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Escala de servidores da Saúde passa a ser divulgada em painel

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Medida reforça a transparência na apresentação dos dados, disponíveis para consulta de toda a população

A partir desta quinta-feira (17), a Secretaria de Saúde (SES) torna disponível, na página Info Saúde – DF, a escala dos servidores da pasta. Adotada para reforçar a transparência das informações, a medida é fruto de parceria entre as subsecretarias de Gestão de Pessoas (Sugep) e de Planejamento em Saúde (Suplans) e a Controladoria Setorial de Saúde (Cont), por meio da Unidade Setorial de Transparência e Controle Social (Ustrac).

Informações serão atualizadas diariamente

“Esse painel com a escala dos servidores é um projeto inovador e vai aumentar a publicidade e a transparência, fornecendo as informações em uma linguagem cidadã para que a população possa consultar os dados de maneira fácil e acessível”, explica o titular da Diretoria de Gestão de Informações Estratégicas (DGIE), Tiago Amaral Flores.

Os dados serão extraídos do sistema interno da SES de forma automática, sem interferência humana, o que minimiza possíveis erros. A atualização do painel será feita diariamente. A elaboração levou em torno de 30 dias, em trabalho desenvolvido internamente pela equipe da SES.

“É importante lembrar que a escala é dinâmica e podem ocorrer mudanças na necessidade do serviço, principalmente nesta fase de pandemia”, alerta o gestor da DGIE.

Consulte aqui o painel.

*Com informações da Secretaria de Saúde

 

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Infestação de piolhos de pombo é controlada, e Hmib volta a fazer cirurgias

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Centro Cirúrgico Infantil do hospital foi interditado na quarta-feira (21/7), um dia depois de uma superbactéria acometer recém-nascidos. Secretaria de Saúde informou que normalizou atendimentos

(crédito: Vinícius de Melo / Agência Brasília)

O Centro Cirúrgico Infantil do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) está livre da infestação de piolhos de pombos que tomou conta do local na quarta-feira (21/7). A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde, em nota, na noite desta quinta-feira (22/7).

Segundo a pasta, o local passou por reparos, com finalização dos trabalhos de limpeza e desinfecção no dia seguinte à detecção do problema. As cirurgias eletivas programadas para esta sexta-feira (23/7) estão confirmadas, e o centro cirúrgico voltará ao funcionamento normal.

Superbactéria

Depois de confirmar a infestação de piolhos de pombo no Centro Cirúrgico Infantil, a direção do Hmib interditou o espaço e cancelou cirurgias eletivas. O local passou por dedetização na quarta-feira (21/7).

No dia anterior, a equipe do hospital haviaidentificado o surto de uma superbactéria na unidade de terapia intensiva neonatal (Utin). Seis recém-nascidos contraíram o micro-organismo. Uma comissão que atua no local restringiu parcialmente a internação de bebês e de grávidas.

Identificada como Acinetobacter baumannii, o organismo é multirresistente a diversos antibióticos. Segundo a Secretaria de Saúde, o surto começou em 8 de julho. A pasta comunicou que as equipes montaram um sistema de vigilância regular e, por isso, não houve registro de novos casos.

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Governo anuncia recursos para ampliação de equipes de saúde

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Profissionais trabalharão na atenção primária

 © Tomaz Silva/Agência Brasil

O Ministério da Saúde anunciou hoje (21) a disponibilização de recursos para a ampliação de equipes e de profissionais de saúde vinculados à atenção primária. O nome é dado à rede de acompanhamento e atendimento formada, por exemplo, pelos postos de saúde e pelas equipes de saúde da família.

De acordo com o ministério, serão liberadas verbas para contratação de 13.415 agentes comunitários de saúde, 1.791 equipes de saúde bucal, 3.374 equipes de saúde da família e 2.477 equipes de atenção primária.

A entrada em atuação dos profissionais, contudo, depende dos municípios. Esses precisam atender às exigências do ministério para receber os recursos e viabilizar a contratação dos novos profissionais.

“O Ministério da Saúde está se comprometendo a custear, mas o município precisa implantar. Os recursos começam a ser repassados a partir do momento que as equipes são de fato implantadas. Em alguns casos, os municípios já estavam fazendo e agora entramos com os recursos”, declarou o secretário de Atenção Primária a Saúde do Ministério, Raphael Câmara.

Pandemia

Na entrevista coletiva de anúncio da ampliação das equipes, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi questionado sobre a situação das vacinas contra a covid-19 Covaxin e Sputnik V.

