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MS registra 271 casos novos e mais 16 mortes por Covid-19

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Mato Grosso do Sul confirmou nesta segunda-feira (26), 271 casos novos e mais 16 mortes provocadas por Covid-19. O estado atingiu 352.580 infectados desde o início da pandemia e 8.853 óbitos, segundo dados do último boletim epidemiológico.

Conforme os dados, a ocupação global de leitos de UTI por microrregiões está com uma taxa acima de 56%. Em Campo Grande chegou a marca de 83%. Em Dourados, 70%. Já na cidade de Três Lagoas, a taxa de ocupação de leitos é de 58% e em Corumbá, 56%.

O secretário de saúde, Geraldo Resende, em coletiva nesta segunda-feira, informou que a taxa de contágio está em 0.86% e pontuou a necessidade de manter todos os cuidados referente as normas de biossegurança.

Resende ainda reforçou ainda que o afrouxamento dos cuidados necessários que evitam a proliferação do coronavírus, pode contribuir para que pessoas que ainda não completaram o ciclo vacinal e que ainda não foram vacinadas, sejam contaminadas.

Mais doses para MS

Conforme a SES, nesta terça-feira (27.7) chegará ao estado um lote com 54.500 doses de vacina contra Covid-19, sendo 13.100 de AstraZeneca e 41.400 de CoronaVac. As vacinas estão previstas para chegarem às 17h35, no Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Na quarta-feira (28), Mato Grosso do Sul irá receber mais um lote com 31.250 da AstraZeneca que chega em voo as 09h05 e as 17h35, do mesmo dia, a previsão é que o estado receba mais um carregamento com mais 26.910 doses da Vacina da Pfizer – ambos os lotes estão previstos para chegarem também no no Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Além dos registros confirmados, o estado tem 7.087 casos suspeitos. Em análise nos laboratórios estão 653 amostras de testes e os municípios possuem 6.434 notificações em aberto.

Em contrapartida, já se recuperaram da doença em Mato Grosso do Sul, 332.038 pessoas.

Segundo a secretaria estadual de Saúde (SES), o estado tem 8.130 casos ativos da doença. Em isolamento domiciliar estão 7.479 pessoas e 651 estão hospitalizadas. Em leitos clínicos estão internados 286 pacientes e em unidades de terapia intensiva (UTIs) 365.

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São Paulo retoma aplicação de segunda dose com AstraZeneca

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A cidade, que sofre com a falta da AstraZeneca para aplicar a segunda dose da vacina contra covid-19, recebeu 204 mil doses e pode recomeçar, ainda hoje, as aplicações

(Myke Sena/MS/Agência Brasil)

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse, nesta manhã, que o município deve retomar o uso do imunizante AstraZeneca/Oxford/Fiocruz como segunda dose contra a covid-19 nesta sexta-feira (16) ou no sábado. Desde o último dia 10, a capital paulista sofre com a falta da vacina da AstraZeneca para a aplicação da segunda dose.

“Hoje estamos recebendo 204 mil doses da AstraZeneca, que vão chegar nos nossos centros de distribuição. E então será feita a colocação dessas vacinas na nossa cidade. A gente retoma a vacinação de segunda dose da AstraZeneca muito possivelmente hoje à tarde ou no máximo amanhã”, disse o prefeito.

Em nota, o Programa Municipal de Imunizações de São Paulo informou que a capital recebeu hoje 204.880 doses do imunizante, que já começará a ser distribuído aos postos de vacinação. Enquanto isso não ocorre, a intercambiliadade com a Pfizer prossegue na cidade de São Paulo.

Com a falta da vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz em todo o estado, o governo paulista autorizou da intercambialidade com a vacina da Pfizer/BioNTech, ou seja, aquelas pessoas que tomaram a primeira dose da AstraZeneca deveriam tomar a segunda dose do mesmo imunizante neste mês de setembro, mas não estavam encontrando a vacina nos postos, poderiam receber a da Pfizer na segunda aplicação. A medida está em vigor desde 10 de setembro.

Ontem (15), em entrevista coletiva à imprensa, a coordenadora do Plano Estadual de Imunização de São Paulo, Regiane de Paula, disse que o estado recebeu 456 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz do Ministério da Saúde e que teria início, imediatamente, o envio para os municípios, de forma a regularizar a aplicação da segunda dose com esse imunizante. Segundo Regiane, com a chegada das doses, o estado deixará de aplicar a Pfizer como segunda dose naqueles que haviam tomado a AstraZeneca como primeira dose.

