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Instagram prioriza fotos de biquíni e sem camisa, mostra estudo

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Testes revelaram que o algoritmo da rede social tende a colocar fotos que mostram “mais pele” no topo do feed dos usuários; empresa nega

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Novo modelo de trem-bala no Japão funciona até durante terremoto

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O trem-bala é o primeiro modelo a ser adicionado à linha Tokaido Shinkansen em 13 anos; companhia já planeja um ainda mais rápido

Trem-bala: nova versão é capaz de se adaptar a emergências (Kyodo News/Getty Images)

No começo deste mês, o Japão anunciou a implementação de um novo modelo de trem-bala capaz de funcionar até mesmo durante um terremoto. O N700S, como é chamada a nova versão, pode atingir uma velocidade de até 360 quilômetros por hora, mas trabalhará somente a 285 km/h diariamente — o que o torna um dos trens mais rápidos do mundo, podendo até ultrapassar o Transrapid de Xangai, na China, capaz de atingir 279 quilômetros.

O “S” no nome do novo veículo é um acrônimo para “supremo”. Apenas para comparar, um trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) tem uma velocidade média de 60 quilômetros por hora, sendo que a sua máxima é 90 km.

O trem-bala é o primeiro modelo a ser adicionado à linha Tokaido Shinkansen em 13 anos pela companhia Central Japan Railway. O lançamento fazia parte de uma das obras para os Jogos Olímpicos de 2020, que, por conta do novo coronavírus, foram adiados para o ano que vem. Em 1964, era inaugurado o primeiro trem-bala, com uma velocidade de 210 quilômetros por hora. À época, o país também sediava uma Olimpíada — a primeira a ser realizada na Ásia.

O novo modelo é equipado com um sistema de autopropulsão de bateria de íons de lítio que o faz funcionar apesar de uma emergência. É exatamente por isso que ele é seguro mesmo durante um terremoto. De acordo com a CNN, ele também tem um sistema atualizado de controle automático e freagem, ou seja, é capaz de reduzir a sua velocidade rápida sem maiores problemas. A companhia de trens japonesa afirma que a ideia da novidade é que ela seja ainda mais “suave” para os passageiros do que outras versões do trem-bala.

Antes disso, os trens icônicos japoneses ganharam as notícias ao redor do mundo por serem a opção de fuga do ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, acusado de receber bônus secretos da companhia que comandava, do país.

Mas a Central Japan Railway não quer parar por aí e, no ano passado, divulgou o desenvolvimento de um novo trem-bala capaz de atingir a marca de 400 quilômetros por hora. Chamado de Alfa-X, ele deve ficar pronto em 2030.

 

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Amazon Prime Video tem novo recurso para brigar com a Netflix

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Com a atualização será possível criar seis perfis na plataforma de streaming da varejista do homem mais rico do mundo

Prime Video: plataforma de streaming da Amazon tem recurso parecido com a Netflix (Thomas Trutschel/Photothek/Getty Images)

Se você está cansado de compartilhar seu login da plataforma de streaming Amazon Prime Video com seus parentes e amigos e não saber direito em qual episódio daquela série você parou, seus problemas podem estar perto de chegar ao fim.

Segundo a Amazon, um novo recurso, semelhante ao utilizado pela Netflix, será lançado e permitirá que você crie até seis perfis dentro de uma só conta — cinco mais o perfil principal, considerado “padrão”. Também será possível fazer uma conta infantil, restringindo o tipo de conteúdo a ser visto pelo usuário.

Com isso, cada perfil terá suas recomendações pessoais, com base no que assistiu, seguindo os algoritmos comumente utilizados em aplicativos do tipo.

A atualização está sendo feita gradualmente por região.

Como criar perfis diferentes no Amazon Prime Video?

As recomendações de criação de um perfil no aplicativo são bastante simples.

Pelo computador: primeiro, acesso o menu “seletor de perfil” na página inicial do Prime Video, em seguida clique em “adicionar novo” para criar um perfil.

