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Instagram vai remover aba que mostra o que os usuários estão curtindo

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Próxima atualização do aplicativo vai remover a barra “Seguindo” da rede social

Imagem da Internet

Vai ficar mais difícil vasculhar a vida alguém pelo Instagram. A rede social de fotos e vídeos dará fim a aba Seguindo do aplicativo. O recurso permite que o usuário veja quais postagens estão sendo curtidas ou comentadas por seus amigos na plataforma.

Conforme reportado pelo BuzzFeed News, a próxima atualização do aplicativo vai descontinuar a ferramenta. O update, liberado de forma gradual, começa a chegar aos usuários nesta segunda-feira (7).

Segundo um porta-voz da empresa ao Business Insider, a aba era raramente utilizada pelos internautas e a extinção terá o objetivo de deixar o aplicativo com um visual mais simples. Além de, é claro, garantir maior privacidade aos usuários.

De fato, o recurso não é prático. É possível ver as atividades somente de acordo com o horário em que elas ocorreram. Não é possível filtrar ou ordenar as informações, por exemplo.

Vale lembrar que a próxima atualização do Instagram também trará outras novidades ao aplicativo. Na quinta-feira (2), o Facebook, empresa que comanda a rede social de fotos, anunciou o Threads. O novo aplicativo vai permitir que usuários do Instagram possam realizar conversas em grupo.

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As 15 Smart TVs mais procuradas de 2019

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TVs da Samsung, LG e Sony foram as mais buscadas, indica levantamento; veja ranking dos televisores mais procurados

Smart TVs: televisores da Samsung foram os mais buscados de 2019, indica Zoom (Samsung/Divulgação)

São Paulo – O interesse por Smart TVs, televisores com acesso à internet e aplicativos, subiu 5% em 2019 no Brasil em relação ao ano anterior. É o que mostra um levantamento exclusivo feito pela plataforma de comparação de preços Zoom.

O estudo indica que os principais picos de procura por esses aparelhos foram registrados nos meses de agosto (33%), março (30%), dezembro (24%) e novembro (23%). As altas ocorreram em meses com datas comerciais importantes para o varejo brasileiro, como dia dos pais, dia das mães, dia do consumidor, natal e black friday.

O pior período para o mercado foi entre os meses de abril e julho, quando a queda do setor chegou a 34% em relação ao mesmo período no ano de 2018. Veja a variação mensal em 2019 no gráfico abaixo.

Smart TV 4K Zoom 2019 Samsung, LG Sony

(Zoom/Divulgação)

O Zoom indica ainda quais foram as Smart TVs mais procuradas na sua plataforma de comparação de preços online.

O modelo mais pesquisado foi o RU7100 com tela de 50 polegadas e resolução 4K, um televisor da sul-coreana Samsung lançado em 2019, com conexão Bluetooth e aplicativo do Apple TV+, serviço de streaming da Apple. O produto teve preço médio de R$ 1.932,62 em 2019. Os produtos da Samsung ocuparam 11 das 15 posições do ranking anual. Também aparecem na lista TVs da LG e da Sony.

Veja, na tabela abaixo, as Smart TVs mais buscadas durante o ano de 2019, segundo o Zoom.

Modelo Preço médio
Smart TV LED 50″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix UN50RU7100GXZD 3 HDMI R$ 1.932,62
Smart TV LED 55″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix UN55RU7100GXZD 3 HDMI R$ 2.370,19
Smart TV LED 43″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix UN43RU7100GXZD 3 HDMI R$ 1.576,65
Smart TV LED 49″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix 49NU7100 3 HDMI R$ 2.075,81
Smart TV LED 43″ LG ThinQ AI Full HD HDR Netflix 43LK5750PSA 2 HDMI R$ 1.437,47
Smart TV LED 32″ Samsung Business LH32BENELGA/ZD 2 HDMI R$ 853,04
Smart TV LED 43″ Samsung Full HD UN43J5290 2 HDMI R$ 1.343,36
Smart TV LED 32″ LG Netflix 32LK615BPSB 3 HDMI R$ 917,63
Smart TV LED 40″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix 40NU7100 3 HDMI R$ 1.597,03
10º Smart TV LED 32″ Samsung Série 4 Netflix 32J4290 2 HDMI R$ 933,90
11º Smart TV LED 55″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix 55NU7100 3 HDMI R$ 2.691,80
12º Smart TV LED 50″ LG ThinQ AI 4K HDR Netflix 50UM7510PSB 4 HDMI R$ 1.823,16
13º Smart TV LED 65″ Samsung Série 7 4K HDR Netflix UN65RU7100GXZD 3 HDMI R$ 3.577,16
14º Smart TV QLED 55″ Samsung Q60 4K HDR Netflix QN55Q60RAGXZD 4 HDMI R$ 3.083,51
15º Smart TV LED 32″ Sony Netflix KDL-32W655D 2 HDMI R$ 990,88

 

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Longe do pico de vendas, iPad faz 10 anos

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Steve Jobs apresentou o produto em 2010

Apple: Tim Cook, CEO da empresa, apresenta novo iPad (Robert Galbraith/Reuters)

São Paulo – Em um evento especial, Steve Jobs, cofundador da Apple, subiu ao palco em 27 de janeiro de 2010 para apresentar um produto que chamou de “verdadeiramente mágico e revolucionário”. Era o iPad. O tablet de primeira geração completa dez anos nesta segunda-feira (27), mas está longe do pico de vendas que atingiu em 2014.

