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Hospital de Campanha comemora 1.500 pacientes recuperados de covid-19

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Trinta e três pessoas receberam alta da unidade de saúde, após ficarem internadas em tratamento contra o novo coronavírus. DF tem 170.806 casos e 2.720 mortes pela covid-19

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Nem a alta temperatura e a baixa umidade registradas na tarde do feriado de Independência impediram dezenas de famílias de enfrentar um forte sol, à entrada do portão T do Mané Garrincha. O grupo aguardava para rever cada uma das 33 pessoas que receberam, ontem, alta do hospital de campanha instalado no estádio. A liberação ocorreu de forma coletiva, com direito à homenagem por ocasião da recuperação do 1.500º paciente.

Pela rampa 6, em meio a um corredor formado por profissionais de saúde, o grupo deixou o hospital de campanha ao som de salvas de palmas e de canções brasileiras. Conduzidos com o auxílio de cadeiras de rodas, os pacientes apareceram carregando vasos de flores, mochilas e até malas, devido aos dias de internação. Próximos ao portão de saída, familiares e amigos não conseguiam conter a emoção. O reencontro, marcado por abraços e lágrimas, deu fim a uma angústia de semanas.

A médica veterinária Priscila Naira Capuzo, 36 anos, aguardou pela alta do pai, João Capuzo Filho, 75, durante 17 dias. “Estava esperando ele para tomarmos café juntos. Foram dias de aflição. Felizmente, ele sabia mexer no celular, então conseguimos fazer chamadas cinco vezes ao dia. Vamos nos reunir e espero ter um momento de oração, para confraternizarmos”, contou. João Capuzo foi o paciente de número 1.500. Ele ainda sente desconforto ao respirar, mas diz se sentir satisfeito com o tratamento. “Comemorei meu aniversário aqui, em 30 de agosto. Fui muito bem recepcionado, mas fiquei com saudades da família todos os dias”, relatou.

Mesmo com liberações frequentes de pacientes, a equipe de saúde não deixa de se comover com os reencontros. “Eu choro, fico muito emocionada. É uma gratidão muito grande. Todas as altas são emocionantes, não tem como evitar”, afirmou a coordenadora da equipe de fisioterapia do hospital, Flávia Perassa. Responsável pelo tratamento de recuperação do sistema respiratório, ela trata de internados em situação mais delicada. “São 23 anos de (trabalho em) UTI (unidade de terapia intensiva). O grande diferencial dessa doença é o distanciamento que ela traz, esse é o pesado. Eles convivem com a gente, viramos famílias. Mas entregá-los de volta também é muito satisfatório”, completou.

A aposentada Maria de Fátima Ercilio Rodrigues, 64, viveu isso de perto. Hipertensa e diabética, a moradora de Santa Maria passou duas semanas internada no hospital de campanha. “Os sintomas foram muito ruins. Tive fraqueza, falta de ar, fiquei com 50% do pulmão comprometido. Mas tive um tratamento muito bom. Não tem coisa melhor do que poder voltar”, disse.

O Hospital de Campanha do Mané Garrincha foi o primeiro desse tipo no Distrito Federal, e começou a receber os primeiros pacientes em 22 de maio. Atualmente, a instalação conta com cerca de 460 profissionais de saúde. Outra unidade provisória está em construção em Ceilândia. No caso da instalação do estádio, os encaminhamentos ocorrem para desafogar a rede pública de saúde, e apenas em casos de baixa e média complexidade. O espaço conta com 197 leitos de cuidados intensivos (UCI) e de enfermaria.

Porta-voz da equipe, a médica Anna Carolina Erbesdobler ressaltou que a quantidade de pacientes no hospital de campanha que tiveram evolução para um quadro grave da covid-19 é pequena, ficando próxima de 80 desde a abertura. “O tempo de recuperação é diferente de pessoa para pessoa. Cada um reage de uma forma. Mas a transferência para as UTIs tem sido ágil. É difícil passar de 12 horas”, comentou.

O diretor do hospital, Marcelo Mello, afirmou que a liberação dos hospitalizados depende de protocolos definidos pelo Ministério da Saúde e pela pasta local. Os fatores incluem não precisar de suporte de oxigênio por dois ou três dias; passar do ciclo de 14 dias desde a contaminação; não apresentar outros sintomas; e ter resultados de exames dentro do esperado. “(Lidar com uma doença nova) é um aprendizado dia a dia. A observação do paciente é diária, não dá para descuidar”, acrescentou Marcelo.

Casos

A quantidade de infectados pelo novo coronavírus no Distrito Federal chegou a 170.806 ontem. Os registros da Secretaria de Saúde (SES-DF) tiveram 1.189 confirmações a mais que no dia anterior. Desse total, 156.012 pessoas (91,3%) recuperaram-se da covid-19. No entanto, 2.720 não sobreviveram às complicações da doença. As vítimas incluem pacientes do DF, de Goiás e outros sete estados.

