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Polônia tem grande protesto contra medida que endurece regras do aborto

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Dezenas de milhares de pessoas participaram de passeata na maior manifestação em nove dias de protestos contra uma decisão que proíbe o aborto

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Israel classifica seis ONGs palestinas como ‘organizações terroristas’

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O governo israelense anunciou que incluiu seis ONGs palestinas ligadas à Frente Popular pela Libertação da Palestina em sua lista de “organizações terroristas”

(crédito: DANIEL LEAL-OLIVAS / AFP)

 

O governo israelense anunciou nesta sexta-feira (22) que incluiu seis ONGs palestinas ligadas à Frente Popular pela Libertação da Palestina (FPLP) em sua lista de “organizações terroristas”, medida imediatamente criticada por organizações de direitos humanos.

O Estado hebreu, assim como a União Européia, há anos considera a FPLP, um grupo armado palestino de natureza marxista, uma organização terrorista. E muitas personalidades ligadas a esse movimento, que também tem um braço político, foram presas nos últimos anos.Entre os afetados estão as organizações de direitos humanos al-Haq e Addameer, acusadas de serem vinculadas à FPLP.”Essas organizações fazem parte de uma rede de organizações que, sob o pretexto de atividades internacionais, dependem da FPLP para apoiar seus objetivos e promover suas atividades”, disse o ministro da Defesa, Benny Gantz, em um comunicado.Segundo Gantz, “essas organizações se beneficiam da ajuda de Estados europeus e de organizações internacionais obtidas de forma fraudulenta”.

A ONG israelense anticolonização B’Tselem criticou a decisão das autoridades na sexta-feira, chamando-a de “digna de regimes totalitários”.Em uma declaração conjunta, a Anistia Internacional e a Human Rights Watch denunciaram uma decisão “horrível”, “injusta” e “alarmante” que “ameaça” o trabalho de algumas das “maiores” ONGs palestinas.

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China recomenda que Estados Unidos ajam com ‘prudência’ em Taiwan

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Os comentários de Biden vão na contramão da antiga política americana de “ambiguidade estratégica”, com a qual Washington ajudava Taiwan a construir suas defesas

(crédito: SAUL LOEB/AFP)

A China pediu nesta sexta-feira (22) ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que aja com “prudência”, após suas declarações sobre a defesa militar de Taiwan, em caso de invasão por Pequim.

Questionado na quinta-feira (21) sobre a possibilidade de uma intervenção militar americana para socorrer Taiwan, Biden respondeu de maneira afirmativa.

“Sim. Estamos comprometidos com isso”, declarou o presidente democrata ao canal CNN, durante um encontro com seus eleitores em Baltimore.

Os comentários de Biden vão na contramão da antiga política americana de “ambiguidade estratégica”, com a qual Washington ajudava Taiwan a construir suas defesas, mas sem se comprometer a sair em apoio da ilha.

Taiwan tem um sistema político democrático.

Desde 1945, este pequeno território insular é governado por um regime que se instalou após a vitória dos comunistas na China continental em 1949, na esteira da guerra civil no país asiático.

A “República Popular da China”, que tem Pequim como capital e é governada pelo Partido Comunista, considera a ilha uma pequena parte de seu território.

As autoridades chinesas ameaçam usar a força, caso Taipé declare formalmente sua independência.

“Sinais equivocados”

Ao comentar as declarações de Biden, o governo de Pequim pediu ao presidente americano que “não interfira em seus assuntos internos”.

“Sobre as questões relacionadas com seus interesses fundamentais, como soberania e integridade territorial, a China não tem espaço para compromissos”, afirmou o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wenbin.

“Pedimos à parte americana (…) para atuar com prudência sobre o tema de Taiwan e se abster de enviar sinais equivocados aos ativistas separatistas taiwaneses para não prejudicar gravemente as relações China-EUA”, completou o porta-voz.

Biden fez uma promessa semelhante em agosto, quando declarou que os Estados Unidos assumiram o “compromisso sagrado” de defender os aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Canadá e na Europa, e “o mesmo vale para Japão, Coreia do Sul e Taiwan”.

