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Instagram teria oferecido dinheiro para criadores saírem do TikTok

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A ideia do aplicativo do Facebook é oferecer algumas centenas de dólares como incentivo, diz Wall Street Journal

Instagram: app teria oferecido dinheiro para criadores de conteúdo saírem do TikTok (Instagram/Reprodução)

A briga entre o chinês TikTok e os aplicativos americanos ficou ainda mais acirrada. Isso porque, segundo o jornal americano Wall Street Journal, o Instagram teria oferecido dinheiro para os principais produtores de conteúdo do TikTok migrarem para o “Reels“, ferramenta muito semelhante ao formato do outro aplicativo, com vídeos curtos e transições de imagens.

O “Reels” ainda não está disponível em todos os países e começou a ser testado primeiro no Brasil, na França, na Alemanha e na Índia. A ideia do aplicativo do Facebook é oferecer algumas centenas de dólares como incentivo para que os criadores de conteúdo comecem a utilizar a ferramenta quando ela for lançada nos Estados Unidos, em agosto.

O WSJ não menciona quais são os criadores que o Facebook teria abordado.

O Instagram tem cerca de 1 bilhão de usuários no mundo, segundo a consultoria de dados alemã Statista, enquanto o seu rival TikTok tem em torno de 800 milhões, mas foi o terceiro aplicativo mais baixado no ano passado. A popularidade do TikTok, no entanto, está ameaçada em meio a proibições na Índia e ameaças dos Estados Unidos e acusações sobre o repasse de dados dos usuários ao governo chinês.

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Instagram passa a permitir lives com até 4 horas de duração

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Até então, a rede social só permitia a transmissão de conteúdo ao vivo durante com até 1 hora de duração

nstagram: empresa atualizou seu aplicativo para permitir lives mais longas (NurPhoto/Getty Images)

Há quem diga que o mundo virou uma grande live durante a quarentena. O Instagram talvez aposte nisso. Nesta semana, a rede social decidiu aumentar o limite de tempo de transmissões ao vivo e agora permite que os usuários realizem lives com até 4 horas de duração.

O anúncio foi feito no Twitter da companhia, que ainda informa que a atualização do aplicativo inclui também a possibilidade de salvar as transmissões por um período de até 30 dias antes que elas desapareçam da plataforma.

Até então, o Instagram permitia a transmissão de lives com até 60 minutos de duração. Por este motivo, era comum que usuários procurassem outras plataformas para transmitir seus vídeos ao vivo, tal como o Twitch e o Facebook, por exemplo.

Outra novidade é que os perfis do Instagram agora ganham o recurso “Live Now”. Por meio da ferramenta, é possível explorar quais transmissões ao vivo estão acontecendo naquele momento.

O recurso de transmitir algum conteúdo ao vivo foi adicionado ao Instagram ainda em 2018. Durante a pandemia do novo coronavírus, a rede social viu o número de transmissões explodir na plataforma. Somente em março, durante os primeiros meses de quarentena, a companhia reportou um aumento de 70% no uso da ferramenta.

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Facebook, Google e Twitter depõem no Senado, dias antes da eleição nos EUA

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Redes sociais e YouTube fazem parte da democracia e estão sob intenso escrutínio dos legisladores às vésperas do pleito.

Varanda do Senado: gigantes de tecnologia devem falar sobre liberdade de expressão e poder de divulgação de informações em audiência (Tim Sloan/AFP/AFP)

O debate entre as gigantes de tecnologia e os legisladores americanos pode esquentar nesta quarta-feira (28). Os presidentes de Google, Facebook e Twitter — Sundar Pichai, Mark Zuckerberg e Jack Dorsey, respectivamente — vão comparecer a uma audiência virtual diante do Comitê de Comércio do Senado, para falar sobre a Seção 230 da lei de Telecomunicações, e também sobre privacidade e dominância de mídia.

Essa lei é bastante conhecida no país e antecede à criação de todas essas empresas. Algumas em mais de uma década. Estabelecida na década de 1990, ela define que plataformas de conteúdo e serviços online não podem ser processados pelo conteúdo que seus usuários compartilham ou publicam. Essa garantia jurídica permitiu que redes sociais, como o Facebook e o Twitter, ou que os canais de vídeo do YouTube, pudessem crescer livremente sem riscos.

