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Médico que gravou áudio sobre esgotamento de vagas para Covid-19 no Hospital de Base vai responder sindicância

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Em gravação, cirurgião que atua como gerente geral de assistência afirmou que faltam ventiladores. Instituto que controla hospital público diz que avalia se profissional permanece no cargo.

Fachada do Hospital de Base do Distrito Federal — Foto: Pedro Ventura/GDF/Divulgação

Após o vazamento de um áudio sobre o esgotamento de leitos de UTI para Covid-19 no Hospital de Base de Brasília, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF), que administra o hospital, disse que avalia se o médico Lucas Seixas Doca Júnior permanece no cargo. O cirurgião é gerente geral de assistência do Instituto Hospital de Base do Distrito Federal.

O Iges informou, nesta segunda-feira (29), que “foi instaurada uma apuração pela assessoria de compliance para investigar a fala do servidor”. Em uma gravação enviada para colegas, no sábado (27), o profissional afirma que todos os ventiladores pulmonares para pacientes com Covid-19 da unidade estavam ocupados (ouça acima).

O instituto disse também que entrou em contato com o Conselho Regional de Medicina (CRM), “para averiguar se há algum impedimento para [o médico] permanecer no desempenho das atividades”.

No domingo (28), após a divulgação do áudio, o médico Lucas Seixas Doca Júnior publicou uma nota afirmando que a fala foi “mal interpretada” e que “o GDF tem o maior e mais bem estruturado plano de mitigação das mortes causadas pela Covid-19” (veja íntegra ao fim da reportagem).

Um dia antes, na gravação, o gestor afirmou que “se esgotaram as vagas privadas, as públicas e nós estamos criando mais”. Aos colegas, ele demonstrava preocupação com a situação dos próximos dias na rede hospitalar da capital.

Áudio do médico

O áudio foi divulgado pelo site “O Antagonista” e confirmado pela TV Globo. Na gravação, o médico Lucas Seixas afirmou que chegou a sugerir ao governo do DF maiores restrições para a circulação de pessoas nos próximos dias por conta da pandemia na capital.

“Fizemos uma sugestão de lockdown para as instituições da alta gestão, secretário, gabinete do governador e etc. A partir de terça-feira, dia 30, até dia 14. Para que a gente tenha uma diminuição gradativa dos leitos com ventilação e a segunda quinzena de julho seja mais tranquila, mesmo que a gente postergue um pouco a crise intra hospitalar. Mas é necessário porque se esgotaram as vagas privadas, as públicas e nós estamos criando mais.”

Em entrevista à TV Globo, o diretor-presidente interino do Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do DF (Iges-DF), Sérgio Costa, negou a falta de ventiladores. “Há pouco estive no Hospital de Base, fizemos visita in loco. Nós verificamos todos os equipamentos disponíveis. Não há falta de equipamentos.”

Leitos de UTI em Brasília

Leitos de UTI na rede pública do Distrito Federal  — Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação

Leitos de UTI na rede pública do Distrito Federal — Foto: Secretaria de Saúde/Divulgação

Segundo a Sala de Situação da Secretaria de Saúde – que monitora as vagas – até as 15h05 desta segunda-feira dos 66 leitos com suporte de ventilação mecânica para pacientes com Covid-19 no Hospital de Base, 59 estavam ocupados. O índice representa 89,39% da capacidade.

No total de vagas da rede pública, que somam 500 leitos, 315 estavam ocupados. Ou seja, 63%.

Nos hospitais privados de Brasília, 90,87% das vagas de UTI para Covid-19, tinham pacientes internados. Dos 219 leitos, 192 (90,87%) permaneciam ocupados.

Até o início da tarde desta segunda, o Distrito Federal havia registrado 44.918 casos do coronavírus. Já o número de mortos chegou a 550 sendo que 48 vítimas moravam em outros estados e buscaram atendimento na capital.

Estado de calamidade pública

Também nesta segunda, o governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou situação de calamidade pública no Distrito Federal por conta da pandemia do novo coronavírus.

