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Fotos da Princesa Diana mostram o estilo icônico que a eternizou

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A Princesa Diana é um ícone de estilo eterno. Veja em fotos a evolução do estilo pessoal dela, com a curadoria exclusiva da Getty Images.

O dia 31 de agosto de 2017 marca os 20 anos da morte de Princesa Diana. Muito mais do que mãe dos príncipes William e Harry, Lady Di foi uma humanitária reconhecida e um ícone de estilo indiscutível. Seus looks arrebatavam mulheres e homens por todo o mundo, e até hoje servem como inspiração para muitos fashionistas.

Dona de uma das maiores coleções de fotografias do mundo, a Getty Images selecionou 10 imagens que mostram a Princesa Diana em momentos de moda inesquecíveis. Além disso, o diretor de arquivo da Getty Images, Bob Ahern, compartilha algumas curiosidades de cada imagem.

Princesa Diana e Principe Charles em Lua de Mel

Este é um registro da Princesa Diana e do Príncipe Charles em lua-de-mel na Escócia. “É uma foto rara e relaxada dos primeiros anos de relacionamento”, explica Bob Ahern. Diana vestia um terno de tweed de Bill Pashley, e Charles usava uma típica kilt. (Tim Graham)

 

Princesa Diana dança com John Travolta

Em 1985, em uma visita à Casa Branca, a Princesa Diana teve a oportunidade de dançar com o ator John Travolta. Na época ele já era famoso por ter interpretado Tony Manero em “Os Embalos de Sábado à Noite”. “Esta foto bem conhecida captura o espírito brincalhão de Diana, em seu icônico vestido de veludo preto, criado por Victor Edelstein”, explica Bob Ahern. (Pool Photograph/Corbis/Corbis/Getty Images)

 

Princesa Diana e Principe Charles em Cannes

Esse vestido poderia ser da Cinderela, não é mesmo? Foi o look escolhido por Diana para uma noite de gala durante o festival de Cannes em 1987. “Ela causou burburinho com o vestido de chiffon que parecia flutuar sobre o tapete vermelho”, comenta Ahern. Nessa época, Diana era considerada tímida.  (Tim Graham/Getty Images)

 

Princesa Diana no British Fashion Awards

Com este vestido, Diana roubou a cena no British Fashion Awards de 1989. Obra da estilista Catherine Walker, o popularmente chamado “vestido Elvis”, devido à gola, era bordado à mão com lantejoulas e pérolas, bem como o bolero que o acompanhava. “Este vestido esteve em exibição no Kensington Palace no início de 2017”, conta Bob Ahern. (Tim Graham/Getty Images)

 

Princesa Diana em Hong Kong

O mesmo “vestido Elvis”, agora mais de perto, e usado em outra ocasião: em uma visita oficial a Hong Kong. Prova de que tudo bem repetir roupa: se até a Princesa Diana repetia… “Ela sempre usava uma coroa, e sua escolha de joias era tão admirada quanto à de seus vestidos”, observa Ahern. (Tim Graham/Getty Images)

 

Princesa Diana na Alemanha em 1987

E você aí achando que millenial pink e rosa bebê eram modernos… a Princesa Diana já dominava a cor antes mesmo de Rihanna nascer! “Este lindo vestido de cetim estilo marinheiro foi usado na Berlin Opera House, na Alemanha, em 1987”, conta Bob Ahern. (Tim Graham/Getty Images)

 

Princesa Diana no Daily Star Gold Awards

“Diana foi uma fiel defensora de seus designers favoritos – e a favorita de todos era a estilista Catherine Walker”, conta Ahern. (Tim Graham/Getty Images)

 

Princesa Diana em Versailles

Pretinho nada básico, clutch e joias. Esse foi o look escolhido pela Princesa Diana para um evento em Versalhes, na França, em 1994. “O estilo de Diana era um reflexo de sua graça, estatura, força e personalidade”, explica Bob Ahern. (Tim Graham/Getty Images)

 

