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Negociação com policiais civis só em fevereiro, diz GDF a distritais

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Em reunião na CLDF na terça (25), os secretários de Fazenda e de Planejamento repetiram que o GDF não tem como reajustar os salários dos servidores

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

MICHAEL MELO/METRÓPOLES

O GDF jogou um banho de água fria nas pretensões dos policiais civis, que reivindicam reajuste salarial. Segundo o secretário-adjunto de Fazenda, Wilson José de Paula, o governo local só deve ter condições de retomar as negociações com a categoria a partir de fevereiro de 2017. Ainda assim, não há garantia de que o pleito será atendido.

A afirmação do secretário foi feita em encontro com distritais na terça-feira (25/10), na Câmara Legislativa, durante reunião de líderes. A secretária de Planejamento, Leany Lemos, também participou. O assunto entrou em pauta quando se discutia o uso de recursos do Fundo Constitucional.

O deputado Wasny de Roure (PT) perguntou aos representantes do Buriti sobre a gestão do Fundo Constitucional e, no assunto, entrou em pauta a reivindicação dos policiais civis. Como resposta, Wilson de Paula afirmou que hoje é impossível atender à demanda, e o Executivo só deve voltar a se sentar na mesa de negociações em fevereiro do ano que vem.

O secretário de Fazenda disse aos distritais que o caixa do GDF não permite a implantação do reajuste exigido pela categoria, e que “seria irresponsável” autorizar o aumento de 37% aos policiais civis — o mesmo que a União autorizou para a Polícia Federal —, pois o governo não teria como pagá-lo.

Segundo deputados e servidores que acompanharam a reunião a portas fechadas, a notícia fez o clima esquentar no encontro. Wellington Luiz (PMDB) acusou a gestão Rollemberg de “não ter capacidade de planejamento”, e os secretários repetiram que não há recursos em caixa.

Fora do parlamento, também houve efeitos negativos. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Rodrigo Franco, contestou a alegação de que o GDF está sem verba.

“Os recursos do Fundo Constitucional — que pagam as forças de segurança do DF — serão aumentados no ano que vem, e passarão dos R$ 12 bilhões de 2016 para R$ 13 bilhões em 2017. Dinheiro de sobra para pagar o reajuste. O que está havendo é o uso desses recursos para outras finalidades, somado à falta de vontade política do governador em resolver a situação”, reclamou o sindicalista. Até a última atualização desta matéria, o GDF não havia se manifestado oficialmente sobre o encontro com os distritais.

Insatisfação
O impasse entre policiais civis e o Palácio do Buriti começou em julho deste ano, quando a categoria, por falta de negociação com o governo, anunciou medidas para pressionar o Executivo. Desde então, os servidores têm feito paralisações e protestos, além de reduzir serviços, como o atendimento nas delegacias. Além do reajuste salarial, a categoria reclama do efetivo. Hoje, são cerca de 4,5 mil policiais. O Sinpol afirma que o déficit atual é de 50%.

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Maia chama Bolsonaro de “covarde” em publicação sobre vacina e Pazuello

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O parlamentar compartilhou uma nota da coluna Radar, da Veja, que aponta suposta insatisfação do chefe do Planalto com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamou o presidente Jair Bolsonaro de “covarde” em uma publicação no Twitter. O parlamentar compartilhou uma nota da coluna Radar, da Veja, que aponta suposta insatisfação do chefe do Planalto com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

“Bolsonaro é covarde”, escreveu Maia ao compartilhar a notícia com o título “Bolsonaro culpa Pazuello por perda de popularidade e atraso da vacina”. A insatisfação, de acordo com a coluna da revista, teria sido manifestada em reunião ministerial convocada pelo Planalto para discutir a vacinação contra a covid-19.

A coluna diz ainda que a situação de Pazuello diante do presidente melhorou um pouco depois que o ministro resolveu atacar a imprensa em uma entrevista coletiva nesta semana, atitude aprovada pelo chefe. Procurado, o Planalto não comentou a declaração do presidente da Câmara.

Após a pressão para o Brasil começar a vacinação, o Ministério da Saúde preparou um plano para aplicar as doses a partir deste mês. Na quinta-feira, 7, a pasta anunciou um contrato para comprar 100 milhões de doses da Coronavac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e que será distribuída no Brasil pelo Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo.

