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Novo notebook da Dell tem 15 horas de duração de bateria

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Com mercado em alta no mundo, Dell renova linha de notebooks no Brasil

Dell Inspiron 13 5000: aparelho tem versões com preços a partir de 6.700 reais (Dell/Divulgação)

A Dell anunciou hoje os novos modelos de notebooks da linha Inspiron 13 5000. Os aparelhos chegam ao mercado com diferentes opções de configuração e podem chegar a ter processador Intel Core i7, 8 GB e 512 de espaço em SSD (unidade de memória mais veloz do que o HD comum).

Em todas as versões, o notebook tem revestimento de alumínio e tela de 13 polegadas com resolução Full HD, que está acima da resolução HD e abaixo da 4K.

Na configuração com processador Intel Core i5, a Dell promete duração de bateria de até 15 horas de uso. Segundo a empresa, os testes foram feitos em laboratório com o uso de aplicativos de produtividade usados normalmente pelos usuários (como o pacote Microsoft Office).

Menos de três meses depois do lançamento global, a Intel traz ao país a nova linha de processadores da família Tiger Lake, que estão presentes nos notebooks da Dell e são os responsáveis pelos ganhos de desempenho computacional e eficiência de energia em relação a gerações passadas dos aparelhos da linha Inspiron.

Os notebooks Dell Inspiron 13 5000 contam com conexões HDMI, USB (3.2), USB Type-C e leitor de cartão de memória microSD. Os produtos também podem ter a memória Optane de 32 GB, da Intel, que acelera a velocidade de laptops.

A Dell não informou se os notebooks serão vendidos em redes de varejo, mas eles já estão disponíveis na sua loja online oficial. Veja os preços sugeridos de cada modelo:

  • Processador Intel Core i5 e 256 GB de memória: R$ 6.679
  • Processador Intel Core i5 e 512 de memória + Optane: R$ 7.218
  • Processador Intel Core i7 com 512 GB + Optane: R$ 7.729

O boom no mercado de notebooks

O mercado global de computadores cresceu em 2020. No terceiro trimestre, a consultoria Canalys estima que as vendas subiram 13%, marcando a maior alta da última década. O quarto trimestre foi ainda melhor. O crescimento registrado foi de 25% em relação ao mesmo período em 2019. Foram vendidas 90,3 milhões de unidades no mercado mundial entre outubro e dezembro.

Canalys estimates (sell-in shipments), PC analysis, January 2021 - Global PC shipments 2010 to 2020

No ano, o crescimento do setor foi de 11%, sendo o maior crescimento registrado desde 2010. No total, foram vendidas 297 milhões de unidades. Os notebooks puxaram o crescimento. A consultoria estima que 235,1 milhões desses aparelhos eram laptops, uma alta de 25% em relação a 2019.

O momento é bom para a Dell. Resta saber se a maioria dos consumidores já comprou um novo notebook ou se o novo lançamento chegou a tempo.

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WhatsApp vai limitar envio e leitura de mensagens para quem não aceitar nova política de privacidade

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Aplicativo disse que conta não será apagada, mas funcionalidades ficarão restritas. A partir de 15 de maio, novos dados serão compartilhados com o Facebook.

WhatsApp enviou aviso sobre mudança de privacidade no início do ano. — Foto: AFP

O WhatsApp publicou uma página explicando o que irá acontecer com os usuários que não aceitarem sua nova política de privacidade, prevista para entrar em vigor no dia 15 de maio.

O aplicativo disse que “por um breve período” ainda será possível receber ligações e notificações, sem detalhar por quanto tempo isso irá valer. Por outro lado, o envio e leitura de mensagens ficarão totalmente restritos.

A conta não será apagada e as pessoas ainda poderão concordar com os novos termos após a data de vigência, de acordo com uma página de suporte.

O que vai mudar?

A mudança na política de privacidade passou a ser comunicada no início de 2021 e prevê o compartilhamento de novos dados com o Facebook, dono do app. Segundo o WhatsApp, as novidades valem somente para conversas com empresas.

Os termos prevêem que d

ados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram.

Embora o WhatsApp afirme que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, o novo texto indica a coleta de informações que não estavam presentes na versão anterior do documento.

Entre elas: carga da bateria, operadora de celular, força do sinal da operadora e identificadores do Facebook, Messenger e Instagram que permitem cruzar dados de um mesmo usuário nas três plataformas.

O aplicativo mostra em seus termos quais são os fins da coleta de dados, como utilização das informações para melhorias no serviço ou integração entre plataformas. Porém, não há um detalhamento individual sobre a finalidade dos dados armazenados pela companhia.