Pelo celular (tanto iPhone quanto Android): clique em minha área, na parte inferior da tela, acesso o menu “seletor de perfil”, clique no ícone “+” para criar um perfil novo.

 (Amazon/Reprodução)

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Entenda por que o Google está pagando bilhões de dólares para a Apple

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Acordo entre as duas empresas está causando polêmica entre órgãos reguladores de mercado da Europa

Google: empresa de Mountain View paga bilhões de dólares para a Apple para ser o buscador padrão do navegador Safari (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

O Google desembolsou 1,5 bilhão de dólares na conta da Apple em 2019. O pagamento foi feito para que a empresa tenha seu buscador como serviço padrão no navegador Safari, presente no iPhone. E isso não está agrando em nada órgãos reguladores de mercado da Europa que estão investigando as duas empresas por ações anticompetitivas.

Conforme reportado pela Reuters, a cifra paga pelo Google para a Apple no ano passado está descrita no relatório compilado pela Autoridade de Competição e Mercados do Reino Unido. O valor exato pago pelo Google para que todas as pesquisas feitas pelos usuários em qualquer área do Safari direcionem para o seu serviço de buscas é de 1,2 bilhão de libras esterlinas.

O relatório critica o acordo entre as duas companhias e diz que negócios deste tipo criam uma “barreira significa para a entrada e a expansão” de competidores do Google. Também há críticas para a Apple, que lucra com este tipo de negócio e é aconselhada a permitir que os usuários de seus produtos possam realizar configurações prévias no Safari para decidirem qual serviço de busca padrão gostariam de utilizar.

Vale lembrar que a gigante de Mountain View lucra bilhões de dólares com anúncios comercializados em sua plataforma de pesquisa pela ferramenta Google Ads. Da receita de 41,1 bilhões de dólares no primeiro trimestre deste ano, uma fatia de 82% veio das receitas com publicidade. O percentual equivale a 33,7 bilhões de dólares.

Essa não é a primeira vez que as duas empresas estão envolvidas em um imbróglio antitruste neste sentido. Segundo a Bloomberg, que teve acesso a documentos judiciais, o Google pagou 1 bilhão de dólares para a Apple em 2014 para ser o buscador padrão do sistema operacional iOS. Analistas entrevistados pelo The Verge estimam que a Apple tenha faturado algo em torno de 9 bilhões de dólares com estes acordos.

O Google é de longe o buscador mais utilizado do planeta. Dados da empresa de pesquisa Statcounter GlobalStats apontam que a companhia foi responsável por 92,06% das pesquisas realizadas na internet durante o mês de maio deste ano. Principal rival, o serviço Bing, da Microsoft, registrou uma fatia de apenas 2,61% das buscas. Em terceiro lugar está o Yahoo com 1,79%.

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Review: Edge+ é volta em grande estilo da Motorola na briga contra iPhone

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O smartphone tem longa duração de bateria e câmera de 108 megapixels

Motorola Edge+: o smartphone tem sistema Android 10 e câmera traseira tripla (Lucas Agrela/Exame)

O Edge+ é o primeiro smartphone da Motorola que almeja o segmento topo de linha, ocupado pelo iPhone 11 Pro Max e pelo Samsung Galaxy S20+. A fabricante americana, que pertence à chinesa Lenovo, voltou seus esforços à linha Moto G e Motorola One por anos, o que a ajudou a recuperar sua lucratividade após dez anos de jejum. Agora, o Edge+ é o retorno em grande estilo da marca na briga contra o iPhone.

Design

O visual e a construção do Edge+ são dignos de um aparelho topo de linha. Com pintura espelhada, o smartphone tem apenas o logotipo e suas câmeras na parte traseira, o que dá refinamento e simplicidade ao dispositivo. A tela de 6,7 polegadas tem o vidro reforçado Gorilla Glass 5, da americana Corning, que aguenta quedas de até 1,6 metro, em 80% das vezes, sem estilhaçar.