O problema agora é que essa regra específica está sendo questionada, principalmente por legisladores republicanos, que exigem respostas das gigantes de mídias sociais: eles acusam as empresas de cercear liberdade de expressão às vésperas das eleições, escolhendo quais publicações serão marcadas ou omitidas, por exemplo. Eles demandam uma reforma na Seção 230, alegando que as redes sociais suprimem opiniões conservadoras.

A audiência é singular por dois motivos. O primeiro deles é porque ela acontece a uma semana das eleições nos EUA, que serão na próxima terça-feira, 3 de novembro. O fato de envolver o poderio de comunicação e divulgação das redes sociais será um prato cheio para os legisladores. O segundo é que essa é a primeira aparição de Sundar Pichai, do Google, e de Mark Zuckerberg, do Facebook, desde que deporam em uma audiência sobre antitruste e livre competição em julho. O assunto esquentou com o processo aberto na última semana pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o Google por monopólio no mercado de buscas online.A convocação dos executivos mostra como as redes sociais e o YouTube se tornaram parte integrante da democracia e da comunicação na vida americana. Em 2016, o Facebook foi pivô de um escândalo de manipulação de dados para mau uso eleitoral. Este ano, as empresas vieram preparadas e há meses tomam medidas, analisando conteúdo e estabelecendo políticas para lidar com o novo ciclo eleitoral. A resposta será hoje na audiência do Senado, e na próxima terça, nas urnas.

 

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Com foco cada vez maior na nuvem, Microsoft prepara resultados do 3º tri

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Estimativa é de que a gigante de Redmond tenha crescimento próximo de 8% na receita obtida entre os meses de julho e setembro

Satya Nadella: presidente da Microsoft vem aumentando cada vez mais a presença da empresa em serviços de computação em nuvem (ucas Jackson/Reuters)

A Microsoft vai divulgar seus resultados financeiros do terceiro trimestre nesta terça-feira (27). A expectativa é de que a empresa mantenha o ritmo de crescimento habitual em relação aos seus negócios, principalmente no setor de computação em nuvem.

Este será o primeiro trimestre fiscal de 2021 da Microsoft. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, a companhia deve ter receita próxima de 35,7 bilhões de dólares neste trimestre. O valor é 8% mais alto do que o registrado no mesmo trimestre do ano passado, quando o faturamento foi de 33,1 bilhões de dólares.

A maior parte da receita da Microsoft neste trimestre deve vir do setor de computação em nuvem, que tem um ganho estimado de quase 12,8 bilhões de dólares. O setor de computação pessoal deve ter receita próxima de 11,3 bilhões de dólares, enquanto outros negócios devem movimentar 11,8 bilhões de dólares.

De acordo com a consultoria Gartner, a Microsoft terminou 2019 ocupando a segunda colocação do setor, com uma fatia de 17,9%. A grande rival é a Amazon, que tem 45% do mercado. Na sequência estão Alibaba (9,1%), Google (5,3%) e Tencent (2,8%).

Para os acionistas, a notícia é boa. O lucro por ação deve ficar em torno de 1,55 dólar (em uma faixa entre 1,49 e 1,69 dólar). Desde o começo do ano, as ações da Microsoft já aumentaram 33% em relação ao preço negociado em janeiro. No pregão desta segunda-feira, a companhia terminou o dia com queda de 2,84%, ficando avaliada em pouco menos de 1,6 trilhão de dólares.

Foi um trimestre movimentado para a gigante de Redmond. Somente no mercado de games, por exemplo, a empresa anunciou a compra do estúdio Bethesda por 7,5 bilhões de dólares, acirrou a disputa contra a Sony ao lançar um novo videogame no mercado. E ainda opinou em relação a uma disputa de outra big tech contra o jogo Fortnite.

