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Fissura em viaduto assusta população na Zona Norte de Natal

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Segundo Dnit, problema no viaduto de Igapó foi causado por “desgaste” em junta de dilatação e empresa responsável pela manutenção deve fazer serviço no local até esta terça (16).

Fissura aberta em viaduto do bairro Igapó, na Zona Norte de Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

Uma fissura se abriu no viaduto de Igapó, na Zona Norte de Natal, e assustou motoristas que trafegam na região, nesta segunda-feira (15). Uma junta de dilatação ficou bem mais aberta que as demais, que existem na obra. A imagem assustou a população – principalmente quem passa pelo trecho diariamente.

“Eu acho perigoso, pode causar um problema grave. Acho que se fosse em outra região da cidade, já tinham ajeitado. Aqui, as autoridades, esquecem. Falta manutenção periódica”, disse o gerente de farmácia, Saulo de Tarso da Silva, de 36 anos, que é usuário de transporte público e passa diariamente pelo local.

Responsável pelo viaduto, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) confirmou o defeito “decorrente de um desgaste da junta”, ressaltando que “não há qualquer dano estrutural do viaduto”.

Ainda de acordo com o órgão, uma equipe técnica foi até o local para analisar a fenda e a empresa responsável pela manutenção do trecho foi acionada para executar o reparo até esta terça (16), a fim de garantir a segurança dos usuários.

Segundo Dnit, fissura se abriu por causa de desgaste no viaduto de Igapó, em Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

Segundo Dnit, fissura se abriu por causa de desgaste no viaduto de Igapó, em Natal — Foto: Tom Guedes/Inter TV Cabugi

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Brasil tem maior número de queimadas em 7 anos

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De 1º de janeiro a este domingo, foram registrados 71.497 focos — alta de 82% em relação ao mesmo período do ano passado —, segundo o Inpe

Desmatamento: número de focos de queimadas já é o maior dos últimos sete anos (Ricardo Funari/Getty Images)

O número de focos de queimadas no país já é o maior dos últimos sete anos. De 1º de janeiro a este domingo, foram registrados 71.497 focos – alta de 82% em relação ao mesmo período do ano passado.

O recorde anterior era de 2016, com 66.622 registros no mesmo período. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Depois do Amazonas, o governo do Acre declarou na sexta, estado de alerta ambiental por causa de incêndios em matas.

 

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RJ não está apto a receber recursos federais para a segurança pública

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Para ter direito a recursos de fundo de segurança pública, o estado precisa criar um conselho para tratar das verbas repassadas

Rio de Janeiro: estado precisaria dar mais transparência a recursos para receber verba federal (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O coordenador-geral da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, coronel Luís Claudio Laviano destacou nesta segunda-feira(19), em audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que o estado ainda não está apto a receber recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), criado por lei federal em 2018.

De acordo com Laviano, apenas o Amapá e o Distrito Federal já cumprem os requisitos exigidos pelo Sistema Único de Segurança Pública (Susp) para o repasse. “Se o Rio se adequar à norma, poderá receber cerca de R$ 12 milhões para a área de segurança pública, ainda este ano”, ressaltou durante a audiência, na Comissão Especial do Plano Estadual de Segurança Pública da Alerj.

Para ter direito aos recursos do Fundo o estado precisa criar um conselho para tratar das verbas repassadas – seguindo as diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública: manter uma rede de dados atualizada, e implementar um Fundo Estadual de Segurança Pública que dê mais transparência ao repasse dos recursos. Além disso, é preciso implementar nos próximos dois anos um Plano Estadual de Segurança. Os estados terão até o dia 29 de novembro para se adaptar à lei.

A presidente da comissão de Segurança Pública da Alerj, deputada Martha Rocha (PDT), disse que a verba representa um aumento de 20% do orçamento previsto para as polícias Civil e Militar. “Os investimentos serão feitos nos eixos determinados pelo Susp, mas as diretrizes apresentadas pelo sistema são muito boas.

O que vai garantir uma aplicação dos recursos em áreas essenciais. Como, por exemplo, na qualificação de servidores, em programas de habitação, em um cadastro único como base de informação, e em tecnologia. Tenho certeza de que haverá projetos nas forças de segurança que poderão ser perfeitamente adaptados às diretrizes apresentadas”, explicou.

Integração

Para a coordenadora do Grupo de Atuação Especializado em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Rio (MPRJ), Andrea Amin, o Susp tem um papel maior do que transferir recursos para os estados. Ele garante a integração de dados, prevê políticas que melhorem a qualidade de vida dos agentes de segurança e dá mais transparência aos repasses de recursos.

“Ele é criado porque a Constituição não trouxe um sistema de segurança pública integrado entre os estados e a União. O recurso do fundo não vai sustentar toda a segurança pública de todos os estados, mas vai contribuir com a integração de dados”, destacou.

A promotora ainda frisou que a violência do Rio de Janeiro afeta outros estados. “Os dados que nós temos podem ser relevantes para o Amazonas ou o Mato Grosso, por exemplo.

Ou seja, as ações precisam ser minimamente articuladas para que um estado não tenha uma prática antagônica e cause um efeito colateral em um outro estado. Esse sistema é extremamente relevante para práticas econômicas e para a formação de uma política de estado e não mais de governo como a gente está acostumado a ver”, concluiu a promotora de Justiça.

 

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Técnico de futebol é suspeito de abusar de ao menos seis crianças

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O homem era treinador em uma escolinha de futebol no Bairro Braúnas. Ele foi preso na última terça-feira em Belo Horizonte

Delegadas Elenice Cristine de Ana Patrícia Ferreira França detalharam o crime
(foto: Edesio Ferreira/EM/D.A.Press)

As investigações da Polícia Civil dão conta que o técnico da escolinha de futebol, no Bairro Braúnas, na Região da Pampulha, tenha abusado de pelo menos seis crianças. As vítimas tem entre 10 e 15 anos. O suspeito foi preso na última terça-feira (13/8). Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (18/8), a delegada responsável pelo caso contou que o homem trabalhava há cerca de 20 anos no clube. As vítimas contaram que o homem oferecia dinheiro para a prática dos abusos. A suspeita é que o homem se aproveitava das crianças quando estavam sozinhas no vestiário ou em um chalé próximo do campo. Ele também mostrava vídeos pornográficos para as vítimas.

A delegada contou que o homem confessou a prática apenas de um dos crimes. Polícia investiga se ele abusou de outros meninos.

Caso seja condenado, pode pegar até 20 anos de prisão ao responder por estupro de vulnerável, assédio sexual e exposição de crianças a conteúdo pornográfico.

Outros casos

Minas Gerais já foi palco de outros casos envolvendo escolas de futebol. Em 2018, o dono de uma escolinha de futebol foi preso por abusar sexualmente de crianças e adolescentes durante mais de 10 anos. O crime foi investigado pela Polícia Civil de Diamantina, na Região Central do estado. Segundo as investigações, W. L. F. S., de 34 anos, teria abusado sexualmente de pelo menos sete alunos. A Polícia Civil afirmou que o empresário confessou o crime.

Um ano antes, em 2017, um treinador de escolinha de futebol do Bairro Glória, na Região Noroeste de Belo Horizonte, foi condenado a 20 anos de prisão em regime fechado pelo crime de estupro de vulnerável cometido contra dois adolescentes, na época com menos de 14 anos de idade. As investigações começaram depois de a mãe de um dos garotos detectar conversas suspeitas entre o filho e o acusado.

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