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Ministério inicia Semana de Valorização da Família

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Evento conta com palestras e lançamento de ações

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos iniciou hoje (19) a Semana de Valorização da Família. O evento contará com palestras de especialistas e o lançamento de programas para estimular o fortalecimento dos vínculos familiares. A programação ocorrerá até quinta-feira (21) nas redes sociais da pasta.

Durante o evento, serão lançadas novas ações como a Campanha Refeições em Família – um incentivo para que os pais realizem as refeições em conjunto com os filhos para estimular o diálogo; o Projeto Família na Escola – para permitir que pais e professores possam atuar conjuntamente no desenvolvimento da criança; a Escola Nacional da Família – uma plataforma digital com conteúdos sobre educação parental e o Selo Empresa Amiga da Família – reconhecimento público de empresas comprometidas com o equilíbrio trabalho-família.

A ministra Damares Alves participou da abertura do primeiro dia de transmissão do evento e disse que a pasta trabalha no fortalecimento dos vínculos familiares.

“Chama todo mundo. Chama as famílias, os profissionais da saúde, da educação, da assistência social, gestores e instituições, organizações da sociedade civil”, conclamou a ministra.

A secretária Nacional da Família, Angela Gandra, disse que a família precisa ser prestigiada a cada dia. “É isso que estamos procurando fazer. Dar um destaque para a família, um destaque suprapartidário, formar uma política de Estado, e que, de fato, consigamos fazer valer o que está na nossa Constituição. A família é a base da sociedade”, ressaltou.

As palestras serão transmitidas até o dia 21, das 15h às 17h, nas redes sociais do ministério.

O evento é motivado pela comemoração do Dia Nacional de Valorização da Família, que será lembrado na próxima quinta-feira (21).

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Inscritos no Enem enfrentam segundo dia de provas neste domingo

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Estudantes respondem questões de matemática e ciência da natureza; prova começa a ser aplicada às 13h30

O Enem, que conta com mais de 3 milhões de inscritos, é a principal entrada para o ensino superior público (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Os candidatos devem ficar atentos e não esquecer de levar máscara de proteção facial, documento de identidade e caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente, itens obrigatórios no exame.

Nos locais de exame, os portões são abertos às 12h e fecham às 13h, e não é permitido entrar após o fechamento dos portões. As provas começam a ser aplicadas às 13h30 e terminam às 18h30, no horário é o de Brasília.

A dica dos professores é que os estudantes tenham uma estratégia de prova e que administrem bem o tempo para resolver as questões. Quem não se saiu muito bem no primeiro dia de teste, domingo passado (21) ainda tem chance de recuperar a nota.

No primeiro dia de Enem, os estudantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. Ao todo, 74% dos 3,1 milhões de inscritos compareceram ao exame.

Assim como na prova do último domingo (21), é obrigatório o uso de máscara de proteção facial. Participantes que estiverem com covid-19 ou com outras doenças infectocontagiosas não devem comparecer ao exame e podem solicitar a reaplicação. O descumprimento das regras pode levar à eliminação do candidato.

Além da máscara, é obrigatório levar documento de identificação original, com foto. Não são aceitos documentos digitais. Entre as identificações aceitas estão a carteira de identidade, a carteira nacional de habilitação (CNH), o passaporte e a carteira de trabalho, desde que emitida após 27 de janeiro de 1997.

Outro item obrigatório é a caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. Ela é necessária para preencher o cartão de respostas no Enem impresso e, no Enem digital, pode ser usada para fazer anotações na folha de rascunho. Não é permitido o uso de lápis ou borracha.

Agenda_Enem_2021_segundo_dia
Agenda_Enem_2021_segundo_dia – Arte/Agência Brasil

É recomendado ainda que os participantes levem água e lanche, já que a prova tem longa duração.

Também é aconselhável levar no dia do exame o cartão de confirmação da inscrição, que traz,  entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante.

Caso necessite comprovar que participou do exame, o estudante pode, também na Página do Participante, imprimir a declaração de comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração, que deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala, serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.