Em outros negócios, a Microsoft anunciou que passaria a investir em 5G com a Azure, sua plataforma de computação em nuvem. A chegada da empresa no mercado de internet móvel de quinta geração pode ser um golpe duro para rivais do setor, principalmente para a Huawei, que enfrenta o litígio do governo americano. E isso pode impactar até o Brasil.

Houve também rumores de que a companhia poderia adquirir o controle do TikTok, aplicativo que é um fenômeno em 2020 e que ganhou antipatia do governo americano por ter sido desenvolvido por uma empresa chinesa. O serviço ficou nas mãos de uma rival da Microsoft, a Oracle em um plano que deve beneficiar a rede varejista Walmart.

 

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Samsung reconhece falha em Galaxy e prepara correção

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O smartphone Galaxy S20 FE foi lançado recentemente e rivaliza com o iPhone

Galaxy S20 FE: aparelho tem probe (Samsung/Divulgação)

A Samsung reconheceu o problema, que não se sabe ser de software ou de hardware, e lançará uma correção em uma atualização para o Galaxy S20 Fan Edition. A fabricante recomenda manter os dispositivos sempre atualizados com a versão mais recente do software.Segundo o site especializado em tecnologia 9To5Google, unidade de testes recebida pela redação apresentava o bug na tela. Outros casos foram relatados no Reddit e no fórum da Samsung.

O novo celular da sul-coreana foi lançado nos Estados Unidos com preço sugerido de 699 dólares — sendo mais acessível que os novos iPhones 12 –, mas ainda não há previsão de lançamento no mercado brasileiro, um dos mais importantes para a Samsung, onde a empresa lidera em vendas, segundo a consultoria IDC.

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WhatsApp terá função de compras dentro do aplicativo

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Opção ainda não tem data para começar a funcionar, e produtos serão oferecidos por empresários que usam a versão ‘Business’ do app.

WhatsApp vai permitir que pessoas façam compras dentro do app. — Foto: AFP

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (22) que vai oferecer compras e serviços de hospedagem dentro do aplicativo. Os recursos serão opcionais para empresas, que utilizam a versão “Business” do app.

Todo o processo de compra poderá ser realizado dentro do WhatsApp, desde a escolha do produto, passando pelos detalhes de um pedido, até chegar ao pagamento.

Para realizar compras, as pessoas precisarão iniciar uma conversa com uma conta comercial que ofereça os seus produtos no aplicativo.

Contas comerciais poderão vender produtos direto do WhatsApp. — Foto: Diviulgação/WhatsApp

Contas comerciais poderão vender produtos direto do WhatsApp. — Foto: Diviulgação/WhatsApp

Ainda não foi revelado quando essa ferramenta estará disponível, nem se os empresários pagarão taxas ou comissões pelas transações realizadas.

A companhia diz que “ação ajudará as pequenas empresas que foram mais afetadas neste momento [de pandemia].”

Serviços de hospedagem

O WhatsApp disse ainda que vai oferecer hospedagem em integração com o Facebook, empresa que é dona do app.

Segundo um comunicado, as empresas que utilizam as ferramentas do Facebook gerenciar seus serviços terão uma opção de integração para as mensagens no WhatsApp Business, e as mensagens poderão ser armazenadas no servidor da rede social.

A novidade deve concorrer com soluções de atendimento ao cliente como o Zendesk. A data para a disponibilização dessa ferramenta também não foi revelada, mas ela será gratuita.

A companhia afirmou que irá cobrar por outros serviços que oferecem aos clientes comerciais, sem detalhar quais serão.

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Smartphone sem carregador e fone de ouvido vai virar o novo normal?

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Após retirada dos acessórios do iPhone 12, existem rumores de que a Samsung pode tirar os carregadores da caixa em um futuro próximo

Após retirada dos acessórios do iPhone 12, existem rumores de que a Samsung pode tirar os carregadores da caixa em um futuro próximo

Na semana passada a Apple anunciou que as versões do iPhone 12, mais novo smartphone da companhia, não viriam acompanhadas de carregadores ou fones de ouvido em suas caixas. Até mesmo modelos mais antigos de iPhone, como XR e 11, já estão sendo enviadas sem os  acessórios. Segundo a empresa, o objetivo da retirada é bastante simples: a redução de lixo eletrônico no mundo.

