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domingo, 29/03/2026

MPDFT faz escuta protetiva em escola do Paranoá para proteger crianças

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Em Brasília

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) visitou a Escola Classe Café Sem Troco, no Paranoá, na terça-feira, 25 de março, para realizar o projeto Escuta Protetiva. Este projeto tem como objetivo fortalecer a proteção das crianças e adolescentes por meio de conversas com os professores e funcionários da escola.

Participaram da visita as promotoras de justiça Maria Cristina Viana e Ana Maria Elizabeth Fonseca, o promotor Milton de Carlos Junior, que atuam no Paranoá; a promotora Sofia Schlosser, da área de Violência Doméstica e Familiar contra Crianças e Adolescentes; e a promotora Giselle Trevizo, do Núcleo de Enfrentamento à Violência e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (Nevesca). Também estavam presentes as assessoras Débora Oliveira e Jeórginys Rocha.

Durante a reunião, o MPDFT ouviu as necessidades urgentes relatadas pela equipe escolar, que incluíam segurança e o processo de ensino. O MPDFT se comprometeu a analisar essas demandas e continuar as ações de capacitação, fortalecendo a escola como um local seguro e de proteção para os direitos das crianças.

O encontro também teve um papel educativo, orientando os profissionais sobre como reconhecer sinais de perigo, como violência doméstica, negligência e abandono moral. Foram explicados os procedimentos para encaminhar casos para o Conselho Tutelar e outros órgãos de proteção, além da importância de registrar formalmente qualquer ocorrência para intervenção adequada.

O projeto Escuta Protetiva na Escola prioriza a escuta cuidadosa do ambiente escolar e a criação de formas para identificar rapidamente situações de risco. A iniciativa busca melhorar os processos de atendimento e encaminhar corretamente os casos de estudantes em risco, garantindo um acolhimento humano e técnico. Em áreas com maior vulnerabilidade social, como o Paranoá rural, o projeto aproxima os órgãos de proteção da realidade das escolas e oferece suporte aos profissionais da educação.

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