A vacina indiana (Covaxin) teve sua contratação pelo ministério suspensa após denúncias, feitas pelo deputado Luís Miranda (DEM-DF) e seu irmão, chefe de importação do Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda, de superfaturamento e de pressões atípicas para contratação.

Já o imunizante russo (Sputinik V) foi adquirido por uma série de governos estaduais do Nordeste. Nos dois casos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação em caráter excepcional, mas impôs condicionantes.

Queiroga lembrou que a compra da Covaxin está suspensa para análise por recomendação da Controladoria Geral da União (CGU) e disse que a inclusão desse imunizante e da Sputnik V no Programa Nacional de Imunizações (PNI) será analisada.

“É preciso fazer análise de conveniência e oportunidade no momento em que temos mais de 600 milhões de doses de vacinas [compradas]. Se for do desejo dos governadores [do Nordeste] importar, pode importar. Mas para incluir no PNI é necessário que tenhamos os registros da Anvisa”, destacou Queiroga.

Variante delta

O ministro também foi perguntado sobre novas medidas diante do crescimento da variante delta do coronavírus no país. Até semana passada, foram confirmados mais de 100 casos. Hoje o Distrito Federal informou que a variante foi detectada na capital.

“A campanha de vacinação está sendo realizada. Temos adotado estratégias como reforçar vacinas nas regiões de fronteira. O cenário epidemiológico aponta melhora, com diminuição do número de casos e óbitos e internações. Se teve uma variante diagnosticada, resta saber se ela é de importância”, respondeu.

Adolescentes

Questionado sobre o início da vacinação de adolescentes em alguns estados, Marcelo Queiroga disse que a equipe do PNI está estudando a possibilidade e que irá se pronunciar após uma avaliação.

“É importante que estados e municípios não se adiantem com a inclusão de públicos que não foram incluídos no PNI”, recomendou.

Agência Brasil

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Agências do trabalhador têm vagas para primeiro emprego nesta quarta (21/7)

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Há vagas também para trabalhadores nas áreas de atendente balconista, caseiro, costureira, funileiro e telemarketing

(crédito: Marcello Casal Jr/Agencia Brasil)

As Agências do Trabalhador do Distrito Federal estão oferecendo 45 oportunidades para o primeiro emprego nesta quarta-feira (21/7). Não é exigido nenhum tipo de experiência profissional. Com carteira assinada e mais benefícios, os salários variam entre R$ 1.100, para acabador de mármore e granito, a R$ 2.500, para pintores de veículos.

E para aqueles que não têm nenhum tipo de escolaridade, as agências têm vagas para alinhador de direção, atendente balconista, caseiro, costureira e funileiro. Para postos que necessitam de comprovação de experiência profissional, há vagas de telemarketing, auxiliar financeiro e vendedor pracista.

Para candidatos com ensino médio completo, há 22 postos de trabalho disponibilizados nas Agências do Trabalhador. A maior remuneração é destinada ao cargo de gerente de captação, fundos e investimentos institucionais. O salário para essa vaga é de R$ 3 mil, mais benefícios. Porém, os candidatos devem comprovar atuação na área.

Profissionais formados em Engenharia de Software e Secretariado Executivo também têm possibilidade de inserção no mercado. Nas agências, há oferta de uma vaga para programador de sistemas de computador e seis para secretário executivo, com remuneração de R$ 4.655,99 e R$ 4.622, respectivamente, mais os benefícios. Nestas duas, os candidatos devem ter experiência comprovada.

Os interessados por alguma destas vagas e que querem se candidatar podem ir a uma das agências do trabalhador em funcionamento no DF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A Secretaria de Trabalho também disponibiliza o número de telefone para atendimento em caso de dúvidas referentes a qualquer um dos serviços prestados pela pasta: (61) 99209- 1135.

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Veja onde se vacinar contra gripe e outras 18 doenças no DF; capital está abaixo da meta na maioria das campanhas

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Situação é mais grave no caso da vacina tetra viral, com cobertura de 1,3%; e da segunda dose da tríplice viral, com 56,4%. Imunizante contra gripe está liberado para todos os públicos.

Vacinação contra a gripe no Distrito Federal — Foto: André Borges/Agência Brasília

Gripe, sarampo, febre amarela e hepatite são algumas das doenças que podem ser evitadas com vacinas – todas disponíveis, de graça, no Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar disso, a cobertura vacinal, ou seja, a quantidade de pessoas que receberam os imunizantes oferecidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), está abaixo do esperado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF).