O setor de tablets nunca chegou a ser uma forte tendência de vendas como aconteceu com o segmento de smartphones. A consultoria StatCounter, que reúne dados de navegação na internet, mostra que os tablets não passaram dos 6,8% dos acessos à web nos últimos dez anos. Os smartphones, por outro lado, são 54%. Em 2019, o percentual referente aos tablets foi de apenas 2,72% do total.

A consultoria alemã Statista reuniu dados sobre as vendas do iPad ao longo dos últimos anos – até que a Apple deixou de reportá-los. O maior pico de vendas foi no primeiro trimestre de 2014, quando foram vendidas 26 milhões de unidades do tablet da Apple. No último trimestre de 2018, as vendas eram de 9,67 milhões.

Desde a sua primeira geração, a Apple não deixa o tablet sem inovações. A mais recente foi a adição do conector USB Type-C, mesmo conector usado em smartphones com sistema Android e pendrives. Com ele, os usuários podem usar acessórios que não tenham o conector proprietário Lightning, da Apple. O iPad Pro de 2018 funciona como um notebook, com teclado (vendido separadamente), compatibilidade com programas de produtividade, como o pacote Adobe e uma espécie de lápis inteligente, chamado Apple Pencil.

Apesar do contexto do mercado, a Apple ainda lidera o segmento de tablets no mundo, com 31% das vendas, mais do que o dobro da segunda colocada Amazon, que detém 14,5% das vendas, segundo relatório da consultoria americana IDC, referente ao terceiro trimestre de 2019.

 

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FBI poderia desbloquear iPhones de terrorista sem ajuda da Apple

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Will Strafach, um hacker de aparelhos Apple e dono da empresa Guardian Farewell, diz que desbloquear iPhones 5 e 7 não é uma tarefa impossível

FBI: Will Strafach diz que não é impossível desbloquear iPhones 5 e 7, utilizados por autor de ataque terrorista na Flórida (Zhang Peng/LightRocket/Getty Images)

O FBI pressiona a Apple para ajudar a agência a desbloquear os iPhones de um terrorista, mas o governo pode conseguir esse acesso sem a gigante de tecnologia, de acordo com especialistas em segurança cibernética e forense digital. Os investigadores podem explorar uma série de vulnerabilidades de segurança – disponíveis diretamente ou por meio de provedores como Cellebrite e Grayshift – para desbloquear os celulares, disseram os especialistas em segurança.

Mohammed Saeed Alshamrani, autor de um ataque terrorista em 6 de dezembro em uma base naval na Flórida, tinha um iPhone 5 e um iPhone 7, modelos que foram lançados pela primeira vez em 2012 e 2016, respectivamente. Alshamrani foi morto e os aparelhos ficaram bloqueados, e o FBI teve que buscar maneiras de acessar os celulares.

“Um 5 e um 7? É absolutamente possível desbloqueá-los”, disse Will Strafach, um conhecido hacker de iPhone que agora comanda a empresa de segurança Guardian Firewall. “Eu não chamaria de brincadeira de criança, mas não é super difícil.” A avaliação não é compartilhada pelo governo dos EUA. Na segunda-feira, o procurador-geral dos EUA, William Barr, criticou a Apple, dizendo que a empresa não fez o suficiente para ajudar o FBI a desbloquear os iPhones.

“Estamos ajudando a Apple o tempo todo no comércio e em muitos outros problemas, e eles se recusam a desbloquear telefones usados por assassinos, traficantes de drogas e outros elementos criminosos violentos”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, em um tuíte na terça-feira. Os comentários aumentam a pressão sobre a Apple para criar maneiras especiais para as autoridades acessarem os iPhones. A Apple não quis criar essas portas, dizendo que também poderiam ser usadas por criminosos.

De fato, Strafach e outros especialistas em segurança disseram que a Apple não precisaria criar uma porta para o FBI acessar os iPhones que pertenciam a Alshamrani. Neil Broom, que trabalha com agências de polícia para desbloquear aparelhos, disse que a versão do software do iPhone 5 e iPhone 7 pode dificultar o desbloqueio dos aparelhos. Mas ainda seria possível.

“Se os telefones em particular estiverem em uma versão específica do iOS, pode ser tão fácil quanto uma hora e ‘boom’, estão dentro. Mas eles podem estar em uma versão iOS que não tem vulnerabilidade”, disse.

Na terça-feira, um porta-voz do Departamento de Justiça dos EUA disse que não tinha nenhuma atualização sobre os esforços do governo para desbloquear os dispositivos. Na segunda-feira, a Apple disse que forneceu “todas as informações” relacionadas aos celulares por meio de serviços baseados na Internet, como o iCloud.

No ataque em San Bernardino, em 2016, o governo usou a tecnologia da Cellebrite para debloquear o iPhone e, se os especialistas em segurança estiverem certos, provavelmente também será o caso desta vez. Mas isso não deve solucionar o impasse entre o FBI e a Apple. Está cada vez mais difícil para empresas como a Cellebrite desbloquearem iPhones, pois os aparelhos ficaram mais sofisticados, disse Yotam Gutman, diretor de marketing da empresa de segurança cibernética SentinelOne.

Desbloquear um iPhone 11, o modelo de smartphone mais novo da Apple, seria muito mais difícil, se não impossível, disse Strafach, da Guardian Firewall.

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