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Mulheres denunciam cirurgiã plástica do DF por negligência e erro médico

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Mulher denúncia médica por negligência e erro médico Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Há um grupo de Whatsapp com 13 mulheres que se dizem vítimas da médica de Brasília

Ao menos três mulheres denunciaram à Polícia Civil do Distrito Federal a cirurgiã plástica Milena Carvalho por negligência no pós-operatório e erro médico. O caso também está sendo apurado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Uma das denunciantes, que preferiu não se identificar, disse ter conhecido o trabalho da cirurgiã pelas redes sociais. Ela teria realizado uma abdominoplastia e uma lipoaspiração com Milena Carvalho em julho. Ela pagou R$ 30 mil pelo procedimento realizado no dia primeiro daquele mês. Já nos primeiros dias do pós operatório ela teria começado a apresentar manchas roxas pela pele, mas foi avisada pela médica de que se tratava de uma reação normal.

A incisão da denunciante começou a abrir no dia 12 de julho. Procurada, a médica insistiu a paciente de que a reação era normal e de que ela não deveria ir a uma emergência. No entanto, no dia 22, a situação da incisão piorou e Milena Carvalho indicou outra médica depois de alegar não estar em Brasília naquele momento. Essa médica, então, mandou a denunciante buscar um hospital urgentemente, por apresentar baixas taxas de hemoglobina.

 No hospital, ela descobriu estar com necrose na parte inferior do abdômen e com princípio de uma infecção generalizada. Ela teve de passar ainda por duas cirurgias. Milena Carvalho teria dito que a culpa era da própria paciente.

 — Não recebi um pedido de desculpas, não fui acolhida, ela (a médica) não admite que errou. Então, apesar dela dizer que não foi nada e, sim, uma fatalidade, eu acredito que houve um erro grave e vou procurar justiça. Graças a Deus estou viva e a vida tenho muita força — disse a denunciante.

Há ainda um grupo de Whatsapp com outras 10 mulheres que também desejam denunciar e processar a médica:

— Tomamos providências administrativas no Conselho Regional de Medicina (CRM) para apuração no conselho de Ética. Também fizemos boletim de ocorrência para responsabilização criminal por lesão corporal – disse o advogado Jadson Carvalho Lino, que representa as denunciantes.

 

 

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Sem-teto morre baleado após reagir a abordagem em Ceilândia, no DF, diz PM

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Um morador de rua morreu, na noite desta quinta-feira (30), após reagir a uma abordagem da Polícia Militar em Ceilândia, no Distrito Federal. De acordo com a corporação, ele tentou esfaquear um policial.

A PM afirma ainda que os militares estavam fazendo patrulhamento na CNM 1 de Ceilândia, quando abordaram o homem, em frente a uma lanchonete. Nesse momento, de acordo com a corporação, ele reagiu e tentou ferir um dos policiais.

Segundo a Polícia Militar, na tentativa de proteger o colega, um outro militar atirou no homem. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas, quando a equipe chegou ao local, o morador de rua já tinha vindo a óbito.

Peritos da Polícia Civil estiveram no local e informaram que o homem foi atingido por dois tiros. A corporação investiga o caso. Até a última atualização desta reportagem, a identidade do homem não tinha sido revelada.

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Mulher é presa em operação que apura venda de vagas para cirurgias, exames e de UTI em hospitais públicos do DF

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Segundo polícia, para convencer vítimas, mulher dizia ser enfermeira da Secretaria de Saúde. No entanto, ela não possuía mais vínculo com a pasta desde 2014.

Polícia Civil prende enfermeira suspeita de vender vagas para procedimentos médicos em hospitais públicos do DF — Foto: PCDF/Reprodução

Uma mulher foi presa em uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal, na manhã desta sexta-feira (1º). Ela é investigada por suposta venda de vagas para cirurgias, exames e leitos de UTI na rede pública da capital (veja detalhes abaixo).

Os agentes cumpriram ainda seis mandados de busca e apreensão no Gama, Santa Maria e Recanto das Emas. Os alvos são parentes e amigos da investigada, que emprestaram contas bancárias para que os pagamentos fossem realizados.

Segundo a polícia, para convencer as vítimas, a mulher dizia ser enfermeira da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). No entanto, os investigadores constataram que ela exerceu um cargo comissionado na pasta, mas não possuía mais vínculo desde 2014.

As identidades dos investigados não foram reveladas pela corporação. Em nota, a SES-DF ressaltou que não são feitas cobranças relativas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e incentiva a denúncia às autoridades em situações de cobrança por vagas.

