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EUA podem se tornar novo epicentro global do coronavírus, diz OMS

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De acordo com a OMS, os Estados Unidos apresentam uma “aceleração muito grande” no número de casos de coronavírus

Coronavírus: Estados Unidos registram 593 mortes (Eduardo Munoz Alvarez/Getty Images)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira que está vendo “aceleração muito grande” em número de casos de coronavírus nos Estados Unidos, o que representa potencial para o país se tornar o novo epicentro da epidemia.

Questionada sobre essa possibilidade, a porta-voz da OMS, Margaret Harris, disse aos repórteres: “Estamos vendo aceleração muito grande nos casos dos EUA. Então há potencial.”

De acordo com Johns Hopkins University, os Estados Unidos registram 593 mortes e 46.450 casos de coronavírus.

 

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Trump diz que EUA podem estar chegando ao topo de curva do coronavírus

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Até a manhã desta quarta-feira (8), o país tinha cerca de 400 mil infectados

Donald Trump: “Queremos abrir em breve, é por isso que eu acredito que talvez estejamos chegando ao topo da curva” (Henry Nicholls/Reuters)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que o país pode estar chegando ao topo da “curva” na pandemia do coronavírus, e disse não ter visto um aviso antecipado por escrito feito por de seus principais assessores da Casa Branca sobre a pandemia.

Até a manhã desta quarta-feira (8), o país tinha cerca de 400 mil infectados.

Trump afirmou estar relutante para falar sobre a questão, mas disse que o país pode estar a caminho de um resultado com menos mortes do que foi projetado. A força-tarefa de Trump para o coronavírus projetou, baseada em modelos, que até 240 mil pessoas nos Estados Unidos poderiam morrer na pandemia.

Trump reiterou que gostaria de reabrir a economia dos Estados Unidos.

“Queremos abrir em breve, é por isso que eu acredito que talvez estejamos chegando ao topo da curva”, disse Trump.

O presidente afirmou que não tinha visto memorandos escritos pelo conselheiro comercial da Casa Branca Peter Navarro alertando sobre os riscos do coronavírus.

Navarro, conhecido pelo posicionamento linha dura em relação à China, enviou um comunicado no final de janeiro alertando que o novo coronavírus poderia criar uma pandemia e pediu uma proibição de viagem para a China, segundo noticiou o jornal New York Times. Um segundo memorando, escrito no final de fevereiro e enviado ao presidente, disse que a doença poderia matar até 2 milhões de norte-americanos.

Trump disse que tinha confiança em Navarro, que supervisiona questões relacionadas ao uso do Ato de Defesa de Produção pelo presidente para obter suprimentos necessários no combate à pandemia.

Trump redobrou suas críticas sobre como a Organização Mundial de Saúde tem lidado com o vírus e disse que os Estados Unidos vão suspender seu financiamento à organização. Pressionado sobre essa decisão, Trump então disse que está avaliando fazer isso, em vez de confirmar que seguirá adiante com a ameaça.

 

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A cidade de Wuhan, berço da pandemia, tenta voltar ao normal

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O fim do isolamento deverá ser observado por outras cidades e países que discutem o momento de flexibilizar a quarentena

Wuhan: volta à rotina depois de 76 dias de quarentena (Reuters/Reuters)

Nesta quarta-feira (8), a cidade chinesa de Wuhan, onde foi confirmado o primeiro caso do novo coronavírus e que se tornou símbolo da pandemia que se espalhou pelo mundo, saiu oficialmente do confinamento imposto pelas autoridades sanitárias.

Pouco depois da zero hora local, carros começaram a fazer fila nos postos de pedágio que cercam a cidade de 11 milhões de habitantes, que ficou isolada do resto do país durante 11 semanas. Os moradores agora podem deixar Wuhan sem autorização especial – desde que portem um celular com um aplicativo que mostre que estão saudáveis e que permite ao governo rastreá-los.

