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GDF abre novo posto para auxiliar microempresários em Taguatinga

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Micro e pequenos empresários do Distrito Federal contam, a partir desta quarta-feira (18), com mais um posto de atendimento no Na Hora do Pistão Sul. Serão oferecidos legalização e formalização das atividades e instruções sobre os programas do governo local.

A assinatura do protocolo de intenções para o atendimento vai ser assinado às 10h. No novo espaço, os empresários também poderão ter informações sobre como proceder junto ao Sebrae ou aos bancos.

Fonte: G1

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DF tem 806 mil famílias endividadas, mostra pesquisa da Fecomércio

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Pesquisa divulgada pela Fecomércio mostra que número de brasilienses com débitos em aberto aumentou em relação ao mês passado e a janeiro de 2019. Gastos com cartão de crédito foram os principais responsáveis pelo resultado

A estudante Laynna Siqueira pretende renegociar dívidas com o banco
(foto: ED ALVES/CB/D.A Press)

Os brasilienses começaram o ano endividados. E, na comparação com janeiro de 2019, com mais contas em atraso. Um levantamento divulgado na segunda-feira pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) apontou que 81,1% das famílias do DF iniciaram 2020 com alguma dívida. A taxa é a segunda mais alta dos últimos 12 meses.
Publicada mensalmente, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) mostrou que mais de 806 mil famílias estão nessas condições. Quando levado em conta esse total, o resultado foi o maior registrado de janeiro de 2019 até agora, devido ao aumento da população do DF no período. Cartão de crédito, cheque especial e financiamento de carro e casa destacaram-se como as maiores fontes das dívidas.
Para o presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, os dados refletem o período de festas de fim de ano e têm relação com a liberação de valores para os consumidores, como o 13º salário e os saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “O mês de janeiro tem a questão do pagamento das dívidas de dezembro. Em época de Natal, as pessoas se endividam mais e, depois, somam-se as despesas com viagens, compras de material escolar, matrículas. Tudo isso aumenta muito mais o endividamento das famílias”, avalia.
O presidente da entidade também associa o crescimento do total de endividados a um otimismo com a economia. Para ele, a falta de uma cultura de incentivo à educação financeira faz com que muitas famílias acabem gastando mais do que podem no período. “Houve aumento dos endividados porque houve mais dinheiro para ser gasto. Quem podia gastar R$ 500, por exemplo, resolveu gastar R$ 1 mil. Por isso, também houve aumento nas vendas de dezembro”, pontua Francisco.

Negociação

As dívidas acumuladas ao longo do ano passado comprometeram o orçamento da universitária Laynna Siqueira, 23 anos. Com três cartões de crédito de limites variados, a jovem perdeu o controle financeiro. No início deste mês, um dos bancos que detêm a dívida entrou em contato para renegociar o valor. “Foi um erro mesmo. Gastei mais do que recebia, e as faturas foram se juntando”, reconhece.
Com a possibilidade de quitar as contas em atraso, ela resolveu adotar uma saída definitiva para se livrar de todas: os três cartões vão virar um só, com limite menor. “Hoje (nesta terça-feira — 28/1), peguei meu novo (cartão), que é só de débito. E, no carnaval, vou ficar em casa para não gastar. Espero estar com tudo pago até o fim de fevereiro”, diz a estudante. Para quem está no mesmo barco, Laynna recomenda controle financeiro e registro de todos os gastos. “Além disso, é bom guardar um dinheiro extra. Assim, as despesas não viram uma bola de neve.”

Dicas

Planejador financeiro, Afrânio Alves observa que o aumento da quantidade de pessoas endividadas nesta época do ano tem a ver com a preferência pelo crédito na hora de comprar. “Há Natal, janeiro, gastos escolares e impostos todos os anos. Mas as pessoas lançam mão dessa função e não se preparam para uma despesa recorrente, anual. É preciso fazer uma reserva para elas. Às vezes, até bloqueando uma parte do salário para gastar com aquilo”, sugere.
A quem quiser evitar essa situação nos anos seguintes, Afrânio dá duas dicas: interação familiar e planejamento das finanças. “Essa relação entre os parentes é necessária, e algumas pessoas podem participar complementando a renda. É preciso ter uma conversa franca. O segundo passo é se organizar para reservar o dinheiro das despesas futuras. Assim, a pessoa não fica em uma situação de risco, podendo se tornar inadimplente”, completa.

Tipos de dívida

  Total (%)
Cartão de crédito 94,2
Financiamento de carro 30,9
Financiamento de casa 19,4
Cheque especial 10,1
Crédito consignado 9,0
Carnês 8,0
Cheque pré-datado 5,4
Crédito pessoal 2,8
Outras dívidas 0,9

Comprometimento da renda com débitos

Total (%)
Até 10% 2,6
De 11% a 50% 69,2
Mais de 50% 27,3
Não sabe/Não respondeu 0,9
Fonte: Fecomércio-DF

Inadimplentes

Período Janeiro/2019 Dezembro/2019 Janeiro/2020
Famílias endividadas 772.443 (79,2%)      790.972 (79,7%)     806.375 (81,1%)
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Grupo circense promove ações em escolas públicas de áreas carentes do DF

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Grupo brasiliense Artetude promove ações nas escolas públicas de áreas carentes para debater problemas da comunidade com muita leveza

Criada há 19 anos, a trupe Artetude investe no papel multiplicador da arte circense
(foto: PabloPeixoto/Divulgação)

A arte do circo como um papel transformador na vida das pessoas. Com essa ideia, o grupo brasiliense Circo Teatro Artetude, há 19 anos, leva para o picadeiro muito mais do que elementos de entretenimento. Os malabares, as roupas coloridas e os acessórios singulares servem como pano de fundo para questões sociais. A trupe composta pelos irmãos Ruiberdan e Ankomárcio Saúde, além dos artistas Julio Cesar, Pablo Ravi e Marco Aurélio, coloca em pauta a realidade do público que a assiste. “Buscamos atrelar aspectos que a própria comunidade está vivenciando. Se o problema é feminicídio ou o alto índice de violência, construímos em nosso espetáculo cenas que possam abordar essa questão”, explica Ankomárcio. Além das apresentações, a trupe também desenvolve oficinas circense para pessoas de áreas carentes.