Princesa Diana na London Lighthouse

Em 1996, Diana já havia se separado do príncipe Charles, mas seguia comprometida com causas humanitárias. “Coincidentemente vestida com a cor usada para a causa, em outro look de Catherine Walker, Diana segura o bebê Tamara de oito semanas em um centro para pessoas afetadas pelo HIV e AIDS, em Londres”, conta Ahern. (Jayne Fincher/Getty Images)

 

Princesa Diana com vestido Catherine Walker e sapatos Jimmy Choo

“Após o divórcio de Charles, vemos que Diana realmente incorporou seu próprio estilo, consolidando-se como um ícone. Esta imagem simboliza sua nova confiança e equilíbrio. Infelizmente, ela morreria apenas alguns meses depois, em 1997”, conta Ahern. (Tim Graham/Getty Images)

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Covid-19: População enfrenta problemas para realizar testes no DF

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Alguns pacientes não conseguiram realizar testes na rede privada, nesta sexta-feira (14/1) por conta da falta de insumos

(crédito: MARIO TAMA / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)

Na semana em que a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) alertou sobre o risco de desabastecimento de insumos para testes de covid-19, a população do Distrito Federal começou a apresentar problemas para conseguir realizar a testagem. De acordo com informações , alguns pacientes precisaram remarcar os testes agendados para esta sexta-feira (14/1) e sábado (15/1) em laboratórios por conta da falta de insumos.

Na quarta-feira (12/1), a Abramed divulgou uma nota que alertava sobre a possível falta de insumos por conta do aumento de casos pela variante ômicron que tem demandado um aumento na produção global de testes, tanto de PCR, quanto de antígeno. De acordo com a associação, caso os estoques não sejam recompostos rapidamente, isso poderia acarretar na falta de oferta de exames.

A Abramed ainda recomenda que os laboratórios deem prioridade à testagem de pacientes graves, hospitalizados e cirúrgicos, pessoas no grupo de risco, gestantes, trabalhadores da saúde e outros profissionais essenciais.

Laboratórios do Distrito Federal precisaram reorganizar o estoque por conta da demanda e têm seguido as recomendações da Abramed. O Grupo Sabin informou em nota que, até o momento, tem mantido o atendimento aos clientes com uma gestão diária de insumos para evitar a descontinuidade da oferta de exames de covid-19 nas regiões em que atua, com priorização do atendimento aos casos graves e pacientes hospitalizados. O grupo espera o restabelecimento da cadeia de fornecimento nos próximos dias para manter atendimento.

O Laboratório Exame informou que, em decorrência do aumento no número de casos e na procura por testes RT-PCR, precisou reorganizar seu estoque frente à demanda global pelos insumos necessários ao processamento desses testes, para priorizar o atendimento dos pacientes internados e dos profissionais da área de saúde e de serviços essenciais.

Rede pública de saúde

Na rede pública, a grande demanda pelos testes traz transtornos a quem precisa enfrentar as longas filas nos locais de atendimento. A Secretaria de Saúde (SES-DF) informou que não há falta de testes na capital federal. De acordo com a pasta, a rede pública de saúde conta com 812.387 testes rápidos para detecção de covid-19.

Em nota, foi informado que a testagem acontece em todas as 176 Unidades Básicas de Saúde (UBS) do DF e em dois pontos estratégicos, no Aeroporto de Brasília e na Rodoviária do Plano Piloto. A testagem ampliada ocorre na UBS 1 da Asa Sul.

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Seis UBSs, cinco UPAs, 8 mil servidores e quase 50 mil cirurgias no ano

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Números grandiosos de 2021 mostram investimento em pessoal e infraestrutura para melhorar o atendimento

Novas unidades de saúde, cerca de 8 mil novas contratações e quase 50 mil cirurgias feitas. O ano de 2021, o segundo seguido impactado pela pandemia de coronavírus (covid-19), foi de muitas entregas na área da saúde. Prova disso são as cinco unidades de pronto atendimento (UPAs) construídas e já funcionando, as seis unidades básicas de saúde (UBSs) inauguradas e a ampliação de hospitais.

