O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), divulgado pela Fundação Getulio Vargas, apresentou uma variação positiva de 0,39% na primeira quadrissemana de outubro, depois de ter registrado um aumento de 0,67% em setembro. Nos últimos 12 meses, o índice acumulou uma alta de 4,21%.
Dois dos oito grupos que compõem o IPC-S tiveram uma desaceleração: Habitação caiu de 1,99% para 0,21% e Vestuário de 0,30% para 0,16%.
Por outro lado, os seguintes grupos mostraram crescimento: Alimentação subiu de 1% para 1,27%, Educação, Leitura e Recreação passou de -0,23% para 0,27%, Saúde e Cuidados Pessoais aumentou de 0,17% para 0,19%, Despesas Diversas mudou de 0,08% para 0,09%, Transportes de -0,04% para 0,05%, e Comunicação de -0,02% para 0,02%.
Principais influências
Os principais fatores que contribuíram para a queda do índice foram os preços do cinema, que passaram de -33,03% para -27,79%, seguro facultativo para veículo de -2,68% para -4,26%, banana-prata de -4,07% para -5,48%, tarifa de eletricidade residencial que mudou de 8,76% para -0,30%, e automóvel novo que foi de -0,46% para -0,41%.
Em contrapartida, os itens que pressionaram a alta do índice foram tomate, que reduziu levemente de 29,64% para 28,87%, batata-inglesa de 23,09% para 22,79%, passagem aérea que subiu de 4,83% para 5,72%, cebola de 10,95% para 14,39%, e excursão e tour de 5,42% para 5,23%.
Esses dados foram divulgados pela Fundação Getulio Vargas.
