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Polícia Civil apura caso de PM suspeito de assediar alunas em Sobradinho

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O crime teria sido praticado contra alunas do CED 3, de Sobradinho, unidade de ensino que tem gestão compartilhada entre as secretarias de Educação e de Segurança Pública

Alunos de escola de Sobradinho militarizada denunciam assédio de sargento contra alunas
(foto: Alan Rios/CB/D.A Press)

A denúncia de assédio feita por estudantes do CED 3, de Sobradinho, será investigada pela Polícia Civil. Na manhã desta terça-feira (4/6), agentes da 13ª Delegacia de Polícia estiveram na unidade de ensino para conversar com a direção, mas não falaram com a equipe de reportagem.
Em nota, Polícia Civil informou que a “13ª DP foi comunicada acerca do suposto episódio e que, a priori, não se trataria de crime militar” e que “está sendo iniciada a apuração dos fatos, sob responsabilidade daquela unidade.”
Uma aluna do CED 3 relatou ao Correio ter presencido os assédios e conta que as meninas estão com medo de ir estudar. “Eu mesma, a cada dia, fico mais desconfortável em ir para a escola. Têm uns policiais que ficam olhando para a bunda (sic) das meninas e até fazem comentários machistas”, disse. Segundo ela o problema acontece desde o começo do ano letivo, mas nunca nenhuma atitude foi tomada: “A diretora falou que esse acusado que mandou as mensagens era um ótimo policial”.

Protesto dos estudantes

Os estudantes fariam um protesto em frente ao colégio no início da tarde desta terça-feira (4/6), mas representantes da Secretaria de Educação, da Secretaria de Segurança Pública, da Polícia Militar e da Polícia Civil incentivaram que os alunos deixassem a manifestação para quarta-feira (5/6). O ato ocorrerá dentro da escola, na hora do intervalo.
A manifestação desta terça-feira tinha como lema: “mexeu com uma, mexeu com todas”. Os alunos que estavam à frente do protesto chegaram a pedir aos colegas que usassem camisetas pretas e levem cartazes para expressar a indignação com o ocorrido e a insatisfação contra a militarização da unidade de ensino.
Uma mãe, que não quis se identificar, defende o modelo de gestão compartilhada, mas ressalta que os assédios devem ser combatidos. “Se isso aconteceu mesmo, tem que ser investigado e os alunos têm que protestar mesmo a favor da aluna assediada.”
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Fogo em vegetação: incêndios simultâneos atingem áreas diferentes do DF

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Corpo de Bombeiros combate chamas no Paranoá, em Samambaia e no Taquari, na subida do Colorado, no dia em que o DF entrou em estado de alerta para baixa umidade

Incêndio na subida do Colorado, antes do Taquari, sentido Sobradinho
(foto: Divulgação/DER)

Três ocorrências de incêndios florestais ocorrem de forma simultânea na tarde desta segunda-feira (15/7). O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas no Paranoá, em Samambaia e no Taquari, na subida do Grande Colorado, próximo a Sobradinho. Equipes de diferentes regiões trabalham nos casos. Nas duas primeiras cidades, os militares precisaram pedir reforço após identificar chamas de média proporção.
No caso de Samambaia, os bombeiros identificaram a fumaça enquanto trabalhavam em outro chamado, em Ceilândia. Há uma coluna de fumaça grande na região da DF-180, no fim da cidade. Somente no Taquari há uma preocupação menor, porque, segundo os bombeiros, trata-se de um combate corriqueiro.
As ocorrências acontecem no dia em que o Distrito Federal entra em estado de alerta devido à baixa umidade da capital. O aviso, publicado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), prevê que a umidade possa ficar abaixo dos 20%. A tendência é de que o tempo seco esteja apenas começando e dure até o fim de agosto.
Segundo levantamento dos bombeiros, até a primeira semana de julho, a corporação atendeu a 1.599 ocorrências de fogo em áreas verdes. A região queimada chega a 1.090,84 hectares — mais de mil campos de futebol. Para evitar devastação, especialistas têm adotado ações de prevenção, como a utilização da técnica do aceiro, que está sendo realizada hoje em Áreas de Proteção Ambiental.
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Acidente entre dois carros na Epig causa engarrafamento e complica trânsito

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Dois veículos bateram e uma mulher foi atendida pelo Corpo de Bombeiros sentindo dores no tórax

Engarrafamento provocou lentidão de cerca de 30 minutos
(foto: Vicente Nunes/CB/D.A Press)

Um acidente na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) no início da tarde desta segunda-feira (15/7) deixou o trânsito impactado na via. Dois carros bateram por volta das 14h20 e o Corpo de Bombeiros foi acionado para atendimento dos envolvidos. Houve perícia no local, o que prolongou o engarrafamento.
A colisão ocorreu na altura do complexo da Polícia Civil. Uma mulher que estava em um dos carros foi atendida por sentir dores no tórax, mas não houve necessidade de transporte de nenhuma das vítimas ao hospital.
Ainda não há informações sobre quantos quilômetros de engarrafamento se formaram na via, mas motoristas relatam até 30 minutos de lentidão em frente ao Departamento de Polícia Especializada (DPE). Apenas uma pista ficou liberada para os carros.
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Polícia prende acusado de arrombar cofre de loja e levar quase R$ 150 mil

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Segundo investigação, ele é acusado de integrar uma quadrilha responsável por roubar uma distribuidora de bebidas. Ao cometer o crime, grupo se passou por agentes da Polícia Civil

Um homem acusado de integrar uma quadrilha responsável por roubar uma distribuidora de bebidas acabou preso. O crime ocorreu em outubro de 2018, mas policiais civis chegaram ao suspeito na sexta-feira (12/7). À época, os criminosos agiram vestidos de policiais civis, enganando o vigilante da loja, que foi rendido. O caso ocorreu na madrugada do dia 15 de outubro do ano passado, em um estabelecimento no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan).

Conforme noticiado à época, um grupo de cinco homens chegou na porta da distribuidora e, disfarçados de policiais, levou um dos comparsas que se passava por um preso. O farsante estava alegemado. Os colegas, então, disseram ao vigilante que precisavam procurar uma arma que havia sido jogada na distribuidora pelo falso preso.
O vigilante abriu o portão para os bandidos e, neste momento, acabou rendido. Ele também teve a arma tomada pelos criminosos. Na ação, o grupo se direcionou ao interior da empresa. O suspeito detido pelos policiais, identificado como T.B.M., arrombou um cofre que tinha R$ 149,8 mil. O acusado utilizou uma mola de caminhão para a ação.
Além do dinheiro, os bandidos levaram um colete a prova de balas, um revólver calibre .38, e a arma do vigilante. Eles fugiram de carro do local. Agentes da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (DRF-Corpatri) identificaram T.B.M e realizaram a prisão dele.
Policiais também chegaram até outros dois integrantes do grupo: um morreu ainda no dia do crime, em Taguatinga; e W.C.T. que é considerado foragido. A investigação do caso continua, uma vez que dois dos bandidos ainda não foram identificados.
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