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Mar liberado, areia, não: 300 pessoas são retiradas das praias do Rio

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Cidade iniciou, neste sábado, a fase 5 da reabertura, que permite acesso às praias para banho de mar, mas restringe permanência na faixa de areia

Copacabana: mesmo em fases mais restritas da quarentena, cariocas foram vistos nas praias (Ricardo Moraes/Reuters)

Cerca de 300 pessoas foram orientadas e retiradas da areia das praias da cidade do Rio de Janeiro por agentes da Guarda Municipal do Rio neste sábado (1º), de acordo com balanço divulgado pelo órgão. Hoje a cidade entrou na Fase 5 de abertura e o banho de mar passou a ser permitido. Os banhistas, no entanto, não podem permanecer na areia.

A Guarda Municipal do Rio realizou patrulhamento na orla das zonas sul e oeste da cidade com agentes orientando banhistas sobre a proibição da permanência na faixa de areia e também fiscalizando o uso de máscaras de proteção facial. Além das 300 pessoas retiradas da areia, ao todo, 51 pessoas foram multadas após serem flagradas sem máscaras de proteção facial. O balanço é referente às ações feitas até as 16h deste sábado.

Também a partir de hoje, foram autorizados a trabalhar na areia os vendedores ambulantes legalizados, que atuaram das 7h às 18h. Eles foram liberados apenas para a venda de alimentos industrializados e bebidas não alcoólicas. O aluguel de cadeiras, mesas e barracas ainda está suspenso.

De acordo com a Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Secretaria Municipal de Fazenda, ao todo, 20 ambulantes que atuavam no calçadão sem autorização foram orientados pelos agentes de controle urbano a se retirarem do local. Não foram identificadas irregularidades relacionadas aos ambulantes que atuavam em pontos fixos das praias, os barraqueiros.

A subsecretaria informou que a maioria deles atuava nas praias de Ipanema e do Leblon, na zona sul do Rio. “A presença de ambulantes no calçadão permanece proibida e que nesta nova fase de reabertura apenas os ambulantes devidamente cadastrados no Programa Ambulante Legal podem atuar nos pontos fixos ou de forma itinerante”, informou o órgão em nota.

Entre os dias 5 de junho e 26 de julho, a Guarda Municipal registrou 3.677 infrações sanitárias em 55 dias de fiscalização voltada a ampliar o enfrentamento à pandemia da covid-19, em apoio à Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa). Do total de infrações aplicadas até o dia 26 de julho, 2.843 foram pela falta do uso de máscaras.

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Grupo de médicos do Rio embarca para ajuda humanitária no Líbano

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Seis profissionais vão ajudar na tragédia em Beirute, que deixou mais de uma centena de mortos e milhares de feridos

Líbano: prefeitura do Rio também está enviando medicamentos para ajudar no tratamento dos feridos (Mohamed Azakir/Reuters)

Seis médicos de grande experiência em traumas e queimaduras da rede municipal de saúde do Rio  embarcam hoje (10)  à noite para o Líbano em missão humanitária de ajuda aos milhares de feridos da explosão da semana passada em Beirute, capital daquele país.  Os profissionais trabalham em  dois grandes hospitais de emergências do Rio, sendo cinco do Miguel Couto e um do Souza Aguiar. No grupo há três cirurgiões gerais, uma neurocirurgiã, um cirurgião plástico e uma clínica geral. A prefeitura do Rio também está enviando medicamentos para ajudar no tratamento dos feridos.

O prefeito Marcelo Crivella  se reuniu, no Centro Administrativo da prefeitura, com os médicos na presença do cônsul-geral do Líbano no Rio, Alejandro Bitar.  “Os médicos têm grande experiência e tenho certeza que a equipe médica vai representar o espírito solidário do povo carioca”, disse Crivella.

Todos os médicos da comitiva da testaram negativo para covid-19. Os profissionais atuarão na linha de frente da tragédia libanesa, utilizando EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) que estão levando na viagem e seguindo os protocolos sanitários de prevenção, tanto em relação ao novo coronavírus quanto a outros tipos de contaminação .