Maia disputa com Bolsonaro o controle da Câmara dos Deputados a partir de fevereiro. Mais cedo, o parlamentar intensificou a reação após o deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), candidato à presidência da Casa, ter feito um comentário sobre suposta pressão para influenciar o resultado. Maia afirmou que Lira, aliado de Bolsonaro, usa as mesmas práticas do “chefe” para dirigir ataques contra adversários.

 

 

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Brasil

Eduardo Bolsonaro dá apoio a Trump e fala em nova rede social

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Deputado falou que o presidente dos EUA estuda sua “possibilidade de criar sua própria plataforma”

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, usou o Twitter neste sábado (9) para postar uma mensagem de apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que hoje foi banido da rede social.

O parlamentar recomendou a seus seguidores “fiquem ligados” e comentou que Trump estuda a possibilidade de criar sua própria plataforma de rede social.

Eduardo Bolsonaro compartilhou uma mensagem de Trump, em que o presidente dos EUA afirmou que estava prevendo sua suspensão do Twitter e termina dizendo que “não será silenciado”.

– Trump responde Twitter e diz que fará grande anúncio em breve. Ele estuda também a possibilidade de criar sua própria plataforma de rede social. Como aconselhou o Presidente dos EUA: “STAY TUNED!” – FIQUE LIGADO – escreveu.

 

Na mensagem, Trump disse estudar a possibilidade de criar sua própria plataforma de rede social e afirma estar negociando com outros sites. “Teremos grande anúncio em breve”, ressalta o presidente americano.

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Notícias DF

Unidades do Detran passam a funcionar com 70% dos servidores

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Instrução publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (21/10) autoriza o revezamento de servidores no trabalho presencial e o teletrabalho aos servidores que se enquadrem nos grupos de risco

(crédito: Hiram Vargas/Esp. CB/D.A Press)

Os funcionários das unidades administrativas internas do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) podem retornar ao regime presencial de trabalho. De acordo com publicação feita no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (21/10), o percentual presencial mínimo é de 70% dos servidores. A medida vale para funcionários, estagiários e colaboradores da autarquia.

Segundo o Detran, as unidades implementaram os protocolos e medidas de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias e retorno gradual começou em 1º de junho.

A instrução da autarquia autoriza o revezamento de servidores no ambiente presencial, alternando-se
em turnos ou dias. Além disso, o teletrabalho pode ser mantido para servidores que se enquadrem nos grupos de risco para a covid-19. Estes deverão preencher um formulário de autodeclaração e, no prazo de 10 dias, entregar ao Núcleo de Qualidade de Vida a comprovação médica que ateste a condição declarada.

Os servidores que permanecerem em regime de teletrabalho deverão continuar a anexar semanalmente relatório de suas atividades.

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Empresa fundada por ex de Wassef ganha licitação de R$ 9 milhões

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A Globalweb Outsourcing, fundada por Cristina Boner, venceu licitação de R$ 8,999 milhões na Postal Saúde, subsidiária dos Correios que opera planos privados de saúde.

A empresa, hoje em nome da filha de Cristina, Bruna Boner Leo Silva, será contratada para serviços de computação em nuvem por três anos.

A Globalweb ficou em segundo lugar no pregão eletrônico da licitação, mas a primeira colocada, com preço 1 centavo mais barato, foi desclassificada por critérios técnicos.

A empresa é investigada no Tribunal de Contas da União por contratos e aditivos de R$ 218 milhões firmados durante o governo de Jair Bolsonaro.

Cristina Boner é ex-mulher de Frederick Wassef, ex-advogado de Flávio e Jair Bolsonaro.

Fonte: O Antagonista

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Brasil

Moro pede ao STF depoimento presencial de Jair Bolsonaro

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Ex-ministro Sergio Moro

Ex-ministro da Justiça quer manter o entendimento do ministro Celso de Mello

O ex-ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (5), que mantenha o entendimento do ministro Celso de Mello, decano da corte, que determinou o depoimento presencial do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura sua suposta tentativa de interferência na Polícia Federal.

