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Os melhores aplicativos para cuidar da saúde

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Eles ajudam na dieta, na atividade física, no controle das taxas sanguíneas e da vacinação e até na hora de chamar o médico em casa

Comportamento: para 20% dos profissionais ouvidos pela pesquisa, o simples ato de deixar o telefone sobre a mesa em um almoço de trabalho foi considerado rude (Thinkstock/VEJA)

Comportamento: para 20% dos profissionais ouvidos pela pesquisa, o simples ato de deixar o telefone sobre a mesa em um almoço de trabalho foi considerado rude (Thinkstock/VEJA)

O uso da tecnologia, dos smartphones e dos aplicativos veio para ficar na área da saúde. As lojas de aplicativos para IOS e Android disponibilizam uma imensa variedade de opções que crescem a cada dia e vão desde apps fitness, que ajudam com a dieta e a prática de exercícios, até aqueles voltados para a saúde, como controladores de glicose, ritmo cardíaco e consultas médicas.

Lançado há menos de um ano, o Docway, por exemplo permite chamar um médico até sua casa com a mesma facilidade de pedir um uber ou comida por delivery. Segundo Fábio Tiepolo, CEO da Docway, a ideia surgiu da “necessidade de inserir a tecnologia na área de saúde, aliado à conveniência, rapidez e qualidade”. Além disso, é uma forma de resgatar o contato humano entre médicos e pacientes e renovar a tradição das visitas domiciliares. “Em Minas, onde essa prática ainda é bastante comum, o aplicativo foi muito bem recebido”, conta Tiepolo.

Outro aplicativo que veio para ajudar os pacientes a manter sua saúde em dia é o Einstein Vacinas. Desenvolvido pelo Hospital Albert Einstein, o app ajuda a manter a caderneta de vacinação em dia ao emitir alertas avisando quando as doses devem ser tomadas e indicar a Unidade Einstein ou Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de acordo com a geolocalização do paciente. Segundo Eduardo Cordioli, gerente médico da Unidade Ibirapuera e idealizador do aplicativo, a ideia surgiu após ele perceber que muitos pacientes deixam de tomar alguma vacina ou de voltar para a segunda ou terceira dose simplesmente porque não se lembram.

Entretanto, com a alta conectividade, vem o risco de ataques cibernéticos. Tanto que, um dos desafios da área de saúde em 2016, segundo a pesquisa, é justamente garantir a segurança desses dispositivos e sistemas. O uso dos dados gerados por estes aplicativos – fenômeno conhecido como big data – também gera controvérsia.

Ao mesmo tempo que estas informações podem ajudar os médicos a salvar vidas, a privacidade dos usuários é questionada. Um estudo publicado em março na revista científica JAMA, mostrou que dados de pacientes são vazados para anunciantes e outras bases de dados sem o devido consentimento. Entre os 211 aplicativos analisados, 81% não tinham políticas de privacidade estabelecidas e, nos 19% restantes, as políticas eram pouco transparentes.

Nos Estados Unidos, a agência reguladora de medicamentos (FDA, na sigla em inglês), regulamenta aplicativos usados para o diagnóstico, cura, mitigação, tratamento e prevenção de doenças ou que afetem a estrutura ou qualquer função do corpo. Ou seja, os aplicativos regulados são aqueles que transformam o celular em um dispositivo médico, como um medidor de pressão arterial, insulina, estetoscópio ou um leitor de glicose no sangue. Já aplicativos relacionados ao bem-estar como dieta, exercícios ou reguladores de sono não entram na lista.

Uma pesquisa da Top health industry issues of 2016, da network global PwC, mostra que o número de pacientes que fazem uso de aplicativos relacionados à saúde em seus smartphones dobrou em 2015 em relação a 2013, passando de 16% para 32%. Além disso, a maioria dos pacientes entrevistados (60%) se mostraram dispostos a realizar uma consulta médica por videoconferência e 81% dos médicos participantes disseram que o acesso a informações médicas por meio de dispositivos móveis ajuda no tratamento dos pacientes.

Essa tendência se reflete diretamente no lançamento de aplicativos relacionados ao bem-estar e aos cuidados de saúde. Entre as novidades neste ramo no Brasil estão os que ajudam os pacientes a manter a vacinação em dia e os que facilitam o  atendimento médico.

No Brasil, ainda não há uma regulamentação específica para aplicativos de saúde, mas o Docway, por exemplo, tem o aval do Conselho Regional de Medicina (CRM) do Paraná, onde foi inicialmente lançado e atua seguindo regras do Conselho Federal de Medicina (CFM) que, por exemplo, proíbe a divulgação da avaliação dos profissionais de saúde cadastrados.

