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Morador de casa de luxo no Jardim Botânico é preso por tráfico de drogas

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Segundo a polícia, o homem especializou-se na venda de drogas de valor econômico expressivo, especialmente skunk e haxixe

Na operação, foram apreendidos aproximadamente 60 kg de drogas – (crédito: Divulgação/PCDF)

Na última segunda-feira (7/6), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um morador de condomínio de luxo no Jardim Botânico identificado como suspeito de tráfico de drogas em larga escala na região. A operação, que recebeu o nome de Speed, foi conduzida pela Coordenação de Repressão às Drogas da PCDF (CORD).

O homem, segundo a corporação, especializou-se na venda de drogas de valor econômico expressivo, especialmente skunk e haxixe. As drogas eram mantidas em um esconderijo em São Sebastião, que o morador mantinha exclusivamente para a atividade ilícita.

Na operação, foram apreendidos aproximadamente 60 kg de drogas, além de 0,5 kg de cocaína, munição calibre .40, anabolizantes, veículo, balanças de precisão, embalagens, entre outros objetos relacionados ao tráfico de entorpecentes. O investigado foi indiciado por tráfico de drogas e posse de munição.

 

 

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Homem é condenado após ameaçar vazar nudes de jovem

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As fotos foram tiradas do computador da mulher, que havia deixado o notebook para consertar. Crime pode render mais de cinco anos de prisão

 

(crédito: John Schnobrich/Unsplash)

Um homem foi condenado a 5 anos e 6 meses de prisão por extorsão, estelionato e exposição sexual não consentida por ter ameaçado de vazar fotos íntimas de uma jovem. O técnico em informática Franklin Araújo Gonçalves foi preso em fevereiro, durante operação da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC).

O caso aconteceu em 2019, quando a vítima deixou seu notebook em uma loja de informática, na Asa Norte, para consertar. Franklin ficou encarregado de avaliar o equipamento e teve acesso a fotos da jovem nua e seminua, que ela tirava para mostrar à nutricionista. Com os arquivos, o homem entrou em contato com a mãe da vítima e enviou as imagens por meio de aplicativos de mensagens fazendo ameaças.

A mãe da jovem também recebeu mensagens de outra pessoa, inicialmente desconhecida, afirmando ter algumas fotos de seu interesse. Ela bloqueou o número, mas depois recebeu novamente mensagens do denunciado com fotos da filha nua. Na ocasião, ele exigiu o valor de R$1 mil para que ele apagasse as fotos e mais R$ 700 para enviar vídeo dele quebrando o aparelho celular que continha as fotos da vítima.

A garota também foi ameaçada pelo técnico, que afirmou saber onde ela morava e que “coisas desagradáveis poderiam acontecer” se ela não depositasse o valor de R$2 mil. Ele disse, ainda, que possuía o cartão de crédito dela, que estava salvo no computador e em vários sites de compras. Segundo a vítima esse cartão foi utilizado em diversas tentativas de compras, no valor de R$ 51.459,14.

Apesar das ameaças, nenhuma quantia foi passada e as vítimas tentaram simular um depósito para terem acesso às informações bancárias do homem, mas ele passou uma conta registrada no nome de outra pessoa, uma mulher. Ele também utilizava o e-mail de uma pessoa chamada Sônia para fazer as compras no cartão. O dinheiro utilizado no cartão de crédito da jovem foi restituído pelo banco.

Franklin foi condenado com base na Lei Carolina Dieckmann (Lei Nº 12.737/2012), voltada para crimes virtuais e delitos informáticos. A norma promoveu alteração no Código Penal Brasileiro, tipificando crimes cibernéticos e invasões a dispositivos sem a permissão do proprietário.

Lei Carolina Dieckmann

A Lei Nº 12.737/2012 ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann. A atriz teve o computador pessoal invadido, em maio de 2011, por um hacker. Ele teve acesso e vazou 36 fotos pessoais de cunho íntimo de Carolina.

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Dono de fazenda é torturado e morto com esposa e três funcionários em Vilhena, RO

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Polícia disse que donos da fazenda e três funcionários foram mortos. Segundo a investigação, fazendeiro foi torturado. É a segunda chacina na mesma fazenda em pouco mais de cinco anos. Região é conhecida por conflitos agrários.

Fazenda onde cinco pessoas foram mortas em Vilhena, RO — Foto: Maelly Nunes/Rede Amazônica

Cinco pessoas foram assassinadas a tiros em uma fazenda a cerca de 70 km de Vilhena, no sul do estado de Rondônia. A região é conhecida por ser uma área de conflitos agrários. A polícia confirmou para a equipe da Rede Amazônica que esteve no local que os mortos são o casal dono da fazenda e três funcionários. O crime aconteceu na noite de quarta-feira (13).

