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Polícia Civil faz ação contra roubo de celulares na capital paulista

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Operação tem o apoio da Guarda Civil Metropolitana

© Ciete Silvério/Governo de São Paulo.

A Polícia Civil faz hoje (28) uma ação envolvendo mais de mil agentes contra o roubo de celulares na cidade de São Paulo. São 460 viaturas de oito delegacias seccionais e de grupos especiais, como o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e o Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).

Os agentes fazem diligências em estabelecimentos que atuam na compra, venda, revenda e desmonte de aparelhos de telefone celular. A operação tem ainda o apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo, os aparelhos de telecomunicação representam 26% dos objetos roubados no estado. Agência Brasil

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Sem-teto morre baleado após reagir a abordagem em Ceilândia, no DF, diz PM

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Um morador de rua morreu, na noite desta quinta-feira (30), após reagir a uma abordagem da Polícia Militar em Ceilândia, no Distrito Federal. De acordo com a corporação, ele tentou esfaquear um policial.

A PM afirma ainda que os militares estavam fazendo patrulhamento na CNM 1 de Ceilândia, quando abordaram o homem, em frente a uma lanchonete. Nesse momento, de acordo com a corporação, ele reagiu e tentou ferir um dos policiais.

Segundo a Polícia Militar, na tentativa de proteger o colega, um outro militar atirou no homem. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas, quando a equipe chegou ao local, o morador de rua já tinha vindo a óbito.

Peritos da Polícia Civil estiveram no local e informaram que o homem foi atingido por dois tiros. A corporação investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, a identidade do homem não tinha sido revelada.

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Mulher é presa em operação que apura venda de vagas para cirurgias, exames e de UTI em hospitais públicos do DF

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Segundo polícia, para convencer vítimas, mulher dizia ser enfermeira da Secretaria de Saúde. No entanto, ela não possuía mais vínculo com a pasta desde 2014.

Polícia Civil prende enfermeira suspeita de vender vagas para procedimentos médicos em hospitais públicos do DF — Foto: PCDF/Reprodução

Uma mulher foi presa em uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal, na manhã desta sexta-feira (1º). Ela é investigada por suposta venda de vagas para cirurgias, exames e leitos de UTI na rede pública da capital (veja detalhes abaixo).

Os agentes cumpriram ainda seis mandados de busca e apreensão no Gama, Santa Maria e Recanto das Emas. Os alvos são parentes e amigos da investigada, que emprestaram contas bancárias para que os pagamentos fossem realizados.

Segundo a polícia, para convencer as vítimas, a mulher dizia ser enfermeira da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). No entanto, os investigadores constataram que ela exerceu um cargo comissionado na pasta, mas não possuía mais vínculo desde 2014.

As identidades dos investigados não foram reveladas pela corporação. Em nota, a SES-DF ressaltou que não são feitas cobranças relativas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e incentiva a denúncia às autoridades em situações de cobrança por vagas.

“É importante ressaltar que as solicitações de internações são administradas pela Central de Regulação, que funciona 24 horas por dia e sete dias por semana, seguindo critérios específicos que variam de forma individual para cada paciente, considerando necessidades clínicas distintas”, conclui a pasta.

Investigações

 

Leito de UTI em hospital público do Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

Leito de UTI em hospital público do Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

As investigações começaram em janeiro deste ano, após a Polícia Civil receber denúncias anônimas contra a suposta enfermeira. Segundo a corporação, a mulher atuava desde 2018 e se apresentava com diferentes nomes.

Em alguns casos, a enfermeira não cumpria o prometido com a venda dos procedimentos, mesmo após o pagamento. A mulher vendia ainda atestados, receitas e laudos médicos falsos, para fraudar a concessão de aposentadoria por invalidez.

A Polícia Civil afirma ter identificado uma pessoa com vínculos políticos que encaminhava pacientes à enfermeira. A partir das provas colhidas durante a operação desta sexta, a Polícia Civil busca descobrir se houve participação de servidores efetivos da Secretaria de Saúde do DF.

De acordo com a corporação, os investigados podem responder pelos crimes de estelionato, falsificação de documentos, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 24 anos de prisão.

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PF faz operação contra homem suspeito de instigar criança a ‘se exibir de forma pornográfica’ no DF

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Agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do investigado nesta quinta-feira (30). Segundo corporação, suspeita é que ele tenha feito várias vítimas.

Tela de celular (imagem de aquivo) — Foto: Getty Images/BBc

A Polícia Federal deflagrou uma operação de repressão a crimes de pornografia infantil pelo celular, na manhã desta quinta-feira (30), no Distrito Federal. Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência de um investigado.

Segundo a corporação, ele teria instigado uma criança de 8 anos de idade, por meio de um aplicativo de celular, a “se exibir de forma pornográfica”. A PF afirma que ele pedia para que a vítima dançasse “funk de saia” e se filmasse na piscina, além de expor o próprio órgão genital.

Os investigadores chegaram ao homem após denúncia do irmão da vítima, que registrou prints dos diálogos dele com a criança. De acordo com a apuração, o suspeito também agiu de forma semelhante com outros menores.

Ele é investigado por instigar criança com o fim de com ela praticar ato libidinoso, e armazenamento de imagens contendo pornografia infanto-juvenil.

Os crimes estão previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e, se condenado, a pena pode chegar a sete anos de reclusão e multa. A operação recebeu o nome de “Like”, em referência ao nome do aplicativo utilizado para cometer os crimes.