Após as afirmações de quinta-feira do presidente americano, a Casa Branca disse à imprensa que a política a respeito de Taiwan “não mudou”.

“Suspeito de que Biden não pretendia anunciar nenhuma mudança”, declarou à AFP Richard McGregor, pesquisador do instituto australiano Lowy.

“Ou não se importava com o que estava dizendo ou, talvez, estivesse decidido a adotar deliberadamente um tom mais duro, devido a como Pequim intensificou o assédio militar a Taiwan nos últimos tempos”, completou.

Incursões

Ao ser questionado sobre se os Estados Unidos também poderiam enfrentar o desenvolvimento de programas militares na China, Biden também respondeu de maneira afirmativa.

“China, Rússia e o resto do mundo sabem que temos a capacidade militar mais poderosa do mundo”, disse o presidente americano.

Ao mesmo tempo, Biden reiterou o desejo de não participar de uma nova Guerra Fria com a China.

Pequim e Washington divergem em muitos temas, mas a questão de Taiwan é considerada, com frequência, como o único problema que provavelmente provocaria um confronto armado.

O próximo embaixador na capital chinesa, Nicholas Burns, destacou na quarta-feira que não é conveniente confiar na China na questão de Taiwan. Nesse sentido, recomendou vender mais armas para esta pequena ilha, de modo a fortalecer sua defesa.

O diplomata, que falou na Comissão de Relações Exteriores do Senado – que deve confirmar sua nomeação -, também denunciou as recentes incursões de aviões chineses na Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ), as quais chamou de “repreensíveis”.

 

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Putin culpa população por fracasso da campanha de vacinação

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Em torno de um terço dos russos foram vacinados contra a covid-19 desde dezembro, em um contexto de desconfiança generalizada em relação às vacinas desenvolvidas em nível nacional

(crédito: ALEXEY DRUZHININ / SPUTNIK / AFP)

O Kremlin admitiu, nesta sexta-feira (22), que sua campanha de vacinação contra o coronavírus fracassou, em comparação com a da Europa, mas culpou a população, que reluta em se vacinar, em meio à onda epidêmica.

A Rússia registrou um novo recorde de 37.141 casos e 1.064 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas.

“Estamos em uma situação pior do que a de toda uma série de países europeus, no que diz respeito à vacinação. E, de repente, com o impulso de variantes mais agressivas, há mais pessoas ficando doentes. Esta é a realidade do momento”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, à imprensa.

Em torno de um terço dos russos foram vacinados contra a covid-19 desde dezembro, em um contexto de desconfiança generalizada em relação às vacinas desenvolvidas em nível nacional.

Para Peskov, o que deve ser questionado é a atuação da população, e não do Estado.

O problema é a conscientização da população”, frisou o porta-voz, que também não se vacinou.

Ele alega ter um nível alto de anticorpos, após passar pela doença em maio de 2020.

Embora as autoridades russas tenham convocado a população a se vacinar, o governo também deu a entender que a pandemia poderia ser controlada. E, um indicativo disso, é que optou por limitar ao máximo a imposição de restrições sanitárias, de modo a proteger a economia.

O presidente Vladimir Putin decretou uma semana “de folga” de 30 de outubro a 7 de novembro, na tentativa de interromper o aumento de casos e de óbitos. Além disso, todos os serviços, empresas e estabelecimentos comerciais considerados “não essenciais” ficarão fechados por 11 dias, a partir de 28 de novembro.

Segundo o governo, a covid-19 deixou 228.453 mortos na Rússia. A agência de estatísticas Rosstat considera, no entanto, que este número está subestimado e que, até o final de agosto, o coronavírus já havia matado mais de 400 mil pessoas no país.