O sensor de impressões digitais é posicionado na tela, algo que a Motorola faz pela primeira vez no segmento topo de linha, colocando a marca em pé de igualdade com essa categoria no mercado de celulares Android.

O aparelho tem contorno em alumínio e sua tela tem curvaturas nas duas laterais, assim como acontece com o Galaxy S20+.

Mesmo sendo um produto do segmento topo de linha, como o iPhone, o Edge+ tem conector para fones de ouvido.

No entanto, o smartphone não é resistente à água e poeira segundo a certificação IP68, como acontece com o rival da Samsung. O produto tem proteção contra respingos, mas não contra imersão.

Câmeras

As câmeras do Edge+ são as mais avançadas que a Motorola já ofereceu em um smartphone. O sensor principal capta imagens com 108 megapixels. As informações captadas pela câmera são combinadas para melhorar os resultados de captura de luz e cores, e geram imagens com cerca de 30 megapixels. O nível de detalhamento que a câmera é capaz de oferecer é alto e se mostra dentro da média da categoria. As cores são um pouco mais saturadas do que as vistas em smartphones da Samsung e da Apple.

No total, o Edge+ conta com três câmeras. Além da que tem sensor de 108 megapixels, ele conta com uma que oferece zoom de até 3x com estabilização óptica e outra de 16 megapixels que é ultra grande angular, como uma GoPro. O ângulo de captura dessa câmera é de 120 graus, enquanto o normal é que câmeras captem apenas 80 graus. O interessante dessa câmera é a implementação que a Motorola fez nela: além de capturar imagens amplas, ela também capta imagens como se fosse uma lente macro, ou seja, fotos podem ser tiradas com distância de cerca de 4 centímetros, situação em que a maioria das câmeras não consegue manter o foco ou mostrar detalhes da imagem.

Veja algumas fotos tiradas com o Motorola Edge+:

Foto com o Motorola Edge+ Edge+: Imagem com a câmera de 108 megapixels
Foto com o Motorola Edge+ Edge+: Imagem com a câmera de 16 megapixels no modo macro
 Edge+: Imagem com a câmera de 8 megapixels e zoom de 3x

Para filmagem, o Edge+ é o segundo com a maior resolução disponível, atrás do Galaxy S20+. As imagens podem ser gravadas com resolução 6K, acima do padrão de imagem 4K. O rival da Samsung filma em resolução 8K – o que viabiliza a criação de conteúdo para as suas TVs de igual resolução já vendidas no Brasil.

A câmera frontal registra imagens com sensor de 25 megapixels com abertura de f/2.0, ou seja, quanto mais luz natural, melhores tendem a ser os resultados.

Configuração

Por dentro, o Edge+ é uma máquina potente. Ele tem processador (SoC) Snapdragon 865 octa-core, 12 GB de RAM e 256 GB de memória de armazenamento. Em conectividade, ele vem com os padrões mais avançados do momento, o Wi-Fi 6 e 5G (para quando tivermos essa rede disponível no Brasil).

Nos testes com aplicativos de benchmark, que avaliam o desempenho geral dos smartphones, o Edge+ se manteve na lista dos melhores do mundo.

AnTuTu – 585.781

Geekbench – 3.350 (multi-core)

Bateria

A bateria do Edge+ tem capacidade de 5.000 mAh. O aparelho tem duração estimada pela fabricante de até dois dias de uso.

Considerações finais

O Motorola Edge+ é uma volta em grande estilo da marca ao segmento topo de linha. Ele acirra a competição na categoria e pode deixar o consumidor divido entre comprar um iPhone 11 Pro ou um Galaxy S20+. Ainda assim, a proteção contra a água é algo que faz falta e pode levar a escolha de outro aparelho – especialmente por conta do preço sugerido de 7.999 reais. Por outro lado, o alto tempo de duração da bateria pode ser um ponto determinante na decisão do consumidor. Com isso, o Edge+ é voltado aos entusiastas de novas tecnologias e mostra que Motorola voltou à competição com vontade. Com ajustes, no futuro, a linha Edge poderá se tornar a melhor escolha de smartphone Android.