A comitiva de ajuda humanitária da prefeitura do Rio embarca às 21 h no Aeroporto Santos Dumont, com destino a Guarulhos (São Paulo). À meia-noite, o grupo viaja para Frankfurt, na Alemanha. De lá, seguirão até Beirute. De acordo com a neurocirurgiã do Hospital Miguel Couto, Gianne Leite Lucchesi  os profissionais também têm treinamento em gestão e, por conta do atendimento de emergência, estão acostumados a lidar com catástrofes.

Cerca de 2.750 toneladas de nitrato de amônio, substância usada na produção de explosivos e fertilizantes, explodiu no início da noite do dia 4 na área do porto de Beirute. A situação causou pânico e destruição na região. O acidente deixou mais de uma centena de mortos e milhares de feridos, muitos deles com queimaduras graves. O impacto da explosão foi sentido até no Chipre, a mais de 200 quilômetros da costa libanesa.

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Auxílio emergencial manteve economia ativa em municípios mais pobres

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Verba traz impactos positivos para regiões Norte e Nordeste

Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.

Um estudo realizado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) mostrou que o auxílio emergencial de R$ 600 foi responsável por manter a economia ativa durante a pandemia em municípios de menor renda e Produto Interno Bruto (PIB) e alta vulnerabilidade.

Segundo um dos autores do estudo, as regiões Norte e Nordeste tiveram maior impacto com o recebimento do auxílio.

“Se for olhar o impacto sobre o PIB ou sobre a massa de rendimentos das famílias, tem vários municípios de estados do Norte e do Nordeste que se beneficiam bastante, como o Pará e o Maranhão. No estudo, a gente apresenta uma relação desses estados, onde tem [lugar] que o impacto sobre o PIB do estado chega a ser mais de 8% e, em nível de município, tem alguns que chega a ter impacto de 27%”, explicou o professor de economia da UFPE, Ecio Costa.

Ouça na Radioagência Nacional:

Ainda de acordo com o estudo, apesar de o estado de São Paulo ser o maior recebedor de recursos, em termos absolutos, quando comparado com o tamanho da sua economia e o impacto sobre o PIB, sua posição é de 25º. O estado mais beneficiado é o Maranhão, com algo em torno de 5% do seu PIB. “Os municípios das regiões Sul e Sudeste são os menos impactados relativamente analisando, ou seja, como percentual do PIB”, apontou Costa.

Para o pesquisador, o que mais chamou a atenção na pesquisa foi a eficácia e o foco da política. “A política vai diretamente na família dos municípios mais pobres das regiões mais pobres do Brasil e traz um impacto significativo para esses municípios, justamente pela forma como está sendo conduzida: não há intermediários, é uma transferência de recursos direta para essas pessoas que mais precisam, quer sejam cadastrados no Bolsa Família, Cadastro Único e também os informais. Então, traz realmente um impacto significativo tanto nas famílias mais pobres, como nos municípios que mais necessitam”, analisou.

Com relação à utilização do dinheiro, o professor diz que a verba tem sido utilizada de forma bem pulverizada. “Em geral, as famílias gastam com alimentação, vestuário, pagamento de contas, compra de itens para a casa, de forma que teremos isso bem pulverizado. São milhões de pessoas recebendo esses recursos distribuídos ao longo do país como um todo, fazendo com que tenham a liberdade para gastar como bem entender”, finalizou.

Agência Brasil

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Obra no 6º setor deixa cinco bairros de Belém sem água nesta terça-feira

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Fornecimento de água será interrompido das 22h às 5h nos bairros de São Brás, Fátima, Canudos e parte do Marco e Pedreira, em Belém.

Consumidor abre torneira vazia — Foto: Martin Bernetti / AFP

A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) informou que a partir de terça-feira (11) o fornecimento de água será interrompido das 22h às 5h nos bairros de São Brás, Fátima, Canudos e parte do Marco e Pedreira, em Belém.

De acordo com a Cosanpa, a interrupção acontecerá em dias alternados até a conclusão das novas interligações na rede do 6º setor. O serviço será feito no período noturno. Segundo a companhia, as interligações são uma etapa importante da obra de substituição da rede antiga de abastecimento de Belém.