Apesar da medida, o governo tem autorizado uma série de flexibilizações desde a reabertura do comércio a espaços de lazer.  Ibaneis afirmou que o objetivo da declaração é “acessar programas federais”. Questionado, o chefe do Executivo não traçou relação direta entre o estado de calamidade e o contágio acelerado da doença.

Com o decreto, o governo local não terá que seguir limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e nem as metas fiscais previstas nas regras orçamentárias de 2020. Além disso, o DF poderá receber repasses da União.

O que diz o médico investigado

Confira a íntegra da nota divulgada pelo médico Lucas Seixas após a divulgação do áudio:

“O áudio divulgado pela mídia foi uma orientação rotineira para um grupo interno de chefes de Unidades do HBDF. O GDF tem o maior e mais bem estruturado plano de mitigação das mortes causadas pela Covid-19.

Tudo foi meticulosamente tratado e treinado pela SES e IGESDF, basta ver os resultados. Todos os fluxos foram auditados pelos MPs, CRM, COFEM e MS que comprovaram a espetacular resposta que o GDF tem dado à sociedade, através da SES e do IGESDF.

O Secretário do Ministério da Saúde esteve em visita no HBDF no dia de Hoje, enquanto era divulgado o áudio, e nossa equipe já havia solucionado as altas e abertura de novas vagas na UTI que estava cheia pela manhã.

Nessa visita, mostramos todos os fluxos e atividades de suporte aos pacientes com a Covid e os não Covid, como os dos pacientes com câncer, cardiopatas, Neurocirúrgicos, trauma e até psiquiátricos que o HBDF atende e manteve o atendimento na Pandemia, só do ambulatório foram cerca de 19mil.

O atendimento possui toda segurança e não há cruzamento de fluxos. O Secretário saiu muito satisfeito com o que viu e testou pessoalmente. O trabalho é árduo, de comprometimento total, mas recompensador.

Dessa forma, não pode ser abalado por má interpretações da fala de apenas um dos agentes envolvidos. Foi muito esforço e de muitos para entregarmos qualidade ao Distrito Federal.

Todos os dias, a UTI Covid enche e à tarde pacientes que estão melhores (fora do respirador) e de alta, devem ir para os espaços chamados Coorte Covid existentes nas enfermarias de isolamento.

Eles devem sair da UTI Covid e permanecerem por 72h isolados dos outros sem a doença até a alta Hospitalar, e assim abrem-se vagas para outros pacientes que precisam de suporte ventilatório.

Minha visão foi setorial, sou apenas gerente de uma unidade de saúde( HBDF). Estávamos cheios pela manhã e com pacientes aguardando alta das UTIs para às enfermarias e outros aguardando graves para entrarem nas UTIs, pois todos os leitos de UTI Covid são regulados por uma central de regulação técnica e agil que distribui os pedidos de UTI nas vagas de UTI existentes nos diversos Hospitais da rede. Dessa forma, temos transparência total dessa distribuição.

O Painel Central de comando soma todas as vagas e dá um porcentual confortável ao gabinete central de Crise, mesmo o HBDF, em determinados momentos, ficando Cheio.

Portanto, mesmo com 66 leitos de UTI Covid e outras 68 não Covid, temos que fazer estratégias para que os pacientes intubados e graves tenham cuidados adequados até serem regulados para UTI.

Trabalho há 22 anos e estou nesse cargo há menos de 3 meses para ajudar junto com dezenas de gestores, a fazer do Hospital de Base o melhor e mais eficiente Hospital do DF.

O HBDF atende, cerca de 5000 pacientes todos os dias, é referência de excelência e exclusiva em inúmeras patologias, e mesmo sendo referência, manteve seus compromissos de continuar atendendo e ampliando o acesso a todas as outras patologias que não deixaram de existir, e ainda assim, construiu 66 leitos de UTI Covid e expandiu 20 outros leitos de UTI, sendo 10 de Trauma e 10 UTI de adulto, tudo isso em menos de 2 meses, e os ofereceu para a sociedade do DF.

Foram treinadas 4500 pessoas que mantém esse Hospital trabalhando 24 horas por dia e 365 dias por ano. Hoje temos o menor índice de contaminação entre os colaboradores, cerca de 2% evidenciados após teste em massa, sendo sua maioria contaminada em Hospitais privados e assintomáticos, pois os profissionais de saúde podem trabalhar em outros locais.

