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EUA ameaçam Irã com novas sanções após confirmação de enriquecimento de urânio

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Trump retirou os EUA de acordo nuclear no ano passado

O presidente dos Estados Unidos voltou a ameaçar sanções mais duras contra o Irã como resposta ao aumento do enriquecimento de urânio para 4,5%. Pelo twitter, Donald Trumpacusou o país de conduzir o processo secretamente e violar o acordo nuclear feito pela gestão de Barack Obama em 2015.

O republicano ainda afirmou que o tratado iria expirar em poucos anos e finalizou dizendo que as sanções serão intensificadas substancialmente em breve.

O pacto, feito há quatro anos, tinha como objetivo limitar o poder nuclear do Irã, com a redução dos estoques e do nível de urânio enriquecido. Entre outras medidas, também estava prevista a inspeção das instalações nucleares, que seria feita pela Organização das Nações Unidas (ONU). Além dos Estados Unidos e Irã, também assinaram a Alemanha, Reino Unido, França, China e Rússia.

Em troca, foram retiradas sanções econômicas e o país iraniano teve acesso a fundos internacionais que estavam congelados. Com o acordo, o Irã podia vender petróleo no mercado internacional e tinha acesso ao sistema financeiro mundial.

No ano passado, Trump decidiu retirar os Estados Unidos do acordo e retomou as sanções econômicas. O republicano também fez com que outros países parassem de comprar o produto iraniano, o que irritou o presidente Hassan Rohani.

Como resposta, as autoridades do Irã resolveram romper alguns termos do acordo nuclear, como o aumento do estoque de urânio e a elevação do nível de enriquecimento. O patamar está em 4,5%, próximo aos 5% que as autoridades haviam anunciado há alguns dias.

Os iranianos ameaçaram chegar nos 20% caso as sanções norte-americanas continuem. Para armas nucleares, o nível de enriquecimento de urânio deve ser de 90%.

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Explosão de gás deixa 8 mortos em resort de esqui na Polônia

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Corpos de quatro crianças e quatro adultos, que provavelmente eram de duas famílias, foram encontrados sob os escombros do resort em Szczyrk

Polônia: desabamento de prédio provocou uma explosão de gás e matou oito pessoas em um resort (Radio Bielsko/Reuters)

O desabamento de um prédio de três andares provocado por uma explosão de gás matou oito pessoas em um resort polonês de esqui na quarta-feira, disseram autoridades locais nesta quinta.

Os corpos de quatro crianças e quatro adultos, que provavelmente eram de duas famílias, foram encontrados sob os escombros do resort em Szczyrk, cidade no sul da Polônia.

Cerca de 200 pessoas, incluindo bombeiros e policiais, participaram do resgate.

A operação de busca será reduzida nesta quinta-feira, disseram autoridades, e máquinas pesadas foram trazidas para vasculhar os escombros. Não se espera encontrar mais vítimas.

“É uma operação muito difícil. Não me lembro de um número tão alto de mortes em uma explosão de gás”, disse o chefe do Corpo de Bombeiros da região, Jacek Kleszczewski.

Uma empresa local de gás informou que a explosão provavelmente fou causada por um buraco na instalação.

 

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Membro da Marinha dos EUA mata duas pessoas na base de Pearl Harbor

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Funcionários da base disseram que as vítimas eram civis que trabalhavam para o Departamento de Defesa

Pearl Harbor: incidente ocorreu três dias antes do 78º aniversário do ataque de 7 de dezembro de 1941 à base naval (Hugh Gentry/Reuters)

Um militar da Marinha dos Estados Unidos matou a tiros dois civis que trabalhavam na histórica base de Pearl Harbor, no Havaí, na noite de quarta-feira, e feriu um terceiro antes de se matar, disseram autoridades militares.

As autoridades não identificaram as vítimas ou o atirador, descrito por uma testemunha como vestindo um uniforme da Marinha norte-americana, mas a mídia local informou que todos eram homens.

Funcionários da base disseram que as vítimas eram civis que trabalhavam para o Departamento de Defesa.

A motivação do atirador não estava imediatamente clara.

Ele morreu de “um aparente ferimento à bala auto-infligido”, e a terceira vítima estava em condições estáveis no hospital, disseram autoridades militares em entrevista coletiva.

“Confirmamos que duas (vítimas) estão mortas”, disse o comandante regional, contra-almirante Robert Chadwick.

O atirador “foi provisoriamente identificado como um marinheiro de serviço ativo designado para o USS Columbia SSN 771”, acrescentou.

O incidente ocorreu três dias antes do 78º aniversário do ataque de 7 de dezembro de 1941 à base naval, que levou os Estados Unidos a declararem guerra ao Japão e a entrar na Segunda Guerra Mundial.

A base, uma instalação combinada da Força Aérea e da Marinha dos EUA, localizada a 13 quilômetros da capital do Havaí, Honolulu, foi colocada em isolamento por cerca de duas horas após o incidente, sendo liberada e reaberta no final da quarta-feira.

Um porta-voz da Casa Branca disse que o presidente Donald Trump foi informado sobre o incidente.

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Fraude eleitoral na Bolívia a favor de Morales foi “imensa”, diz OEA

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Relatório de quase 100 páginas descreveu várias violações, incluindo o uso de um computador secreto concebido para fazer a votação pender para Morales

Evo Morales: líder de esquerda carismático e o primeiro presidente indígena da Bolívia, (David Mercado/Reuters)

Santiago — A Organização dos Estados Americanos (OEA) publicou na quarta-feira detalhes de medidas apontadas como “deliberadas” e “mal-intencionadas” para fraudar a eleição boliviana de outubro a favor do então presidente Evo Morales, que renunciou e deixou a nação andina em meio a uma crise política.

Um relatório de quase 100 páginas da OEA descreveu várias violações, incluindo o uso de um servidor de computador secreto concebido para fazer a votação pender para Morales.

Líder de esquerda carismático e o primeiro presidente indígena da Bolívia, Morales tentou a reeleição apesar de um referendo de 2016 que rejeitou uma proposta para lhe permitir concorrer a um quarto mandato consecutivo.

Ele pôde se candidatar depois que um tribunal repleto de figuras leais lhe deu sinal verde para concorrer indefinidamente.

“Dados os imensos indícios que encontramos, podemos confirmar uma série de operações mal-intencionadas que visaram alterar a vontade dos eleitores”, disse o relatório da OEA.

Entres as descobertas da OEA estão “ações deliberadas para manipular o resultado da eleição” que tornam “impossível validar” os resultados oficiais, segundo o relatório.

Morales fugiu para o México pouco após a divulgação do relatório inicial da OEA, no início de novembro. Ele descreveu as alegações de fraude eleitoral como um golpe político, dizendo que a OEA está “a serviço do império norte-americano”.

No final de novembro, o Congresso boliviano sancionou uma legislação para anular as eleições contestadas e abrir caminho para uma nova votação sem Morales, um grande avanço na crise política.

Ex-parlamentar conservadora, a presidente interina, Jeanine Áñez, também prometeu novas eleições.

 

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