“É importante ressaltar que as solicitações de internações são administradas pela Central de Regulação, que funciona 24 horas por dia e sete dias por semana, seguindo critérios específicos que variam de forma individual para cada paciente, considerando necessidades clínicas distintas”, conclui a pasta.

Investigações

 

Leito de UTI em hospital público do Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

Leito de UTI em hospital público do Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

As investigações começaram em janeiro deste ano, após a Polícia Civil receber denúncias anônimas contra a suposta enfermeira. Segundo a corporação, a mulher atuava desde 2018 e se apresentava com diferentes nomes.

Em alguns casos, a enfermeira não cumpria o prometido com a venda dos procedimentos, mesmo após o pagamento. A mulher vendia ainda atestados, receitas e laudos médicos falsos, para fraudar a concessão de aposentadoria por invalidez.

A Polícia Civil afirma ter identificado uma pessoa com vínculos políticos que encaminhava pacientes à enfermeira. A partir das provas colhidas durante a operação desta sexta, a Polícia Civil busca descobrir se houve participação de servidores efetivos da Secretaria de Saúde do DF.

De acordo com a corporação, os investigados podem responder pelos crimes de estelionato, falsificação de documentos, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 24 anos de prisão.

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PF faz operação contra homem suspeito de instigar criança a ‘se exibir de forma pornográfica’ no DF

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Agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do investigado nesta quinta-feira (30). Segundo corporação, suspeita é que ele tenha feito várias vítimas.

Tela de celular (imagem de aquivo) — Foto: Getty Images/BBc

A Polícia Federal deflagrou uma operação de repressão a crimes de pornografia infantil pelo celular, na manhã desta quinta-feira (30), no Distrito Federal. Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência de um investigado.

Segundo a corporação, ele teria instigado uma criança de 8 anos de idade, por meio de um aplicativo de celular, a “se exibir de forma pornográfica”. A PF afirma que ele pedia para que a vítima dançasse “funk de saia” e se filmasse na piscina, além de expor o próprio órgão genital.

Os investigadores chegaram ao homem após denúncia do irmão da vítima, que registrou prints dos diálogos dele com a criança. De acordo com a apuração, o suspeito também agiu de forma semelhante com outros menores.

Ele é investigado por instigar criança com o fim de com ela praticar ato libidinoso, e armazenamento de imagens contendo pornografia infanto-juvenil.

Os crimes estão previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e, se condenado, a pena pode chegar a sete anos de reclusão e multa. A operação recebeu o nome de “Like”, em referência ao nome do aplicativo utilizado para cometer os crimes.

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‘Luz na Infância’: operação contra pornografia infantil cumpre 163 mandados em 13 estados e seis países

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Nona fase da ação é realizada pelas polícias civis estaduais, nesta quinta-feira (30), sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Policiais participam da nona fase da operação “Luz na Infância”, no Alagoas — Foto: Polícia Civil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) deflagrou, nesta quinta-feira (30), a nona fase da operação “Luz na Infância”, de combate à pornografia infantil. Segundo a pasta, o objetivo é identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

Ao todo, são 163 mandados de busca e apreensão. Eles estão sendo cumpridos pelas polícias civis estaduais, sob coordenação do ministério, nos seguintes estados:

  • Alagoas
  • Bahia
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso do Sul
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo

Além disso, também estão sendo realizadas buscas em outros seis países. São eles:

  • Estados Unidos
  • Equador
  • Costa Rica
  • Paraguai
  • Panamá
  • Argentina

 

Na Bahia, um homem foi preso em flagrante durante o cumprimento do mandado de busca, após ser pego com imagens de pornografia infantil. Em Maceió (AL), também houve uma prisão em flagrante.

Já no Espírito Santo, a operação se concentrou em três municípios. Mais informações sobre a ação devem ser divulgadas em entrevista coletiva, às 11h.