A arte, a música, o teatro e o circo são capazes de desconstruir um mundo de desconfiança e ódio. “O mesmo jovem que se sente desafiado em pular um muro e cometer um delito pode ser desafiado para algo positivo, como dar um salto-mortal ou andar de perna de pau”, pontua Ankomárcio, que enfrentou, ele mesmo, diversos percalços na vida.

Nascido e criado em periferia, ele viu no universo circense uma forma de conhecer mais sobre si e de aprender a lidar com os outros. Com a própria vivência, entendeu a importância e o papel multiplicador de uma oportunidade de mudança. “As oficinas de circo não têm a pretensão de formar artistas circenses, mas pode ser um canalizador para a transformação de uma pessoa melhor”, ressalta.
Há 18 anos, o grupo se apresenta nos mais diferentes lugares possíveis. Dos mais requintados aos mais simples, assim como em diversas situações. A bordo de um ônibus equipado de som, luz e uma pequena tela de cinema, a trupe presenteia o público com alegria e esperança por onde passa.

(foto: Pablo Peixoto/Divulgacao)

Comunidades

Ankomárcio tem orgulho de dizer que o projeto Caravana Artetude passou por todas as regiões brasileiras fazendo da praça o principal picadeiro. No Rio de Janeiro, foi desenvolvido o projeto palhacificação dentro das comunidades em processo de pacificação. No Distrito Federal, o coletivo realiza dois eixos de atuação. O primeiro com ações nas cidades, e o segundo, dentro das escolas públicas.
O projeto Caravana Artetude nas Escolas Públicas propõe atividades formativas por meio do circo. Com apresentações e oficinas, o grupo debate a importância da preservação do espaço escolar e o papel do aluno como protagonista da própria história.

Atividades

As instituições de ensino serão definidas após o início do ano letivo, marcado para fevereiro. “Temos dois públicos-alvo dentro desta proposta. As crianças, que estão em processo de formação e são mais receptivas, e os adolescentes, os quais encontramos um desafio. Tirar a atenção dos aparelhos eletrônicos para atividades sociais”, expõe Ankomárcio Saúde.
De acordo com ele, nem sempre o projeto consegue atender a todos os estudantes. Como o número de alunos é grande, muitas vezes, é feita uma seleção de um grupo multiplicador que repassará os ensinamentos para os outros colegas. A proposta acontece há 14 anos e tem um retorno positivo da comunidade escolar.
Paralelamente, o grupo também atua em projetos de parceiros, como o grupo cultural Pé de Cerrado, além dos espetáculos Brincadeiras de Circo, Grande Circo dos Irmãos Saúde, Patralhões e Clownbaré (show de variedade). Durante o carnaval, a trupe fará apresentações espontâneas pela cidade para celebrar o riso e a diversidade.

Projeto

As regiões que receberão a Caravana Artetude nas Escolas Públicas neste ano são: Samambaia, Riacho Fundo, Recanto das Emas, Santa Maria e Sobradinho. Contato: 99979-4930. Site: www.circoartetude.com.br.

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Zoológico de Brasília faz ‘Colônia de Feras’ com atividades para crianças

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Programa oferece 90 vagas para crianças entre 5 e 10 anos. Atividades ocorrem em duas semanas de janeiro.

Jardim Zoológico de Brasília — Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília.

O Zoológico de Brasília abre, nesta terça-feira (7), as inscrições para a “Colônia de Feras” de janeiro. Durante uma semana, crianças entre 5 e 10 anos poderão curtir as atrações do parque com visitas monitoradas e aulas de educação ambiental.

O programa custa R$ 150 e disponibiliza 75 vagas, além de 15 gratuitas para estudantes da rede pública. Os responsáveis devem preencher um formulário online a partir das 14h desta terça no site do Zoo.

A inscrição deve ser confirmada pessoalmente, após apresentação de documentos obrigatórios (veja abaixo).

Visitantes no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Visitantes no Zoológico de Brasília — Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília.

Os participantes da “Colônia de Feras” terão aulas sobre a fauna e a flora brasileiras pela perspectiva da preservação ambiental. As atividades serão divididas em duas turmas e vão ocorrer das 13h30 às 17h30 nos seguintes dias:

  • Entre 13 e 17 de janeiro
  • Entre 20 e 24 de janeiro

E se chover?

Zoo de Brasília terá Colônia de Feras para crianças de 5 a 10 anos de idade — Foto: Divulgação

Zoo de Brasília terá Colônia de Feras para crianças de 5 a 10 anos de idade — Foto: Divulgação.

Em caso de chuva, o Zoo informa que a programação pode sofrer alterações. A Diretoria de Educação Ambiental da instituição recomenda que as crianças estejam vestidas com roupas cumpridas e sapatos fechados com meias.

Documentos para inscrição

Alunos da rede pública

  • Declaração de escolaridade
  • Certidão de nascimento
  • Foto 3×4 (será devolvida)
  • Ingresso emitido pela bilheteria

Particulares

  • Certidão de nascimento
  • Foto 3×4 (será devolvida)
  • Ingresso emitido pela bilheteria
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