Ontem, a pasta contabilizou 10 mortes a mais, registradas entre 7 de julho e domingo. O “baixo número”, segundo a SES-DF, teve relação com o “atraso do encerramento dos casos no sistema de informação, devido ao feriado prolongado”. As maiores quantidades de casos e de óbitos permanecem concentradas nas regiões de Ceilândia, Taguatinga, no Plano Piloto, em Samambaia e no Gama.

Fonte: Correio Braziliense
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Hacker é preso suspeito de fraudar sistema do Detran-DF e cancelar R$ 1,3 milhão em multas

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Segunda fase da operação Backdoor é ação conjunta entre Ministério Público e Polícia Civil. Departamento de Trânsito disse que implementou medidas de segurança na rede.

Posto de atendimento do Detran-DF — Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Uma operação conjunta entre o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) e a Polícia Civil, nesta segunda-feira (21), resultou na prisão temporária de um suposto hacker que invadiu o sistema do Departamento de Trânsito (Detran-DF) para cancelar multas e retirar outras restrições judiciais e administrativas de veículos.

Segundo a investigação, o hacker “se aproveitou da vulnerabilidades no sistema Getran” para realizar ações restritas a servidores, como emitir o licenciamento de carros e transferir a propriedade de veículos com pendências, a pedido dos proprietários. O prejuízo estimado aos cofres públicos é de R$ 1.371.658,99.

Esta é a segunda fase da operação Backdoor. No dia 29 de julho, cinco suspeitos foram presos, entre eles, um servidor público cedido ao Detran. Em nota, o Detran informou que implementou “diversas medidas de segurança para o sistema de tecnologia da informação” e disse que, atualmente, “qualquer operação suspeita é identificada e apurada imediatamente” (leia íntegra da nota ao fim da reportagem).

A força-tarefa é coordenada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep), do MPDFT, em conjunto com as polícias civis do DF e de Alto Paraíso de Goiás.

Busca por provas

Operação da Polícia Civil e do Ministério Público do DF faz buscas no âmbito da Operação Backdoor; em julho  — Foto: PCDF/Divulgação

Operação da Polícia Civil e do Ministério Público do DF faz buscas no âmbito da Operação Backdoor; em julho — Foto: PCDF/Divulgação

A investigação apontou que as fraudes ocorreram ao longo de, pelo menos, oito meses, entre maio de 2019 e janeiro de 2020.

Em julho deste ano, ainda durante a primeira fase da operação, a polícia constatou que o esquema conseguiu retirar multas e outras restrições de 612 veículos. “Constatou-se que as fraudes foram encomendadas pelos proprietários/usuários dos veículos a despachantes que, por sua vez, solicitavam que a alteração no sistema Getran fosse realizada por hackers”, informou a corporação.

Além da prisão do suspeito, os investigadores apreenderam equipamentos de informática considerados “de alto valor”, que serão periciados. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas.

A investigação apontou que as fraudes ocorreram ao longo de, pelo menos, oito meses, entre maio de 2019 e janeiro de 2020.

Em julho deste ano, ainda durante a primeira fase da operação, a polícia constatou que o esquema conseguiu retirar multas e outras restrições de 612 veículos. “Constatou-se que as fraudes foram encomendadas pelos proprietários/usuários dos veículos a despachantes que, por sua vez, solicitavam que a alteração no sistema Getran fosse realizada por hackers”, informou a corporação.

Além da prisão do suspeito, os investigadores apreenderam equipamentos de informática considerados “de alto valor”, que serão periciados. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas.

Acesso ilegal

“Backdoor”, que dá nome à operação, é o termo em inglês que define a vulnerabilidade utilizada pelos hackers para cometer as fraudes: “uma porta de acesso ao sistema Getran criada ilicitamente para permitir o uso por pessoas não autorizadas”, explicou o Ministério Público, em nota.

Leia íntegra da nota do Detran-DF

“De início é importante destacar que as fraudes ocorreram em 2019. Ao assumir a gestão, a nova Direção-Geral adotou diversas medidas de segurança para o sistema de tecnologia da informação:

1. Foi implantado o Security Operation Center (SOC), que opera 24 horas, todos os dias, com monitoramento do sistema. Qualquer operação suspeita é identificada e apurada imediatamente. Isso quer dizer que o sistema e toda a TI do Detran passaram a ser monitorados 24 horas por dia, 365 dias por ano;

2. Além da equipe de monitoramento, a atuação proativa foi alocada uma equipe especializada em resposta a incidentes de segurança e combate à fraude cibernética. Identificada qualquer operação suspeita a equipe atua imediatamente, inclusive junto às forças de segurança;

