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Frio faz governo do DF estender campanha do agasalho até 15 de julho

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Postos da Polícia Militar, Administrações Regionais e agências do Trabalhador recebem doações de roupas, cobertores e sapatos. Veja como ajudar.

Lua vista no céu sobre a EPTG, no DF — Foto: Léo Caldas/Arquivo pessoal

Com as baixas temperaturas ocasionadas pela chegada do inverno, o governo do Distrito Federal (GDF) decidiu estender a campanha do agasalho solidário até o dia 15 de julho. A iniciativa foi lançada em maio e arrecadou, até a última semana, 5.020 itens para pessoas sem-teto.

Cobertores, roupas e sapatos podem ser entregues nos postos da Polícia Militar, nas Administrações Regionais e em 15 Agências do Trabalhador (veja locais abaixo).

Por causa da pandemia do novo coronavírus, as doações devem ser lavadas, secadas e entregues em embalagens plásticas transparentes – para facilitar a identificação.

Kits da campanha do agasalho solidário no Distrito Federal — Foto: Agência Brasília/Divulgação

Kits da campanha do agasalho solidário no Distrito Federal — Foto: Agência Brasília/Divulgação

O que doar?

  • Roupas
  • Sapatos
  • Meias
  • Toucas
  • Cachecol
  • Cobertores

Onde doar?

  • Postos da Polícia Militar
  • Administrações Regionais
  • Agências do Trabalhador

Endereços:

  • Agência Plano Piloto
    SCS Quadra 06, Lote 10/11 Antigo CDL
    Contato: (61) 3255-3813, 3225-3815 e 3225-3732
  • Agência Taguatinga
    C4 Lote 03, Av. das Palmeiras
    Contato: (61) 3255-3849, 3255-3754 e 3255-3735
  • Agência Ceilândia
    QNM 18/20, Bloco B
    Contato: (61) 3255-3843, 3255-3847 e 3225-3804
  • Agência 112 Sul – Atendimento à Pessoa com Deficiência
    Estação do Metrô Quadra 112 Asa Sul
    Contato: (61) 3255-3800 e 3255-3801
  • Gerência do Trabalhador Autônomo
    SCS Quadra 06. Lote 10/11 Antigo CDL
    Contato: (61) 3255-3797 e 3255-3798
  • Agência Brazlândia
    SCDN Bloco K, loja 01/05
    Contato: (61) 3255-3869 e 3255-3868
  • Posto da Câmara Legislativa do DF
    Contato: (61) 3348-8295
  • Agência Estrutural
    Setor Regional Administrativo/ AE n° 08
    Contato: (61) 3255-3808 e 3255-3809
  • Agência Gama
    AE S/N Setor Central ADM
    Contato: (61) 3255-3820 e 3255-3821
  • Agência Guará
    QE 23 AE N° 01 – Lote Único – Cave Adm. Regional Guará II
    Contato: (61) 3255-3873 e 3255-3872
  • Agência Itapoã
    AE N° 04, Quadra 878, Conjunto A, Del Lago
    Contato: (61) 3255-3857 e 32553856
    Posto do Paranoá
    Administração Regional do Paranoá
    Contato: (61) 3255-3857 e 32553856
  • Agência Planaltina
    Av. Uberdan Cardoso, Quadra 101 A/E Adm. Regional
    Contato: (61) 3255-3829 e 3255-3715
  • Agência Recanto das Emas
    Quadra 602 – Área Especial
    Contato: (61) 3255-3842 e 3255-3864
  • Agência Riacho Fundo II
    Endereço: QC 1 Conj. 05 Lt 02 (próximo da Adm. Regional)
    Contato: (61) 3255-3828 e 3255-3827
  • Agência Samambaia
    Centro Urbano Samambaia Sul
    Contato: (61) 3255-3832 e 3255-3833
  • Agência Santa Maria QCE 01, Conj. H Área Especial Galpão Cultural 09
    Contato: (61) 3255-3836 e 3255-3837
  • Agência São Sebastião
    Quadra 104 Conj. A Lt. 09 – Residencial Oeste São Sebastião
    Contato: (61) 3255-3840 e 3255-3841
  • Agência Sobradinho
    Quadra 08 Área Especial 03
    Contato: (61) 3255-3824 e 3255-3825

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Relator pede cassação do mandato do vereador Dr. Jairinho

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Relatório final indica procedência da denúncia

© Tânia Rêgo/Agência Brasil

O vereador Luiz Ramos Filho (PMN), relator no Conselho de Ética da Câmara Municipal do Rio de Janeiro  do processo contra o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), apresentou hoje (18) o seu relatório final pela procedência da denúncia, indicando a cassação do mandato do parlamentar por quebra de decoro.

