O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou uma alta de 0,10% em fevereiro, desacelerando em comparação ao avanço de 0,59% registrado em janeiro, conforme informado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira, 2. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPC-S apresenta uma valorização de 3,48%.
O resultado apresentado ficou abaixo da mediana das previsões da pesquisa Projeções Broadcast, que era de 0,12%, com estimativas variando entre 0,05% e 0,20%.
Na comparação entre a terceira e a quarta quadrissemana de fevereiro, quatro dos oito grupos que compõem o IPC-S tiveram queda: Educação, Leitura e Recreação (de 0,33% para -0,24%), Transportes (de 0,34% para 0,04%), Alimentação (de 0,13% para 0,07%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,17% para 0,12%).
Por outro lado, os grupos Vestuário (de -0,49% para -0,24%) e Comunicação (de 0,02% para 0,05%) mostraram recuperação, enquanto Habitação (0,34%) e Despesas Diversas (0,37%) mantiveram as mesmas taxas da última apuração.
Principais influências
As maiores quedas individuais vieram de setores como cinema (de -13,21% para -12,90%), gasolina (de 0,13% para -0,49%), desodorante (de -0,24% para -3,43%), protetores para a pele (de -1,47% para -4,08%) e banana-prata (de -3,27% para -4,49%).
Já os itens que puxaram o índice para cima foram refeições em bares e restaurantes (de 0,85% para 0,77%), aluguel residencial (de 0,60% para 0,62%), plano e seguro de saúde (mantendo 0,43%), taxa de água e esgoto residencial (de 1,26% para 0,87%) e empregado(a) doméstico(a) (de 0,96% para 0,58%).
Estadão Conteúdo.