Todos os serviços de atendimento ao paciente oncológico, imunossuprimidos, politraumatizados e várias outras cirurgias da rede são realizadas com toda a segurança através de fluxos internos aferidos e aprovados por todos os agentes fiscalizadores.

Tudo isso e muito mais, foi realizado com o apoio irrestrito da presidência do IGESDF, da SES, e do GDF que nunca mediu esforços para entregar qualidade a cada paciente que entra no HBDF.

Quando alertei à minha equipe de chefes de Clínicas Médicas e das Cirúrgicas, quanto às necessidades que temos de zelar pelos uso racional dos insumos escassos e agilizar os processos de alta, em um comunicado interno, nunca imaginei que iria vazar para a imprensa.

O áudio foi a minha impressão naquele momento, pois estávamos cheios, e quais seriam as condutas adotadas do nosso plano de contingenciamento para dar giro aos pacientes da UTI Covid que estavam de alta, para os leitos de Coorte Covid. Criamos 72 leitos desses (Coorte).

O plano C do nosso contigenciamento foi Criado por nosso grupo há quase 2 meses e preparado com muita discussão (ativação de leitos a mais na SRPA), somente se no pico houvesse a necessidade.

No entanto, numa guerra, precisamos sempre estar preparados. Nós do HBDF, nos antecipamos a tudo, e a depender dos índices epidemiológicos intra hospitalares ativaremos o plano C.

Todos os meus atos de gerente geral da assistência são discutidos no gabinete de Crise Covid do HBDF em reuniões diárias, onde sou apenas um voto e o executor das ações. Tudo é registrados em ata e assinado por todos os membros.

Como o cenário muda diariamente, decisões internas são customizadas para cada cenário. O IGESDF e a SES providenciaram absolutamente tudo para atender todos os pacientes com excelência e proteger todos os seus colaboradores.

Quando disse que jamais verão um paciente morrer sem ventiladores, foi uma referência ao que aconteceu em outros Países da Europa, mas está muito longe da realidade do GDF, onde teremos cerca de 800 leitos com respiradores até julho.

Alertei para o pico e para o risco de colapso intrahospitalar do HBDF se não liberássemos as vagas dos pacientes de alta das UTIs para as enfermarias e no nosso Hospital, visto a sobrecarga do outros Hospitais que já não recebem a contra referência dos pacientes das regionais que o HBDF cuida. A realidade é que 60% dos que são intubados e ficam graves podem ter o perfil do HBDF( cardiopatas, nefropatas, oncológicos e imunosupromidos).

Não me fiz entender para a População, pois falei para médicos, num grupo interno de Whatsapp. São 37 chefes de Unidades e utilizamos bastante os aplicativos para comunicação rápida e eficaz. Jamais planejei o vazamento do áudio.

Fiz de forma corriqueira e normal, como faço diariamente e diversas vezes, em virtude de não podermos nos reunir de forma presencial durante a pandemia. Um leito de UTI Covid tem respirador, monitor, bombas de infusão, e uma série de especificações técnicas, bem como toda uma equipe treinada para dar o suporte necessário ao paciente.

Nós, os gerentes temos que garantir que não falte nada ao paciente e ao colaborador. Minha preocupação foi única e exclusiva com os medicamentos Hipnóticos, opióides, sedativo, bloqueadores musculares, a aminas vasoativas( noradrenalina), enoxeheparina e outros medicamentos essenciais para mantermos o paciente em ventilação, sedado e sem dor, até a sua recuperação e retorno aos seus familiares.

Ocorre que pelo volume de uso e a demanda de pacientes greves, há escassez no HBDF, no DF, no Brasil e no mundo. Todas as sociedades médicas sabem dessa informação e inclusive a imprensa. IGESDF e a SES sabendo disso, estão tentando adquiri em todas as instâncias e até importar.

Hoje em reunião com o Secretário do MS, alertamos e falamos do nosso estoque e da nossa preocupação com esses insumos e ele nos disse que será a preocupação dele de agora até a solução e a reposição.

