Janja da Silva, primeira-dama, confirmou nesta quarta-feira (7) que continuará participando da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), respondendo às críticas feitas pela ex-senadora Kátia Abreu (PT-GO).
Kátia Abreu havia sugerido durante um encontro na terça-feira (6) que a campanha precisaria de “menos Janja e mais Alckmin”. Essa opinião gerou apoio por parte de coordenadores presentes na reunião de alinhamento das diretrizes petistas para o segundo turno.
Em comunicado formal, a equipe de Janja reafirmou que ela continuará engajada nas ações eleitorais. “Independentemente do que digam, Janja seguirá atuando na campanha. Sua participação é legítima e sempre avalizada pelo presidente Lula. O objetivo é único para todos: garantir a reeleição do presidente”, declarou a nota.
Recém-filiada ao Partido dos Trabalhadores, Kátia Abreu reforçou sua posição e explicou que sua recomendação teve um caráter prático, visando ampliar as chances de vitória. Em entrevista, afirmou que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deveria ganhar maior destaque pela popularidade que possui.
A equipe da campanha busca melhorar suas estratégias para inverter o resultado da eleição presidencial. No primeiro turno, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) ficou na frente com 47,03% dos votos válidos (56.104.503 votos), enquanto o atual presidente alcançou 45,16% (53.879.538 votos).
