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Hillary abre 12 pontos de vantagem sobre Trump em nova pesquisa

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Candidata democrata aparece com 50% das intenções de voto em levantamento da rede ABC News

Montagem - Hillary Clinton, do Partido Democrata, e Donald Trump, do Partido Republicano (AFP/Reuters)

Montagem – Hillary Clinton, do Partido Democrata, e Donald Trump, do Partido Republicano (AFP/Reuters)

Uma pesquisa divulgada pela rede ABC News nesse domingo mostrou a candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton, com 50% das intenções de voto, contra 38% do republicando Donald Trump. O levantamento anterior da própria ABC, feito após o segundo debate entre os adversários, mostrava uma vantagem de quatro pontos para Hillary, que cresceu depois da terceira e última disputa.

A pesquisa da ABC revelou também que 59% dos prováveis eleitores rejeitam a afirmação de Trump de que há uma manipulação no pleito para favorecer Hillary, argumento que o magnata usou com frequência nas últimas semanas. De acordo o levantamento, 65% dos entrevistados disseram ainda que desaprovaram a recusa do republicano em aceitar o resultado das urnascaso saia derrotado.

No domingo, o presidente do Partido Republicano, Reince Priebus, minimizou as declarações de Trump sobre manipulação, afirmando que o partido será “razoável” para avaliar os resultados do pleito, marcado para o dia 8 de novembro. “Perder por uma centena de votos é uma coisa”, disse Priebus, em entrevista à emissora CBS. “Perder por 100.000 é diferente. Acho que podemos ser razoáveis sobre esta questão.”

Eric, filho de Donald Trump, adotou um discurso semelhante ao de Priebus. “Olha, se for um resultado justo, ele com certeza vai aceitá-lo. Não há dúvida sobre isso”, afirmou em entrevista. Os comentários do candidato têm sido duramente criticados tanto por democratas quanto por republicanos, que os classificaram como irresponsáveis e perigosos. Alguns funcionários do partido alertam que a afirmação do magnata pode diminuir o número de eleitores.

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Venezuela começará vacinação contra covid-19 até janeiro, diz Maduro

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Presidente da Venezuela afirmou que as vacinas contra covid-19 da Rússia e da China devem chegar na Venezuela entre dezembro e janeiro

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Manaure Quintero/Reuters)

A Venezuela começará uma vacinação em massa contra o novo coronavírus entre dezembro e janeiro com vacinas da Rússia e da China, os principais aliados internacionais do presidente Nicolás Maduro, disse o mandatário venezuelano nesta terça-feira (20).

“As vacinas russa e chinesa completas devem chegar entre dezembro e janeiro e vamos começar a vacinação”, informou Maduro durante pronunciamento na televisão.

O governo socialista garante que a Venezuela atravessa uma “tendência sustentada” de “redução” nos casos de covid-19. O país de 30 milhões de habitantes acumula 87.644 casos confirmados e 747 mortes pela doença, segundo dados oficiais.

Organizações como a Human Rights Watch, no entanto, questionam os balanços oficiais por não serem muito confiáveis.

Maduro destacou que a vacinação respeitará “prioridades” no início, como pessoas “com alguma doença” e idosos, sem especificar idades, além de professores, médicos e enfermeiras.

“Vamos das prioridades urgentes até toda a população. Vamos vacinar todo o povo da Venezuela!”, afirmou.

No início de outubro, o país caribenho recebeu um carregamento da vacina russa Sputnik V para participar da fase de testes clínicos, na qual estão incluídos cerca de 2.000 voluntários, entre eles Nicolás Maduro Guerra, filho do presidente.

Os testes estavam programados para começar este mês, embora o governo não tenha especificado datas.

A Rússia foi o primeiro país a registrar, em agosto, uma vacina contra a covid-19, batizada de Sputnik V em homenagem ao primeiro satélite lançado ao espaço em 1957. No entanto, o anúncio foi recebido com ceticismo pela comunidade internacional.