Eu como gerente, sabendo do estoque que temos, junto a uma equipe exemplar e comprometida, utilizamos à literatura farmacológica para fazermos o uso racional desses insumos e substituições até a normalização do abastecimentos.

Dessa forma, daríamos segurança total aos pacientes que dependem deles por estarem em ventilação mecânica. Todas as medidas cabíveis foram tomadas pelos gestores e pelo GDF para não faltar nada como faltou em diversos países.

Implantamos o uso racional desde o dia 12 de junho e ganhamos mais tempo para as importações desses insumos. O estoque é limitado para todas as instituições, pois o problema não é dinheiro, e sim a ausência do produto nos distribuidores etc.

O HBDF e toda a rede do DF vem oferecendo o melhor serviço de sua história, graças aos atuais gestores e a um governo que entende a saúde como primeira necessidade da População. Sinto-me orgulhoso de pertencer a esse processo e humildemente contribuir para salvar as vidas que Deus nos mandar e confiar.

Faço publicamente uma retificação da minha fala: não há risco de falta de respiradores na rede, pode haver enchimento temporário em unidades isoladas como o HBDF e a minha maior preocupação são os medicamentos escassos em todo o Brasil.

Se soubesse que um simples pedido de um gerente à sua equipe causaria tanta repercussão, jamais o teria feito dessa forma. A sociedade merece a qualidade da medicina que estamos fazendo, com a ajuda fundamental do Governo, SES e IGESDF.

Sinto muito, e desculpem o mal entendido e o transtorno causado pelo vazamento e publicação de áudio dessa orientação técnica, em um dos muitos dias difíceis na lida de profissionais da saúde, que dão sua vida pelos outros e deveriam ser poupados de disputas politicas, num momento em que todos deveriam ajudar.

Um Hospital com mais de 10 mil pessoas circulando diariamente, já tem seus dilemas. Portanto um trabalho tão belo, não pode ser confundido da forma que foi exposto.

A população que precisa trabalhar e produzir deve continuar trabalhando com as regras de distanciamento e uso de máscara, pois essa doença não tem data pra acabar.

No entanto, os vulneráveis devem se proteger, princialmente nesses próximos 25 dias, onde teremos uma incidência maior da doença Covid 19 no DF e Hospitais mais cheios. O Lockdown é uma medida extrema, deve ser evitada. Somente deverá ser tomada em último caso.

O GDF, SES e IGESDF acompanham diariamente todas as situações e tem estatísticas, epidemiologista e dados claros e confiáveis. Eu tenho certeza que se houvesse risco, essa decisão poderia ser tomada tranquilamente pelo Governador e teria o apoio maciço da população que tem aprovado até agora, todas as medidas do Governo que visam segurança.

No momento, temos estrutura, apoio, RH, leitos de UTI e estoque suficiente até a reposição com as importações. Fiquem tranquilos, pois vocês têm no DF a melhor e mais dedicada estrutura de saúde pública que conheci nos últimos 22 anos.

Dr Lucas Seixas”

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Professor de 33 anos é assassinado a tiros, dentro de casa, no DF

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Crime foi em Santa Maria. Adailton Campos teria se envolvido em discussão por causa de um celular; Polícia Civil investiga.

Adailton Campos, 33 anos, foi morto a tiros dentro da própria casa — Foto: Reprodução/Facebook

Um professor, de 33 anos, foi assassinado a tiros dentro da própria casa, em Santa Maria, no Distrito Federal. O crime foi no início da tarde desta quinta-feira (17).

Adailton Campos teria se envolvido em uma discussão, por causa de um aparelho celular. A Polícia Civil investiga o caso.

A ocorrência foi registrada na 33ª DP, em Santa Maria. De acordo com o delegado Paulo Fortini, até o momento, há apenas informações preliminares.

“Os autores pensaram que a vítima furtou um celular, porém, ela não fez isso. Eles vasculharam o carro do professor e não encontraram nada. Identificamos o principal suspeito e apuramos o paradeiro dele”, ressaltou o delegado.

Entretanto, ainda não há informações de como a discussão entre a vítima e os suspeitos começou. O caso foi registrado como homicídio.