“Usamos de forma emergencial [a vacina da Pfizer] na sexta-feira porque não tínhamos a vacina da AstraZeneca. E usamos a intercambialidade com a vacina da Pfizer desde então”, explicou Regiane de Paula

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Governo recua e só recomenda vacinação para adolescentes com comorbidades

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Na semana passada, o Ministério da Saúde havia recomendado a imunização de adolescentes a partir do dia 15 em todo o Brasil

Fotos: Camila Batista / Semsa/ Fotos Públicas

O Ministério da Saúde revisou seu entendimento anterior e decidiu a partir de agora só recomendar a vacinação contra Covid-19 de adolescentes entre 12 e 17 anos que tenham comorbidades, deficiência permanente ou estejam privados de liberdade, segundo nova nota informativa divulgada pela pasta.

Na semana passada, a pasta havia recomendado a imunização de adolescentes a partir do dia 15 em todo o Brasil.

A decisão do ministério ocorre num momento em que Estados têm reclamado falta de estoques de vacina e há preocupações com o avanço da variante Delta, mais transmissível.

Na nota, a pasta citou algumas premissas para mudar a orientação. Entre outros pontos, o ministério afirmou que a Organização Mundial de Saúde (OMS) “não recomenda a imunização de criança e adolescente, com ou sem comorbidades”, que a maioria dos adolescentes em comorbidades acometidos por Covid apresentam evolução benigna e que os benefícios da imunização desse grupo “ainda não estão claramente definidos”.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou uma manifestação defendendo a vacinação de todos os adolescentes.

“A vacinação de todos os adolescentes é segura e será necessária, priorizando neste momento aqueles com comorbidade, deficiência permanente e vulneráveis como os privados de liberdade e em situação de rua. Havendo quantitativo de doses suficientes para atender a estas prioridades deve imediatamente ser iniciada a vacinação dos demais adolescentes”, afirmou o Conass.

O vice-presidente da CPI da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), cobrou durante a sessão desta quinta informações do ministério a respeito da mudança da orientação. Segundo ele, a OMS –ao contrário do que a pasta alega– defende a vacinação dos adolescentes.

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Governo entrega projeto da LDO com previsão de orçamento de R$ 11,4 bilhões para 2022

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O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Tocantins para 2022 foi entregue à Assembleia Legislativa na tarde desta quarta-feira (15) pelo governo do estado. O texto prevê um orçamento com receitas e despesas de R$ 11,4 bilhões. O aumento será de R$ 540 milhões em comparação com a LDO de 2021, que chegou a R$ 10,9 bilhões.

O texto foi protocolado pelo secretário chefe da Casa Civil, Rolf Vidal, acompanhado dos secretários de Planejamento, Sergirlei Moura, e de Orçamento e de Assuntos Parlamentares, José Humberto. Uma cópia do documento foi entregue ao presidente da Assembleia, o deputado Antônio Andrade (PSL).

A LDO serve para nortear a elaboração do orçamento anual, assim como a sua execução. O texto dispõe, por exemplo, do orçamento previsto para o executivo, judiciário e legislativo, além do Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública.

Conforme o governo, esse incremento na previsão da LDO se dá graças ao avanço da receita do Fundo de Participação do Estado (FPE) e da arrecadação tributária. O aumento é bastante superior ao deste ano, cujo valor previsto foi R$ 100 milhões a mais que em 2020.

“Serão contemplados projetos como o Tocando em Frente, que ganha um aspecto muito forte em todos os seus eixos; a retomada dos concursos; o avanço das progressões funcionais; e as revisões gerais anuais, que são as datas bases. Então teremos um 2022 com perspectivas otimistas de avanços em diversos eixos, tanto social como de infraestrutura, de funcionalismo público e outros”, afirmou o secretário Rolf Vidal.

A proposta do governo é baseada nos seguintes eixos: segurança e direitos humanos; desenvolvimento regional, urbano e industrial; desenvolvimento agropecuário e meio ambiente; gestão pública; saúde; educação e cultura; e parcerias, investimentos e concessões. O texto ainda precisará ser analisado e votado pelos deputados.