Segundo a pasta, pelo menos 12 campanhas de imunização infantil estão com procura abaixo da meta. Dados referentes ao primeiro quadrimestre do ano indicam que, no caso da tetra viral, a cobertura está em 1,3%. Já da tríplice viral, 56,4%. O objetivo é imunizar 95% do público-alvo.

Os imunizantes contra 19 doenças (veja lista abaixo) estão disponíveis em dezenas de salas de vacinação na capital. Os endereços podem ser conferidos no link.

A SES-DF também liberou a aplicação da proteção contra a gripe em todos os públicos, por conta da pouca procura. Ao todo, 99 postos oferecem as doses (veja aqui os endereços).

Baixa cobertura

Outra campanha que está abaixo do esperado é a de vacinação contra a poliomielite, doença que causa paralisia infantil. Nos primeiros quatro meses deste ano, apenas 78,2% dos nascidos no DF receberam a vacina. A meta é imunizar, com duas doses, 95% do público-alvo, formado por bebês com dois e quatro meses de vida.

Já a vacina contra a gripe alcançou apenas 64,1% dos idosos e 62,1% das gestantes, de 12 de abril, quando a campanha teve início, até 5 de julho. O objetivo da Secretária de Saúde (SES-DF) era vacinar, pelo menos, 90% das pessoas que fazem parte do grupo prioritário.

“Existe uma corrida em busca da vacina contra a Covid-19, mas as pessoas não podem esquecer que outras doenças que são prevenidas com vacinas também possuem potencial de levar a complicações, internações e óbito, como já levaram no passado e muitas inclusive já foram causa de epidemias e pandemias”, lembra a enfermeira Fernanda Ledes, da área de imunização da SES-DF.

 

Veja abaixo a cobertura vacinal do calendário infantil no DF:

Cobertura vacinal no DF, no 1º quadrimestre de 2021

BCG 95,7%
Rotavírus 78,2%
Meningo C 80,8%
Poliomielite 78,2%
Pentavalente 78,3%
Pneumo 10-V 81,4%
Tríplice viral 88,3%
Tetra viral 1,3%
Hepatite A 78,6%
Hepatite B 78,7%
Febre amarela 79,9%
Hep B < 31 dias 77,4%
Tríplice viral D2 56,4%
Varicela 76,1%

Quais vacinas estão disponíveis?

 

A orientação é que, do bebê ao adulto, todas as pessoas tomem as vacinas necessárias na idade e com as doses recomendadas. Para receber um imunizante, basta ir a uma UBS e apresentar um documento de identificação e o cartão de vacinação.

Caso não tenha o documento com as vacinas já tomadas, um outro cartão será fornecido após a atualização.

Veja a lista de vacinas disponíveis na rede pública do DF e quem pode tomar:

  1. Vacina BCG: administrar o mais precocemente possível, a partir de 2 Kg. Na rotina dos serviços administrar até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
  2. Vacina hepatite B: administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ou na primeira visita ao serviço de saúde. Crianças menores de 7 anos, ver recomendação da vacina penta. A partir de 7 anos, administrar 3 doses (0, 1 e 6 meses) considerando situação vacinal. Gestantes em qualquer faixa etária e idade gestacional, administrar 03 doses (0, 1 e 6 meses) considerando situação vacinal.
  3. Vacina penta (DTP/Hib/Hepatite B): administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Pode ser administrada até 6 anos 11 meses e 29 dias. Intervalo entre as doses é de 60 dias e mínimo de 30 dias. Reforços: 15 meses (1º) e 4 anos (2º) com a vacina DTP.
  4. Vacina poliomielite (VIP): administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Intervalo entre as doses de 60 dias e mínimo de 30 dias.
  5. Vacina rotavírus: administrar 2 doses (2 e 4 meses). Primeira dose a partir de 1 mês e 15 dias até 3 meses e 15 dias. Segunda dose a partir de 3 meses e 15 dias até 7 meses e 29 dias. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias. Não administrar 2ª dose sem ter administrado a 1ª dose. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose.
  6. Vacina pneumocócica 10: administrar 2 doses, aos 2 e 4 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias. Reforço: 12 meses de idade, podendo ser administrado até 4 anos, 11 meses e 29 dias. Crianças de 12 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias não vacinadas, administrar dose única.
  7. Vacina meningocócica C: administrar 2 doses aos 3 e 5 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias. Reforço: 12 meses; pode ser administrado até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. Crianças de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias não vacinadas, administrar dose única.
  8. Vacina febre amarela: administrar uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos. Pessoas de 5 a 59 anos de idade, não vacinadas ou sem comprovação vacinal, administrar dose única. Contraindicada para gestantes e deve ser adiada em mulheres que estão amamentando até o 6º mês de vida da criança. Indivíduos a partir de 60 anos: avaliar o risco da doença e benefício da vacina.
  9. Vacina tríplice viral: administrar 1 dose aos 12 meses e a segunda dose aos 15 meses de idade com a vacina tetra viral. Indivíduos de 1 a 29 anos devem ter 2 doses; indivíduos de 30 a 59 anos de idade devem ter 1 dose; profissionais de saúde independentemente da idade devem ter 2 doses. Contraindicada para gestantes. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.
  10. Vacina poliomielite oral: administrar 2 gotas aos 15 meses (1º reforço) e aos 4 anos de idade (2º reforço). Administrar o 1º reforço a partir de 6 meses da conclusão do esquema básico. O intervalo mínimo entre os reforços é de 6 meses. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não está mais indicado repetir a dose, considerar vacinado.
  11. Vacina tetra viral: administrar 1 dose aos 15 meses de idade em crianças que já tenham recebido a 1ª dose da vacina tríplice viral. Pode ser administrada até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
  12. Vacina hepatite A: administrar dose única aos 15 meses de idade. Pode ser administrada até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
  13. Vacina varicela: administrar 1 dose de 4 a 6 anos, 11 meses e 29 dias. Toda criança até 6 anos, 11 meses e 29 dias deve ter 2 doses de vacina com o componente varicela, sendo o intervalo mínimo entre as doses de 30 dias. Profissionais de saúde não vacinados e que trabalham na área assistencial, especialmente em contato com pessoas imunodeprimidas e os da área de pediatria devem receber uma ou duas doses de vacina varicela (atenuada), a depender do laboratório produtor.
  14. Vacina HPV: administrar 2 doses (0 e 6 meses) em meninas de 9 anos a 14 anos, 11 meses e 29 dias E meninos de 11 anos a 14 anos, 11 meses e 29 dias. Intervalo mínimo entre as doses é de 6 meses. O prazo máximo para conclusão do esquema iniciado é de 12 meses.
  15. Vacina Meningocócica ACWY: administrar 1 dose nos adolescentes de 11 e 12 anos, mesmo que já tenham recebido a vacina meningocócica C anteriormente (intervalo mínimo 30 dias entre as doses).
  16. Vacina dupla adulto (dT): a partir de 7 anos, administrar 3 doses (0, 2 e 4 meses) considerando situação vacinal. O intervalo entre as doses é de 60 dias, mínimo de 30 dias. Vacinados anteriormente com 3 doses de vacina com componentes difteria e tétano: administrar reforço a cada 10 anos, após a data da última dose.
  17. Vacina dTpa (adulto): administrar 1 dose a partir da 20ª semana de gestação. Deve ser administrada a cada gestação. Mulheres que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a gravidez devem receber 1 dose da vacina dTpa no puerpério (até 45 dias após o parto). Administrar uma dose de dTpa para todos os profissionais de saúde, considerando o histórico vacinal de difteria/tétano.
  18. Vacina influenza: administrar dose anual por ocasião da Campanha Nacional de Vacinação para grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
  19. Vacina pneumocócica 23: administrar 1 dose nos indivíduos a partir de 60 anos acamados e/ou que vivem em instituições fechadas (asilos, hospitais e casas de repouso). Administrar 1 dose adicional a partir de 5 anos da dose inicial.

 

 

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Município paranaense lança projeto inspirado no Guardião Rural da PMDF

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Programa leva policiamento para regiões de terra e de difícil acesso desde 2018

(crédito: PCDF/Divulgação)

O Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do município de Pinhão, no Paraná, lançou um projeto-piloto de segurança rural inspirado no Guardião Rural da Polícia Militar do Distrito Federal. A ideia teve início após um encontro dos conselhos de todo Brasil — evento promovido pela Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Feconseg).

Na ocasião, a presidente do Conseg Rural de Brazlândia, Maria do Carmo Viana de Godoy, madrinha do Batalhão Rural da PMDF, explicou como funcionava o programa da PMDF que nasceu na região, em 2018.