 

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Operários e outros movimentos anunciam protestos em Equador sob estado de exceção

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Sindicatos, indígenas e universitários do Equador vão protestar contra a alta dos preços dos combustíveis

(crédito: AFP)

Sindicatos, indígenas e universitários do Equador vão protestar na terça-feira contra a alta dos preços dos combustíveis enquanto vigora um estado de exceção determinado pelo governo conservador de Guillermo Lasso para combater o narcotráfico.

Será “uma marcha pacífica, amparando-nos no direito à resistência”, disse à AFP o líder sindical Mesías Tatamuez.A mobilização representa um desafio inicial para o governo Lasso, que assumiu em maio, e pode elevar a temperatura social em um país com uma grave crise carcerária, com centenas de mortos, e que tenta se recuperar da devastação econômica provocada pela pandemia.

A Frente Unitária dos Trabalhadores (FUT), que reúne as principais centrais sindicais, a Confederação Nacional dos Povos Indígenas (Conaie) e o sindicato das universidades, uniram forças para exigir que Lasso congele os preços dos combustíveis.“Se o governo não congelar os (preços dos) combustíveis, nos parece uma infâmia. A gasolina está mais cara”, disse Tatamuez.

Desde 2020, o Equador reajusta os combustíveis mensalmente com o preço do petróleo no mercado internacional, com o qual o galão americano de diesel, o mais consumido, subiu 70% (de um dólar para US$ 1,70).Lasso, um ex-banqueiro que defende a livre flutuação de preços, disse não ter a intenção de mudar essa política. No entanto, ele evocou a possibilidade de direcionar a compensação para as operadoras e setores mais atingidos.“Se quer se concentrar (na compensação), se concentre, mas diga como. Até agora, não entrou em acordo nem com as operadoras”, afirmou Tatamuez.A Federação dos Estudantes Universitários do Equador (FEUE) indicou que acompanhará a mobilização para denunciar uma “precariedade” do mercado de trabalho devido às reformas trabalhistas promovidas por Lasso para impulsionar a economia.

Organizações sociais marcham apesar do estado de exceção decretado pelo governo por 60 dias para enfrentar a violência do tráfico de drogas.

No meio dessa outra crise, militares e policiais patrulham as ruas, embora o presidente tenha afirmado que não restringirá direitos como o de protesto e de reunião.

Conaie liderou protestos violentos em 2019 contra a eliminação total dos subsídios aos combustíveis, que deixou onze mortos e obrigou o então presidente Lenín Moreno a recuar em sua decisão.

 

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Parlamento Europeu concede prêmio de liberdade de pensamento a opositor de Putin

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Alexei Navalny recebeu o Prêmio Sakharov para a Liberdade de Pensamento, 12 dias após o jornalista Dmitry Muratov ganhar o Nobel. Adversário do Kremlin cumpre pena de três anos e meio de prisão

Alexei Navalny – (crédito: AFP)

 

A visita dos advogados à Colônia Penal número 2, na região leste de Moscou, sempre às quintas-feiras, terá sabor especial para Alexei Navalny. Hoje, o opositor russo de 45 anos será informado sobre a decisão do Parlamento Europeu de lhe conceder o Prêmio Sakharov para a Liberdade de Pensamento, uma honraria que anualmente homenageia indivíduos ou organizações que defendem os direitos humanos e as liberdades fundamentais. É a segunda distinção, em 12 dias, a contemplar adversários do presidente russo, Vladimir Putin. Em 8 de outubro passado, o Comitê Nobel Norueguês escolheu o jornalista Dmitry Muratov — editor-chefe do diário Novaya Gazeta (Moscou) — como um dos laureados com o Nobel da Paz, ao lado da também jornalista filipina Maria Ressa.

“Ele (Navalny) tem feito uma companha sistemática contra o regime de Vladimir Putin. Por meio de seus perfis nas redes sociais e de suas campanhas políticas, Navalny ajudou a expor abusos e a mobilizar o apoio de milhões de pessoas em toda a Rússia. Por isso, ele foi envenenado e jogado na prisão”, declarou David Sassoli, presidente do Parlamento Europeu. “Ao atribuir o Prêmio Sakharov a Alexei Navalny, reconhecemos a sua imensa bravura e reiteramos o suporte inabalável do Parlamento Europeu à sua imediata libertação”, acrescentou.