A partir de agora, a defesa de Jairinho terá  cinco dias para apresentar suas alegações finais. Após esse prazo, o conselho voltará a se reunir para deliberar sobre o processo. Se for aprovado, ele é remetido ao plenário para a votação definitiva.

Prisão

O vereador  está preso desde 8 de abril último  junto com a namorada Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos de idade, que, segundo as investigações, teria sido morto por Dr. Jairinho, após sofrer espancamento no apartamento onde morava com o casal, no Rio de Janeiro. Dias depois,  a justiça transformou a prisão temporária de 30 dias do casal em prisão preventiva.

Relatório

No relatório, que teve como base o inquérito policial sobre a morte do menino Henry Borel e o depoimento por escrito do executivo da rede d’Or [hospital], Pablo Menezes, o vereador Ramos Filho entende que há elementos para a cassação do mandato.

“A ligação do Dr. Jairinho para o executivo do hospital para evitar que o corpo do menino Henry fosse periciado pelo Instituto Médico Legal caracteriza quebra de decoro a ser punido com a perda do mandato”, explicou.

O vereador Alexandre Isquierdo (DEM), presidente do Conselho de Ética, afirmou que a Câmara do Rio agiu de forma célere, com responsabilidade, respeitando todos os prazos e o direito à ampla defesa do acusado.

De acordo com  Isquierdo, a expectativa é que a votação definitiva em plenário ocorra no dia 29 de junho. “O parlamento agiu desde o primeiro dia em que veio à tona o diálogo da professora Monique Medeiros [mãe de Henry] com a babá, que deixou todos nós estarrecidos e chocados. Com certeza esse parlamento dará uma resposta à sociedade”, disse.

Próximos passos

Após a entrega das alegações finais, em até cinco dias úteis, o parecer do relator é submetido à deliberação do Conselho de Ética, considerando-se aprovado se obtiver a maioria absoluta dos votos dos seus integrantes.

Caso o conselho vote favorável à denúncia, o processo é transformado em Projeto de Resolução e encaminhado à Mesa Diretora, para ser incluído na ordem do dia.

A perda de mandato é deliberada em votação aberta no plenário, com direito ao pronunciamento dos parlamentares e da defesa durante a sessão, decidida por dois terços dos 51 vereadores, num total de 34 votos. A sessão está prevista  para o dia 29 deste mês.

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DF abre agendamento da vacinação contra Covid para pessoas com 49 anos

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Serviço começou por volta das 12h, no site da Secretaria de Saúde. Às 15h, pasta abre marcação para diagnosticados com doenças preexistentes.

Vacina contra Covid-19 no DF, em imagem de arquivo — Foto: TV Globo / Reprodução

A Secretaria de Saúde abriu, nesta sexta-feira (18), o agendamento da vacinação contra Covid-19 para pessoas com 49 anos, sem comorbidades. O serviço começou por volta das 12h, no site da pasta.

O anúncio do início do agendamento foi feito por Ibaneis Rocha (MDB) em uma rede social. Além disso, o governador disse que, a partir das 15h, o agendamento para pessoas com comorbidades será retomado (veja quem tem direito).

Ibaneis afirmou ainda que a Secretaria de Saúde recebeu, nesta sexta, 30,4 mil doses da vacina da Pfizer e receberá, à tarde, 22,6 mil unidades da CoronaVac, que serão usadas para aplicação da primeira e segunda fase da imunização.

Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, durante reunião no Palácio do Buriti, em imagem de arquivo — Foto: Renato Alves / Agência Brasília

Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, durante reunião no Palácio do Buriti, em imagem de arquivo — Foto: Renato Alves / Agência Brasília.

De acordo com o governador, a Secretaria de Saúde aguarda listagem de vigilantes, garis e bancários para que as categorias sejam “posteriormente” inclusas na campanha de imunização.

Distribuição de doses

  • 32 mil para vacinação por idade
  • 4 mil para pessoas com comorbidades
  • 2,6 mil para forças de segurança

 

*Restante será usado para “perda técnica”.

Ibaneis Rocha (MDB) fala sobre ampliação da campanha de vacinação contra Covid em rede social — Foto: Twitter/Reprodução

Ibaneis Rocha (MDB) fala sobre ampliação da campanha de vacinação contra Covid em rede social — Foto: Twitter/Reprodução

Vacinação no DF

Dados da Secretaria de Saúde, divulgados às 9h53 desta sexta-feira (18), mostra que o Distrito Federal tem 850.122 pessoas imunizadas com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Isso simboliza 27,85% da população da capital, que tem mais de 3 milhões de pessoas.