Os ônibus e os trens de Wuhan voltaram a funcionar, embora ainda circulem com um número reduzido de passageiros. A recomendação do governo é que os moradores saiam de casa somente em caso de necessidade. As escolas continuarão fechadas, assim como bares, restaurantes e karaokês.

A maioria das empresas retomou parcialmente suas atividades, mas elas devem monitorar frequentemente a temperatura dos funcionários, pelo temor de que a epidemia recomece devido aos portadores assintomáticos. Do total de quase 82.000 casos de covid-19 oficialmente confirmados até ontem na China, dois terços foram em Wuhan.

O fim do bloqueio de Wuhan ocorreu depois que somente três novos casos foram relatados na cidade nas últimas três semanas, e um dia depois de o governo chinês anunciar que o país não registrou nenhuma morte por coronavírus em 24 horas – foi a primeira vez que isso aconteceu desde janeiro.

A lenta retomada das atividades em Wuhan deverá ser observada atentamente por outras cidades e países ao redor do mundo que adotam alguma medida de quarentena e distanciamento social e debatem o momento certo de voltar gradualmente à vida normal.

Até ontem à noite, havia pouco mais de 1,4 milhão de casos confirmados de covid-19 e 81.200 mortos no mundo. O Brasil fechou o dia com 13.717 casos confirmados e 667 mortos, segundo balanço do Ministério da Saúde.

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Boris Johnson está estável e respondendo a tratamento na UTI

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Único líder de uma grande potência com coronavírus, Johnson “recebeu oxigênio inicialmente, mas continua sem utilizar respirador”, informou secretário

Coronavírus: Reino Unido se aproximava das 6.200 mortes por Covid-19 (Simon Dawson/Reuters)

 

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, está respondendo a tratamento na terapia intensiva de um hospital no centro de Londres, disse seu porta-voz nesta quarta-feira, acrescentando que o líder estava de “bom humor”.

“O premiê permanece clinicamente estável e está respondendo ao tratamento. Ele continua sendo tratado na unidade de terapia intensiva do hospital St. Thomas e está de bom humor”, disse o porta-voz a repórteres.

Único líder de uma grande potência doente com a COVID-19, Johnson ” recebeu oxigênio inicialmente, mas continua sem utilizar respirador”, disse o secretário de Estado da Saúde, Edward Argar, ao canal privado Sky News.

O primeiro-ministro não foi diagnosticado com pneumonia, disse ontem o porta-voz de Downing Street.

O jornal “The Times” afirmou nesta quarta-feira que a febre de Johnson, um dos sintomas que o levaram ao hospital no domingo, dez dias depois de contrair o coronavírus, havia diminuído.

De acordo com o “Daily Telegraph”, o premiê, de 55 anos, está sendo tratado no Hospital St. Thomas de Londres por um dos principais especialistas do Reino Unido em questões pulmonares.

Confinamento mantido

O governo britânico se esforça desde segunda-feira, quando seu chefe foi repentinamente transferido para terapia intensiva, tranquilizar o país, garantindo que Johnson deixou instruções muito claras sobre o caminho a seguir na luta contra a pandemia e que o trabalho do Executivo continua.

Crescem, porém, as perguntas sobre quanto poder Raab realmente tem à frente de um gabinete que toma decisões coletivamente… a menos que haja disparidade de opinião, caso em que seu chefe decide.

Amplamente criticado por tomar medidas de distanciamento social mais tarde do que seus principais vizinhos europeus, Johnson mudou de rumo de uma estratégia inicial aparentemente destinada a atingir um certo grau de imunidade coletiva e, em 23 de março, ordenou que o país ficasse em casa.

Uma “medida excepcional para circunstâncias excepcionais”, disse ele em um discurso solene na televisão.

O prazo termina na próxima segunda-feira, mas, dada sua saúde e a “falta de dados científicos suficientes” para estabelecer com certeza a progressão da pandemia, o Executivo anunciou terça-feira à noite que a revisão será adiada. Ou seja, o confinamento continua.

