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Na volta para casa, tráfego foi intenso

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A volta para casa no primeiro dia de Copa do Mundo em Brasília teve congestionamento em diversas vias. Os trens do Metrô e muitos ônibus saíram lotados a partir da Rodoviária do Plano Piloto. Nessa quinta-feira (12), após motoristas começarem a invadir a faixa exclusiva, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) liberou o tráfego na EPTG, entre 11h30 e 0h.

No início da tarde, havia retenção no trânsito no Setor Policial, EPGU e EPTG. No Eixo Monumental, era grande o número de veículos, mas havia fluidez.

Por volta das 13h, o fluxo era intenso no sentido Torre de TV. O movimento de pedestres pela Esplanada dos Ministérios em direção à Rodoviária também era intenso.

Mudanças

Além da liberação do tráfego na faixa exclusiva para ônibus, também haverá mudança na inversão da Via Estrutural. Nesta terça (17), a alteração no período da tarde vai ocorrer entre 11h30 e 13h30 – normalmente isso é feito das 17h30 às 20h. Nos dias 23, 26 e 30 de junho, as inversões estarão completamente suspensas.

Durante as manhãs, as pistas serão invertidas no horário normal pela manhã (6h às 9h30). O esquema especial vai acontecer por causa da realização da Fifa Fan Fest, no Taguaparque, em Taguatinga.

O Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) recomenda que os motoristas evitem trafegar no Pistão Norte (sentido sul norte) momentos antes dos jogos até logo após as partidas. Serão montados quatro pontos de travessia de pedestres em locais próximo às entradas da Fifa Fan Fest.

Os retornos do Pistão Norte (DF-001), localizados perto do local do evento, estarão fechados para dar fluidez ao trânsito. A PM recomenda também que a população utilize o transporte público para ir até o evento. O estacionamento do local da festa comporta até 4 mil vagas, destinadas ao público geral.

Fonte: Alô

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Zoológico de Brasília faz ‘Colônia de Feras’ com atividades para crianças

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Programa oferece 90 vagas para crianças entre 5 e 10 anos. Atividades ocorrem em duas semanas de janeiro.

Jardim Zoológico de Brasília — Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília.

O Zoológico de Brasília abre, nesta terça-feira (7), as inscrições para a “Colônia de Feras” de janeiro. Durante uma semana, crianças entre 5 e 10 anos poderão curtir as atrações do parque com visitas monitoradas e aulas de educação ambiental.

O programa custa R$ 150 e disponibiliza 75 vagas, além de 15 gratuitas para estudantes da rede pública. Os responsáveis devem preencher um formulário online a partir das 14h desta terça no site do Zoo.

A inscrição deve ser confirmada pessoalmente, após apresentação de documentos obrigatórios (veja abaixo).

Visitantes no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Visitantes no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília.

Os participantes da “Colônia de Feras” terão aulas sobre a fauna e a flora brasileiras pela perspectiva da preservação ambiental. As atividades serão divididas em duas turmas e vão ocorrer das 13h30 às 17h30 nos seguintes dias:

  • Entre 13 e 17 de janeiro
  • Entre 20 e 24 de janeiro

E se chover?

Zoo de Brasília terá Colônia de Feras para crianças de 5 a 10 anos de idade — Foto: Divulgação

Zoo de Brasília terá Colônia de Feras para crianças de 5 a 10 anos de idade — Foto: Divulgação.

Em caso de chuva, o Zoo informa que a programação pode sofrer alterações. A Diretoria de Educação Ambiental da instituição recomenda que as crianças estejam vestidas com roupas cumpridas e sapatos fechados com meias.

Documentos para inscrição

Alunos da rede pública

  • Declaração de escolaridade
  • Certidão de nascimento
  • Foto 3×4 (será devolvida)
  • Ingresso emitido pela bilheteria

Particulares

  • Certidão de nascimento
  • Foto 3×4 (será devolvida)
  • Ingresso emitido pela bilheteria
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Efetivação de matrículas para 2020 na rede pública do DF começa nesta terça

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Prazo acaba em 14 de janeiro e pais devem ir até a escola onde inscrição foi confirmada. Veja documentos obrigatórios.

Estudantes de escola pública do Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Mary Leal/Secretaria de Educação

Começa nesta terça-feira (7) o período de efetivação de matrículas para o ano letivo de 2020 na rede pública de ensino do Distrito Federal. Pais ou responsáveis devem ir pessoalmente à escola onde a inscrição do aluno foi confirmada para efetuar o procedimento (veja documentos obrigatórios ao final).

A confirmação é necessária para todas as etapas e modalidades de ensino – infantil, fundamental, médio ou a Educação de Jovens e Adultos (EJA) – e o prazo acaba em 14 de janeiro. O GDF prevê que, ao todo, 37,5 mil novos alunos ingressem na rede pública.

Alunos de escola pública do Distrito Federal — Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília/Divulgação

Alunos de escola pública do Distrito Federal — Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília/Divulgação

Para a confirmação das matrículas, as escolas públicas vão funcionar somente em dias úteis, nos seguintes horários:

  • Das 8h às 12h
  • Das 14h às 17h

Segundo a Secretaria de Educação, quem não efetivar a matrícula perde a vaga e terá que aguardar o período de inscrições para as remanescentes. A pasta alerta que, nesta etapa, as chances de que o aluno estude em uma unidade distante de casa é maior.

Documentos necessários

No site da secretaria, é possível confirmar o endereço da escola onde o aluno está pré-matriculado. Para isso, é preciso digitar o nome completo do estudante (sem acentos ou cedilhas) e a data de nascimento dele.