Veja abaixo os melhores aplicativos disponíveis para cuidar da sua saúde.

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Saúde

Transfusão de plasma pode não ser tão eficaz para tratar a covid-19

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Estudo realizado na Índia questiona a eficácia da técnica que está sendo utilizada para tratar pacientes com o novo coronavírus

Transfusão de plasma: tratamento tem sido utilizado em pacientes com o novo coronavírus (Anadolu Agency/Getty Images)

Um estudo realizado na Índia e publicado na quinta-feira (22) aponta que o uso da técnica de transfusão de plasma sanguíneo como forma de tratar pacientes diagnosticados com a covid-19 pode não ser tão eficaz como se imagina. De acordo com os pesquisadores, a transfusão não diminui as chances de piora do quadro de saúde dos pacientes.

“O plasma de convalescentes mostrou eficácia limitada” em relação ao tratamento de novos pacientes infectados com a doença, informa a pesquisa que foi publicada na revista científica British Medical Journal. A prática é eficaz no tratamento do Ebola ou da SARS, mas não do novo coronavírus. Cansaço? Estafa? Burnout? Faça da pandemia uma oportunidade de reset mental.

Conforme relatado no The Guardian, a tese ainda carece de mais fontes. Dessa forma, novos estudos em relação ao tema devem ser feitos antes que autoridades médicas mudem os tratamentos aplicados atualmente. Isso porque os testes foram feitos em uma escala pequena e, por isso, podem não ser tão conclusivos.

Foram testados 464 pacientes adultos, sendo que 229 pacientes foram tratados com cuidados habituais e outros 235 receberam transfusões de plasma. Entre os participantes que pioraram ou morreram da doença após quase um mês, 44 pertencem ao primeiro grupo e outras 41 pessoas pertencem ao segundo grupo. Números semelhantes.

O estudo, porém, relata que as transfusões de plasma entre os pacientes tiveram efeito positivo na melhora dos sintomas relacionados com dificuldades respiratórias e fadiga enquanto o vírus SARS-CoV-2 ainda estava em seu estágio inicial de infecção, nos primeiros sete dias.

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo concordam que é preciso que sejam feitas novas análises sobre o tema. Vale lembrar que uma pesquisa com 136 pacientes no Hospital Metodista de Houston, no Texas, mostrou uma redução considerável no número de mortes de pacientes de covid-19 que receberam plasma com altos níveis de anticorpos.

 

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Saúde

Novo estudo aponta que anticorpos da covid-19 podem durar até 7 meses

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Os pesquisadores também descobriram que a severidade da doença, mais do que a idade, pode afetar diretamente a produção de anticorpos

Coronavírus: doença já deixou mais de 1 milhão de mortos no mundo (Kiyoshi Hijiki/Getty Images)

 

A maior prevalência de anticorpos em estágios iniciais da pesquisa havia sido encontrada em homens, mas o fator gênero foi equilibrado ao longo dos meses após uma infecção pelo SARS-CoV-2. Na fase aguda da resposta do sistema imunológico do corpo humano, o time de pesquisadores observou que a produção de anticorpos era maior naqueles que apresentavam casos graves da doença. Nenhuma diferença relevante entre idades foi encontrada.

“Nosso sistema imunológico reconhece o vírus como prejudicial e produz uma resposta de anticorpos contra ele, o que ajuda a combatê-lo. Nossos resultados mostram um padrão clássico de um aumento rápido de anticorpos nas primeiras três semanas depois dos primeiros sintomas da doença, como o esperado, e existe uma redução depois”, explicou o coautor do estudo Marc Veldhoen.

Em parceria com o Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), os pesquisadores também avaliaram a função dos anticorpos na neutralização do vírus. Apesar da redução nos níveis, os resultados mostraram que os anticorpos eram neutralizantes robustos.

A ideia é que, nos próximos meses, eles continuem a monitorar os pacientes para entender melhor quanto tempo os anticorpos podem realmente durar e quando o risco de reinfecção pode ser apresentado.

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Saúde

Pnad Covid-19: Brasil testou apenas 10% da população

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De acordo com a pesquisa realizada pelo IBGE, até o mês de setembro, quase 22 milhões de brasileiros fizeram teste para saber se estavam com a doença

(crédito: Breno EsakiCBD.A Press)

A Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (23/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que, até o mês de setembro, 21,9 milhões de brasileiros fizeram algum teste para saber se estavam infectados pelo novo coronavírus. Desses, 4,8 milhões receberam diagnóstico positivo. O resultado também mostrou um aumento em relação a agosto, que contabilizou 17,9 milhões de pessoas testadas.