Atualmente, está em andamento a fase 3 dos testes (o estágio de teste em humanos), na qual, de acordo com a Rússia, mais de 40.000 voluntários estão sendo vacinados.

Enquanto isso, a China, onde o vírus apareceu pela primeira vez no fim do ano passado, está entre os países com as pesquisas mais avançadas para uma possível vacina e já enviou vacinas experimentais para cerca de 60.000 pessoas em vários países como parte dos testes clínicos.

Rússia e China são os principais aliados de Maduro e enviaram ajuda humanitária para tratar o novo coronavírus na Venezuela.

A pandemia encontrou a Venezuela em um estado de desastre econômico, com hiperinflação e quase sete anos de recessão.

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Eleições americanas: Obama entra na campanha para apoiar Biden

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Obama vai participar de um comício democrata na Pensilvânia, enquanto Donald Trump prossegue em sua corrida frenética pelos Estados Unidos

Eleições americanas: apoio de Obama no estado chave da Pensilvânia gera expectativa (Rob Carr/Reuters)

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama entrará na campanha nesta quarta-feira na Pensilvânia ao participar de um comício em apoio a Joe Biden, acusado de permanecer em casa a menos de duas semanas das eleições, enquanto Donald Trump prossegue em sua corrida frenética pelo país.O republicano viaja a ritmo acelerado, enquanto o democrata apenas se movimenta: as estratégias dos candidatos são, mais do que nunca, radicalmente opostas.

Pelo segundo dia consecutivo, Joe Biden, de 77 anos e favorito nas pesquisas, não teve nenhum evento público na agenda na terça-feira, provavelmente para prosseguir com a preparação para o debate final desta semana.

O apoio de Barack Obama no estado chave da Pensilvânia gera expectativa, mas poucos detalhes foram divulgados. A única pista: acontecerá na forma de “comício de carros” na Filadélfia.

Considerado como potencialmente crucial para uma vitória em 3 de novembro, Trump venceu na Pensilvânia por pequena margem em 2016 e retornou ao estado na terça-feira à noite, após dois eventos de campanha na segunda-feira no Arizona.

“A única coisa que [Biden] faz é permanecer em casa”, disse o republicano, 74 anos, na cidade de Erie. Ele tirou “cinco dias” de folga, exagerou para as risadas de seus seguidores, antes de chamar o rival mais uma vez de “político corrupto”.

Em um revés para a campanha republicana, a primeira-dama Melania Trump, que iria acompanhar o marido na Pensilvânia, cancelou a viagem no último minuto devido a uma “tosse persistente”. Seria sua primeira aparição na arena eleitoral em mais de um ano.

Diagnosticada com covid-19 em 1º de outubro, junto com seu marido, que afirma estar recuperado, a primeira-dama disse na semana passada que seu teste havia dado negativo. Segundo sua porta-voz, Stephanie Grisham, a visita à Pensilvânia foi cancelada “por excesso de cautela”.

Debate tenso

Antes do último e decisivo debate na quinta-feira, Donald Trump voltou a enfatizar os ataques pessoais à integridade do adversário.

O tom do republicano, que teme ser um presidente de um mandato só, é mais agressivo do que nunca contra seu oponente.

O presidente insiste há várias semanas semanas, sem elementos concretos de apoio, que a família Biden é uma “empresa criminosa”. Seu ângulo de ataque? Os negócios do filho de Biden, Hunter Biden, na Ucrânia e na China, quando seu pai era vice-presidente de Barack Obama (2009-2017).

Nesse contexto, o último debate entre os dois candidatos, que acontece nesta quinta em Nashville, Tennessee, promete ser ainda mais tenso. O primeiro foi particularmente caótico, cheio de interrupções e golpes baixos.

“Não há nada justo neste debate”, disse Trump, reiterando suas virulentas críticas à moderadora, a jornalista da NBC Kristen Welker, assim como à Comissão de Debates Presidenciais, a entidade independente responsável por sua organização.

