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Mulher de Marinésio: ”Estou sem saber como será daqui para a frente”

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Uma semana após o cozinheiro confessar o assassinato de Genir Pereira, 47, e Letícia Curado, 26, a família dele contou que vive com medo. Mulher e filha mudaram-se de endereço e se esconderam após receberem ameaças

Marinésio confessou o assassinato de Genir Pereira, 47 anos, e Letícia Curado,26
(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Uma semana após Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, confessar o assassinato de Genir Pereira, 47, e Letícia Curado, 26, a família dele contou que vive com medo. Mulher e filha mudaram-se de endereço e se esconderam após receberem ameaças. A garota também deixou de ir à escola. “Nós estamos sem sair, ficamos escondidas. Desde que tudo aconteceu, ameaçaram atear fogo à casa onde morávamos e tentaram arrebentar o portão”, contou a mulher, casada com Marinésio há 19 anos. Confira a seguir a entrevista concedida por ela ao Correio.

Como está a vida da família desde a divulgação dos casos contra Marinésio dos Santos Olinto?

Está muito difícil. Estamos surpresas até agora. Para mim, ele era a mesma pessoa até hoje, desde que eu o conheci no Paranoá, em 2002. Marinésio nunca me espancou, nunca bateu na filha dele, nunca levantou a mão para a gente. Era um bom pai, um bom marido. Todo mundo que o conhecia diz que a ficha ainda não caiu. Eu não vou falar que ele era ruim para mim só porque fez isso, porque não era.

A senhora e a filha encontraram com Marinésio desde a prisão? Como foi esse momento?

Nós o vimos duas vezes, quando ele ainda estava na delegacia de Planaltina (31ª DP). Eu perguntei o que ele tinha feito, e ele disse que não era ele. Pediu desculpas, perdão. A minha filha chorou, perguntou o que ele tinha feito com ela, mas ela sempre fala que não vai abandonar o pai. Eu não sei como vai ficar. Só com os dias passando é que a gente vai ver o que vai acontecer.

Como era o comportamento de Marinésio dentro de casa?

Não via nada de diferente dele. Era uma pessoa normal. Gostava de criança, trabalhava, não fumava, não bebia, nunca usou droga. Era ele que colocava tudo para dentro de casa, inclusive. Para mim, ele deu algum surto para fazer o que fez.

Desde a prisão dele, como a família está se organizando financeiramente?

Antes de conhecê-lo, eu trabalhava. Mas ele falou que era ele quem tinha de trabalhar para cuidar de tudo em casa e preferia que eu ficasse cuidando do lar. Em agosto do ano passado, eu consegui um emprego em casa de família. No mês passado, faria um ano, se eu ainda estivesse lá. Mas sempre foi o Marinésio que colocou tudo para dentro de casa. Ele sempre trabalhou “fichado”. Quando estava com seguro-desemprego, fazia alguns bicos.

Qual é opinião da senhora sobre as novas denúncias contra o Marinésio?

Esses outros casos, a polícia precisa ir atrás de prova, investigar, saber o que de fato aconteceu, porque tudo está caindo para cima dele, e ele não confessou mais coisa. Mas se ele fez o que fez, tem de pagar.

Quais são os planos da família a partir de agora?

Nós estamos sem sair, ficamos escondidas. Desde que tudo aconteceu, ameaçaram atear fogo à casa onde morávamos e tentaram arrebentar o portão. Parei de assistir à televisão e entrar nas redes sociais. A minha filha que está acompanhando as coisas. Estou sem saber como será daqui para a frente. A vida continua, mas está muito difícil. Até agora, eu fico me perguntando: ‘Meu Deus, o que ele teve (para fazer tudo isso)?’
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Durante assalto, homem aplica mata-leão e acaba preso

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O crime aconteceu em Sobradinho II e autor possui passagens criminais pelos crimes de homicídio qualificado, roubo circunstanciado, ameaça, posse de drogas para consumo pessoal e lesão corporal

O homem foi preso após ser identificado pela vítima – (crédito: Divulgação/PCDF)

Na tarde desta terça-feira (27/10), a equipe da Polícia Civil da 35ª delegacia, em Sobradinho II, deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva contra um homem de 37 anos, suspeito de roubo no Setor Habitacional Contagem, na região administrativa. A operação foi denominada Vitium – vício, em latim.

Na última quarta-feira (21/10), o homem aplicou contra a vítima um golpe conhecido como mata-leão. Segundo informações da PCDF, ao surpreender a vítima, ele tentou roubar os pertences, entre os quais o par de tênis. Apesar de imobilizada, a vítima reagiu e entrou em luta corporal com o suspeito, que não conseguiu levar o par de tênis, mas levou a quantia de R$70 reais em espécie e fugiu.

A vítima procurou a 35ª DP e informou o ocorrido. Aos policiais, ela contou que o autor seria um conhecido usuário de drogas da região que tinha o costume de praticar delitos patrimoniais contra passageiros. Os agentes conseguiram identificar o suspeito e a vítima o reconheceu por fotografias. A prisão preventiva foi decretada para evitar que ele voltasse a assaltar os moradores da região.

O autor possui passagens criminais pelos crimes de homicídio qualificado, roubo circunstanciado, ameaça, posse de drogas para consumo pessoal e lesão corporal.

 

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Idoso morre após bater em caminhão parado na DF-290

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A pista não tinha acostamento e o caminhão parou porque estava com pneu furado

O idoso ficou preso às ferragens da caminhonete – (crédito: CBMDF)

Na manhã desta quarta-feira (28/10), às 5h40, um motorista morreu após bater em um caminhão que estava com o pneu furado e parado em uma das faixas na via DF-290, sentindo Gama. O condutor ainda não tinha sido identificado, mas aparentava ter entre 60 e 65 anos. Ele ficou preso às ferragens.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), uma caminhonete Ford Ranger prata bateu na traseira do caminhão VW 13-180 branco, conduzido por Leandro Lima Rocha, de 35 anos, que estava com o pneu furado e parado na faixa da direita da pista, pois a via não possui acostamento.