O Distrito Federal foi a unidade federativa que mais realizou testagens de covid-19, representando 22% de todos os exames no país. Em seguida aparece Piauí e Goiás, com 17% e 16%, respectivamente. O estado de Pernambuco foi o que menos testou para a doença, alcançando um percentual de 6,8%, o Acre aparece em seguida, com 6,9%, e Minas Gerais, com 7,8%.

Em relação ao tipo de teste, o rápido, feito com a coleta de sangue por um furo no dedo, foi o mais procurado, com 9,8 milhões de testagem e 17,3% de resultados positivos. Em seguida, oSWAB ou RT-PCR, que usa secreção nasal ou oral para diagnóstico, foi realizado por 8,8 milhões de pessoas. Desses, 25,9% obtiveram resultado positivo. O teste com coleta de sangue no braço foi feito por 6,3 milhões de brasileiros e 25,6% tiveram a doença confirmada.

Atendimento

A pesquisa também indicou que 9,2 milhões de pessoas (4,4% da população) apresentaram algum dos sintomas pesquisados de síndromes gripais em setembro. Desses, 24,1% procuraram atendimento em alguma unidade de saúde. Das pessoas que apresentaram sintomas que se enquadram em síndrome gripal, 56,7% eram mulheres, 47,5% tinham entre 30 e 59 anos e 55,7% se declararam de cor preta ou parda.

O mês analisado pela Pnad contabilizou 46,7 milhões de pessoas com alguma doença crônica, cerca de 22,1% da população. A incidência de coronavírus nessa população foi de 3,0%, de acordo com a pesquisa.

 

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ANS encerra amanhã consulta sobre boas práticas em parto

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Sociedade pode colaborar com sugestões

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) encerra amanhã (23) consulta pública sobre boas práticas em parto adequado no Brasil. A sociedade pode colaborar com sugestões para alteração da Resolução Normativa 440 da agência, que instituiu o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde.

Estão sendo propostas as inclusões de dois anexos à resolução: o manual de certificação e o glossário de boas práticas em parto adequado. Além disso, está sendo colocada em discussão uma nota técnica sobre o impacto regulatório da certificação de boas práticas em atenção ao parto e nascimento.

A certificação é uma proposta do Movimento Parto Adequado, que prevê um selo de qualidade, a participação das mulheres e audiências públicas, além da divulgação de informações. A ideia é aumentar a qualidade da atenção à mãe e ao bebê oferecida pelas operadoras de planos de saúde.

As contribuições poderão ser enviadas até esta sexta-feira (23) pelo site da ANS.

 

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Saúde

Vacina contra Covid-19: UnB amplia critérios para participação nos testes no DF

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Agora, profissionais de saúde que já tiveram Covid-19 podem se inscrever para pesquisa. Vacina chinesa virou motivo de polêmica após presidente cancelar acordo para aquisição.

Infectologista Gustavo Romero, coordenador do ensaio clínico da vacina contra o coronavírus no DF — Foto: HUB/Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) ampliaram os critérios para participação nos testes de uma vacina contra o novo coronavírus, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac Biotech. Segundo os responsáveis, ainda há 150 vagas disponíveis para voluntários.

Inicialmente, só podiam participar profissionais de saúde maiores de 18 anos, que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 e não tivessem sido infectados pela doença. Agora, também podem se inscrever aqueles que já foram diagnosticados com o vírus, com ou sem sintomas (veja mais abaixo).

A mudança nos requisitos para os testes da CoronaVac foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na última semana, o imunizante chinês virou alvo de polêmica após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cancelar um acordo para aquisição da vacina.

Testes na capital

Os testes com a vacina chinesa começaram no DF em 5 de agosto. Até esta quarta-feira (21), 700 voluntários foram incluídos no estudo. O Hospital Universitário de Brasília (HUB) é um dos 12 centros no Brasil que participam do ensaio clínico, coordenado pelo Instituto Butantan.

De acordo com o coordenador da pesquisa no DF, Gustavo Romero, os resultados obtidos até agora são “bastante positivos”.

“Conforme dados divulgados recentemente pelo Instituto Butantan, a análise preliminar do estudo demonstrou resultados promissores em relação à segurança da vacina”, afirma.

Para participar, é preciso preencher o formulário online, que funciona como uma plataforma de triagem, avaliando se o candidato cumpre os requisitos para o estudo.