Professor e educador voluntário

Nas redes sociais, Adailton se identifica como professor de uma unidade de ensino público, no Entorno do Distrito Federal, e como Educador Social Voluntário (ESV), em Brasília. Em nota, a Secretaria de Educação informou que o professor nunca fez parte do quadro de servidores da pasta e que ele atuou como ESV entre março e abril de 2016.

O Colégio Estadual Duque de Caxias, em Águas Lindas, publicou uma nota lamentando o assassinato do educador. “A sua morte nos pegou de surpresa e o levou de nós repentinamente. Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz”, diz o texto.

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Esquadrão de bombas do Bope detona explosivo deixado próximo a supermercado no DF

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Polícia Civil investiga origem da dinamite encontrada no SIA. Suspeita é de que artefato seria usado para roubar caixa eletrônico.

Robô do Bope transporta banana de dinamite para área de matagal no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

O Esquadrão de Bombas do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, detonou uma banana de dinamite deixada em um rua do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), no Distrito Federal. O artefato foi encontrado na madrugada desta quinta-feira (17) e estava embaixo de uma árvore, próximo a um supermercado atacadista (assista abaixo).

Os responsáveis não haviam sido identificados até a última atualização desta reportagem. A suspeita é de que o explosivo seria usado para roubar um caixa eletrônico. A Polícia Civil investiga o caso

O artefato foi encontrado no trecho 2 do SIA, durante um patrulhamento de rotina feito por um sargento de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), da PM. O Bope e o Corpo de Bombeiros foram acionados por volta das 3h.

Bomba de dinamite é detonada em região de mata no SIA, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Bomba de dinamite é detonada em região de mata no SIA, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Durante a operação, as ruas da região foram bloqueadas. O Bope usou um robô para levar o explosivo a uma área de mata próxima ao local, onde a dinamite foi detonada, por volta das 5h30. O trânsito começou a ser liberado às 6h

 

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PCDF deflagra Operação Poderoso Chefão

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Nesta quinta-feira (17), policiais da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes

Cibernéticos – DRCC, juntamente com equipes do Departamento de Polícia Especializada e da SPCOM da 15a Delegacia de Polícia, além da participação dos Promotores de Justiça do Núcleo de Combate ao Crime cibernético do MPDFT – NCYBER, deflagraram a Operação Poderoso Chefão em desfavor de suspeitos de integrarem uma organização criminosa armada, especializada na prática de furtos mediante fraude a contas bancárias de vítimas de diversos Estados e do Distrito Federal. Os prejuízos arcados por pessoas físicas e jurídicas ultrapassam R$ 2,5 milhões.

A investigação é decorrente de vestígios obtidos após a prisão, realizada pela DRCC em agosto de 2019, de um dos líderes da organização e que apontaram para um extenso esquema de lavagem de capitais, envolvendo empresas de fachada, incluindo bancas na Feira dos Importados do DF, uma empresa de materiais de construção e um bar de narguilé.

Nesse sentido, após autorização judicial, nesta quinta-feira, os policiais cumpriram 23 mandados de prisão preventiva, 36 mandados de busca e apreensão em endereços no Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Bahia, além do sequestro de 22 veículos e bloqueio de ativos financeiros que poderão totalizar R$ 10 milhões, a fim de garantir eventual ressarcimento das vítimas e pagamento de custas e multas processuais.

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Lavanderia pega fogo no Cruzeiro Novo; funcionárias conseguiram sair

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Corpo de Bombeiros atendeu ao chamado por volta das 9h29. Não houve feridos

Bombeiros atenderam ao chamado na manhã desta terça-feira (15/9) – (crédito: Divulgação/CBMDF)

Uma agência dos Correios, localizada na quadra 401 do Cruzeiro Novo, pegou fogo na manhã desta terça-feira (15/9). O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu ao chamado por volta das 9h29. Ainda não se sabe o que teria causado o incêndio.

Segundo os militares, a secadora, a fiação, a parede e o teto do local foram atingidos, além de uma porta nos fundos, que foi danificada pela explosão da tampa da secadora. As duas funcionárias que estavam no local no momento do fato conseguiram sair sozinhas e acionaram o CBMDF.