A via nessa região é de mão dupla, compostas por três faixas, uma sentido BR-060 e outras duas sentido Gama. O local foi sinalizado, tendo uma das duas faixas sentido Gama liberada, causando pequena lentidão no trânsito.

O Corpo de Bombeiros atendeu a esta ocorrência empregando três viaturas, compostas por treze bombeiros da Unidade do Gama.

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Homem morre após ser atropelado na EPTG

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Outros dois carros colidiram, ao tentar desviar do atropelamento. Três faixas da pista precisaram ser fechadas para socorro da vítima

(crédito: reprodução )

Um homem em situação de rua foi atropelado na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) nesta terça-feira (27/10). O acidente ocorreu por volta das 20h, mas quando os bombeiros chegaram ao local, a vítima já havia morrido.

De acordo com os militares, o acidente teria ocorrido durante uma suposta travessia da vítima, já que o atropelamento ocorreu perto de uma passarela. Outros dois veículos também colidiram no local. Segundo relato da motorista de um deles, na tentativa de desviar do atropelamento, ela atingiu o segundo veículo que, por sua vez, subiu a calçada e bateu em uma placa de sinalização.

Os três motoristas não apresentaram ferimentos, mas ficaram abalados com o ocorrido. Três das cinco faixas da pista precisaram ser bloqueadas, o que gerou congestionamento de veículos no local. Confira, abaixo, vídeo do atendimento dos bombeiros à ocorrência:

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Polícia conclui que morte de ex-integrante de facção criminosa que fez delação foi cometida por grupo do RS

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Douglas Gonçalves Romano dos Santos foi morto em Santa Catarina em fevereiro. Suspeitos do assassinato seriam de Porto Alegre e teriam ido ao estado vizinho para cometer o crime.

Jovem foi morto em Balneário Camboriú em fevereiro — Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina finalizaram o inquérito que investiga a morte de um ex-integrante de uma facção criminosa do RS. Douglas Gonçalves Romano dos Santos, de 23 anos, foi assassinado em fevereiro, em Balneário Camboriú, no estado vizinho. De acordo com a delegada Vanessa Pitrez de Aguiar Correa, os suspeitos do crime seriam de Porto Alegre.

Cinco mandados de prisão preventiva foram emitidos. Até o momento, três suspeitos de envolvimento no crime foram presos e dois seguem foragidos.

“A força tarefa ficou em constante troca de informações e realização de todas as diligências produzidas no Rio Grande do Sul, durante o período das investigações. Uma equipe daqui deslocou para Santa Catarina, fez diligências preliminares lá e averiguou-se a grande possibilidade, a qual veio a se confirmar, de que os executores seriam do Rio Grande do Sul, especificamente de Porto Alegre, e teriam ido a Santa Catarina para matar o Douglas”, explica a delegada.

Douglas realizou uma colaboração premiada no estado do Rio Grande do Sul em 2017. Em razão dessa delação, várias pessoas foram presas, drogas apreendidas e homicídios solucionados.

O jovem passou, então, a integrar o programa de proteção a testemunhas. No entanto, segundo a polícia, ele abandonou o programa no início de 2020, mudando-se para a região de Balneário Camboriú, onde foi executado.

Quando a polícia do Rio Grande do Sul soube do crime, os agentes entraram em contato com as autoridades catarinenses, e as duas instituições passaram a trabalhar em conjunto nas investigações.

Além dos cinco representados, outras três pessoas, entre elas uma menor de idade, também tiveram participação no crime. Contudo, conforme a polícia, em relação a eles não foi necessária a decretação de medidas cautelares.

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Dois homens são denunciados pelo CRM-AC após tentarem tirar registro com diplomas falsos

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Polícia desarticula grupo que aplicou golpe de R$ 2 milhões em servidores do GDF

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Esquema usava documentos falsos para contratar empréstimos em nome de funcionários públicos. Investigação apontou 31 vítimas.

Documentos falsos apreendidos durante operação Trickery, da PCDF — Foto: PCDF/Divulgação

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), uma operação para desarticular um grupo criminoso que usava documentos falsos para pegar empréstimos em nome de servidores do governo do Distrito Federal. O prejuízo estimado é de R$ 2 milhões.

Segundo a investigação, os suspeitos conseguiam dados de funcionários públicos por meio de pesquisas na internet, fabricavam os documentos e abriam contas bancárias em nome das vítimas.

Com as informações e um número de telefone celular cadastrado na agências, os criminosos contratavam empréstimos, financiavam veículos e transferiam valores para contas de terceiros. A polícia identificou que o dinheiro furtado era dividido entre os integrantes do grupo.

“Eles adoravam enaltecer os maços de dinheiro obtidos de forma ilícita”, disse a Polícia Civil.

Até esta terça-feira, 31 vítimas do golpe registraram ocorrências na delegacia. Os crimes ocorreram no ano passado e, segundo a apuração, os principais alvos eram servidores das secretarias de Saúde e de Educação e funcionários da Procuradoria Geral do Distrito Federal.

Crimes financiados

De acordo com a polícia, parte do dinheiro obtido por meio de fraudes era reinvestido em atividades ilegais, como na compra e venda de armas de fogo.

A investigação apontou ainda que os alvos da operação, batizada de Trickery (trapaça) têm vínculos com uma facção criminosa.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

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