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quarta-feira, 04/02/2026

Médico suspeito de abuso sexual é preso na Bahia

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SÃO PAULO, SP – Um médico de 29 anos foi detido nesta terça-feira (3) em Seabra, na Bahia, acusado de abusar sexualmente de pacientes.

Ele está sendo investigado por estupro, violação sexual por meio de fraude e estupro de vulnerável. As vítimas incluem duas mulheres, de 19 e 24 anos, e uma adolescente de 14 anos, conforme informações da Polícia Civil local.

Além das pacientes, o médico teria abusado sexualmente de uma ex-assistente, usando sua posição de autoridade para praticar os abusos.

Os abusos ocorreram durante consultas e exames. Ele trabalhava como clínico geral em unidades públicas e privadas na cidade.

A investigação começou após familiares de uma das vítimas registrarem queixa. A vítima relatou ter sofrido abusos do médico desde o ano anterior.

A justiça autorizou mandados de busca na residência do suspeito e em locais onde ele trabalhava.

A polícia acredita que pode haver mais vítimas e recomenda que elas denunciem através do Disque 100, do 180 ou diretamente em uma delegacia.

O Conselho Regional de Medicina da Bahia informou que está investigando o caso e pediu para que eventuais vítimas formalizem suas denúncias para que a apuração prossiga.

O Conselho destacou que os processos são sigilosos, garantindo o direito à defesa, e que as sanções serão divulgadas após decisão definitiva.

A defesa do médico não foi localizada para comentar o caso.

Como denunciar violência sexual

Quem sofre violência sexual pode buscar atendimento médico e psicológico no sistema público sem precisar registrar boletim de ocorrência. No entanto, para realizar exame de corpo de delito, é necessário o boletim, que serve como prova judicial e deve ser feito o mais rápido possível.

Em casos de flagrante, ligue para o 190. O número 180 oferece suporte para casos de violência doméstica, mas não flagrantes. Também há atendimento via WhatsApp.

Vitimas de estupro podem procurar hospitais com atendimento de ginecologia para receber medicação, apoio psicológico e realizar interrupção legal da gestação, apesar da disponibilidade variar entre unidades.

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