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Amazonas é o primeiro estado a retomar as aulas presenciais

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As 123 escolas da rede pública do estado adotaram medidas sanitárias para receber os alunos nesta segunda-feira, 10. A capacidade é limitada a 50%

(Amanda Perobelli/Reuters)

Cerca de 110 mil alunos do ensino médio de 123 escolas da rede pública do Amazonas retornam nesta segunda, 10, às aulas presenciais. De acordo com o governo do estado, foram adotadas medidas de prevenção à disseminação do novo coronavírus, como protocolos de distanciamento social, o uso obrigatório e adequado de máscaras de proteção, aferição de temperatura e disponibilização de álcool em gel nas salas e áreas comuns das unidades.

Desde o dia 6 de julho, a rede privada de ensino no estado já estava autorizada a retomar com as atividades presenciais.

Ao longo da semana, a Secretaria de Educação e Desporto fará a distribuição de duas máscaras de pano para os alunos que estudam um turno e quatro para os que estudam em tempo integral. De acordo com a pasta, também foram reduzidos em 50% o número dos estudantes nas aulas presenciais.

Na entrada das unidades ainda foram instaladas pias para lavagem das mãos com água e sabão e tapetes sanitizantes para higienização de calçados. O governo também orienta os alunos a estarem atentos aos cuidados de higiene no deslocamento de casa à escola e da escola para casa.

Nas salas de aula, as carteiras foram colocadas a uma distância de 1,5m umas das outras e nos refeitórios somente devem ser ocupados os assentos sinalizados nas mesas. O protocolo de distanciamento é obrigatório em todas as dependências da escola, inclusive banheiros. De acordo com o governo estadual, funcionários e voluntários auxiliarão os estudantes em todas as movimentações dentro da escola.

A previsão de retorno presencial para os estudantes do ensino fundamental (anos iniciais e finais) na rede pública do Amazonas é 24 de agosto.

Justiça

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) chegou a ingressar com ação na Justiça para impedir a volta das aulas presenciais, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. O Sinteam informou que vai recorrer da decisão.

De acordo com a entidade, as escolas não estão preparadas para receber alunos e trabalhadores com a devida segurança em plena pandemia de covid-19. Em nota, o Sinteam argumenta que há unidades que não têm janelas nas salas de aula, impedindo a circulação do ar, e há turmas que, mesmo divididas por blocos, continuam lotadas com 28 alunos.

“Os professores receberam apenas uma máscara. Em alguns locais ainda não chegou termômetro, álcool, nem tapete sanitizante e só há duas pias para atender, em média, 300 estudantes”, informou, entre outras preocupações.

Covid-19 no estado

De acordo com o boletim divulgado no domingo, 9, pelo governo do estado, foram confirmados mais 522 casos de covid-19 no Amazonas e o total chega 106.950 pessoas que já foram contaminadas pelo novo coronavírus. O boletim aponta ainda que 12.989 pessoas estão sendo acompanhadas atualmente, ou seja, são casos confirmados nos últimos 14 dias, que se encontram internados ou em isolamento domiciliar.

Também foram confirmados mais quatro óbitos pela doença, três ocorridos nas últimas 24 horas e um, mais antigo, que teve confirmação diagnóstica, elevando para 3.359 o total de mortes no estado. Outros 19 óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) estão sendo acompanhados, 18 estão em investigação epidemiológica e um aguardando o resultado laboratorial.

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Empresas doam R$ 1 bilhão para ações de combate à covid-19 em SP

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Um grupo com 251 empresas doou a marca histórica. O valor foi utilizado para ampliação de leitos de UTI, compras de equipamentos de proteção, entre outros

UTI: para do dinheiro foi utilizado para a compra de respiradores. (Getty/Getty Images)

Um grupo composto por 251 empresas doou pouco mais de 1 bilhão de reais ao governo de São Paulo com o objetivo de aplicar em ações de combate à covid-19. O valor foi anunciado pelo governador João Doria (PSDB) nesta segunda-feira, 10. As as doações foram em produtos, serviços e em dinheiro e foram recebidas desde o início da pandemia, em março.