Não houve feridos e a pericia foi acionada para saber o que teria iniciado o incêndio.

 

 

 

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Bombeiros atenderam a 72 ocorrências de incêndios florestais em um dia

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Ao todo, foram 326 hectares de área queimada. Balanço é dessa terça-feira (14/9) e bombeiros alertam para cuidados para evitar os incêndios.

Incêndios florestais castigam o Cerrado em meio à seca do Distrito Federal – (crédito: CBMDF/Divulgação)

As queimadas em áreas florestais continuam destruindo o Cerrado no Distrito Federal. Somente nesta terça-feira (14/9), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a 72 ocorrências para incêndios em vegetação, totalizando uma área queimada de 326 hectares.

Em Planaltina, os bombeiros atenderam a oito chamados, que totalizaram uma área queimada de dez hectares. No Recanto das Emas foram três chamados, somando uma área de 127 hectares. Para apagar o fogo, a equipe contou com 197 militares, 42 viaturas, um avião e um helicóptero.

Ao todo, foram despejados 52.422 litros de águas pelos caminhões tipo Auto Bomba Tanque Florestal (ABTF) e cada caminhão tem capacidade para três mil litros de água. De acordo com os bombeiros, os militares utilizaram 2.780 litros de água armazenados numa mochila com capacidade para vinte litros de água.

O Corpo de Bombeiros alerta para que a população não queime o lixo nem os restos de podas, não faça fogueiras em área de vegetação, apague adequadamente os cigarros e não os jogue pela janela do carro.

O que fazer em casos de incêndios em vegetação:

  • Primeiramente acionar os bombeiros pelo número 193. Caso seja proprietário da área e tenha gado ou alguma criação de animais que possivelmente possam ser vítimas dos incêndios florestais, liberem as porteiras, colchetes, etc, para que não sejam mortos.
  • Controle da vegetação em áreas rurais com auxílio de meios mecanizados como roçadeiras, capina e arado. Realizar a coleta seletiva e compostagem de lixo orgânico.
  • Não realizar nenhum tipo de queima para controle de lixo, ou restos de culturas e podas.
  • Denunciar ações criminosas quanto ao uso do fogo por meio de delegacia do meio ambiente.
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Motociclista sofre escoriações após acidente com ônibus em São Pedro da Aldeia, no RJ

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Acidente aconteceu nesta quinta-feira (10), na Avenida Wilson Mendes, RJ-102. A motocicleta ficou presa debaixo do coletivo.

Motociclista sofre escoriações após acidente com ônibus em São Pedro da Aldeia, no RJ — Foto: Paulo Henrique Cardoso/Inter TV

Um motociclista teve apenas escoriações após sofrer um acidente com um ônibus da Salineira, em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio, nesta quinta-feira (10). O caso aconteceu na Avenida Wilson Menes, RJ-102. A moto ficou presa debaixo do coletivo, mas o motociclista sofreu apenas arranhões.

O ônibus estava saindo da antiga estrada São Pedro – Cabo Frio, e a moto segua pela Wilson Mendes, quando se encontraram em um dos cruzamentos da via.

De acordo com a polícia, o motorista do ônibus disse que não viu a moto se aproximar por ela estar em um “ponto cego”.

Acidente aconteceu nesta quinta-feira (10), na Avenida Wilson Mendes, em São Pedro da Aldeia, no RJ — Foto: Paulo Henrique Cardoso/Inter TV

Acidente aconteceu nesta quinta-feira (10), na Avenida Wilson Mendes, em São Pedro da Aldeia, no RJ — Foto: Paulo Henrique Cardoso/Inter TV.

Ainda de acordo com a polícia, quando viu que iria bater no ônibus, o motociclista deixou a moto e se jogou para a lateral da pista, o que fez com que algo mais grave não acontecesse.

A motocicleta bateu de frente com o coletivo e ficou presa em uma das rodas dianteiras.

O motociclista foi levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Central de Emergências (HCE) em Cabo Frio para passar por exames.

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Hoje é

sábado, 19 de setembro de 2020

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