Em relação à segunda dose, 328.405 pessoas receberam o reforço da imunização no DF. Isso simboliza 10,76% dos habitantes.

A campanha de vacinação em Brasília começou em 19 de janeiro. O serviço começou por profissionais da saúde, depois foi expandido para idosos, indígenas e pessoas com deficiências em instituições de acolhimento. Posteriormente, a imunização foi ampliada (veja quem pode ser vacinar e o que fazer).

 

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“É igual a buscar leão na selva”, diz Mourão sobre caçada a Lázaro

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A polícia entrou nesta sexta-feira (18/6) no 10º dia de buscas ao criminoso. Ontem, ao comentar sobre o fugitivo, Bolsonaro aproveitou para defender o porte de armas e disse não dormir sem uma ao lado

 

(crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O vice-presidente Hamilton Mourão comentou nesta sexta-feira (18/6) o caso do serial killer Lázaro Barbosa Sousa, 32 anos, principal suspeito de assassinar uma família, em Ceilândia Norte. O general comparou as buscas ao criminoso à uma caça de leão na selva.

A polícia tem tropa especializada, principalmente na área em que ele está, de mato cerrado, não é simples você achar uma pessoa. Uma área larga, você tem que isolar. Primeiro, se faz um cerco longo, depois você vai dividindo por quadrante e vai vasculhando até achar o cara. É igual a buscar leão na selva, vai batendo mato, operação demorada”, explicou o general.

“Tem um maníaco na região do DF e de Goiás cometendo barbaridade, matando gente, estuprando… Esse elemento tentou entrar numa chácara e foi repelido porque o cara tinha uma calibre 12 lá dentro.
Os bandidos estão armados, você não tem paz nem dentro de casa. Eu não consigo dormir, apesar de uma segurança enorme aqui no Alvorada, sem ter uma arma do meu lado”, apontou Bolsonaro, emendando que  “arma não mata; quem mata é o elemento que está atrás dela”.

A polícia entra, hoje, no 10º dia de buscas. No entanto, a procura seguia sem resultados até o início da madrugada. Na quinta-feira (17), dois habitantes de Girassol, povoado de Cocalzinho (GO), disseram ter visto o fugitivo. À tarde, houve troca de tiros entre o acusado e policiais militares.

 

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Marco Aurélio adia aposentadoria para reduzir acervo deixado ao sucessor

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Ele pediu para permanecer no cargo até 12 de julho, data em que completa 75 anos e é obrigado a se aposentar

A despedida do ministro Marco Aurélio Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), foi adiada em uma semana. Ele pediu para permanecer no cargo até 12 de julho, data em que completa 75 anos e é obrigado a se aposentar.
Em ofício enviado à presidência do tribunal, Marco Aurélio disse que vai ficar na cadeira até a data limite para reduzir o acervo de processos pendentes ao sucessor.
“Faço-a para, em livre manifestação, dedicar-me, até à undécima hora, ao Judiciário e, com isso, diminuir, ao máximo, o número de processos que ficarão, no Gabinete, esperando o sucessor. Assim, em vez de antecipar, aguardarei, em mais uma demonstração de apego ao ofício de servir, como julgar, aos semelhantes, a data-limite de permanência do cargo, a ocorrer em 12 de julho próximo, ao completar 75 anos de idade”, escreveu.
Indicado ao tribunal pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, de quem é primo, Marco Aurélio tomou posse como ministro da Suprema Corte em meados de 1990 e, desde então, assumiu a presidência do tribunal em quatro ocasiões.
A cadeira deixada por ele será ocupada por um nome a ser escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro e aprovado pelo Senado Federal. Marco Aurélio será o segundo ministro a deixar o STF durante o atual mandato. Ano passado, Celso de Mello também se aposentou e foi substituído por Kassio Nunes Marques.
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Brasil

Randolfe e Renan abandonam sessão da CPI que ouve médicos

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Randolfe Rodrigues e Renan Calheiros abandonaram sessão da CPI Foto: Agência Senado/Marcos Oliveira

Ao deixar a sessão do colegiado, Renan disse que se recusava a fazer perguntas aos convidados

O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e o senador Humberto Costa (PT-PE) abandonaram a sessão do colegiado realizada nesta sexta-feira (18), que teve como convidados médicos infectologistas favoráveis ao tratamento precoce contra a Covid-19.

Antes de deixar a sessão, Renan disse que se recusava a fazer perguntas aos convidados e ainda acusou o presidente Jair Bolsonaro de compartilhar “práticas criminosas”. Os médicos participantes da CPI nesta sexta são Ricardo Ariel Zimerman e Francisco Eduardo Cardoso Alves.

