Uma cerimônia no Tribunal Superior do Trabalho (TST) marcou o início de uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Poder Judiciário. O objetivo é realizar um Plano de Compensação Ambiental, conforme a Resolução CNJ n° 594/2024, visando reduzir as emissões de carbono e alcançar a neutralidade até 2030.
Esta parceria inclui o plantio de 70 mil mudas de plantas nativas do Cerrado durante quatro anos, com cuidados para garantir a recuperação do solo e da biodiversidade do bioma. O projeto faz parte do Plano de Logística Sustentável do TST e contribui para restaurar áreas degradadas no território do Distrito Federal.
O programa, chamado Justiça Carbono Zero, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é um marco ambiental importante para o país. O TST, o Ministério Público do Trabalho da 10ª Região e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região firmaram um acordo de cooperação com o GDF para realizar a recuperação florestal nas áreas impactadas.
Celina Leão, vice-governadora, afirmou que a parceria reforça o compromisso com ações ambientais concretas e que unir o Governo do Distrito Federal com o Poder Judiciário e o Ministério Público fortalece essa missão. Ela destacou que o plano segue as orientações da Resolução CNJ nº 594/2024 e destina recursos para a recuperação ambiental no Distrito Federal.
Celina ainda ressaltou que o projeto simboliza mais que o plantio de árvores: é um compromisso duradouro com o Cerrado, a justiça climática e as futuras gerações. Ela afirmou que Brasília demonstra seu papel como capital que combina desenvolvimento, responsabilidade ambiental e inovação no serviço público.
Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente do DF, enfatizou a importância estratégica da ação para a agenda climática local. Ele disse que plantar as mudas nativas do Cerrado é um passo importante para restaurar a natureza e reduzir os efeitos das mudanças do clima no Distrito Federal.
Informações fornecidas pela Agência Brasília.