WhatsApp e Facebook poderão ler minhas mensagens?

Não. A companhia afirma que todas as mensagens – de texto, áudio, vídeo e imagens – são criptografadas de ponta a ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem ver a mensagem.

O aplicativo também ressalta que não mantém registros sobre com quem os usuários estão conversando e que não compartilha listas de contatos com o Facebook, pontos vistos como preocupações de parte dos usuários.

WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade — Foto: Divulgação

WhatsApp terá novo alerta sobre mudança na política de privacidade — Foto: Divulgação

A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir a proteção da criptografia em conversas com contas comerciais.

Imagine, por exemplo, uma grande varejista que ofereça atendimento pelo WhatsApp. Os atendentes não respondem por um celular, mas por ferramentas que gerenciam os chats.

Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações com empresas, o aplicativo não consegue garantir a criptografia ponta a ponta para essas conversas.

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Yaman abre 150 vagas em tecnologia, todas com home office

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Oportunidades são voltadas para Desenvolvedores, Engenheiros de Qualidade e de Performance de Software e Profissionais de Segurança Cibernética

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Spotify adota home office permanente e funcionários poderão trabalhar de qualquer lugar

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Decisão está de acordo com várias empresas de tecnologia que planejam manter algumas das novas formas de trabalho que surgiram durante a pandemia covid-19

Spotify (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

 A Spotify permitirá que seus funcionários trabalhem em qualquer lugar, disse a empresa sueca de streaming de música nesta sexta-feira, sacudindo ainda mais o futuro da vida profissional moderna.

Com o trabalho mudando para sistemas baseados em nuvem e as pessoas acessando reuniões online, os escritórios adaptaram um estilo de vida de trabalho remoto, já que as vacinas ainda podem levar boa parte do ano para serem concluídas.

O movimento do Spotify está de acordo com várias empresas de tecnologia que planejam manter algumas das novas formas de trabalho que surgiram durante a pandemia covid-19.

Salesforce.com e Twitter já mudaram para modelos de trabalho remoto híbrido ou permanente.

A empresa, que está avaliando seus espaços de escritórios em todo o mundo, viu um aumento no número de assinantes durante a pandemia, para 155 milhões no quarto trimestre.

 

 

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Antes parceira, a Intel quer provar que chip da Apple não é tão bom assim

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A Intel era a fornecedora de processadores para os computadores da empresa da maçã até 2020. Agora, a Apple produz seus próprios chips

Apple: companhia lançou seu processador para notebooks em novembro do ano passado (Bloomberg / Colaborador/Getty Images)

A Apple causou um estrondo no mercado de computadores quando, em novembro do ano passado, anunciou uma nova geração de MacBooks com processadores agora produzidos pela própria empresa da maçã. Os chips M1 foram elogiados pela capacidade de deixar os aparelhos mais rápidos e potentes. Mas, para a Intel, a antiga fornecedora de processadores para a Apple, eles não são tão bons assim.

Relatos dos sites PC World e Tom’s Hardware apontam que a Intel está compartilhando o resultado de diversos testes de benchmark para provar que seus chips Intel Core i7 são de 11ª geração são mais rápidos do que os processadores M1, produzidos pela antes parceira e agora rival americana.

A Apple informa que seu processador, com 5 nanômetros de distância, conta com processamento com CPU de 8 núcleos, 4 de alta performance e 4 de alta eficiência, que permite manter tarefas com alto nível de eficiência. Isso torna o chipset duas vezes mais poderoso do que os processadores de PCs e com um quarto do consumo energético.

O novo processador traz ainda placa gráfica integrada, na qual a Apple afirmou que tem a tecnologia mais avançada já desenvolvida em Cupertino. O chip tem processado neural com 16 núcleos, capaz de processar 1 trilhões de operações por segundo.

Os resultados dos testes exibidos pela Intel apontam que o Core i7 pode levar vantagem em alguns pontos. A Intel apresentou resultados melhores durante o uso dos notebooks para a navegação no Chrome, em tarefas realizadas em aplicativos do Office 365, em jogos e durante o uso de programas da Adobe.

A Intel também rebateu as críticas de que seus chips geravam um gasto maior de bateria dos aparelhos do que o M1. Segundo a empresa, as críticas são baseadas em boatos e que, na prática, os processadores da Apple não levam a melhor neste quesito ante os chips da Intel da categoria i7.

O problema é que os testes realizados pela Intel não são muito transparentes e levantam dúvidas sobre os critérios utilizados para a medição. Uma análise da velocidade dos aparelhos para realizar tarefas de inteligência artificial usou um programa da Topaz Labs que faz o uso de aceleração de hardware da própria Intel.

