Hugo Motta, presidente da Câmara, afirmou que a proposta que acaba com a jornada de trabalho 6×1 poderá ser votada no Plenário em maio. Ele destacou que o texto está sendo elaborado com cautela, avaliando todos os seus impactos, e acredita que sua aprovação é possível.
Em entrevista ao site Metropóles, Motta explicou que encaminhar a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois para uma comissão especial não é uma disputa de protagonismo, mas sim um processo legislativo adequado que inclui a participação de todos os envolvidos, buscando um consenso que beneficie a maioria da população.
O presidente ressaltou a importância de um diálogo amplo, sem ideologias, para compreender plenamente os efeitos da proposta. Ele destacou que a medida é justa e acompanha as novas dinâmicas das relações de trabalho, proporcionando mais tempo de qualidade para a família, saúde e lazer.
A CCJ vai analisar duas propostas relacionadas, a PEC 8/25 da deputada Erika Hilton e a PEC 221/19 do deputado Reginaldo Lopes.
Sobre os impostos sobre as apostas, Motta comentou que já houve aumento da alíquota para esse setor no ano passado, como forma de contribuir para o financiamento do combate ao crime organizado.
Referindo-se à vaga no TCU, ele reafirmou seu compromisso com o deputado Odair Cunha, destacando que é um parlamentar equilibrado, sempre aberto ao diálogo e disposto a auxiliar o governo em momentos importantes, tendo ocupado cargos relevantes e mostrando capacidade para gerir com responsabilidade.