Por sua vez, a finlandesa Heidi Hautala, vice-presidente do Europarlamento, chamou Navalny de “defensor pela mudança”. “Ele mostrou grande coragem em suas tentativas de restaurar a liberdade de escolha do povo russo. Por muitos anos, lutou pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais em seu país. Isso lhe custou a liberdade e, por pouco, a vida. Em nome do Parlamento Europeu, apelo à sua libertação imediata e condicional”, afirmou. Hautala exigiu que as autoridades russas cessem “todo tipo de assédio, intimidação e ataques contra a oposição, a sociedade civil e mídia”. Até o fechamento desta edição, o Kremlin não tinha se pronunciado sobre o Prêmio Sakharov deste ano.

Navalny receberá a quantia de 50 mil euros (ou R$ 325 mil) durante sessão especial no hemiciclo do Parlamento Europeu, em 15 de novembro, na cidade de Estrasburgo (França). Não se sabe se Navalany, condenado a três anos e meio de prisão, terá a permissão de Moscou para participar da cerimônia. Em nota publicada no Twitter, a Fundação Anticorrupção (FBK, pela sigla em russo), movimento fundado por Navalny em 2011, afirmou que o Prêmio Sakharov é uma distinção dedicada a “todas as pessoas que não são indiferentes e que, mesmo nos momentos mais obscuros, não temem falar a verdade”. “Todos os dias somos mais e mais de nós. Juntos, venceremos”, escreveu.

Em entrevista ao Correio, o Nobel da Paz Dmitry Muratov (leia Duas perguntas para) saudou a concessão do Prêmio Sakharov para Navalny e disse esperar que o opositor seja libertado em breve. Chefe do Programa de Política Doméstica Russa do Carnegie Endowment for International Peace, sediado em Moscou, Lilia Shevtsova admitiu à reportagem que Navalny merece o prêmio “por sua missão na busca da liberdade e por sua prontidão ao sacrifício”. “A mensagem é mostrar ao mundo que a comunidade internacional aprecia sua agenda”, explicou.

Shevtsova acredita que o fato de dois russos terem sido contemplados com dois prêmios de grande prestígio este ano pode não ter sido intencional. “Mas a comunidade russa considera as duas láureas como uma prova de que parte do mundo centra as atenções sobre o que ocorre na Rússia”, comentou. Para a especialista, o Prêmio Sakharov confirma que a comunidade internacional apoia a agenda da liberdade na Rússia. “O futuro do meu país dependerá dos acontecimentos na Rússia e da prontidão da sociedade russa em lutar pela liberdade. No momento, porém, o sistema de Putin é bastante estável”, afirmou.

Além de Navalny, disputavam a edição deste ano do Prêmio Sakharov a ex-presidente interina da Bolívia Jeanine Áñez e a Comissão Afegã Independente de Direitos Humanos — um grupo de mulheres liderado por Shaharzad Akbar.

» Duas perguntas para

Dmitry Muratov, editor-chefe do diário russo Novaya Gazeta (Moscou), laureado com o Prêmio Nobel da Paz, em 8 de outubro

Qual é a mensagem do Prêmio Sakharov para Alexei Navalny?

O Prêmio Sakharov para a Liberdade de Pensamento não é outorgado para homenagear um conjunto de méritos, mas pelo valor e pelos princípios de uma personalidade. Entre os premiados no passado, estão Nelson Mandela (ex-presidente da África do Sul e líder contra o apartheid), em 1988, e Sergei Adamovich Kovalyov (ativista dos direitos humanos), em 2009. Pessoas como Mandela, Kovalyov e Navalny vão para a prisão por suas convicções, sem serem poupadas.

Como vê os prêmios Nobel e Sakharov para o senhor e para Navalny no mesmo ano?