A começar pela atenção primária, que é a porta de entrada do atendimento à população, foram seis UBSs entregues apenas este ano. Juntas, essas unidades somam investimentos de R$ 22,5 milhões e impactam mais de 122 mil pessoas. Esse importante apoio no atendimento se espalhou por todo o DF nas seguintes localidades: UBS 01 Jardins Mangueiral; UBS 05 Riacho Fundo II; UBS 03 Paranoá Parque; UBS 07 Buritizinho (Sobradinho II); UBS 15 de Ceilândia e UBS 08 de Planaltina.

A começar pela atenção primária, que é a porta de entrada do atendimento à população, o GDF entregou seis UBSs em 2021| Foto: Divulgação / Novacap.

Em uma parceria com a parceria privada, o Governo do Distrito Federal ergueu um hospital modular acoplado ao Hospital Regional de Samambaia (HRSam). Inaugurado com 102 leitos, o espaço foi destinado, em um primeiro momento, ao tratamento de pacientes com covid-19 para, agora, ser incorporado no atendimento do HRSam. O investimento na unidade foi de R$ 14,4 milhões.

Durante a pandemia, o GDF construiu ainda três hospitais de campanha, com 100 leitos cada, para pacientes com covid-19. Com investimento de R$ 38,4 milhões, essas unidades foram essenciais em momentos mais graves da doença e começaram a ser desmontadas no fim do ano passado, com o arrefecimento do número de casos.

“Quanto mais você aproxima os equipamentos de saúde à população, mais você evita que as pessoas procurem hospitais de alta complexidade sem necessidade, e isso desafoga toda a rede. O balanço do ano são essas entregas, que havia muito tempo não eram feitas, e a contratação de recursos humanos, que foi uma fortaleza”, destaca o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache.

“Desde o início do governo, temos nos dedicado a entregar essas obras, e entregar a nona UBS desde 2019 e a décima em dezembro, sendo que seis foram concluídas em 2021, é de grande satisfação para mostrar o esforço feito para além da pandemia”, acrescenta o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno.

UPAs

Considerado o meio do caminho entre as UBSs e os hospitais, as UPAs também movimentaram o ano. Foram cinco entregues: Ceilândia, Paranoá, Gama, Riacho Fundo II e Planaltina. Com investimento de R$ 36,2 milhões, essas unidades, juntas, vão atender 22,5 mil pessoas por mês pelas mãos dos mais de 700 profissionais contratados para essas unidades.

Contratações e compras

A Secretaria de Saúde e o Iges-DF nomearam e contrataram profissionais para todas as áreas; pela Saúde, 255 médicos, 211 enfermeiros, 279 especialistas e 45 técnicos | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília.

Para que essas novas unidades e as reformadas pudessem funcionar plenamente, a Secretaria de Saúde (SES) e o Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF) nomearam e contrataram profissionais para todas as áreas. Pela Saúde, foram nomeados 266 médicos, 594 enfermeiros, 325 especialistas em saúde e 46 técnicos em saúde. Somam-se a esses profissionais os mil novos servidores – 500 agentes comunitários e 500 agentes de vigilância ambiental – contratados de forma temporária.

Responsável pelas UPAs, Hospital de Base e Hospital de Santa Maria, o Iges-DF também reforçou o corpo de funcionários com 1.371 novos profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros.

“De 1º de janeiro até 12 de novembro, fizemos muitas contratações de profissionais para atuar no Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria e nas UPAs. Em um ano de pandemia, essas contratações são de grande importância não só para garantir atendimento na área da saúde, mais também para reduzir o desemprego no DF”, garante o presidente do Iges-DF, Gislei Morais.

Além dos novos espaços e mais profissionais que chegaram à rede de saúde, as prateleiras de medicamentos foram abastecidas. Em uma das aquisições, foram destinados R$ 184,6 milhões para compra de medicamentos, materiais e insumos para laboratórios, cirurgias, reagentes, órtese e prótese.