Para evitar a cacofonia do primeiro duelo televisionado, a Comissão decidiu silenciar os microfones dos dois candidatos, quando não estiverem com a palavra.

“Eu vou participar, independente do que aconteça, mas é injusto”, afirmou Trump.

O conservador mudará a tática do primeiro debate, durante o qual interrompeu constantemente seu rival democrata?

“Tem gente que diz que é preciso deixá-lo falar porque sempre termina perdendo o fio condutor”, respondeu Trump, em alusão a Biden, após passar meses tentando mostrar seu adversário como um idoso senil.

Voto antecipado

Assim como fez em 2016, Trump se apresenta mais uma vez como um candidato que não pertence à classe política e que luta pelos americanos, longe das intrigas de Washington.

“Estou lutando contra o Partido Democrata, contra os veículos de notícias falsas (…) e agora contra os gigantes da tecnologia”, afirmou.

Logo depois, o Departamento de Justiça e 11 estados americanos, a maioria republicanos, entraram com uma ação no tribunal federal de Washington acusando o Google de violações das leis de concorrência e pedindo mudanças “estruturais” na companhia.

Ao ser questionado sobre o acúmulo de pesquisas desfavoráveis, Trump se mostrou confiante, destacando sua capacidade de mobilizar grandes multidões em suas viagens pelo país.

“Nunca viram comícios de campanha com um amor igual e multidões assim”, disse o presidente, que pretende viajar à Flórida, onde na segunda-feira teve início a votação antecipada.

Esta modalidade será acompanhada com especial atenção este ano, enquanto continua batendo recordes, o que provoca longas filas de espera em vários estados.

Quase 30 milhões de americanos já votaram em todo o país por correio ou pessoalmente, o que poderia representar quase 20% da participação total, segundo a organização independente Elections Project.

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Primeira-dama dos EUA cancela participação em campanha por ‘tosse persistente’

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Melania Trump, assim como Donald Trump, foi infectada pelo novo coronavírus

(crédito: MANDEL NGAN / AFP)

A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, cancelou uma rara aparição conjunta com o marido, Donald Trump, em um comício de campanha nesta terça-feira, 20, devido a uma “tosse persistente” após sua infecção do coronavírus, disse uma porta-voz.
“A senhora Trump continua sentindo-se melhor a cada dia depois de sua recuperação da covid-19, mas com uma tosse persistente e, por precaução, não viajará hoje”, disse Stephanie Grisham em um comunicado.
A presença da primeira-dama junto a Trump em Erie, Pensilvânia, seria a primeira em um ato de campanha em mais de um ano.
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Israel e Emirados anunciam isenção de vistos, medida inédita para um país árabe

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Uma delegação dos Emirados Árabes viajou para Israel. Essa é a primeira vez que o Estado hebreu concede a um país árabe a isenção de visto para entrar no país

(crédito: JACK GUEZ / AFP)

Israel e Emirados Árabes Unidos (EAU), que acabam de estabelecer relações, concordaram nesta terça-feira (20/10) em isentar seus cidadãos da obrigação de visto, a primeira medida do tipo que o Estado hebreu concede a um país árabe.

Uma delegação dos EAU, liderada pelo ministro de Assuntos Financeiros Obaid Al Tayer e pelo ministro da Economia Abdallah bin Tuq Al Mari, chegou a Israel para a primeira visita oficial desde o acordo de normalização das relações entre os países.

Os participantes chegaram ao aeroporto Ben Gurion de Tel Aviv a bordo de um avião da companhia Etihad Airways, acompanhados pelo secretário americano do Tesouro, Steven Mnuchin, envolvido no processo de normalização. A visita será breve.

Isentamos nossos cidadãos de vistos”, anunciou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ao receber a delegação no aeroporto.

“Hoje escrevemos a história que vai perdurar durante gerações”, afirmou Netanyahu, ao lado de Tayer e Mnuchin. “Recordaremos este dia como um dia glorioso para a paz”, completou.

Isentamos nossos cidadãos de vistos”, anunciou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ao receber a delegação no aeroporto.