Novos alunos já podem verificar onde irão estudar em 2020 — Foto: SEEDF/Divulgação

Novos alunos já podem verificar onde irão estudar em 2020 — Foto: SEEDF/Divulgação

Segundo o GDF, se algum dos documentos estiver indisponível na data da efetivação da matrícula, o responsável poderá apresentá-lo “posteriormente”. Veja lista abaixo:

Documentos obrigatórios:

  • Certidão de Nascimento (original e cópia)
  • CPF
  • Duas fotos 3×4
  • Comprovante de residência
  • Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH (conforme lei distrital nº 4.379/2009)

Documentos obrigatórios por etapa/modalidade:

  • Educação Infantil: cópia do cartão de vacina atualizado
  • Ensino fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA): Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou histórico escolar

Documentos obrigatórios dos responsáveis:

  • Registro Geral (RG)
  • CPF

Filas

Nesta segunda-feira (6), o Centro de Ensino Médio (CEM) 1 de Brazlândia amanheceu com cerca de 50 famílias acampadas dentro da unidade. Muitos pais aguardavam a oportunidade para trocar o turno das aulas.

“Fazer fila em frente às unidades não garante vagas remanescentes na rede pública”, disse a Secretaria de Educação.

Famílias acampam no Centro de Ensino Médio 1 de Brazlândia para tentar vagas remanescentes ou trocar turno das aulas — Foto: TV Globo/Reprodução

Famílias acampam no Centro de Ensino Médio 1 de Brazlândia para tentar vagas remanescentes ou trocar turno das aulas — Foto: TV Globo/Reprodução.

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Aconteceu

Propina no Detran: delegados e policiais embolsam mais de R$ 19 milhões

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Grupo envolvia também a participação de despachantes, donos de pátios de apreensão e comerciantes.

Um total de R$ 842 mil em dinheiro foi apreendido na operação, sendo R$ 558 mil na casa de uma servidora
(foto: Ministério Público de Minas Gerais/Divulgação)

Mais de R$ 19 milhões foram desviados em propinas por organização criminosa composta por delegados, policiais civis e militares, despachantes, comerciantes e donos de pátios de apreensão de veículos em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Minas Gerais (RMBH).

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou nesta quinta-feira (12/12) 16 pessoas que participavam das irregularidades envolvendo o Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG). Foram recolhidos mais de R$ 840 mil pela força-tarefa, a maior apreensão feita neste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O esquema é antigo e foram identificados crimes cometidos pelo menos desde 2011. A investigação apontou que a organização atuava em praticamente todos os serviços do Detran em Santa Luzia: liberação e transferências de veículos, realização de vistoria e leilões e contava até com a participação de policiais nos lucros de pátios de apreensão do município, licenciados ilicitamente.

Há imagens que mostram o desvio de peças e equipamentos de veículos apreendidos. A organização também fazia blitzes pela Polícia Militar (PM) para a apreensão de veículos.

“Com a liberação, ganhavam propina. Além disso, identificamos a apreensão simulada de veículos no sistema, com o objetivo de acelerar a liberação. Ele era apreendido no sistema da Polícia Civil (PC) e, em seguida, a apreensão era cancelada. O carro nem chegava a ir para o pátio”, afirma a promotora de Justiça do Gaeco Paula Ayres Lima.

A cobrança de propina era a condição para que serviços fossem executados com rapidez. De acordo com a denúncia, o delegado de polícia Christian Nunes de Andrade chefiava o esquema, ficando com metade da propina desviada e 10% dos valores dos leilões. Na casa dele, foram apreendidos carros e motos de luxo. O delegado e mais oito presos estão presos.

“O delegado Christian é o chefe do esquema e o principal beneficiário”, diz promotora.

Penas somam 208 anos

A operação, batizada de “Cataclisma”, identificou crimes de corrupção ativa, passiva, organização criminosa, peculato, inserção de dados falsos nos sistemas de informação e lavagem de dinheiro, com penas que somam 208 anos.

As investigações começaram há três anos, a partir de denúncias anônimas de pessoas lesadas pelo grupo, formado por policiais civis, militares, despachantes, comerciantes e donos de pátios de apreensão de veículos em Santa Luzia.

Segundo a força-tarefa, um dos denunciantes, um homem cuja renda é de um salário mínimo, precisou pagar R$ 140 para a liberação do documento do veículo, que havia comprado para trabalhar. Os valores de propina cobrados eram variáveis, a partir de R$ 20.

Em 28 de novembro, foram cumpridos 46 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão temporária. Somente na residência de uma servidora pública a força-tarefa encontrou a quantia de R$ 558 mil em dinheiro.

“É difícil precisar quanto foi embolsado, mas pela quebra de sigilo fiscal e bancário, os envolvidos apresentaram uma movimentação bancária incompatível”, afirma.

O grupo estima montante de R$ 19 milhões. A operação foi realizada em conjunto com o MPMG, PC, PM e Receita Estadual. A investigação também identificou esquema semelhante em Lagoa Santa, na Grande BH, ainda em apuração.

Denunciados pela Operação Cataclisma

Christian Nunes de Andrade, delegado de polícia

Marcelo Nonato Magalhães, investigador de polícia

Cláudia Márcia da Silva, investigadora de polícia

Emerson Rodrigues, servidor público municipal

Paulo Roberto Ferreira Rosa, policial civil

Wagner Tadeu Pereira Seixas, policial civil

Rodrigo Palhares Horta, policial civil

Nélio Aristeu Zeferino, policial militar

João Pedro Martins, empresário

Bárbara Flaviane dos Santos, empresária

José Moreira de Souza, gerente de pátio de apreensão

Ida do Carmo Bacelete, delegada de polícia

Any Aparecida Fernandes Bacelete Belchior Roberto de Rezende Lara, vigilante

Gliber Dias Machado, comerciante

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