Ainda sobre o ano, a Saúde executou 49.643 procedimentos cirúrgicos, entre cirurgias eletivas e de urgência. São ações trabalhadas e organizadas com o remanejamento dos leitos na rede pública, em outros tempos mais demandados para o tratamento de pacientes com covid-19 e ,agora, à disposição das cirurgias.

Mais equipamentos

Outra grande conquista para a área é o funcionamento do PET-CT, o supertomógrafo para o tratamento de câncer. Esse equipamento, que produz imagens digitalizadas em alta definição de todo organismo humano, estava parado há muitos anos, num caixote abandonado nos corredores do Hospital de Base. Com investimentos de R$ 5,6 milhões, entrou em funcionamento em 2021. O novo equipamento garante pelo menos 2,6 mil exames por ano.

“Inauguramos o Núcleo de Medicina Nuclear do Hospital de Base e, com isso, foi possível colocar o PET-CT em funcionamento, que estava há oito anos encaixotado no corredor do ambulatório do Hospital de Base. Esse é o primeiro PET-CT instalado na rede de saúde pública do DF”, explica o presidente do Iges-DF.

Além deste supertomógrafo, a rede ganhou um mamógrafo, instalado no Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu). O equipamento – o 11º desse tipo em toda a rede – tem capacidade para processar 120 exames por semana.

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Programa do GDF leva tenista para torneio internacional

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Beneficiado pelo programa Compete Brasília, adolescente de 15 anos viaja para Colômbia, Equador e Peru

Enzo Alcoforado: “Acredito que esse projeto muda a vida e coloca o esporte do DF um passo à frente no Brasil” | Foto: Divulgação/SEL

Mais um esportista da capital federal embarcou para um desafio profissional por meio do programa Compete Brasília. O tenista Enzo Alcoforado, de 13 anos, participa do circuito internacional da modalidade promovido pela Confederação Sul-Americana de Tênis (Cosat) em três países da América do Sul. Nesta semana, acompanhado pelos responsáveis, o esportista compareceu à Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) para retirar as passagens aéreas.

A primeira parada será em Cali, na Colômbia, onde ele compete no período deste sábado (15) ao dia 22. Em seguida, o jovem segue para Guaiaquil, no Equador, para enfrentar novos embates até o dia 29. Por fim, conclui o roteiro esportivo em Chosica, província próxima a Lima (Peru) para participar das últimas partidas do circuito, que termina em 5 de fevereiro.

1.233
esportistas olímpicos e paralímpicos de alto rendimento foram beneficiados pelo programa Compete Brasília em 2021
Enzo, que treina no Clube Nipo, entra nas disputas individuais da categoria Sub-14. Entre participações, já marcou presença em etapas do Orange Bowl, um dos mais conceituados da modalidade.

“Sou eternamente grato ao Compete Brasília e tudo que tem feito por mim”, diz o adolescente. “Mudou a minha vida. Graças ao programa, eu consigo viajar para torneios fortes e de alto rendimento, dos quais não teria condições financeiras de participar. Com isso, tenho condições de jogar mais e mais torneios e automaticamente ganhando mais experiência, o que me torna um jogador melhor. Acredito que esse projeto muda a vida e coloca o esporte do DF um passo à frente no Brasil.”

Em 2021, o programa Compete Brasília concedeu passagens terrestres e aéreas a 1.233 esportistas olímpicos e paralímpicos de alto rendimento. “Esse é um dos nossos programas mais importantes, porque apoia diretamente os atletas em competições e torneios”, afirma a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira. “Em 2022, vamos repetir e melhorar o sucesso do ano anterior, que ficou marcado pelo retorno das competições esportivas”.

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

 

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Mais de 30 espaços públicos higienizados em Águas Claras

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Ação do GDF Presente, administração regional e Novacap garantiu a limpeza de abrigos de ônibus, Pontos de Encontro Comunitário (PECs) e quadras

Águas Claras teve os trabalhos de manutenção intensificados durante uma semana, com a passagem do programa GDF Presente pela região administrativa. Em parceria com a administração regional e a Novacap, o Polo Central Adjacente 2 fez a limpeza de equipamentos públicos importantes para a população da RA.