Outra questão é que a Intel realizou a troca das máquinas durante os testes com seu chip, mas não fez a mesma coisa quando realizou as medições com o processador M1, instalado em um MacBook Air. Além disso, o teste de bateria pode ter resultados questionados, já que o MacBook Pro é o aparelho da Apple mais parrudo neste quesito.

 

 

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Facebook remove postagens falsas sobre vacinas contra a covid-19

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A partir de hoje, o Facebook afirmou que irá deletar posts “que afirmam que a covid-19 foi uma doença criada por humanos”, entre outros

Facebook: rede social vai alterar regras de desinformações (Shana Novak/Getty Images)

Em mais um passo em direção a evitar a disseminação de notícias falsas e também de não repetir os acontecimentos de 2016, o Facebook passou a remover todas as postagens que contém notícias falsas sobre as vacinas do novo coronavírus.

Apesar de a rede social já ter começado a deletar postagens falsas, agora expandiu a lista de conteúdos que podem deixar de fazer parte da plataforma – o Facebook, uma das redes sociais mais usadas no mundo, com 2,7 bilhões de usuários, já foi utilizado para espalhar muitas informações falsas desde o início da pandemia, mas tem trabalhado para monitorar com mais avidez a situação das postagens dos usuários.

A partir de hoje, o Facebook afirmou que irá deletar posts “que afirmam que a covid-19 foi uma doença criada por humanos”, publicações afirmando que as vacinas não são eficazes na proteção do vírus, ou que é melhor ser infectado pelo vírus do que pegar a vacina.

Outra notícia falsa que voltou à tona nos últimos meses foi a de que as vacinas causam autismo – qualquer postagem dessa natureza, a partir de agora, será deletada, sem chance de recuperação, para “fazer com que a desinformacão deixe de alcançar um grande número de pessoas”.

“Vamos começar essa política imediatamente, com foco particular em páginas, grupos, e contas que violam essas regras, e vamos continuar a expandir a nossa política nas próximas semanas. Grupos, páginas, e contas no Facebook e no Instagram que compartilham repetidamente esse tipo de publicações serão removidas de vez. Também estamos pedindo para que alguns administradores de grupos ou membros que tenham violado as políticas sobre covid-19 para aprovar temporariamente todas as publicações dentro de um grupo. Afirmações sobre covid-19 ou vacinas que não violem essas regras, serão elegíveis para uma revisão feita por nosso grupo de checadores terceirizados, e, se forem marcados como falsos, serão etiquetados e removidos”, afirmou o Facebook em uma postagem em seu blog.

Além disso, o Facebook afirmou que vai melhorar seu mecanismo de pesquisas – quando um indivíduo pesquisar sobre assuntos relacionados sobre a vacina da covid-19 na rede social, o site fará um ranking relevante dos resultados e irá prover recursos de terceiros para conectar as pessoas com especialistas de informação sobre imunizantes. No Instagram, o alcance de contas que espalham notícias falsas sobre o vírus será reduzido. “No Instagram, em adição ao alcance das contas que espalham notícias falsas, nas próximas semanas nós tornaremos mais difícil achar contas que tentam fazer com que as pessoas tomem as vacinas”, disse o Facebook.

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Elon Musk pretende escrever um livro sobre Tesla e SpaceX

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Essa não é a primeira vez que o bilionário fala sobre escrever um livro. Ideia já foi sugerida em 2019

Elon Musk: bilionário quer contar sua história (Bloomberg/Getty Images)

Elon Musk já é o homem mais rico do mundo, dono de empresas como a fabricante de carros Tesla e a SpaceX, voltada para a exploração espacial, mas tudo isso parece não ser o suficiente para ele.

Agora, Musk anunciou que está escrevendo um livro sobre as duas companhias. Em seu perfil no Twitter, ele disse “é a hora de contar a história da Tesla e da SpaceX”. Em uma segunda publicação, “da Terra e de Marte”, para finalizar a série de tuites com “lições aprendidas”.

 

Quando um de seus 46 milhões de seguidores na rede social perguntou o que Musk queria dizer com seus tuites, e se ele estava planejando escrever um livro, a resposta foi “sim”. Outra teoria é a criação de um podcast, quase como a entrevista que ele fez para o Clubhouse no dia 31 de janeiro, com o CEO da Robinhood, Vlad Teney.

Mas essa não é a primeira vez que o bilionário fala sobre escrever um livro. Em 2019, ele disse que a história do começo de sua carreira “poderia ser um livro um dia”.

 

 

 

 

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segunda-feira, 1 de março de 2021

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