Com a confirmação desse rumor em relação aos celulares, ficou a dúvida se isso não poderia acontecer também com outras fabricantes.

É claro que, para alguns concorrentes, como a Samsung, a Xiaomi e a Motorola, o momento foi bastante oportuno para fazer piada com a decisão da Apple. Em publicações feitas no Twitter e no Instagram, as empresas enfatizaram a presença de carregadores em seus smartphones.

Apesar disso, existem boatos de que a sul-coreana Samsung também pode retirar alguns de seus acessórios da caixa de lançamentos do ano que vem — incluindo o carregador — com a justificativa de redução de custo para o consumidor.

A informação, dada inicialmente pelo site coreano ETNews, afirmou que “vários funcionários da empresa disseram que ela está discutindo com parceiros como remover os componentes dos novos smartphones”. A determinação, de acordo com o site, foi dada porque, para a Samsung, já é imaginado que as pessoas tenham carregadores o suficiente depois de mais de 10 anos no mercado de celulares inteligentes.

O mesmo foi afirmado pela Apple, que acredita que seus clientes conseguiram fazer uma coleção de carregadores e fones da marca — uma realidade que pode ser mais assertiva nos Estados Unidos, mas que muda no cenário brasileiro.

Segundo o site irlandês StatCounter, a Samsung é a fabricante de celulares com a maior participação no mercado global, de 30,6%. A Apple, em seguida, tem quase 25% de participação. Em quarto lugar está a Huawei, com 10,6% do mercado. A Xiaomi, em quinto, tem uma fatia de 9,47%.

Nos Estados Unidos, a Apple é líder disparada, sendo responsável por 59,7% dos smartphones no país. Mas no Brasil, o mercado é dominado pela Samsung (com 44,6%), seguido pela Motorola (21,6%) e somente depois pela Apple (14,3%).

De acordo com a empresa, há 2 bilhões de adaptadores disponíveis nas casas dos usuários, além de 700 milhões de fones de ouvido com entrada lightning (nome dado à entrada proprietária que a Apple inclui nos iPhones). A redução de espaço significaria caixas menores, mais iphones por containers, menos espaço tomado na logística. O impacto final, dados da empresa apontam, seria equivalente a menos 450.000 carros nas ruas todos os anos.

Mas, por aqui, a ideia da retirada dos acessórios pode não ser tão popular quanto em seu país de origem.

Os altos preços dos celulares da gigante americana podem ser um dos motivos para a baixa penetração no bolso dos brasileiros — um celular de entrada com sistema operacional Android é relativamente mais barato que um iPhone. Enquanto um Samsung Galaxy A01 custa em média 700 reais, um iPhone 8 (lançado em 2017) ainda é vendido por algo entre 3.500 reais e 4.000 reais, uma diferença de quase 80%. A alta no dólar não ajuda nesse quesito e até mesmo modelos mais antigos ficaram mais caros com o lançamento do novo smartphone.

É fato também que os cabos comumente utilizados por fabricantes de smartphones Android também pode ser utilizado em uma quantidade maior de dispositivos — como no Kindle, nos controles do Xbox One, entre outros que possuem a entrada MicroUSB — enquanto as entradas da Apple não podem ser amplamente usadas da mesma forma. A empresa fundada por Steve Jobs adota o cabo do tipo USB-C desde 2019, mas modelos anteriores ainda não estão no novo padrão.

Na França a adoção de uma caixa de iPhone sem os dois acessórios não vai poder acontecer conforme o previsto. Isso porque, por lá, a legislação obriga que fabricantes incluam fones de ouvido em seus aparelhos. Os carregadores conseguem fugir — não existe uma lei francesa que proíba a falta de um cabo e de um adaptador.

Além da Samsung, não existem (ainda) boatos de que outras companhias devem adotar a ideia da Apple, que foi ao mesmo tempo muito celebrada por alguns e duramente criticada por outros. A decisão pode ter assustado as demais empresas que querem tomar uma atitude parecida nos próximos anos, mas é claro que nada está gravado na pedra.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

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