“Uma marca histórica, do maior programa de doações sociais já feitas até então no país. Quero agradecer a todos os doadores, que deram exemplo e vão ficar para a história de São Paulo e do Brasil”, disse o governador em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

De acordo com o governo de São Paulo, a montante arrecadado foi utilizado em grande parte para a compra de respiradores – aumentando a capacidade de UTIs no estado -, aquisição de equipamentos de segurança, além de outros produtos que auxiliam no controle de contágio da doença.

Todo o processo de recebimento das doações, entrega e aplicação dos recursos foi auditado pela Pricewaterhouse Coopers Brasil, com apoio da Deloitte na organização dos processos. As agências de controle do governo de São Paulo também fizeram esta fiscalização.

Entre os doadores estão empresas nacional e multinacionais como o BTG Pacual, B3, Carrefour, Gerdau, JBS e Nestlé. A lista completa está disponível no site do governo do estado.

No valor não estão incluídos os 130 milhões de reais que o Instituto Butantan está arrecadando para dobrar a capacidade de produção da vacina contra a covid-19. Deste total, a entidade já conseguiu 96 milhões de reais. Na próxima quarta-feira, 12, o governo do estado vai ter uma reunião e espera conseguir o restante que ainda falta.

Pandemia em São Paulo

O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Carlo Gorinchteyn, informou que o estado registrou até o momento 628.415 casos confirmados da covid-19 e 25.151 óbitos pela doença.

Segundo o secretário, houve um aumento de 5% no número de óbitos na última semana em relação ao período anterior. “Isso é resultado da maior taxa de internações que aconteceu há duas semanas”, afirmou.

De acordo com Gorinchteyn, o número de internações caiu 7% no interior e 6% na capital na mesma comparação, o que deverá ter resultado na diminuição do número de óbitos em uma ou duas semanas.

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Curva está achatada e cloroquina não é solução para o Brasil, diz OMS

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O diretor-executivo da Organização Mundial de Saúde reforçou que não há comprovação da eficácia da hidroxicloroquina no combate à covid-19

Antes de Ryan, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse no início da coletiva que o mundo chegará a 20 milhões de casos de covid-19 nesta semana.

Tedros também comentou que possíveis vacinas contra a doença exigirão o investimento de mais de US$ 100 bilhões. “Parece ser muito dinheiro e é de fato”, disse. “Mas é (um valor) pequeno se comparado aos US$ 10 trilhões que já foram investidos por países do G20 em estímulos fiscais para lidar com as consequências da pandemia até o momento”, acrescentou.Ele afirmou ainda que é preciso eliminar a covid-19 de forma eficaz para que “possamos reabrir as sociedades de forma segura”.

Suspeitas sobre vacinas contra covid-19?

O diretor de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, disse nesta segunda-feira, 10, que as vacinas contra covid-19 ainda estão em testagem, portanto ainda não é possível colocar dúvidas quanto à eficácia de alguns candidatos a imunizantes.

“Neste momento, não precisamos levantar suspeitas sobre qualquer vacina”, afirmou Ryan após ser questionado durante coletiva sobre a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação à imunização desenvolvida pela China.

“O que precisamos fazer é olhar para eficácia e segurança dos testes.”

Atualmente, há 165 vacinas sendo desenvolvidas – destas, 26 estão em testes com seres humanos e 139 estão num momento inicial de estudos.

O diretor também declarou que o Brasil ainda está sustentando um alto nível de transmissão e novos casos na pandemia, de 50 a 60 mil infecções sendo registradas todos os dias, segundo dados citados por ele.

De acordo com o levantamento realizado pelo jornal O Estado de S. Paulo, G1, O Globo, Extra, Folha de S.Paulo e UOL, foram 22 2 mil novos casos registrados no domingo, 9, com uma média diária de novos óbitos de 1.001 nos últimos sete dias.

Ryan apontou que, embora o País tenha achatado a curva de infecções do novo coronavírus, ela não está abaixando, o que coloca grande pressão nos sistema de saúde. “Numa situação assim a hidroxicloroquina não é uma bala de prata ou uma solução”, respondeu após também ser perguntado sobre o medicamento.

Ele acrescentou que cada nação tem soberania para decidir os tratamentos que julgar apropriados, mas ressaltou que, em todos os estudos controlados, a hidroxicloroquina não se provou eficaz contra covid-19.

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terça-feira, 11 de agosto de 2020

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