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Novas fotos feitas pela NASA mostram uma pedra espacial com forma misteriosa

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A pedra foi chamada de 2014 MU69

(Foto: Divulgação)

A espaçonave New Horizons, da NASA, se aproximou no ano novo de uma misteriosa pedra espacial — e a batizou de 2014 MU69. À primeira vista, ela se parece com um boneco de neve desengonçado ou, talvez, um amendoim deformado. Porém, novas fotos permitem ver que ela é mais plana do se pensava — mais próxima do formato de uma panqueca do que de um amendoim.

As primeiras fotos enviadas para a Terra revelaram um objeto composto por dois segmentos que se tocam. As duas partes pareciam redondas inicialmente, mas a nova série de imagens de perfil mostra uma forma mais plana. A seção maior parece uma panqueca gigante, de acordo com o Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, e a menor, um amendoim amassado.

“As novas imagens estão criando um enigma científico sobre como um objeto desse poderia sequer ser formado”, diz Alan Stern, pesquisador na missão da New Horizons. Já o astrônomo do Planetário do Instituto de Pesquisa do Sudoeste, Alex Parker, afirma que formas parecidas surgem nas luas de Saturno, mas elas são formadas em um ambiente especial dos anéis do planeta, enquanto a 2014 MU69 formou-se no espaço profundo.

A pedra está a 4,1 bilhões de milhas da Terra, no Cinturão de Kuiper — uma grande extensão de objetos frígidos que orbitam o Sol nos extremos do Sistema Solar. Durante sua passagem pela pedra — que tem 21 milhas de extensão —, a New Horizons tirou fotos com suas duas câmeras e coletou 50GB de dados.

Os pesquisadores não têm total certeza de que o último modelo é a forma exata da pedra. Ainda há um pedaço inteiro que não foi iluminado pelo Sol, o que significa que parte de sua forma ainda é estimada. Qualquer que seja a forma final, as descobertas animam os pesquisadores. “Nós nunca vimos algo como isso orbitando o Sol”, conta Stern.

Fonte Olhar Digital

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Brasil

Alexandre de Moraes arquiva recurso de Bolsonaro e depoimento do presidente à PF gera impasse

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Por Ricardo Brito

BRASÍLIA (Reuters) – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu arquivar sem analisar o mérito o recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) para que o presidente Jair Bolsonaro não prestasse depoimento às 14h desta sexta na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, como havia sido determinado pelo magistrado na véspera.

Moraes entendeu que o recurso apresentado pela AGU –tecnicamente chamado de agravo regimental– foi apresentado fora do prazo previsto. Segundo ele, esse recurso teria de ter sido apresentado em dezembro e não nesta sexta, às vésperas do horário agendado para Bolsonaro depor.

“A Advocacia-Geral da União – AGU protocolou a petição nº 3671/2022, nesta data, às 13h:49 – 11 minutos antes do horário agendado para o interrogatório – e recebida no Gabinete às 14h:08, sabendo tratar-se de RECURSO MANIFESTAMENTE INTEMPESTIVO POR PRECLUSÃO TEMPORAL E LÓGICA”, disse trecho da decisão.

O ministro do STF citou ainda que já tinha havido uma prorrogação do prazo para que o presidente depusesse e ele “expressamente” concordado com seu depoimento pessoal.

“No ponto, convém rememorar – diferentemente do que, estranhamente alegado pela AGU no presente agravo – que, ao formular o pedido de dilação do prazo para a sua oitiva, o Presidente concordou expressamente com seu depoimento pessoal e restou acentuado que: ‘o Senhor Presidente da República, em homenagem aos princípios da cooperação e boa-fé processuais, atenderá ao contido no Ofício nº 536307/2021-SR/PF/DF’”, transcreveu Moraes, no despacho de quatro páginas.