3. A política de acesso ao GETRAN foi redefinida, foram removidos acessos, as permissões foram revistas para todos os usuários. A conta usuário com acessos críticos como baixar multas e restrições foram revistas e implementado nível de auditoria bem mais restrito;

4. O sistema de registro e auditoria do sistema foram aperfeiçoados para permitir auditoria em todas as transações e acessos realizados no GETRAN. Dessa forma, qualquer transação pode ser rastreada, com alto nível de detalhe: Quem fez? Quando? O que foi feito? mesmo sistema gera alerta quando é feita qualquer transação suspeita;

5. Está em fase de implantação uma camada de inteligência artificial para monitorar o comportamento no acesso ao sistema de ponta a ponta. Como por exemplo: se a mesma pessoa acessar o sistema no mesmo momento e locais diferentes a conta será automaticamente bloqueada. Se o usuário acessar o sistema de um local nunca acessado antes será solicitado mais fatores de autenticação e se o comportamento for anômalo a conta é bloqueada.

Informamos ainda que o servidor cedido ao Detran-DF, preso na primeira fase da Operação Backdoor, foi devolvido à Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal (SEEC-DF), em 29 de julho de 2020.”

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Operação fiscaliza áreas desmatadas de Mata Atlântica em 17 estados

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Ações da Mata Atlântica em Pé começaram nesta segunda-feira (21) com objetivo de encontrar áreas devastadas com base em imagens de satélite e identificar responsáveis.

 

Em 2019, foram identificadas 559 áreas com mais de 5,4 mil hectares desmatados sem autorização dos órgãos públicos — Foto: Divulgação/Polícia Ambiental do Paraná

Uma operação conjunta dos ministérios públicos de 17 estados começou nesta segunda-feira (21) com o objetivo de identificar áreas de desmatamento de Mata Atlântica.

O objetivo da operação Mata Atlântica em Pé, que vai durar dez dias, é identificar áreas devastadas ilegalmente ao longo dos mais de 1 milhão de quilômetros quadrados do bioma em todo o país e responsabilizar os infratores, segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), que coordena a ação em todo o país.

De acordo com o MP-PR, as áreas de mata foram divididas em polígonos que serão fiscalizados pelos órgãos e polícias ambientais dos estados envolvidos.

Após encontrar as regiões devastadas, o MP pretende identificar os proprietários, verificar as licenças ambientais e o histórico de uso das áreas.

Paraná tem a maior faixa contínua de Mata Atlântica do Brasil, segundo dados da Fundação SOS Mata Atlântica — Foto: Reprodução/RPC

Paraná tem a maior faixa contínua de Mata Atlântica do Brasil, segundo dados da Fundação SOS Mata Atlântica — Foto: Reprodução/RPC

Por fim, os órgãos devem aplicar medidas administrativas aresponsáveis pelo desmatamento e MP pode denunciar os suspeitos pelos crimes.

Esta é a quarta edição da operação. Em 2019, foram vistoriadas 559 áreas, com mais de 5,4 mil hectares desmatados sem autorização dos órgãos públicos, o que resultou na aplicação de R$ 25 milhões em multas.

As ações acontecerão nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Imagens de satélite

A operação utiliza o Atlas da Mata Atlântica para identificar as áreas devastadas. O sistema é abastecido por imagens de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e organizado pela organização não-governamental SOS Mata Atlântica.

Na operação deste ano, a ação conjunta dos ministérios públicos também vai usar uma plataforma que compara a cobertura anual de mata na região.

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Operação da Polícia Federal contra garimpo ilegal no AM desativa dragas e balsas com combustíveis

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Investigações apontam fortes indícios de que bacia hidrográfica e fauna na região foram atingidas por mercúrio. Ações ocorreram de quinta (19) a domingo (20).

Operação busca reprimir prática de garimpo ilegal no Rio Boia e em seus afluentes, em Jutaí. — Foto: Arquivo/PF

Uma operação da Polícia Federal, deflagrada para combate ao garimpo ilegal no Amazonas, desativou dragas e balsas que eram usadas como centro logístico para a distribuição de combustíveis. As ações começaram na quinta-feira (17) e terminaram neste domingo (20).

A Operação Minamata teve o objetivo de reprimir a prática de garimpo ilegal no Rio Boia e em seus afluentes, na região do município de Jutaí, distante 749 Km de Manaus.

Segundo a PF, investigações apontam fortes indícios de que a bacia hidrográfica e a fauna na região foram atingidas por mercúrio, metal líquido utilizado no processo da extração do ouro. O mercúrio é profundamente danoso à saúde humana e a sua ingestão pode levar à morte.

Nas ações, foram desativadas quatro dragas e três balsas, onde havia cerca de 50 mil litros de diesel e de gasolina e que, segundo a PF, eram utilizadas como centro logístico para a distribuição de combustível. Também foram apreendidos objetos e documentos que serão analisados pela PF na apuração das responsabilidades pelos crimes ambientais, especialmente decorrentes das atividades de garimpo ilegal.

