O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas mostrou um aumento de 0,04% na primeira parte de março, revertendo a queda de 0,14% registrada no fim de fevereiro. Nos últimos 12 meses, o índice acumula uma alta de 2,81%.
Na última leitura, cinco dos oito setores que compõem o IPC-S registraram crescimento: Educação, Leitura e Recreação melhoraram de -2,81% para -1,86%; Alimentação passou de 0,07% para 0,35%; Despesas Diversas subiram de 0,37% para 0,96%; Vestuário mudou de -0,24% para 0,04%; e Comunicação aumentou de 0,05% para 0,09%.
Por outro lado, os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,12% para 0,04%), Transportes (de 0,04% para 0,01%) e Habitação (de 0,34% para 0,32%) apresentaram desaceleração.
Principais influências
As maiores pressões para alta vieram dos serviços bancários (de 0,0% para 1,05%), refeições em bares e restaurantes (de 0,77% para 0,81%), aluguel residencial (de 0,62% para 0,63%), taxa de água e esgoto residencial (de 0,87% para 1,13%) e planos e seguros de saúde (de 0,43% para 0,42%).
Na direção contrária, contribuíram para a queda do índice a passagem aérea (de -21,38% para -18,83%), gasolina (de -0,49% para -0,56%), perfume (de 0,24% para -2,44%), protetores para a pele (de -4,08% para -4,03%) e café em pó (de -1,55% para -1,91%).
