via tags eletrônicas, QR codes ou outras formas de identificação.

A proposta determina que a União criará formas de compensar financeiramente as concessionárias, garantindo equilíbrio econômico nos contratos e manutenção das rodovias.

Regras e penalidades

O benefício é exclusivo para o veículo utilizado no trabalho e não pode ser transferido. O uso inadequado, como para lazer ou fins pessoais, resultará na suspensão imediata da isenção, cobrança retroativa do pedágio mais multa.

Justificativa do autor

Duda Ramos destaca que os pedágios oneram a renda desses profissionais, que já enfrentam altos custos e incertezas econômicas.

“Esta proposta visa corrigir essa desigualdade, concedendo isenção aos veículos usados como ferramenta de trabalho. É uma ação socialmente justa e economicamente sensata”, explica o parlamentar.

Situação atual

Hoje, não há isenção geral para esses motoristas. Caminhoneiros pagam conforme os eixos, com isenção para eixos suspensos quando vazios; taxistas pagam tarifa comum; motociclistas são cobrados conforme contratos específicos.

Próximos passos

A proposta será avaliada pelas comissões de Viação e Transportes, de Finanças e Tributação, e de Constituição, Justiça e Cidadania, precisando ser aprovada na Câmara e Senado para virar lei.

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