“Hoje escrevemos a história que vai perdurar durante gerações”, afirmou Netanyahu, ao lado de Tayer e Mnuchin. “Recordaremos este dia como um dia glorioso para a paz”, completou.

Após o discurso, representantes israelenses e dos Emirados assinaram quatro acordos sobre a isenção de vistos, proteção dos investimentos, aviação e cooperação científica.

Uma imagem fornecida pela United Arab Emirates News Agency (WAM) mostra os delegados dos Emirados e de Israel assinando um acordo na primeira Cúpula de Negócios Abraham Accords em Abu Dhabi em 19 de outubro de 2020 na presença do Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin (back-C) . Israel e os Emirados Árabes Unidos assinaram um acordo mediado pelos EUA para normalizar os laços na Casa Branca em 15 de setembro, marcando o primeiro acordo desse tipo com uma nação do Golfo.
Uma imagem fornecida pela United Arab Emirates News Agency (WAM) mostra os delegados dos Emirados e de Israel assinando um acordo na primeira Cúpula de Negócios Abraham Accords em Abu Dhabi em 19 de outubro de 2020 na presença do Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin (back-C) . Israel e os Emirados Árabes Unidos assinaram um acordo mediado pelos EUA para normalizar os laços na Casa Branca em 15 de setembro, marcando o primeiro acordo desse tipo com uma nação do Golfo.(foto: WAM / AFP)

“Nova punhalada”

O ministério israelense das Relações Exteriores confirmou à AFP que os cidadãos dos Emirados são os primeiros de um país árabe que podem viajar a Israel sem visto.

“Isso permitirá uma expansão considerável do turismo de negócios e dos contatos pessoais”, comemorou Netanyahu.

Com economias abaladas pela pandemia de covid-19, os dois países esperam colher rapidamente os frutos de suas novas relações, que romperam o “consenso árabe” que apresentava como condição prévia a qualquer normalização de relações com Israel a solução do conflito israelense-palestino.

Os dois países assinaram em 15 de setembro em Washington, diante do presidente Donald Trump, o acordo de normalização. O Bahrein assinou no mesmo dia um acordo similar.

Os dois Estados do Golfo são os primeiros países árabes que normalizam as relações com Israel depois do Egito (1979) e da Jordânia (1994).

O governo dos EAU ratificou na segunda-feira o pacto, validado na semana passada pelo Parlamento israelense.

Os palestinos denunciaram os acordos como uma “traição”. A visita da delegação dos Emirados a Israel é “uma nova punhalada nas costas dos palestinos por parte do governo”, declarou à AFP Wassel Abu Yussef, membro da direção da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Contra o Irã

No final de agosto, um primeiro voo comercial direto viajou de Tel Aviv para Abu Dhabi, com uma delegação israelense oficial a bordo. E um primeiro voo da Etihad Airways pousou em Israel nesta segunda-feira, para levar profissionais israelenses de turismo aos Emirados.

Os acordos assinados por Emirados e Israel contribuirão para melhorar a segurança regional e “garantir a prosperidade econômica para todas as nações envolvidas”, declarou na segunda-feira Mnuchin.

Emirados e Bahrein, monarquias árabes sunitas do Golfo, nunca estiveram em conflito com Israel, mas compartilham com o país uma animosidade a respeito do Irã xiita, grande inimigo dos Estados Unidos na região.

Os países são aliados da Arábia Saudita, líder das monarquias do Golfo e rival regional do Irã.

A administração Trump tenta convencer outros países árabes, como Arábia Saudita e Sudão, a aceitar uma aproximação com Israel.

Um reconhecimento de Israel por parte do reino saudita constituiria um verdadeiro ponto de inflexão no Oriente Médio. Mas as autoridades sauditas afirmam que não têm a intenção de seguir o exemplo dos Emirados e do Bahrein.