Segundo as primeiras investigações da polícia, a família estava jantando quando a casa foi invadida. O dono da fazenda foi levado para uma sala separada, onde foi torturado. Há indícios de que ele teve o coração arrancado com um facão.

Ainda segundo a polícia, a mulher do fazendeiro e os três funcionários foram levados para a varanda da casa, colocados de joelho e executados com tiros na nuca.

Crianças foram poupadas

 

Fazenda onde cinco pessoas foram mortas em Vilhena, RO — Foto: Maelly Nunes/Rede Amazônica

Fazenda onde cinco pessoas foram mortas em Vilhena, RO — Foto: Maelly Nunes/Rede Amazônica

No local também estavam duas crianças, menores de 10 anos, e a esposa de um dos funcionários executados. Eles foram trancados em um dos quartos da casa durante a noite e só conseguiram sair na manhã desta quinta-feira após quebrarem uma janela.

A mulher e as crianças andaram por 15 km pela zona rural até que conseguiram pedir socorro. Foram eles que chamaram a polícia.

Outro crime na mesma fazenda

É a segunda chacina no mesmo local em pouco mais de cinco anos.

Em 2015, cinco pessoas também foram mortas na fazenda. Na ocasião, um homem foi atingido com um tiro nas costas. Ele fingiu que estava morto, sobreviveu e ajudou à Polícia Civil nas investigações do crime.

Três corpos carbonizados foram encontrados dentro da casa em Vilhena — Foto: José Manoel/Arquivo Rede Amazônica

Três corpos carbonizados foram encontrados dentro da casa em Vilhena — Foto: José Manoel/Arquivo Rede

Ele disse que estava com mais cinco amigos conversando quando apareceram alguns homens e começaram a atirar na direção do grupo, que tentou fugir.

Os suspeitos então atearam fogo no local onde as vítimas se abrigaram para escapar dos tiros. O sobrevivente disse que em seguida os homens foram embora, mas três dos cinco mortos foram queimados vivos.

Segundo a polícia, o crime teria sido motivado por uma disputa de terras.

Em 2017, os réus Eber Maciel da Costa e Marlos de Souza Cândido, acusados de participação na chacina da fazenda Vilhena, foram condenados a 20 anos de reclusão em um novo julgamento.

Eles foram absolvidos pelo Tribunal do Júri em setembro de 2016, mas o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) entrou com recurso e o julgamento foi anulado.

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Grupo tenta depositar cheques falsos no valor de R$ 19 milhões em Taguatinga

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Golpe ocorreu em uma instituição bancária da região de Taguatinga. Após comunicação do setor de segurança a PCDF interveio e prendeu três pessoas em flagrante

(crédito: PCDF/Divulgação)

Na tarde de quinta-feira (14/10), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um grupo que tentava depositar cheques falsos em agência bancária de Taguatinga. Após comunicação do setor de segurança de uma instituição, policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (CORF) abordaram uma mulher de 38 anos. Ela tentou realizar o depósito de um cheque administrativo falso no valor de R$ 9,7 milhões.

Na ocasião, também estavam presentes mais dois comparsas, de 18 e 37 anos. Um deles era o filho da mulher que estava com outro cheque falso, no valor de R$ 9,3 milhões. Os três foram autuados em flagrante pelos crimes de tentativa de estelionato e associação criminosa.

De acordo com o delegado-chefe da CORF Wisllei Salomão, o grupo não soube explicar a procedência dos cheques. “Os presos não souberam identificar a origem das cártulas. A autuada possui antecedente criminal por estelionato, uso de documento falso e associação criminosa”, declarou o delegado.

Divulgação/PCDF

*Com informações da PCDF

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Criança de 2 anos morre após cair de carro, no Riacho Fundo 1

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A vítima foi levada ao quartel do Corpo de Bombeiros próximo do local do acidente, onde foi socorrida. No entanto, ela não resistiu e morreu antes de ser levada para o hospital

Bombeiros tentaram reanimar a vítima por 50 minutos, mas não conseguiram salvar a criança – (crédito: Divulgação – CBMDF)

Uma criança de 2 anos morreu, nesta quinta-feira (14/10), após cair de um veículo. O acidente aconteceu perto de um supermercado do Riacho Fundo 1, na altura da QN 3. A vítima teve traumatismo cranioencefálico grave, provocado pela queda, segundo o Corpo de Bombeiros (CBMDF). O bebê, que não teve a identidade informada, passou por uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

Um bombeiro militar que passava pelo local pouco depois do acidente levou a criança para o quartel, atrás do supermercado. A equipe de socorro tentou reanimar a vítima por cerca de 50 minutos e acionou o  helicóptero de resgate. No entanto, a equipe médica confirmou a morte antes da transferência do bebê para o hospital.