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Amazonas confirma mais duas mortes por Covid e 80 novos casos

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O total de vidas perdidas para a doença chegou a 13.709.

Teste para detectar Covid-19 é realizado no Amazonas. — Foto: Divulgação

O Amazonas confirmou mais duas mortes por Covid, nesta quarta-feira (15), sendo uma ocorrida nas últimas 24 horas. O total de vidas perdidas para a doença chegou a 13.709.

Também foram registrados 80 novos casos de Covid, e o total de casos confirmados subiu para 425.781. Os dados constam no boletim epidemiológico da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM).

Em Manaus, há o registro de 9.452 óbitos confirmados em decorrência do novo coronavírus. No interior, são 61 municípios com óbitos confirmados até o momento, totalizando 4.257.

O boletim atualizado inclui novos óbitos em: Manaus (1) e Presidente Figueiredo (1). Na capital, segundo a prefeitura, foi registrado 1 sepultamento por Covid na terça-feira (14).

A capital, Manaus, tem 53 novos casos confirmados. No interior, os 11 municípios que têm casos novos registrados são: Itacoatiara (8), Anamã (4), Anori (3), Lábrea (3), Jutaí (2), Rio Preto da Eva (2), Atalaia do Norte (1), Carauari (1), Iranduba (1), Maués (1) e Presidente Figueiredo (1).

O boletim acrescenta ainda que 46.234 pessoas com diagnóstico de Covid-19 estão sendo acompanhadas pelas secretarias municipais de saúde, o que corresponde a 10,86% dos casos confirmados ativos.

Internações por Covid

Entre os casos confirmados de Covid-19 no Amazonas, há 134 pacientes internados em Manaus, sendo 70 em leitos clínicos (4 na rede privada e 66 na rede pública) e 64 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (9 na rede privada e 55 na rede pública).

Há ainda outros 26 pacientes internados considerados suspeitos e que aguardam a confirmação do diagnóstico. Desses, 24 estão em leitos clínicos (3 na rede privada e 21 na rede pública) e 2 estão em UTI na rede privada.

No boletim consta, também, que há outros 5 pacientes internados com Covid-19, em leitos clínicos, na rede pública de saúde do interior do Estado, conforme informado pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM).

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Alerta para a negligência no cuidado ao câncer de mama em idosas

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Especialistas afirmam que elas não recebem a atenção necessária e traçam diretrizes para o combate do tumor que mais mata a população feminina mais velha

Em pacientes idosas, o tumor costuma ser diagnosticado em estágio mais avançado iStock/Getty Images.

O risco de câncer de mama é proporcional à idade e com o envelhecimento da população é cada vez mais frequente o aparecimento da doença após os 70 anos. Existem tendências a diminuir o tratamento neste grupo e isto pode prejudicar as chances de cura. Na maioria das vezes, a mulher dita “idosa” pode ser tratada da mesma forma que aquelas mais jovens.

A primeira questão a ser respondida é: quem é a idosa? Segundo a lei brasileira, as pessoas acima de 60 anos já estão idosas. Já a Organização Mundial de Saúde sugere 65 anos. Na maior parte dos estudos médicos, as pacientes com mais de 70 anos são consideradas idosas.

Porém, a grande questão não é a quantidade de anos vividos. O aspecto a ser levado em conta é a presença de doenças associadas, pois isto que realmente impacta a vida. Obviamente, as pessoas mais velhas tendem a ter maior número de doenças e usar maior quantidade de medicações.

Frequentemente os médicos se deparam com casos em pessoas de idade avançada em que a própria família questiona se o tratamento será mesmo necessário ou se não irá causar mais danos que a própria doença. Este conceito, de modo geral, está errado. A maioria destas pacientes irá se beneficiar do tratamento e as eventuais omissões podem diminuir a expectativa e a qualidade de vida.

Outra lenda sobre o assunto é que independente do tratamento, a pessoa idosa tenderia a morrer de outras causas e isto não seria alterado. Na verdade, mesmo as pacientes acima de 70 anos com tumores mamários iniciais têm risco quase 20% de morte por câncer de mama. Em média, metade das mulheres idosas com câncer de mama morrem desta doença e não de outras moléstias.

Para piorar, ao avaliarmos exclusivamente a mortalidade por câncer de mama, notamos que as mulheres idosas têm menor chance de cura que as jovens. Isto ocorre principalmente por 2 razões: atraso no diagnóstico e omissão de tratamentos.