Desde o início da pandemia de covid-19, a lavagem de espaços públicos é feita semanalmente pela administração de Águas Claras, mas a presença do GDF Presente permitiu expandir a ação por mais áreas | Fotos: Divulgação/GDF Presente

Foram higienizados e sanitizados 21 abrigos de ônibus nas duas principais avenidas de Águas Claras, Araucárias e Castanheiras. Nove Pontos de Encontro Comunitário (PECs) também contaram com limpeza, assim como três quadras poliesportivas, localizadas na Quadra 104, Rua 35/36 Sul e próximo ao Colégio Sigma.

“Também temos uma preocupação por causa da covid, pois são áreas em que as pessoas colocam muito a mão, transpiram”Norberto Duarte, gerente de obras da Administração Regional de Águas Claras

Desde o início da pandemia de covid-19, os espaços públicos costumam ser lavados semanalmente pela administração regional, mas com a presença do programa, as ações se expandem por mais áreas.

“São espaços que as pessoas utilizam muito. Fica muita lama, poeira, sujeira, principalmente neste período de chuva. Também temos uma preocupação por causa da covid, pois são áreas em que as pessoas colocam muito a mão, transpiram. Justamente por isso é tão importante”, avalia o gerente de obras da Administração Regional de Águas Claras, Norberto Duarte, mais conhecido como Betão.

Limpeza

Os trabalhos contaram com homens do GDF Presente, da administração e da Novacap. Foram necessários quase oito caminhões-pipas para o serviço, que utilizou cerca de 64 mil litros de água.

“É por meio dessas parcerias que atendemos às necessidades da cidade, como limpeza, manutenção e zeladoria pelo patrimônio, proporcionando a qualidade de vida das pessoas que atendemos”, afirma o coordenador do Polo Central Adjacente 2 do GDF Presente, Rodrigo Caverna.

Morador de Águas Claras desde 2003, o cirurgião-dentista José Reinaldo vê com bons olhos as ações na região. “Como cidadão, prezo muito pela conservação do bem público. Aqui em Águas Claras somos muito bem assistidos. Sempre quando solicitamos algum tipo de reparo ou uma ação de conservação, somos atendidos”, diz.

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Estoques de sangue do Hemocentro de Brasília estão em forte queda; saiba como doar

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Primeiros dias de 2022 registraram média de 127 bolsas de sangue coletadas por dia – a menor registrada nos últimos dois anos. Doação pode ser feita mediante agendamento pela internet.

Para evitar aglomerações, o agendamento da doação de sangue é obrigatório e deve ser feito pelo site ou pelo telefone 160 — Foto: Lúcio Bernardo Jr (Agência Brasília)/Divulgação

Com o período de férias e o aumento do número de infecções por gripe e Covid-19 no Distrito Federal, a movimentação de doadores no Hemocentro de Brasília teve queda nos primeiros dias de 2022.

Segundo a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), até esta segunda-feira (10), foi registrada uma média de 127 bolsas de sangue coletadas por dia – 19,6% a menos que as doações contabilizadas no mesmo período do ano anterior.

A redução nas doações já impacta os estoques de sangue no local. De acordo com a FHB, as bolsas de sangue tipo O positivo, B negativo, A positivo e A negativo estão em nível baixo, e os de tipo O negativo e AB negativo, em nível crítico. Por isso, a instituição pede doações (saiba como contribuir abaixo).

Estoque de sangue do Hemocentro Brasília, nesta segunda-feira (10) — Foto: Hemocentro Brasília/Reprodução

Estoque de sangue do Hemocentro Brasília, nesta segunda-feira (10) — Foto: Hemocentro Brasília/Reprodução

Estoque baixo

Segundo o Hemocentro, os piores dias neste ano foram 2 e 3 de janeiro, com apenas 94 doações efetivadas. Ao longo de 2021, a média diária foi de 163 doações.