O Reino Unido está se tornando o novo ponto quente da COVID-19 na Europa.

Na terça-feira, o país se aproximava das 6.200 mortes por coronavírus, com um recorde diário de 786 mortes.

Mesmo que muitos concordem que a hospitalização do primeiro-ministro possa ter servido para aumentar a conscientização, alguns britânicos ainda desrespeitam as medidas de distanciamento social.

“É definitivamente um alerta para aqueles que não levavam a sério”, disse à AFP Mark Gillis, funcionário de uma agência de comunicação.

O estado de Boris Johnson “é bastante chocante e também mostra que pode afetar qualquer pessoa”, acrescentou.

A rainha Elizabeth II, de 93, que está com seu marido, príncipe Philip, de 98, no Castelo de Windsor, oeste de Londres, é mantida informada sobre o estado de saúde de seu primeiro-ministro, de acordo com o Palácio de Buckingham.

E, na terça-feira, enviou uma mensagem à noiva de Johnson, Carrie Symonds, e a sua família, desejando-lhe uma recuperação “completa e rápida”.

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Espanha registra 757 mortes por coronavírus em 24h, 2ª alta consecutiva

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Espanha também registrou um aumento no número de casos de coronavírus notificados, que chegou a 146.690

Coronavírus: Espanha é o segundo país mais atingido no mundo pela COVID-19 (Susana Vera/Reuters)

A Espanha registrou 757 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, número que representa o segundo aumento diário consecutivo do número de óbitos no país, totalizando 14.555 desde o início da pandemia – anunciou o Ministério da Saúde nesta quarta-feira (8).

Este aumento pelo segundo dia consecutivo acontece depois de o balanço diário ter recuado várias vezes. Em 2 de abril foi seu registro mais alto: 950 mortes em 24 horas.

Segundo país mais atingido no mundo pela COVID-19, depois da Itália, a Espanha também registrou nas últimas horas um aumento no número de casos notificados, que chegou a 146.690.

De qualquer modo, em termos percentuais, o aumento tanto de óbitos quanto de novos casos se manteve estável nesta quarta. Conforme as autoridades sanitárias, essa tendência confirma que a epidemia se estabilizou.

Como dado positivo, o número de pessoas que receberam alta subiu hoje, a 48.021, um terço do total de casos notificados.

As regiões mais afetadas continuam sendo Madri, com pouco mais de um terço dos falecimentos (5.586), e Catalunha, onde as mortes chegam a 3.041.

Para frear os contágios, os 46,6 milhões de espanhóis se encontram, desde 14 de março, sob um rígido confinamento. Prorrogada pelo Executivo até pelo menos até 25 de abril, a medida espera apenas a ratificação do Congresso na quinta-feira.

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Secretário dos EUA renuncia após criticar capitão deposto por coronavírus

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Capitão da Marinha foi deposto após escrever uma carta criticando isolamento de 5 mil tripulantes em navio com casos de coronavírus

Navio americano Theodore Roosevelt em quarentena por coronavírus (Kham/Reuters)

O secretário interino da Marinha dos Estados Unidos, Thomas Modly, renunciou nesta terça-feira (7), após insultar o capitão da Brett Crozier, que ganhou destaque na imprensa americana depois de escrever uma carta criticando as instalações de um porta-aviões no qual cerca de 5 mil tripulantes da corporação fazem quarentena e estão em isolamento por conta do coronavírus.

De acordo com três fontes do jornal Washington Post, a renúncia do secretário Modly ocorreu depois que ele viajou para Guam para fazer um discurso para a tripulação do porta-aviões Theodore Roosevelt, cujo comandante, capitão Brett Crozier, foi deposto na última semana e foi diagnosticado com coronavírus.

Durante o discurso, o então secretário acusou o capitão Crozier de ter vazado a carta sobre suas preocupações com a tripulação para a mídia ou de ser “ingênuo ou estúpido demais para ser o comandante de um navio como este”.