Na prática, ao arquivar o pedido da AGU, o recurso não segue para apreciação do plenário, segundo uma fonte do Supremo. Esse era um dos objetivos da defesa de Bolsonaro, segundo uma fonte do governo.

Dessa forma, Bolsonaro deveria comparecer à PF para prestar depoimento nesta sexta-feira e isso poderá levá-lo eventualmente a ser responsabilizado criminalmente por não ter comparecido.

O inquérito em que o presidente teria de depor apura o vazamento de uma investigação sigilosa da Polícia Federal a respeito de um ataque hacker sofrido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Essa investigação foi aberta por Moraes após Bolsonaro publicar em suas redes sociais informações do inquérito sigiloso sobre o ataque hacker contra o TSE em 2018, meses antes das eleições daquele ano. O ataque não teve nenhuma consequência sobre as eleições daquele ano.

No início de agosto, o presidente usou o conteúdo desse inquérito para contestar –sem qualquer tipo de prova– o sistema de votação em urnas eletrônicas no país. Segundo ele, o sistema seria passível de fraudes –fato esse que nunca foi comprovado.

A decisão de Moraes foi tornada pública antes mesmo da divulgação do agravo regimental que tinha sido apresentado pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco, ao Supremo.

O documento foi apresentado pela defesa do presidente de forma física e, segundo fontes, estava sendo digitalizado.

Bianco chegou a comparecer pessoalmente na Superintendência da PF em Brasília para informar que o presidente não iria depor na investigação.

Por ora, não se sabe se a AGU vai apresentar ao Supremo um novo recurso contra a decisão de Moraes.

OUTRO CASO

Em novembro passado, após travar uma batalha jurídica de mais de um ano e recuar na última hora, Bolsonaro depôs no inquérito que apura a suspeita de interferência dele no comando da Polícia Federal. Ele negou as acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro.

Se depor no caso inquérito do ataque hacker ao TSE, seria a segunda vez que o presidente prestaria depoimento em uma investigação conduzida pelo STF.

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É Destaque

Juíza arquiva ação contra Lula no caso do triplex

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A juíza Pollyana Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, da 12ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, arquivou a ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá (SP) por reconhecer a prescrição dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro imputados ao petista. A prescrição é decorrente da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular os atos processuais proferidos pelo ex-juiz Sérgio Moro, ao declará-lo suspeito para julgar o processo contra Lula – hoje seu possível adversário nas eleições 2022. Pollyana inclusive declarou a extinção da punibilidade do petista, ou seja, ele não poderá ser processado pelos mesmos fatos que lhe foram imputados.

“Acolho a promoção ministerial e determino o arquivamento dos autos: Em razão da extinção da punibilidade pela prescrição da pretensão punitiva estatal relativamente a Luiz Inácio Lula da Silva, José Adelmário Pinheiro Filho e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, relativamente às imputações dos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, envolvendo o pagamento de reforma, ocultação e dissimulação da titularidade do apartamento 164-A, triplex, e do beneficiário das reformas realizadas, nos termos do art. 107, inciso IV, art. 109, inciso III, e art. 115, todos do Código Penal”, registrou a magistrada.

A decisão foi proferida nesta quinta-feira, dia 27, e acolhe parecer do Ministério Público Federal que defendeu o arquivamento do caso em dezembro. Na ocasião, a procuradora Marcia Brandão Zollinger indicou que, em razão da decisão do Supremo sobre a parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, as provas colhidas ao longo do processo não podem ser aproveitadas.