Caso as reservas continuem nessa situação por muitos dias, cirurgias eletivas e procedimentos de rotina da rede pública e de hospitais conveniados podem ser adiados ou até cancelados, para que atendimentos de urgência sejam priorizados.

“Temos percebido que há doadores cancelando o agendamento da doação porque estão com gripe ou Covid-19”, conta a chefe da Subseção de Captação de Doadores do Hemocentro de Brasília, Kelly Barbi.

“Temos muitos pacientes que precisam de transfusões com frequência. A mobilização da nossa sociedade neste momento é importantíssima para que as pessoas que precisam continuem sendo atendidas”, destaca Kelly.

Para evitar um déficit ainda mais acentuado, o instituto tem adotado estratégias preventivas, como a convocação de doadores por telefone. Os chamados “multiplicadores” (pessoas que organizam grupos de doadores) também estão se mobilizando para reunir voluntários que não tenham viajado ou adoecido recentemente para doar sangue.

Como doar

 

O Hemocentro de Brasília está localizado no Setor Médico Hospitalar Norte (início da W3 Norte), próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), e atende de segunda a sábado, das 7h15 às 18h.

Com o objetivo de evitar aglomerações, o agendamento da doação de sangue segue obrigatório, e deve ser feito pela internet. Para doar, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável.

Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder realizar a doação de sangue. Para quem contraiu Covid-19, o prazo é de 30 dias. Caso a pessoa tenha tido contato com algum infectado ou suspeita de umas das doenças, deve esperar 14 dias para fazer o agendamento.

  • Vacina contra gripe e Coronavac: impedem a doação de sangue por dois dias após cada dose
  • Pfizer, Astrazeneca e Janssen: impedem a doação de sangue por sete dias após cada dose

 

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Covid-19: Confira como será a vacinação de crianças no DF

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Capital vai contar com 11 pontos fixos e outros itinerantes. Aplicação começa no domingo (16/1)

Vacinação de crianças com Coronavac no Chile: Anvisa analisa dados para aplicação da vacina em crianças a partir de 3 anos (Rodrigo Garrido/Reuters)

A vacinação contra a covid-19 para crianças de 5 a 11 anos no Distrito Federal vai contar com duas frentes de atendimento. Os detalhes da campanha para este novo público foram repassados durante coletiva, nesta quarta-feira (12/1), no Palácio do Buriti.

De acordo com os representantes do Executivo local, serão 11 pontos fixos e outros itinerantes. O horário de atendimento será das 8h às 17h e a aplicação começa no domingo (16/1).

Serão 10 mil doses para crianças de 11 anos e 6 mil para aquelas que têm comorbidades, sendo que estas serão atendidas independentemente da idade. Aquelas que têm problemas ou dificuldade de locomoção serão atendidas pelas equipes volantes da Secretaria de Saúde. Segundo os representantes do GDF, será preciso apresentar laudo médico para comprovar a comorbidade.

Confira a divisão abaixo.

Ponto fixo

•Indicação de 11 pontos exclusivos para vacinação covid-19 em crianças
•Horário de funcionamento: 8h às 17h
•Doses a serem disponibilizadas: 10.000 doses

Itinerante

•Público-alvo prioritário (deficiência permanente, Síndrome de Down, Autismo, etc.)
•Deslocamento das equipes de Saúde da Família para instituições sociais e/ou de saúde e das crianças com dificuldade de locomoção no território
•Doses a serem disponibilizadas: 6.000 doses

Pontos de atendimento

•Região NORTE: 2 Pontos de Vacinação (Sobradinho e Planaltina)
•Região SUL: 1 Ponto de Vacinação (Santa Maria)
•Região LESTE: 1 Ponto de Vacinação (Paranoá)
•Região OESTE: 2 Pontos de Vacinação (Ceilândia e Brazlândia)
•Região CENTRAL: 2 Pontos de Vacinação (Plano Piloto e Cruzeiro)
•Região CENTROSUL: 1 Ponto de Vacinação (Guará)
•Região SUDOESTE: 2 Ponto de Vacinação (Taguatinga e Samambaia)

 

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