No caso de Navalny, vejo o reconhecimento, por parte do mundo, do valor da atividade política alternativa e da oposição como normal do mundo contemporâneo. Em relação a mim, acho que é uma pergunta a ser feita para o Comitê Nobel. Desejo a Alexei Anatolyevich Navalny um rápido retorno para a sua família e seus amigos. (RC)

» Moscou recebe delegação talibã

A Rússia pediu, ontem, para trabalhar com o novo governo talibã no Afeganistão, com o objetivo de garantir a “estabilidade” da região. O Kremlin teme a atividade de grupos jihadistas e o risco de uma grave crise humanitária. A preocupação foi partilhada pela China e pelo Irã. Uma delegação do Talibã está em Moscou para as primeiras negociações internacionais desde que o grupo assumiu o poder, em 15 de agosto passado. Em declaração conjunta, os países participantes expressaram sua vontade de cooperar com o regime talibã em questões de segurança para “contribuir para a estabilidade regional”, dada a ameaça de “organizações terroristas” que pesa sobre o novo regime em Cabul.

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Novo foco de covid na China faz voos serem cancelados e escolas fechadas

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A origem do surto está ligada a um casal de idosos que viajava com um grupo de turismo

Mais de 70% de população da China já está imunizada contra covid (Barcroft Media / Colaborador/Getty Images)

As autoridades da China cancelaram centenas de voos, fecharam escolas e iniciaram uma grande campanha de testes para conter um novo foco de covid-19 vinculado a um grupo de turistas em viagem doméstica pelo país. A origem do surto está ligada a um casal de idosos que viajava com um grupo de turismo. Eles iniciaram o deslocamento em Xangai, antes de voar para Xi’an (centro) e as províncias de Gansu e Mongólia Interior (norte).

Desde então, foram detectados dezenas de casos vinculados, com contatos próximos em pelo menos cinco províncias e regiões, incluindo a capital Pequim. Nesta quinta-feira, 21, a Comissão Nacional de Saúde da China notificou 13 novos contágios locais, elevando o número total de 16 a 42 no mês de outubro.

Uma divisão administrativa na região chinesa da Mongólia Interior disse no final da quarta-feira ter imposto um bloqueio e que testaria sua população de 180.000 habitantes, depois que a cidade de Erenhot e uma divisão chamada Ejina Banner impediram a saída de pessoas em meio a surtos locais.

Os lockdowns são pequenos em comparação com os vistos no início de 2020 na cidade de Wuhan. O último foco de covid, envolvendo principalmente o norte e noroeste da China, chegou à capital, Pequim, e à vizinha província de Hebei, onde as autoridades prometeram medidas rigorosas contra o vírus ao intensificarem os preparativos para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, em fevereiro.

O único caso local relatado em Pequim, em 19 de outubro, foi o primeiro desde agosto.

Na severa estratégia chinesa anticovid, que tem o objetivo de eliminar todos os casos, as autoridades das áreas afetadas adotaram testes em larga escala, fecharam pontos turísticos, escolas e áreas de entretenimento e ordenaram confinamentos em alguns complexos residenciais.

Em algumas localidades, como a cidade de Lanzhou, capital de Gansu, com quatro milhões de habitantes, as autoridades pediram aos moradores que não saiam de casa se não for necessário. E em caso de necessidade, apenas com teste negativo de covid-19.

Os aeroportos nas regiões afetadas cancelaram dezenas de voos, segundo o site VariFlight. Quase 60% dos voos para os principais aeroportos de Xi’an e Lanzhou foram suspensos.

Jiuquan, onde o estado chinês lança frequentemente foguetes, ainda não detectou nenhum caso local, mas as autoridades já cancelaram eventos culturais previstos, como exposições.

Expace, uma empresa aeroespacial apoiada pelo estado, disse na terça-feira que havia adiado os trabalhos de uma missão envolvendo o foguete Kuaizhou 1-A em Jiuquan como parte do controle de epidemias. Os funcionários foram obrigados a entrar no modo “semi-lockdown” e evitar o contato com o exterior.

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