O entendimento do Supremo implicou na anulação de todos os atos processuais e pré-processuais do caso, levando o mesmo à estaca zero. Entre as decisões derrubadas estão a sentença em que Moro havia condenado Lula a 12 anos e 1 mês de prisão no caso do triplex – pena que foi posteriormente reduzida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em despacho de 11 páginas, Pollyana lembrou que reconheceu a prescrição dos crimes imputados a Lula no caso do sitio de Atibaia e ressaltou: “trata-se de situação semelhante e por tal razão, as razões de fato e fundamentos explicitados naquela ocasião são perfeitamente aplicáveis”.
Os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins, que defendem Lula, se manifestaram sobre a decisão judicial. “O encerramento definitivo do caso do tríplex pela Justiça reforça que ele serviu apenas para que alguns membros do Sistema de Justiça praticassem lawfare contra Lula, vale dizer, para fizessem uso estratégico e perverso das leis para perseguir judicialmente o ex-presidente com objetivos políticos. Um caso sem nenhuma materialidade nem acusação concreta e apenas com provas de inocência do ex-presidente. O Supremo Tribunal Federal reconheceu a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro nesse caso e em outros em que ele atuou contra Lula, tal como demonstramos desde a primeira defesa escrita apresentada, e, como consequência, declarou a nulidade todos os atos – reconhecendo que o caráter ilegal e imprestável da atuação de Moro em relação ao ex-presidente”, afirmaram os advogados.
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Brasília

No DF, 200 mil moradores ainda não se vacinaram

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O DF atingiu a marca de 5.281.008 vacinas contra a covid-19 aplicadas: “Já vacinamos muito. Mas não estamos satisfeitos ainda”, afirma o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache | Foto: Breno Esaki/Agência-DF

Secretaria de Saúde possui doses suficientes para a população e pontos de vacinação em todas as regiões administrativas

A Secretaria de Saúde não tem registros do início da vacinação de quase 200 mil moradores do Distrito Federal. Outros 120 mil também já poderiam ter recebido a segunda dose, mas ainda não compareceram a um local de vacinação. Os números foram apresentados nesta quinta-feira (27) durante coletiva de imprensa com gestores da secretaria.

“Hoje o DF está preparado para vacinar todos. Não nos faltam doses”, afirmou a subsecretária de atenção integral à Saúde, Paula Lawall. Ela salientou que há pontos de vacinação em todas as regiões administrativas, incluindo o posto de vacinação na Rodoviária, o drive-thru da Asa Sul e as unidades que funcionam até as 22h.

O DF atingiu a marca de 5.281.008 vacinas contra a covid-19 aplicadas. Hoje, 85,23% da população acima de cinco anos já recebeu pelo menos a primeira dose. “Já vacinamos muito. Mas não estamos satisfeitos ainda”, afirmou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache.

Ele destacou as ações para ampliar a vacinação, com novos locais e opções de horários. “O não vacinado muitas vezes não teve oportunidade. E nós estamos criando oportunidade por meio de uma busca ativa fora dos nossos muros”, completou o gestor.

Vacinação infantil

O Ministério da Saúde deve enviar, no domingo (31), mais 23.400 doses da versão pediátrica da vacina da Pfizer-BioNTech, para ser aplicada em crianças de 5 a 11 anos. A CoronaVac também é utilizada para o público de 6 a 11 anos.

“É importante vacinar a criança para que ela não seja um fator exposição da família”, explicou o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno. Ele ressaltou também que não houve nenhum caso de efeito adverso grave registrado no DF.

Os gestores ressaltaram, ainda, a importância de levar o cartão de vacinação das crianças. Isso porque é preciso haver um intervalo de pelo menos 15 dias entre a aplicação da vacina da covid e a de outros imunizantes do calendário regular.

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Brasil

Moraes manda Bolsonaro prestar depoimento pessoalmente na PF na sexta-feira sobre vazamento de documentos