A família da criança relatou aos militares que ela teria caído do carro, conduzido pelo avô da vítima. A corporação não soube informar se o carro estava em movimento ou parado na hora do acidente. As polícias Militar e Civil foram acionadas para atuar na ocorrência.

Policial morre atropelado

Horas antes, o policial civil José Maria Moreira Filho também foi atendido pelos bombeiros, após ser atropelado por um carro, na BR-080. Ele pedalava pela via quando foi atingido por um Fiat Toro branco. O ciclista apresentava sinais de traumatismo craniano, teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

A condutora do automóvel que atingiu José Maria não havia ingerido bebida alcoólica e foi levada para a 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), onde prestou depoimento. O caso segue sob investigação na unidade policial — a mesma em que o ciclista trabalhava como chefe da Seção de Apoio Administrativo (SAA).

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Homem baleado durante ‘brincadeira de mau gosto’ em MS segue internado, consciente e estável

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Crime aconteceu, nesta quarta-feira (13), na praça central de Sidrolândia, a 72 km de Campo Grande.

Caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Sidrolândia. — Foto: Google Maps/Reprodução

O homem de 36 anos baleado durante uma ‘brincadeira de mau gosto’, nessa quarta-feira (13), em Sidrolândia, a 72 km de Campo Grande, segue internado, consciente e estável. A informação é da Santa Casa, hospital onde ele está.

De acordo com a unidade de saúde, ele tem ferimentos no tórax e axilas, e está sob os cuidados da equipe de cirurgia torácica.

Segundo o boletim de ocorrência, no total foram feitos cinco disparos, dos quais dois atingiram a vítima na região do tórax e axilas. Uma testemunha contou à polícia que o crime teria sido motivado por uma brincadeira com outros envolvidos, mas que não teria sido aprovada pelos homens.

O suspeito da tentativa de homicídio é uma pessoa conhecida por “neguinho’. Ele fugiu após os disparos.

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PF prende mais sete envolvidos no assalto a bancos em Araçatuba

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Operação cumpriu 24 mandados de busca e apreensão e segue em busca de um oitavo criminoso

Reféns são colocados em cima de carros durante ataque a bancos em Araçatuba, SP. (TV Record/Reprodução)

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira mais sete mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca em apreensão na investigação do assalto às agências bancárias do Banco do Brasil e da Caixa ocorrido em agosto passado em Araçatuba (SP). Um dos mandados de prisão segue em aberto e a operação prossegue para localizar um oitavo envolvido no crime. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de São Paulo (6 mandados), Campinas (1), Águas de Santa Bárbara (1), Mairiporã (3), Osasco (3), Guarulhos (5), Cotia (2), Itapecerica da Serra (1) e Itapevi (2).

Passados 45 dias do crime, a Polícia Federal prendeu até agora 15 envolvidos e cumpriu 51 mandados de busca e apreensão na tentativa de identificar todos os integrantes da quadrilha. As investigações continuam.

A ação desta quinta-feira, autorizada pela Polícia Federal, envolveu mais de 100 policiais federais e teve apoio da Polícia Militar de São Paulo e do Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (Baep) de Campinas.

Segundo a polícia, cerca de 20 criminosos participaram do assalto, que deixou três mortos e cinco feridos. Entre os mortos está o empresário Renato Bortolucci, de 38 anos, que morreu enquanto filmava a ação de bandidos, e o personal trainer dele, Márcio Victor Possa da Silva, de 34 anos. O terceiro morto seria um criminoso e não foi identificado. O empresário chegou a compartilhar um áudio com amigos: “Nossa, fui atingido, mano. Nossa senhora, meu Deus! Ai”

Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas na cidade, que tem cerca de 200 mil habitantes e fica a 521 quilômetros da capital paulista. Um dos feridos foi Clayton Soares Teixeira, de 26 anos, que teve seus dois pés e parte dos dedos da mão esquerda amputados. Morador do local, ele foi atingido após se aproximar de um dos explosivos deixados por criminosos. Os bandidos usaram dinamite e espalharam pelo menos 20 bombas pela cidade. Durante mais de duas horas, os criminosos fizeram moradores de reféns, amarrados em veículos e usados como escudo.

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