O Enem seleciona estudantes para vagas do ensino superior públicas, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), e serve de parâmetro para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados também podem ser usados para ingressar em instituições de ensino portuguesas que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)

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Ensino a distância conquista adeptos e aumenta após fim de restrições

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Mais de 50 instituições participaram de pesquisa sobre a modalidade

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O anúncio da pandemia de covid-19 em março de 2020 trouxe diversas transformações sociais. Com as restrições de locomoção e de contato social, setores indispensáveis tiveram que passar por adaptações. Uma das mais significativas ocorreu na educação, que passou a adotar o modelo de ensino a distância (EAD) em praticamente todas as modalidades de educação – desde treinamentos básicos a mestrados e doutorados.

Apesar de apresentarem, em média, desempenho pior do que os cursos presenciais, os cursos a distância trazem opções de ensino viáveis para alunos que necessitam trabalhar e estudar ao mesmo tempo e para pessoas que necessitam compartimentar ou flexibilizar os horários de estudo.

“A EAD se encaixa perfeitamente como solução para a realidade atual devido a sua flexibilidade, aos diversos meios de transmissão de conteúdo (vídeos, textos, aplicativos, jogos), aos canais de comunicação existentes, além de beneficiar os diferentes tipos de aprendizagens”, ressaltou a Fábia Kátia Moreira, consultora de EAD e tecnologia internacional que atua na área há mais de 25 anos.

Para a consultora, “diante da pandemia da covid-19, mesmo as instituições mais tradicionais e resistentes à EAD estão lançando mão dessa modalidade, senão para oferecer novas possibilidades de aprendizagem aos estudantes, ao menos para garantir o cumprimento dos duzentos dias letivos exigidos em lei”.

Qualidade de vida

De acordo com a psicóloga e estudante de pós-graduação em Gestão de Pessoas Jaqueline Oliveira, o EAD oferece aumento em qualidade de vida, já que elimina a necessidade de deslocamento. “Me ajudou muito pela questão de flexibilidade de horários. Tenho uma vida muito corrida e moro em uma área que faz com que eu precise ficar em transporte público por, no mínimo, 1h30 antes de chegar na instituição de ensino. Ganhei qualidade de vida e me adaptei à didática. Acredito que não quero mais fazer ensino presencial”, afirmou.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) mostra que tanto a procura quanto a oferta por cursos EAD tiveram aumento substancial entre 2020 e 2021, e que, apesar da situação criada pela pandemia, o mercado tende a se consolidar mesmo após o término das restrições sanitárias.

As características do EAD, entretanto, também trazem dificuldades. Entre elas, o aumento da inadimplência e da evasão escolar. Os dados coletados pela Abed mostram que para 21,6% dos cursos EAD oferecidos a inadimplência cresceu em até 50%. A evasão escolar também é maior via EAD – para 27,5% dos cursos analisados a evasão aumentou em até 50%.

Dos alunos entrevistados e que estão inadimplentes, 70% responsabilizaram a crise econômica criada pela pandemia como razão para suspender os pagamentos de mensalidades, enquanto 47,1% afirmaram ter dificuldades de adaptação ao ensino remoto emergencial.

Dia Nacional do EAD

Instituído em 2003 pela Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), o dia 27 de novembro marca a celebração do ensino a distância como ferramenta de educação e democratização do conhecimento.

Para discutir temas relevantes sobre o assunto, como metodologias, perfis educacionais e desafios do mercado de EAD, a Abed preparou um calendário de palestras online gratuitas para o público – tanto alunos quanto educadores.

A programação completa pode ser conferida aqui.

Por Agência Brasil

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Aumento de pessoas no mar pode explicar mais ocorrências com tubarões

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Se acidentes são ocasionais não é preciso fechar praias, diz professor

© Daniel Linguite / Latin America News Agency

 

Dois acidentes envolvendo tubarões deixaram duas pessoas feridas em praias de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, nos dias 3 e 14 de novembro. Os ferimentos causados foram leves e eram compatíveis com a mordedura de tubarão, de acordo com informe técnico do Laboratório de Pesquisa de Elasmobrânquios da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo de Elasmobrânquios, colaborador do Arquivo Internacional de Ataques de Tubarões e professor da Unesp Otto Bismarck Gadig foi o responsável pela confirmação dos dois acidentes. Ele explicou que quanto maior o número de pessoas no mar e quanto mais as pessoas invadem esse ecossistema, maior é a chance de interação com a fauna marinha.

Segundo Gadig, ainda é precipitado apontar outras explicações para as ocorrências. “Os acidentes com tubarões no mundo aumentaram nos últimos 70 anos de acordo com o aumento populacional humano. Isso só reforça o que eu estou colocando”, disse. Ele ressaltou que ambos os casos ocorreram próximos a feriados, períodos que costumam gerar maiores aglomerações em praias.