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Ministro do STF escreveu que AGU deixou de indicar o dia, horário e local para o interrogatório do presidente
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que o presidente Jair Bolsonaro compareça pessoalmente à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal na sexta-feira, às 14h, para prestar depoimento sobre suspeita de vazamento de documentos sigilosos de uma investigação da PF.
A decisão do ministro foi em resposta a um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para que Bolsonaro não comparecesse ao depoimento, cujo prazo venceria nesta sexta-feira, dia 28. O presidente teria a prerrogativa de escolher data, horário e local para o interrogatório, mas a AGU apenas apresentou, na véspera do fim do prazo, um pedido de dispensa. Por isso, Moraes negou o pedido e determinou o comparecimento pessoal à PF para o depoimento.
“Em momento algum, a imprescindibilidade do absoluto respeito ao direito ao silêncio e ao privilégio da não autoincrimnação constitui obstáculo intransponível à obrigatoriedade de participação dos investigados nos legítimos atos de persecução penal estatal ou mesmo uma autorização para que possam ditar a realização de atos procedimentais ou o encerramento da investigação, sem o respeito ao devido processo legal”, escreveu Moraes.

Prosseguiu o ministro: “Em uma República, o investigado – qualquer que seja ele – está normalmente sujeito ao alcance dos poderes compulsórios do Estado necessários para assegurar a confiabilidade da evidência, podendo, se preciso, submeter-se à busca de sua pessoa ou propriedade, dar suas impressões digitais quando autorizado em lei e ser intimado para interrogatório”.

Segundo Moraes, embora a lei preveja que caberá ao investigado escolher o “direito de falar no momento adequado” ou o “direito ao silêncio parcial ou total”, “não é o investigado que decidirá prévia e genericamente pela possibilidade ou não da realização de atos procedimentais ou processuais durante a investigação criminal ou a instrução processual penal”.

Esse inquérito foi aberto para apurar a suspeita de vazamento de documentos sigilosos de uma investigação da PF a respeito de ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O inquérito foi aberto pelo Supremo e tramita sob relatoria de Moraes.

Bolsonaro divulgou os documentos em sua rede social e também durante uma transmissão ao vivo em julho na qual divulgou informações falsas a respeito da confiabilidade das urnas eletrônicas. O presidente, então, mostrou documentos de uma investigação da PF sobre ataque ao TSE, mas que não tinha nenhuma relação com as urnas eletrônicas. O deputado bolsonarista Filipe Barros (PSL-PR), que participou da live, também é investigado.

A divulgação de documentos sigilosos constitui crime, por isso o STF abriu inquérito para apurar a conduta do presidente. O depoimento de Bolsonaro é uma das últimas diligências pendentes para a PF concluir a investigação.

Na sua petição, a AGU também pediu o arquivamento do inquérito e citou trechos do depoimento do delegado Victor Campos, que era responsável pela investigação sobre o ataque hacker ao TSE. O delegado afirmou que essa investigação não estava sob segredo de Justiça e que, por isso, forneceu cópia dela para o deputado Filipe Barros após uma solicitação do parlamentar à Superintendência.

Em novembro, Bolsonaro prestou depoimento em um outro inquérito, sobre suspeita de interferência indevida na Polícia Federal. Neste caso, ele foi ouvido no próprio Palácio do Planalto pela equipe da corporação. Inicialmente, Bolsonaro também tentou ser dispensado do depoimento, mas mudou de posicionamento e concordou em ser ouvido pela PF.

Em dezembro, a Polícia Federal chegou a intimar Bolsonaro a prestar depoimento. Por ser presidente da República, ele tem a prerrogativa de escolher data, horário e local para o seu depoimento. Por isso, o agendamento dependia de uma resposta do Palácio do Planalto à polícia.

Mesmo com a determinação do ministro do STF, há a possibilidade de que o presidente não compareça à Polícia Federal. Juristas ouvidos pelo GLOBO explicam que, por ser investigado, e não testemunha, Bolsonaro não é obrigado a depor — prestar depoimento como investigado é um ato de defesa e, portanto, a pessoa se defende se quiser.

— Mas como existe uma ordem judicial para que Bolsonaro vá, caso ele não compareça estará, sim, descumprindo uma ordem judicial — pondera Thiago Bottino, professor da FGV Direito Rio.