Os advogados do ex-juiz da Lava Jato citam precedentes anteriores da corte e falam ainda em ‘equidade de posições’ entre ouvidos nas investigações, levando em consideração que Moro prestou depoimento presencialmente na Polícia Federal no âmbito das apurações.

A manifestação se deu em contrarrazões apresentadas por Moro no âmbito do recurso em que a Advocacia-Geral da União questiona a decisão de Celso de Mello. O decano determinou a oitiva presencial de Bolsonaro por considerar que a possibilidade de depoimento por escrito não se aplica a casos em que os chefes dos Poderes figuram como investigados, tendo citado em sua decisão diferentes precedentes da corte em tal sentido. O tema chegou a ter impasses durante a licença médica de Celso, tendo o vice-decano, Marco Aurélio Mello, suspendido as investigações do inquérito Moro x Bolsonaro até que a corte decidisse sobre o caso, além de ter enviado o processo para o plenário virtual do Supremo.

Após antecipar seu retorno à Corte, assim como sua aposentadoria, Celso de Mello retirou o caso do plenário virtual e, nesta segunda, 5, pediu que o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, inclua o caso na pauta de julgamentos do tribunal. Existe uma expectativa de que o presidente da corte indique para julgamento o processo já nesta quarta-feira, 07, devido à proximidade da aposentadoria de Celso de Mello, marcada para 13 de outubro. Auxiliares de Fux afirmam que seria difícil o presidente recusar este “último pedido” do decano do tribunal.

Na manifestação enviada ao Supremo, os advogados de Moro rebateram o principal argumento da AGU no pedido para que Bolsonaro fosse ouvido por escrito – o precedente do ex-presidente Michel Temer, que depôs por escrito em inquéritos em que era investigado por decisão dos ministro Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.

No entanto, os defensores de Moro frisam que ‘é preciso reconhecer que a exceção à regra’ no caso em que o relator da Operação Lava Jato no Supremo avalizou o depoimento por escrito do ex-vice de Dilma. Segundo os advogados do ex-juiz da Lava Jato tal exceção se deu ‘em razão das particularidades do caso concreto’, as quais não se repetem na no caso de Bolsonaro, ‘haja vista o reiterado pronunciamento da autoridade policial pela necessidade de oitiva presencial e leitura jurídica da norma realizada pelo relator’.

Outro argumento de Moro é o de que a decisão de Celso de Mello ‘prestigia a equidade de posições entre aqueles que ostentam a condição de arguidos em procedimento investigatório’. Isso porque, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, que também aparece como investigado no inquérito sobre suposta tentativa de interferência política na PF, foi ouvido presencialmente no âmbito das investigações no início de maio. A oitiva, realizada em Curitiba, base da operação que Moro conduziu por anos antes de entrar para o governo Bolsonaro, durou mais de oito horas.

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Brasil

“Russomano é amigo e estou pronto a ajudá-lo”, diz Bolsonaro

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Presidente anunciou publicamente que apoiará candidato do Republicanos

Apesar de dizer inicialmente que não apoiaria qualquer nome para as eleições municipais de 2020, o presidente Jair Bolsonaro decidiu entrar ativamente no pleito e anunciou publicamente que o primeiro nome a receber seu apoio no pleito deste ano será o candidato do Republicanos para a Prefeitura de São Paulo, Celso Russomano.

Durante conversa com jornalistas no Aeroporto de Congonhas, Bolsonaro disse que Russomano é “amigo de longa data” e que está pronto para ajudá-lo na disputa pelo comando do Executivo municipal da capital paulista.

– Não pretendia entrar nas decisões de eleições municipais, mas Russomano é um amigo de velha data e estou pronto para ajudá-lo no que for preciso – disse.

Russomano, que esteve no Aeroporto de Congonhas para receber o presidente da República, falou sobre o que ele chamou de “frente” para combater o presidente da República e ressaltou que qualquer articulação contra o líder do Executivo federal “não vai dar em absolutamente nada”.

– O que é triste é eles terem armado uma frente para combater o presidente Bolsonaro, usando a prefeitura inclusive, para fazer esse tipo de coisa. Não é assim que se faz política. Então, essa frente que eles estão criando aí, para combater o presidente Bolsonaro, não vai dar em absolutamente nada, pode ter certeza – completou.

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Hoje é

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

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