No entanto, o especialista acrescenta que outras causas para esses acidentes só poderão ser confirmadas por meio de monitoramento ao longo do tempo. “Se tem outros fatores de pano de fundo, ou seja, mudanças climáticas, fatores oceanográficos, alguma perturbação no ecossistema, isso é possível de saber, mas não agora. Então, é ficar monitorando a situação para ver se esses acidentes se repetem para tentar achar explicações ligadas a processos mais complexos”, explicou.

Cuidados

O professor avalia que, quando os acidentes são ocasionais, como esses de Ubatuba, não é necessário fechar praias, mas as pessoas podem tomar alguns cuidados básicos. “São condutas preventivas que a gente pode sugerir para as pessoas evitarem ou diminuírem o risco de encontrar com tubarões, lembrando que mesmo sem essas condutas o risco é muito baixo”, disse.

Entre os cuidados que podem ser tomados pelos banhistas, o professor citou não entrar no mar sozinho, procurar ficar em grupo; não entrar no mar se tiver com algum ferimento que possa sangrar, porque esses animais são muito sensíveis do ponto de vista sensorial; não urinar na água, já que isso pode atrair um animal que esteja por perto.

O professor sugere ainda que as pessoas evitem entrar no mar em horário de escuridão, à noite, no final da tarde ou começo do dia, porque muitas espécies são mais ativas para alimentação nesse período. Também não é recomendado usar objetos brilhantes que podem refletir a luz do sol e brilhar, o que poderia ser confundido com pequenos peixes que são eventualmente presas de tubarões.

Por Agência Brasil

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Réveillon cancelado? Veja situação em SP, Rio, Salvador e outras capitais

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O atraso na vacinação e a persistência da pandemia podem prejudicar os eventos da virada do ano em algumas das cidades em que esses festejos são tradicionais

Ano novo: São Paulo planeja realizar o réveillon na Avenida Paulista. (Gabriel Monteiro/secom/Agência Brasil)

A realização de réveillon com público e a tradicional queima de fogos da festa entrou em compasso de espera nas capitais brasileiras. O atraso na vacinação e a persistência da pandemia podem prejudicar os eventos da virada do ano em algumas das cidades em que esses festejos são tradicionais.

A prefeitura de Salvador espera definir o assunto nos próximos dias e o mesmo vale para Recife e Fortaleza. Em Belo Horizonte, o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 desaconselhou a realização do evento, enquanto a prefeitura de Florianópolis já lançou o Verão da Virada 2022, que inclui a festa com queima de fogos. Em São Paulo e no Rio, a programação está mantida.

Em Salvador, a definição ocorrerá após encontro entre o prefeito Bruno Reis e o governador Rui Costa (PT). No ano passado, a queima de fogos ocorreu sem público e foi transmitida pela internet.

Já as festas particulares devem ocorrer em mais de 20 locais na capital baiana. A última edição do festival da virada, na passagem de 2019 para 2020, reuniu 2 milhões de foliões durante os cinco dias de festa.

São Paulo planeja realizar o réveillon na Avenida Paulista. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) já disse que o evento voltaria a ser realizado depois da interrupção forçada pela pandemia de 2020 para 2021. Na quarta-feira, 24, a capital paulista alcançou a marca de 100% da população adulta totalmente vacinada.

No Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD) também planeja realizar o festejo na orla de Copacabana. Ele já vem repetindo desde julho que o evento ocorrerá em sua total capacidade, como em anos pré-pandemia. Na semana passada, a prefeitura informou que não há mais pacientes com covid-19 na rede municipal de saúde.

SEM CONFIRMAÇÃO

Situação diferente do Recife, onde a prefeitura ainda não confirmou o Réveillon com público. “O Recife entende que apenas com a superação da pandemia será possível assegurar os eventos”, disse, em nota.

Em Fortaleza, a festa também está indefinida. O prefeito José Sarto (PDT) criou um grupo para discutir a realização do evento. A possibilidade de haver a queima de fogos com a liberação das praias para o público já vinha sendo estudada pelo comitê da covid-19, devido à queda nos indicadores da pandemia. Uma das possibilidades é de que o réveillon só seja permitido para pessoas com a imunização completa.