As declarações do secretário irritaram os tripulantes do navio, que tem mais de 170 casos de coronavírus confirmados. A opinião publica se voltou contra Modly, que pediu desculpas por ter insultado Crozier.

“Marinheiros não precisam morrer”, alertou o capitão

Em uma carta contundente, o capitão do porta-aviões Brett Crozier solicitou ao comando da Marinha dos Estados Unidos medidas mais fortes para salvar a vida de seus marinheiros e impedir a propagação do coronavírus a bordo da embarcação.

A carta, de quatro páginas, cujo conteúdo foi confirmado pelas autoridades norte-americanas à Reuters nesta terça-feira, descreveu uma situação sombria a bordo do porta-aviões com energia nuclear, à medida que cada vez mais marinheiros têm resultados positivos para o vírus.

O capitão escreveu que o navio carecia de instalações suficientes de quarentena e isolamento, e alertou que a estratégia atual desaceleraria o avanço da doença, mas não conseguiria erradicar o vírus.

Na carta, Crozier pediu “ação decisiva” e a remoção de mais de 4 mil marinheiros do navio e o isolamento deles. Juntamente com a tripulação do navio, a aviação naval e outros servem a bordo do Roosevelt.

“Não estamos em guerra. Os marinheiros não precisam morrer. Se não agirmos agora, estamos falhando em cuidar adequadamente de nosso bem mais confiável — nossos marinheiros”, escreveu Crozier.

O porta-aviões estava no Pacífico quando a Marinha informou seu primeiro caso de coronavírus, há uma semana. Desde então, chegou ao porto de Guam, um território insular dos Estados Unidos no Pacífico ocidental.

 

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Número de pacientes em terapia intensiva na Itália cai pelo 4º dia seguido

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Atualmente, o país europeu tem 3.792 internados em terapia intensiva por causa do coronavírus, 106 pessoas a menos nas últimas 24 horas

Pacientes em tratamento intensivo: pessoas com coronavírus apresentam melhoras e deixam UTI na Itália (Foto/AFP)

O número de pacientes com coronavírus em terapia intensiva caiu pelo quarto dia consecutivo na Itália. O país já ultrapassou 17.000 mortes, com 604 novos óbitos em 24 horas.

O balanço diário da Proteção Civil indica que a península registrou 17.127 mortes de 135.586 casos (+3939 em 24 horas) desde o início da pandemia.

Atualmente, existem 3.792 internados em terapia intensiva (-106 em 24 horas) e o aumento de infecções caiu para + 2,3%. Esses números não impediram as autoridades de lançar novos pedidos de cautela e respeito às regras de confinamento.

“Cuidado com ilusões de ótica, com ilusões perigosas, estamos longe da saída da crise, de uma hipotética hora H que nos levará de volta à situação anterior”, alertou nesta terça-feira (7) o comissário extraordinário do governo italiano para o coronavírus , Domenico Arcuri, em coletiva de imprensa.

Ele alertou contra um “otimismo excessivo”, mesmo que “o balanço (…) contenha dados que mostrem uma primeira reversão parcial da tendência. Após semanas difíceis de sacrifícios, é sem dúvida um fôlego extra “, acrescentou.

Quanto ao uso de máscaras, “acho que por muito tempo muitos de nós, se não todos, precisaremos nos acostumar a usar esse instrumento de proteção”, enfatizou.

“Teremos que nos acostumar a considerar as máscaras como um dispositivo útil, até necessário”, insistiu.

O primeiro-ministro Giuseppe Conte se reuniu nesta terça-feira com membros do comitê técnico-científico encarregado de assessorar a luta contra a epidemia de COVID-19.

Os italianos devem permanecer confinados até pelo menos 13 de abril e só podem sair para atividades indispensáveis, motivos de saúde ou de trabalho.

A atividade econômica foi reduzida a setores essenciais, como agricultura, indústria farmacêutica ou produção de energia.

Essas medidas serão eventualmente prolongadas, algo que a princípio parece provável, ou progressivamente reduzidas com base nas opiniões desse comitê.

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