– Com todo respeito, mas eu me recuso a fazer qualquer pergunta aos depoentes. Não dá para continuar nesta situação. A CPI tem papel de dissuadir práticas criminosas, como essa do presidente da República – disse Calheiros.

Em resposta, o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) manifestou-se e disse lamentar-se pelo posicionamento de Renan de não ouvir dos depoentes. O parlamentar disse que Renan deveria questionar os médicos sobre a pesquisa de Manaus a respeito da hidroxicloroquina, mas foi ignorado por Renan.

– Dois pesos, duas medidas. Aqui tem médicos. A doutora Natália [Pasternak] não tratou nenhum paciente. Não tem o que perguntar por que não te interessa o tratamento que vossa excelência e muitos outros negam – apontou Heinze.

Além do presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), seguem na sessão os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos do Val (Podemos-ES), Jorginho Mello (PL-SC), além de Heinze. Tasso Jereissati (PSDB-CE), considerado independente, também registrou presença de forma virtual na sessão.

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Covid-19: mortes voltam a passar de 2 mil por dia na média móvel

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Incidência de casos cresce com mais de 70 mil por dia

© Instituto Adolfo Lutz

Depois do pico em abril e uma queda em maio, a última semana registrou alta nos casos e nos óbitos por covid-19 no Brasil. Os dados do Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), registraram, nessa quarta-feira (16), uma média móvel de sete dias para os óbitos pela doença de 2.025,43 pessoas. Desde 11 de maio, essa média estava abaixo de 2 mil.

O pico da segunda onda ocorreu entre 1º e 14 de abril, quando a média móvel registrou sete vezes números acima de 3 mil mortes. As maiores médias ocorreram nos dias 1º de abril, com 3.117,43 óbitos, e em 12 de abril: com 3.123,57. Uma queda acentuada foi verificada até o dia 6 de junho, quando a média móvel de óbitos ficou em 1.639 e desde então voltou a subir.

No ano passado, a média móvel de mortes por covid-19 ficou por volta de mil por dia entre 25 de maio e 25 de agosto. A redução ocorreu até novembro, quando, no dia 11, houve um mínimo de 323,86 óbitos na média móvel de sete dias.

Até o dia 9 de janeiro o aumento foi gradual, chegando ao patamar de mil mortes por dia até 21 de fevereiro, quando a curva passou por um aumento acentuado até o pico do início de abril.

No estado de São Paulo, a média móvel de óbitos ficou acima de 700 entre 3 e 21 de abril, com queda acentuada até 15 de maio, quando houve 478 mortes. Entre 4 e 10 de junho, a média ficou abaixo de 500 óbitos e ontem foram 563,57.

O Rio de Janeiro teve média acima de 200 mortes por dia entre 1º de abril de 25 de maio, chegou a um mínimo de 136,57 no dia 7 de junho e voltou a subir, atingindo 210,71 no dia 14. Ontem foram 197,43 óbitos na média móvel. No Distrito Federal, o pico de óbitos ocorreu no dia 4 de abril – 75,86 – e se mantém estável por volta de 20 mortes diárias desde o dia 22 de maio.

Casos

A curva de casos de covid-19 do monitoramento da Fiocruz aponta para uma média móvel acima de 60 mil por dia desde 6 de março, ficando acima de 70 mil entre 12 de março e 14 de abril, com poucos dias abaixo disso nesse período.

A queda nos registros ocorreu até o dia 25 de abril, com o mínimo de 56.816,57, passando por uma subida gradual até 26 de maio, nova queda até 9 de junho e, nos últimos dois dias, a média móvel voltou a passar de 70 mil casos, com 72.244,43 registrados ontem (16).

Na primeira onda da covid-19 no Brasil, o registro de casos ficou acima de 30 mil entre 20 de junho e 21 de setembro, com pico acima de 40 mil entre 24 de julho e 19 de agosto. A queda nos registros ocorreu até 6 de novembro com o mínimo de 16.727.

São Paulo registrou um pulo na curva, passando de 9.688,14 casos em 9 de junho para 18.217 ontem. No Rio de Janeiro, após o pico de 5.578,57 casos em 8 de maio, o estado teve queda até o dia 28 de maio e se mantém estável desde então entre 2.600 e 3.600 casos na média móvel de sete dias. O Distrito Federal mantém a média móvel por volta de 900 casos diários desde o dia 5 de maio.

O mapa da Fiocruz de tendência da doença no Brasil aponta crescimento de casos em Rondônia, Roraima, Amapá, Rio Grande do Norte, Goiás e São Paulo. Os demais estados estão com tendência de manutenção. Para óbitos, Paraná e Rondônia têm tendência de alta, os demais mantêm estáveis os níveis de óbitos. Agência Brasil

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