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Papa Francisco usa máscara pela primeira vez em público

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O líder católico pediu paz na renascentista praça romana do Capitolio

(crédito: Andreas SOLARO / AFP)

Roma se proclamou nesta terça-feira (20) a “capital da paz” em um encontro interreligioso, no qual participaram o papa Francisco e representantes de outras religiões e instituições para orar pela paz e pelas vítimas das guerras e da pandemia de coronavírus.

“Precisamos de paz! Mais paz! Não podemos permanecer indiferentes”, foi o pedido feito pelo pontífice argentino na renascentista praça romana do Capitolio, onde usou máscara pela primeira vez em um evento público.

Em um mundo que corre o risco de “se acostumar” com o mal da guerra, a paz é a prioridade de qualquer política, afirmou o chefe da igreja católica.

Promovido pela associação católica Comunidade de San Egidio, com o lema “Ninguém se salva sozinho – Fraternidade e Paz”, o encontro se inspira nas marchas iniciadas em Assis por João Paulo II em 1986 para pedir pela paz em todo o mundo.

 

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EUA pedem que Brasil “mantenha olhar crítico” sobre a China

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Representante americano pede atenção especial à empresa Huawei

As principais autoridades norte-americanas exortaram o Brasil a monitorar cuidadosamente os investimentos chineses no país e os movimentos de Pequim para expandir sua influência na maior economia da América Latina por meio da venda de tecnologia 5G pela Huawei.

O representante comercial dos Estados Unidos (EUA), Robert Lighthizer, ressaltou o desejo do governo do presidente Donald Trump de expandir os laços econômicos com o Brasil, mas minimizou perspectivas de um acordo de livre comércio abrangente, dada a atual oposição do Congresso.

Lighthizer disse que os acordos comerciais alcançados com o Brasil na segunda-feira abririam o caminho para novas negociações sobre aço, etanol e açúcar e promoveriam maiores investimentos dos EUA, num momento em que Washington se move para fornecer um contrapeso à expansão da China na região.

“Eu diria claramente que há um elemento China em tudo o que todos nós fazemos”, disse Lighthizer em evento organizado pela Câmara Americana de Comércio. “A China tem feito movimento muito significativo no Brasil. Eles são o maior parceiro comercial do Brasil, então é algo que nos preocupa.”

Os comentários de Lighthizer fazem parte de uma ampla campanha dos Estados Unidos para convencer o Brasil a evitar investimentos em tecnologia 5G da China e reduzir sua dependência das importações chinesas.

O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que o governo norte-americano instou o presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades brasileiras a acompanhar de perto os investimentos e tecnologias avançadas da China, como fez Washington.

“Incentivamos o Brasil a tentar trabalhar junto para garantir que vigiemos a China com atenção no que diz respeito a todos os tipos de tecnologia e telefonia e 5G”, disse ele no evento.

“Temos atuado aqui nos Estados Unidos, continuamos avançando, e é minha grande esperança que o Brasil atue conosco”, acrescentou. “Esperamos que o Brasil também mantenha um olhar crítico e cuidadoso sobre os investimentos chineses.”

O embaixador norte-americano em Brasília, Todd Chapman, alertou em julho que o país pode enfrentar “consequências” se permitir a Huawei em sua rede 5G, referindo-se aos avisos dos EUA de que a China não consegue proteger a propriedade intelectual.

Os EUA intensificaram os esforços para limitar o papel da Huawei na implementação da tecnologia de alta velocidade de quinta geração no Brasil nos últimos meses. Os EUA acreditam que a Huawei entregará dados ao governo chinês para espionagem, uma afirmação que a Huawei nega.

Chapman disse no evento da Câmara de Comércio que Estados Unidos e Brasil pretendem dobrar o comércio bilateral em cinco anos ante valor atual de cerca de 100 bilhões de dólares.

Ele disse que o acordo assinado na segunda-feira representa um avanço substancial nos laços comerciais e ajudaria a facilitar futuras negociações.

Segundo Chapman, Estados Unidos e o Brasil também estão discutindo cooperação militar de “nível estratégico” e buscando formas de aumentar o intercâmbio de tecnologia.

Agência Brasil

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

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