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PGR diz que operação contra empresários é ilegal e pede anulação

Lindôra Araújo atualmente ocupa o cargo de vice-procuradora-geral da República

Órgão apontou irregularidades na condução do processo e recorreu da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que havia autorizado buscas e apreensões contra o grupo

Lindôra Araújo atualmente ocupa o cargo de vice-procuradora-geral da República

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 9, que encerre as investigações contra empresários que teria sugerido um golpe de Estado caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retorne à presidência da República e anule os procedimentos realizados contra os acusados. O órgão recorreu da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que havia autorizado ações de busca e apreensão, além das quebras de sigilos bancários e telemáticos e do bloqueio das contas bancárias do grupo. O Ministério Público Federal argumenta que houve irregularidades durante a condução do processo, como a ausência de competência do magistrado para a análise do caso, a violação do sistema processual acusatório, a ilicitude das provas que foram utilizadas para a realização da ação policial, a falta de embasamento penal para a autorização das medidas contra os empresários e o constrangimento ilegal dos acusados. A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo, também sugeriu a possibilidade das mensagens divulgadas serem falsas já que existem “aplicativos que simulam e criam conversas” no WhatsApp. A tese não foi levantada, até o momento, por nenhum dos advogados dos oito empresários acusados de

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