De modo geral, as mulheres acima de 70 anos não costumam fazer mamografia de rotina. E muitas vezes tendem a não reportar sintomas mamários, tais como nódulos. Isto faz com que grande parte dos tumores nesta idade seja detectada em estágios maiores que as mulheres mais jovens.

O tratamento deve seguir os mesmos preceitos das mulheres mais jovens, exceto obviamente em situações de impossibilidade clínica. As cirurgias conservadoras da mama são sempre preferenciais. Nos casos de mastectomia a reconstrução pode ser discutida.

A radioterapia apresenta poucos efeitos colaterais e reduz consideravelmente o risco de um novo câncer na mesma mama. As chances de cura não se alteram com este tratamento, que pode ser dispensado em pessoas com mobilidade reduzida e tumores de bom prognóstico.

O tratamento com medicamentos é mais complexo. As pessoas idosas têm maior risco de problemas cardíacos e na medula óssea, onde são produzidos glóbulos vermelhos e brancos. Sendo assim, a quimioterapia é bastante discutida, pois os efeitos colaterais podem ser graves. Já o bloqueio hormonal e as terapias alvo são geralmente bem toleradas e usadas rotineiramente.

De modo geral o tratamento do câncer de mama na mulher idosa deve seguir as mesmas diretrizes usadas na população geral. Obviamente, quando existirem limitações clínicas, podemos fazer adaptações e diminuição desta terapia.

 

 

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Camil compra Seleto e entra no ramo do café

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Empresa fechou acordo para aquisição da marca com a holandesa JDE, dona dos cafés Pilão, Pelé e Caboblo

Café: Camil entrou para o setor com a compra da marca de cafés Seleto. (Nacho Doce/Reuters)

A gigante do ramo de alimentos não perecíveis Camil anunciou ao mercado na noite desta segunda-feira a aquisição da marca de cafés Seleto, até então de propriedade da JDE (Jacobs Douwe Egberts) Brasil. Os valores da transação não foram divulgados.

A compra ainda precisa ser aprovada pelo Cade (órgão antitruste brasileiro). A transação marca a entrada da Camil no ramo do café, e ocorre um mês após outro movimento similar: o da aquisição, por R$410 milhões, da fabricante de massas Santa Amália. Com o negócio, a Camil ingressou na cadeia do trigo.

A Camil hoje atua nas áreas de grãos, pescados (com a marca Coqueiro), e açúcar (é dona das marcas União, Barra, Neve e Duçula), além da recente incursão no segmento de massas.

A empresa registrou em 2020 receita de R$ 7,47 bilhões e lucro líquido de R$ 462 milhões, a operação anunciada marca a entrada da companhia nos ramos de massas, achocolatados e molhos.

A companhia já havia anunciado em agosto a intenção de atuar no ramo cafeeiro. Luciano Quartiero, presidente da Camil, já disse ao GLOBO que a empresa está interessada também em ampliar sua atuação na cadeia do trigo e poderá fazer aquisições em outros subsetores da área, como farinhas e biscoitos.

O executivo já havia dito em agosto que o setor de café tem similaridades com os de arroz, feijão, trigo e açúcar. – Faz sentido para a Camil entrar no (negócio de) café, é um mercado que como os que já atuamos tem alto giro, e possibilidade de grandes sinergias, como o uso do mesmo time de vendas e as mesmas equipes de promoção em supermercados que os segmentos em que já atuamos – disse Quartiero à época.

A JDE é uma companhia especializada em cafés e chás sediada na Holanda. No Brasil, a empresa é a dona de marcas como Pelé, Caboclo, Pilão, Café do Ponto, Damasco e L’OR.

É da marca Seleto um dos jingles publicitários mais icônicos da publicidade brasileira nos anos 1970. O produto, que chegou a ser um dos líderes de vendas, perdeu participação no mercado ao longo das décadas.

No início dos anos 2000, a marca já fazia parte do portfólio da americana Sara Lee (posteriormente Douwe Egberts). Em 2012, foi vendida ao grupo mineiro Foods Alimentos e, quatro anos depois, foi comprada pela JDE, conglomerado que resultou da fusão entre a divisão de café da Mondelez e a Douwe Egberts.

 

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