Uma hipótese que, caso seja concretizada, poderia levar, em tese, ao cometimento de crime de responsabilidade por parte do presidente. No STF, a expectativa é que Moraes, em caso de falta por parte de Bolsonaro, analise quais medidas adotar.

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Brasília

Governador Ibaneis Rocha é reeleito presidente do Consórcio Brasil Central

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Ele assume novo mandato, até o final de 2022, para continuar o trabalho de políticas públicas em prol do DF e de mais seis estados

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi reeleito presidente do Consórcio Brasil Central (BrC) na Assembleia Geral do grupo, realizada virtualmente nesta quinta-feira (27). O chefe do Executivo local, que ocupou o cargo ao longo de 2021, foi mantido para um novo mandato até o final de 2022.

“Vamos prosseguir com os projetos importantes para o Consórcio. A reunião foi uma prestação de contas do primeiro período que estive à frente como presidente e também a eleição para o próximo mandato, que se inicia neste momento. Fui reconduzido para continuar o trabalho junto a todo o corpo técnico do Brasil Central”, afirma Ibaneis Rocha.

Na assembleia, o presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, anunciou o lançamento da linha de crédito BRB para financiar a economia de baixo carbono. São linhas destinadas a fontes de energia renováveis; a iniciativas que visem à redução de combustíveis fósseis; a agricultura de baixo carbono; e a não realização de operações em locais desmatados ilegalmente ou em áreas de proteção ambiental.

Até o final de 2022, o governador Ibaneis Rocha será o presidente do Consórcio Brasil Central, que reúne o DF e os estados do Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

“O BRB vem passando por uma transformação e tendo impacto na economia do DF e se posiciona como parceiro estratégico na execução de políticas públicas para o consórcio”, reforça Paulo Henrique Costa.

Já o secretário-executivo do BrC, José Eduardo Pereira Filho, destacou a força e potencial do grupo. “A tônica do consórcio é a cooperação e o protagonismo do Centro-Oeste e dos estados do Maranhão, Tocantins e Rondônia. Temos um grupo representativo, que conta com 21 senadores e 75 deputados federais, e que juntos podemos buscar soluções para esses estados.”

Além da reeleição de Ibaneis, foram tratados outros temas de interesse dos participantes do Consórcio, que são o DF e os estados do Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins.

Governadores e representantes desses estados trataram de linhas de crédito para projetos sustentáveis; de ações de combate a incêndio e programas de educação ambiental junto ao Ibama; questões sanitárias, como o combate à dengue, chikungunya e zika vírus; e também a compra compartilhada entre os participantes, sendo este um dos principais temas tratados pelo consórcio, uma vez que objetiva e facilita a redução de preços nas aquisições.

Presidente do Consórcio entre 2018 e 2020, o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, desejou sucesso ao governador Ibaneis no novo mandato. “Você conta com nosso apoio para conduzir os trabalhos, uma iniciativa que idealizamos lá em 2015 pelo potencial desses estados. Vamos seguir fortalecendo nossos estados”, disse.

 

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É Destaque

Bolsonaro anuncia reajuste de 33,24% para piso salarial de professores

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(Alan Santos/PR/Flickr)

A disposição de conceder a reposição foi antecipada pelo chefe do Executivo na quarta-feira, 26, a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada

Pela Lei do Magistério, o reajuste de professores é atrelado ao chamado valor por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), definido pelo Ministério da Educação, com base na inflação. No ano passado, o governo não concedeu reajustes.

Na quarta, o presidente havia dito a apoiadores que iria “seguir a lei”. “Vou seguir a lei. Governadores não querem 33%. Eu vou dar o máximo que a lei permite, que é próximo disso”, afirmou Bolsonaro. Governadores e prefeitos pressionavam o governo federal a tentar modificar a lei do piso e o cálculo do reajuste como forma de evitar um aumento no piso salarial dos professores — e, assim, minimizar o impacto nos cofres de estados e municípios.

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