Após o pré-cadastro, o interessado deve enviar um e-mail para o endereço informado e a equipe que integra a pesquisa entrará em contato com cada profissional para confirmar os dados e agendar o atendimento no Hospital Universitário de Brasília (HUB), onde são realizados os testes.

A pesquisa é direcionada a profissionais de saúde que cumpram os seguintes requisitos:

  • Tenham mais de 18 anos;
  • Trabalhem em serviço de saúde atendendo pessoas com Covid-19;
  • Tenham registro no conselho profissional regional;
  • Não apresentem doença crônica;
  • Se mulher, não estejam gestantes;
  • Não participem de outro ensaio clínico.

Ao aceitar participar da pesquisa, o voluntário assina um termo de consentimento e se compromete a comparecer ao HUB periodicamente, durante doze meses, para acompanhamento da saúde. O voluntário aprovado receberá duas doses do material, com intervalo de 14 dias

Metade dos participantes não vai tomar a vacina, mas um placebo, para fazer parte do “grupo de controle”, que servirá de base para que os pesquisadores identifiquem os efeitos da composição em quem, efetivamente, recebeu as doses.

Ministério da Saúde e a “vacina chinesa”

Na terça-feira (20), o Ministério da Saúde anunciou, em reunião com governadores, que a União compraria 46 milhões de doses da CoronaVac. No entanto, nesta quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro afirmou, em sua página no Facebook, que o Brasil não vai comprar “a vacina da China”.O ministro da saúde, Eduardo Pazuello, havia dito que, quando a vacina fosse aprovada, as doses seriam distribuídas a todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que há décadas é responsável por campanhas nacionais de vacinação.

“Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI. As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, disse Pazuello na terça-feira.

No entanto, após a manifestação do presidente, o Ministério da Saúde mudou o tom e disse que “não há intenção de compra de vacinas chinesas” contra a Covid-19.

A Sinovac tem um acordo com o governo de São Paulo para fornecimento da vacina pronta e, também, para a transferência da tecnologia de produção para o Instituto Butantan.

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Ministério da Saúde acerta compra da vacina chinesa contra a covid-19

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Além da vacina desenvolvida pelo Sinovac, o governo federal tem parceria com o laboratório AstraZeneca e com o consórcio global

Vacina chinesa: imunizante é desenvolvido no Brasil em parceria com o Instituto Butantan. (China Daily/Reuters)

O Ministério da Saúde vai comprar a vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com o governo de São Paulo, a aquisição será por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e vai garantir 46 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações. As duas partes ainda vão acertar os detalhes para divulgar como serão os termos da parceria.

O acordo foi firmado em reunião virtual do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com governadores, realizada na tarde desta terça-feira, 20. A compra será condicionada à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à comprovação da eficácia da vacina. A previsão é iniciar a vacinação em janeiro de 2021.

O estado de São Paulo firmou uma parceria com o laboratório Sinovac para a compra de 46 milhões de doses da vacina para o estado, sendo 6 milhões já prontas e as outras 40 milhões formuladas pelo Instituto Butantan até dezembro de 2020. Até fevereiro de 2021 serão mais 15 milhões de doses, totalizando 61 milhões.

O Ministério da Saúde tem à disposição ainda outras duas vacinas para distribuir a nível nacional. Uma delas é a desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. O acordo prevê a distribuição das primeiras 15 milhões de doses em janeiro de 2021. O total recebido será de 100 milhões de doses e mais 165 milhões produzidas pela Fiocruz. O valor total deste acordo é de 2 bilhões de reais.

A outra aposta é da aliança global Covax Facility que vai permitir ao Brasil ter acesso a uma de nove vacinas em desenvolvimento atualmente. Neste pacote estão 40 milhões de doses. Entre estas nove vacinas não está incluída a do laboratório Sinovac. Nesta parceria, duas doses necessárias para vacinar uma pessoa vai custar 21 dólares.

Governo de SP não dá data certa para vacinação

Até semana passada, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vinha dizendo que o início da vacinação contra a covid-19 no estado seria no dia 15 de dezembro. Com o atraso nos resultados da fase de testes, fundamentais para comprovar a eficácia, o discurso mudou e os integrantes da equipe de saúde passaram a dizer que não há como especificar uma data para o começo da campanha de imunização.

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, responsável pela fase de testes da vacina chinesa do laboratório Sinovac no Brasil, todo o estudo de uma vacina dura, em média, 12 meses, mas que tudo está sendo o mais adiantado possível.

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Hoje é

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

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