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Google vai descontinuar dois smartphones da linha Pixel

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Aparelhos Pixel 3A e 3A XL não serão mais comercializados pela empresa de Mountain View, que irá focar nas vendas do Pixel 4

MOUNTAIN VIEW, CALIFORNIA – MAY 07: The new Google Pixel 3a is displayed during the 2019 Google I/O conference at Shoreline Amphitheatre on May 07, 2019 in Mountain View, California. Google CEO Sundar Pichai delivered the opening keynote to kick off the annual Google I/O Conference that runs through May 8. (Photo by Justin Sullivan/Getty Images) (Justin Sullivan / Equipe/Getty Images)

O Google anunciou nesta quarta-feira (1) que vai descontinuar os smartphones Pixel 3A e 3A XL. Não comercializados no Brasil, tal como os demais celulares da empresa, os dois modelos tinham preços mais acessíveis em relação aos outros aparelhos da linha.

O plano por trás da descontinuidade pode ser impulsionar a venda do Pixel 4. Lançado em outubro de 2019, este é o principal smartphone do Google. Ele conta com processador Snapdragon 730, tela de 5,81 polegadas com display em resolução de 2340 x 1080 pixels e câmeras frontal e traseira de 12,2 e 8 megapixels, respectivamente.

Rumores recentes apontam que a companhia de Mountain View pretende ainda lançar uma versão mais simples do aparelho, chamada de 4A. Vídeos do aparelho sendo testado foram divulgados na internet, mas o Google ainda não confirmou oficialmente seus planos neste sentido.

Para quem ainda estiver interessado em adquirir os modelos descontinuados, o Google informou o site Android Police que os aparelhos ainda podem ser adquiridos em parceiros comerciais da empresa. Foi possível encontrar unidades disponíveis para venda em sites de grandes varejistas americanas, como a Amazon, por exemplo.

O Google não especifica em seus balanços financeiros o quanto fatura somente com a linha de celulares. Os aparelhos são classificados no segmento “Outros”, que engloba ainda a receita obtida com a loja de aplicativos Play Store e a venda de dispositivos como os smart speakers Google Home e Nest Hub.

Em números, a cifra registrada no primeiro trimestre deste ano neste segmento foi de 4,4 bilhões de dólares – alta de 22% em relação ao mesmo período de 2019. A receita total da Alphabet, controladora do Google, no trimestre foi de 41,2 bilhões de dólares, 13% a mais do que o registrado nos primeiros três meses do ano passado.

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Positivo Tecnologia vence licitação da urna eletrônica brasileira

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Empresa competia com a Smartmatic para entregar 180.000 urnas ao TSE

Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Tecnologia: empresa venceu licitação de urna eletrônica do TSE (Guilherme Pupo/Exame)

A Positivo Tecnologia atingiu um feito marcante na sua história: pela primeira vez, ela será a empresa brasileira responsável pela fabricação da urna eletrônica eleitoral.

A curitibana fez uma proposta comercial de entregar 180.000 urnas eletrônicas por 799.997.366,01 reais, enquanto a Smartmatic, com sede em Londres e liderada pelo venezuelano Antonio Mugica, fez proposta de 1.726.326.546,33 reais em janeiro de 2020. Atualmente, o TSE conta com 470.000 urnas e as novas devem substituir aquelas que foram fabricadas entre os anos de 2006 e 2008, que somam 83.000 unidades.

O período para entrada com recursos expirou na última terça-feira e a Positivo Tecnologia será anunciada como vencedora da licitação nos próximos dias. As primeiras urnas feitas pela empresa brasileira serão entregues para as eleições de 2022.

O valor do contrato pode aumentar o faturamento da Positivo, que saiu do prejuízo no ano passado e lucrou 20,8 milhões de reais.

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