Além disso, foram coletadas amostras de água e de material biológico humano, que permitirão mensurar a contaminação nos recursos ambientais e nos habitantes da região, ainda conforme a PF.

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Professor de 33 anos é assassinado a tiros, dentro de casa, no DF

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Crime foi em Santa Maria. Adailton Campos teria se envolvido em discussão por causa de um celular; Polícia Civil investiga.

Adailton Campos, 33 anos, foi morto a tiros dentro da própria casa — Foto: Reprodução/Facebook

Um professor, de 33 anos, foi assassinado a tiros dentro da própria casa, em Santa Maria, no Distrito Federal. O crime foi no início da tarde desta quinta-feira (17).

Adailton Campos teria se envolvido em uma discussão, por causa de um aparelho celular. A Polícia Civil investiga o caso.

A ocorrência foi registrada na 33ª DP, em Santa Maria. De acordo com o delegado Paulo Fortini, até o momento, há apenas informações preliminares.

“Os autores pensaram que a vítima furtou um celular, porém, ela não fez isso. Eles vasculharam o carro do professor e não encontraram nada. Identificamos o principal suspeito e apuramos o paradeiro dele”, ressaltou o delegado.

Entretanto, ainda não há informações de como a discussão entre a vítima e os suspeitos começou. O caso foi registrado como homicídio.

Professor e educador voluntário

Nas redes sociais, Adailton se identifica como professor de uma unidade de ensino público, no Entorno do Distrito Federal, e como Educador Social Voluntário (ESV), em Brasília. Em nota, a Secretaria de Educação informou que o professor nunca fez parte do quadro de servidores da pasta e que ele atuou como ESV entre março e abril de 2016.

O Colégio Estadual Duque de Caxias, em Águas Lindas, publicou uma nota lamentando o assassinato do educador. “A sua morte nos pegou de surpresa e o levou de nós repentinamente. Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz”, diz o texto.

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Esquadrão de bombas do Bope detona explosivo deixado próximo a supermercado no DF

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Polícia Civil investiga origem da dinamite encontrada no SIA. Suspeita é de que artefato seria usado para roubar caixa eletrônico.

Robô do Bope transporta banana de dinamite para área de matagal no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

O Esquadrão de Bombas do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, detonou uma banana de dinamite deixada em um rua do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), no Distrito Federal. O artefato foi encontrado na madrugada desta quinta-feira (17) e estava embaixo de uma árvore, próximo a um supermercado atacadista (assista abaixo).

Os responsáveis não haviam sido identificados até a última atualização desta reportagem. A suspeita é de que o explosivo seria usado para roubar um caixa eletrônico. A Polícia Civil investiga o caso

O artefato foi encontrado no trecho 2 do SIA, durante um patrulhamento de rotina feito por um sargento de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), da PM. O Bope e o Corpo de Bombeiros foram acionados por volta das 3h.

Bomba de dinamite é detonada em região de mata no SIA, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Bomba de dinamite é detonada em região de mata no SIA, no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Durante a operação, as ruas da região foram bloqueadas. O Bope usou um robô para levar o explosivo a uma área de mata próxima ao local, onde a dinamite foi detonada, por volta das 5h30. O trânsito começou a ser liberado às 6h

 

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PCDF deflagra Operação Poderoso Chefão

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Nesta quinta-feira (17), policiais da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes

Cibernéticos – DRCC, juntamente com equipes do Departamento de Polícia Especializada e da SPCOM da 15a Delegacia de Polícia, além da participação dos Promotores de Justiça do Núcleo de Combate ao Crime cibernético do MPDFT – NCYBER, deflagraram a Operação Poderoso Chefão em desfavor de suspeitos de integrarem uma organização criminosa armada, especializada na prática de furtos mediante fraude a contas bancárias de vítimas de diversos Estados e do Distrito Federal. Os prejuízos arcados por pessoas físicas e jurídicas ultrapassam R$ 2,5 milhões.

A investigação é decorrente de vestígios obtidos após a prisão, realizada pela DRCC em agosto de 2019, de um dos líderes da organização e que apontaram para um extenso esquema de lavagem de capitais, envolvendo empresas de fachada, incluindo bancas na Feira dos Importados do DF, uma empresa de materiais de construção e um bar de narguilé.

Nesse sentido, após autorização judicial, nesta quinta-feira, os policiais cumpriram 23 mandados de prisão preventiva, 36 mandados de busca e apreensão em endereços no Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Bahia, além do sequestro de 22 veículos e bloqueio de ativos financeiros que poderão totalizar R$ 10 milhões, a fim de garantir eventual ressarcimento das vítimas e pagamento de custas e multas processuais.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

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