Veja os balanços das fases anteriores da Operação Luz na Infância

  • Luz na Infância 1: Realizada em 20 de outubro de 2017, cumpriu 157 mandados de busca e apreensão. Foram presas 108 pessoas.
  • Luz na Infância 2: Realizada em 17 de maio de 2018, cumpriu 579 mandados de busca e apreensão. Foram presas 251 pessoas.
  • Luz na Infância 3: Realizada em 22 de novembro de 2018, cumpriu 110 mandados de busca e apreensão no Brasil e na Argentina. Foram presas 46 pessoas pela Polícia Civil.
  • Luz na Infância 4: Realizada em 28 de março de 2019, cumpriu 266 mandados de busca e apreensão. Foram presas 141 pessoas.
  • Luz na Infância 5: Realizada em 04 de setembro de 2019, cumpriu 105 mandados de busca e apreensão. Foram presas 51 pessoas. Além do Brasil, a operação foi realizada nos Estados Unidos, Equador, El Salvador, Panamá, Paraguai e Chile.
  • Luz na Infância 6: Realizada em 18 de fevereiro de 2020, cumpriu 112 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 43 pessoas no Brasil e quatro no exterior.
  • Luz na Infância 7: Realizada em 6 de novembro de 2020, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu em flagrante 74 pessoas no Brasil e 35 no exterior.
  • Luz na Infância 8: Realizada em 9 de junho de 2021, cumpriu 189 mandados de busca e apreensão e prendeu 73 pessoas em flagrante.

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Policial e bombeiro que morreram após naufrágio de canoa no Lago Serra da Mesa são sepultados nesta quarta-feira, no DF

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Acidente aconteceu no município de Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24). Natair de Melo e Francisco Roque serão velados e homenageados pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros.

O policial civil Natair Melo e o bombeiro aposentado Francisco Roque de Araújo estão desaparecidos após naufrágio no Lago Serra da Mesa Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais

Os corpos do policial civil Natair de Melo e do bombeiro Francisco Roque, que morreram após o naufrágio de uma canoa, serão sepultados nesta quarta-feira (29), no Distrito Federal. O acidente aconteceu no Lago Serra da Mesa, em Campinaçu (GO), na noite da última sexta-feira (24).

Natair de Melo, de 54 anos, será velado e homenageado no Complexo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), e sepultado no cemitério de Taguatinga. Francisco Roque Araújo, de 53 anos, será velado e homenageado 1º Grupamento de Bombeiro Militar do DF, e sepultado no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

A embarcação levava quatro amigos, todos de Brasília. Os outros dois ocupantes, também um bombeiro e um policial civil, nadaram até a margem e conseguiram se salvar. As buscas pelos outros dois levaram quatro dias e foram concluídas na segunda-feira (27), quando os corpos foram encontrados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Goiás, o grupo pescava no lago, quando água entrou na embarcação e causou o naufrágio. Segundo a corporação, o grupo estava acostumado a pescar no local. No entanto, no momento do acidente, ventava muito.

A Marinha disse no sábado (25) que vai investigar o acidente. De acordo com a nota enviada pela corporação, “um inquérito administrativo será instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades do incidente”.

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Polícia prende funcionários suspeitos de furtar R$ 1 milhão em joias de família no Lago Sul, no DF

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Doméstica e jardineiro foram demitidos após donos da casa perceberem crimes; objetos foram revendidos em comércio no Conic. Após demissão, casal fugiu para Minas Gerais, onde foi detido.

Fachada da 10ª DP, no Lago Sul — Foto: Marília Marques/G1

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, nesta quarta-feira (29), um casal suspeito de furtar cerca de R$ 1 milhão em joias e dinheiro de uma família do Lago Sul, no Distrito Federal. Segundo a corporação, os objetos roubados eram revendidos em comércio no Conic (veja detalhes abaixo).

As investigações da 10ª Delegacia de Polícia, no Lago Sul, que começaram em abril. A corporação afirma que a mulher trabalhava como doméstica e o homem, era jardineiro na casa das vítimas. Segundo a polícia, eles realizavam os furtos em períodos espaçados, para não levantar suspeitas da família.

Eles trabalhavam na casa desde fevereiro deste ano e foram demitidos quando os donos da casa perceberam o desaparecimento dos objetos. Após a demissão, a dupla fugiu para Esmeralda, em Minas Gerais, onde foram presos.

Receptação

 

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Prédios do Conic, em imagem de arquivo (2015) — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A Polícia Civil afirma que as joias roubadas na residência eram vendidas para um comércio de ouro localizado no Conic. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na loja e na casa do proprietário.

Aos policiais, o comerciante confessou a compra sem saber da procedência dos objetos. Ele relatou ainda que derreteu e vendeu o ouro das joias roubadas. O homem é investigado pelo crime de receptação e, se condenado, pode pegar de três a oito anos de prisão, além de pagamento de multa.

Já o casal preso responderá pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança, que tem pena de reclusão de dois a oito anos e multa.

A Polícia Civil do Distrito Federal alerta que é preciso cautela na hora de comprar artigos valiosos sem procedência conhecida. A aquisição desses objetos é passível de punição penal.

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