O Comitê de Enfrentamento à Covid-19 desaconselhou a realização do Réveillon na capital mineira, devido ao risco de aglomerações. Foram levados em conta os índices de vacinação abaixo do desejado e o risco de aparecimento de variantes do coronavírus.

FLORIANÓPOLIS

Na capital catarinense, a queima de fogos será realizada exclusivamente na baía norte, com visualização da Beira-Mar Norte e Continental. Não haverá show musical.

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Nova variante: Anvisa recomenda restrições a voos de 6 países da África

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A orientação é em decorrência da identificação de nova variante do coronavírus B.1.1.529.

Anvisa: Países da Europa já restringiram viagens para o local de origem da nova variante e entrada de viajantes (Leandro Fonseca/Exame)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nota técnica nesta sexta-feira, 27, recomendando que o governo brasileiro restrinja voos e viajantes vindos dos países da África que identificaram a nova variante do coronavírus B.1.1.529.

Os países identificados na nota técnica são, especificamente, África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

Por não haver voos diretos desses países para o Brasil, a Anvisa recomenda a restrição de entrada de viajantes dessas áreas também por qualquer outro meio de entrada. Brasileiros ou residentes legais que tiverem passagem por um desses países devem realizar quarentena de 14 dias, segundo o órgão.

A recomendação foi enviada para a Casa Civil. A agência informa que a efetivação da medida depende de de portaria interministerial editada conjuntamente pela Casa Civil, pelo Ministério da Saúde, pelo Ministério da Infraestrutura e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Países da Europa já restringiram viagens e entrada de viajantes do local de origem da nova variante. A nova variante preocupa autoridades mundiais pelo seu grande número de mutações: são 50 ao todo. Apesar de ainda ser cedo para dizer o quão transmissível ou perigosa ela é, a nova variante já levou a quedas nas bolsas.

Por Exame

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OMS alertou em março que a desigualdade nas vacinas geraria variantes

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Na época, Tedros Adhanom classificou como “sufocante” o pouco progresso feito em direção a uma distribuição mais igualitária dos imunizantes

Diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus (Christopher Black/OMS/Reuters)

À medida que as vacinas contra o coronavírus eram produzidas, entre 2020 e 2021, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, reforçava recorrentemente que os governos mundiais levassem em conta as projeções de especialista de saúde sobre quantas doses, e em qual período os lotes deveriam ser enviados para que fosse possível vacinar todo o mundo, não apenas os países mais ricos.

Isso era necessário, dizia ele, para reduzir as taxas de mortalidade e doenças graves nas nações mais pobres e para proteger suas populações das consequências econômicas.

As evidências também apontavam outro e mais latente motivo: quanto mais o vírus se espalha, maior a probabilidade dele sofrer uma mutação e resultar em uma cepa que pode se tornar perigosa para todos, incluindo os vacinados.

Talvez pelo devido descaso com o alerta, há indícios de que este temor se concretizou. Uma nova variante do coronavírus chamada B.1.1.529 foi identificada na África do Sul e vem preocupando autoridades mundiais pelo seu grande número de mutações: são 50 ao todo.

O quão ela é transmissível ou perigosa ainda está sob análise, mas a nova variante já levou a quedas na bolsa e a países da Europa restringindo viagens para seu local de origem.

Em março, Tedros Adhanom reforçou publicamente o pedido de forma ainda mais contundente: clamou para que países ricos compartilhem mais doses de vacinas contra o coronavírus a nações mais pobres. Segundo ele, vacinar todos os cidadãos enquanto a maior parte da população mundial continua sem os imunizantes dá uma “sensação falsa de segurança”.

“Se não for por solidariedade, peço que países ricos compartilhem as doses pelo seu próprio interesse”, disse Tedros, que completou ao afirmar que as nações mais desenvolvidas do mundo vacinam suas populações ao custo das vidas de idosos e profissionais da saúde de regiões de menor renda.

Não está claro exatamente onde a nova variante foi gerada. Pode ter sido na África do Sul ou Botswana, ou em um país vizinho.

Mas ambos os países têm baixas taxas de vacinação e documentaram um luta diplomática para garantir as doses, inclusive acusando as nações ricas de acumularem vacinas.

Até quinta-feira, apenas 23,51% das pessoas na África do Sul e 19,58% no Botswana foram vacinadas, informou o Our World in Data.

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