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‘Luz na Infância’: operação contra pornografia infantil cumpre 163 mandados em 13 estados e seis países

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Nona fase da ação é realizada pelas polícias civis estaduais, nesta quinta-feira (30), sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Policiais participam da nona fase da operação “Luz na Infância”, no Alagoas — Foto: Polícia Civil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a nona fase da operação “Luz na Infância”, de combate à pornografia infantil. Segundo a pasta, o objetivo é identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

Ao todo, são 163 mandados de busca e apreensão. Eles estão sendo cumpridos pelas polícias civis estaduais, sob coordenação do ministério, nos seguintes estados:

  • Alagoas
  • Bahia
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo

Além disso, também estão sendo realizadas buscas em outros seis países. São eles:

  • Estados Unidos
  • Equador
  • Costa Rica
  • Paraguai
  • Panamá
  • Argentina

 

Na Bahia, um homem foi preso em flagrante durante o cumprimento do mandado de busca, após ser pego com imagens de pornografia infantil. Em Maceió (AL), também houve uma prisão em flagrante.

Já no Espírito Santo, a operação se concentrou em três municípios. Mais informações sobre a ação devem ser divulgadas em entrevista coletiva, às 11h.

Veja os balanços das fases anteriores da Operação Luz na Infância

  • Luz na Infância 1: Realizada em 20 de outubro de 2017, cumpriu 157 mandados de busca e apreensão. Foram presas 108 pessoas.
  • Luz na Infância 2: Realizada em 17 de maio de 2018, cumpriu 579 mandados de busca e apreensão. Foram presas 251 pessoas.
  • Luz na Infância 3: Realizada em 22 de novembro de 2018, cumpriu 110 mandados de busca e apreensão no Brasil e na Argentina. Foram presas 46 pessoas pela Polícia Civil.
  • Luz na Infância 4: Realizada em 28 de março de 2019, cumpriu 266 mandados de busca e apreensão. Foram presas 141 pessoas.
  • Luz na Infância 5: Realizada em 04 de setembro de 2019, cumpriu 105 mandados de busca e apreensão. Foram presas 51 pessoas. Além do Brasil, a operação foi realizada nos Estados Unidos, Equador, El Salvador, Panamá, Paraguai e Chile.
  • Luz na Infância 6: Realizada em 18 de fevereiro de 2020, cumpriu 112 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 43 pessoas no Brasil e quatro no exterior.
  • Luz na Infância 7: Realizada em 6 de novembro de 2020, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 74 pessoas no Brasil e 35 no exterior.
  • Luz na Infância 8: Realizada em 9 de junho de 2021, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu 73 pessoas em flagrante.

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Policial e bombeiro que morreram após naufrágio de canoa no Lago Serra da Mesa são sepultados nesta quarta-feira, no DF

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Acidente aconteceu no município de Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24). Natair de Melo e Francisco Roque serão velados e homenageados pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros.

O policial civil Natair Melo e o bombeiro aposentado Francisco Roque de Araújo estão desaparecidos após naufrágio no Lago Serra da Mesa Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais

Os corpos do policial civil Natair de Melo e do bombeiro Francisco Roque, que morreram após o naufrágio de uma canoa, serão sepultados nesta quarta-feira (29), no Distrito Federal. O acidente aconteceu no Lago Serra da Mesa, em Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24).

Natair de Melo, de 54 anos, será velado e homenageado no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), e sepultado no cemitério de Taguatinga. Francisco Roque Araújo, de 53 anos, será velado e homenageado 1º Grupamento de Bombeiro Militar do DF, e sepultado no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

A embarcação levava quatro amigos, todos de Brasília. Os outros dois ocupantes, também um bombeiro e um policial civil, nadaram até a margem e conseguiram se salvar. As buscas pelos outros dois levaram quatro dias e foram concluídas na segunda-feira (27), quando os corpos foram encontrados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Goiás, o grupo pescava no lago, quando água entrou na embarcação e causou o naufrágio. Segundo a corporação, o grupo estava acostumado a pescar no local. No entanto, no momento do acidente, ventava muito.

A Marinha disse no sábado (25) que vai investigar o acidente. De acordo com a nota enviada pela corporação, “um inquérito administrativo será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do incidente”.

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Polícia prende funcionários suspeitos de furtar R$ 1 milhão em joias de família no Lago Sul, no DF

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Doméstica e jardineiro foram demitidos após donos da casa perceberem crimes; objetos foram revendidos em comércio no Conic. Após demissão, casal fugiu para Minas Gerais, onde foi detido.

Fachada da 10ª DP, no Lago Sul — Foto: Marília Marques/G1

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (29), um casal suspeito de furtar cerca de R$ 1 milhão em joias e dinheiro de uma família do Lago Sul, no Distrito Federal. Segundo a corporação, os objetos roubados eram revendidos em comércio no Conic (veja detalhes abaixo).

As investigações da 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, que começaram em abril. A corporação afirma que a mulher trabalhava como doméstica e o homem, era jardineiro na casa das vítimas. Segundo a polícia, eles realizavam os furtos em períodos espaçados, para não levantar suspeitas da família.

Eles trabalhavam na casa desde fevereiro deste ano e foram demitidos quando os donos da casa perceberam o desaparecimento dos objetos. Após a demissão, a dupla fugiu para Esmeralda, em Minas Gerais, onde foram presos.

Receptação

 

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A Polícia Civil afirma que as joias roubadas na residência eram vendidas para um comércio de ouro localizado no Conic. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na loja e na casa do proprietário.

Aos policiais, o comerciante confessou a compra sem saber da procedência dos objetos. Ele relatou ainda que derreteu e vendeu o ouro das joias roubadas. O homem é investigado pelo crime de receptação e, se condenado, pode pegar de três a oito anos de prisão, além de pagamento de multa.

Já o casal preso responderá pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança, que tem pena de reclusão de dois a oito anos e multa.

A Polícia Civil do Distrito Federal alerta que é preciso cautela na hora de comprar artigos valiosos sem procedência conhecida. A aquisição desses objetos é passível de punição penal.

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