Interessados nos moldes, o conselho de Pinhão (PR), convidou o Batalhão de Policiamento Rural da Polícia Militar (BP Rural) da PMDF para uma palestra que foi ministrada para a Polícia Militar do Estado do Paraná e outros convidados.

Guardião Rural

Criado em 2018, o programa Guardião Rural tem o objetivo de levar segurança para áreas acessadas por estradas de terra e que, muitas vezes, apresentam sinal de celular precário. No DF, já são cerca de 400 propriedades rurais atendidas pelos militares.

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Relação entre consumidores e operadoras de internet se complica

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Consumidores passaram a atualizar mais a rede mundial de computadores em casa e a enfrentar problemas com a conexão. Especialistas oferecem dicas sobre o que fazer em caso de problemas com as operadoras

(crédito: Thought Catalog /Unsplash)

Devido à pandemia da covid-19, o home office, ou trabalho remoto, e a educação a distância passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas, e, com isso, a internet se tornou cada vez mais necessária. O consumidor precisa que o serviço prestado pela operadora seja de qualidade. No entanto, problemas com a conexão ficaram mais recorrentes.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou, entre janeiro e maio deste ano, 268.097 reclamações de consumidores contra as prestadoras de internet, um volume 16% inferior às 320.026 queixas apresentadas em igual período de 2020. Porém, segundo a agência, foram 764.075 reclamações contra empresas de banda larga fixa ao longo de 2020, primeiro ano de pandemia, contra 580.680 em 2019. O número corresponde a um aumento de 32%. O crescimento se deu especialmente após o mês de março do ano passado, quando tiveram início as medidas de isolamento social.

A assistente administrativa Fernanda Carvalho, 33 anos, teve de trabalhar presencialmente em seu dia de home office após ficar sem internet em casa. “No dia em que eu precisei foi quando caiu o sinal”, afirma. Ela relata que ficou três dias intercalados sem o serviço, e que a empresa responsável não a avisou previamente, além de não apresentar justificativa. “Apenas falaram que estavam com problema na região”, conta Fernanda.

A assistente administrativa procurou a Anatel para solucionar a falha no serviço. “O problema foi resolvido quando registrei uma reclamação na ouvidoria da Anatel”, exclama. A empresa responsável entrou em contato com a consumidora para explicar o ocorrido e para saber se o problema persistia. Fernanda conta que, ao questionar a operadora sobre os dias e

m que ficou sem internet, foi oferecido um desconto na mensalidade e o problema foi resolvido.

Assim como Fernanda, vários brasileiros enfrentam problemas com o serviço de internet. No entanto, nem todos sabem o que fazer nesses casos e quais são os direitos que possuem. Segundo o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (Sindec), do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF), as principais queixas das empresas de banda larga estão relacionadas ao serviço com vício de qualidade ou não fornecido, à cobrança indevida/abusiva e ao Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

Entenda os direitos

A advogada Simone Magalhães, especialista em direito do consumidor, alerta que, em caso de descumprimento da oferta veiculada pelas empresas, o consumidor pode exigir o cumprimento do serviço ou rescindir o contrato. “O Código de Defesa do Consumidor (CDC) também traz o dever da operadora de prestar os serviços com qualidade e segurança, devendo reparar todos os danos que o consumidor sofrer em virtude de falhas, a exemplo de interrupções do serviço, ‘quedas da internet’ ou oferta de velocidade abaixo da contratada”, destaca.

Uma recomendação destacada pela advogada é em relação a problemas na velocidade da internet fixa. “É importante fazer acompanhamento em sites de medição. Se constatar falha no serviço ou velocidade abaixo da contratada, considerando as variações permitidas pela Anatel, é recomendável documentar a redução e solicitar à operadora o abatimento proporcional no valor a ser pago”, recomenda.

A advogada também afirma que, quando ocorre interrupção no serviço, a empresa deve descontar o valor proporcional ao tempo interrompido, como foi o caso da Fernanda. “As prestadoras deverão realizar o ressarcimento aos consumidores prejudicados por interrupções dos serviços até o segundo mês subsequente ao evento”, enfatiza.

Para o advogado especialista em direito do consumidor Welder Rodrigues, é importante que o cliente seja informado com clareza sobre o pacote que está contratando, a fim de evitar problemas futuros. “O consumidor deve ser informado de forma clara a respeito das características do serviço, tais como a velocidade de navegação e o canal para acionamento de eventual chamado técnico para reparos”, esclarece.

Saiba o que fazer

A especialista Simone Magalhães destaca que, ao surgir um problema, o consumidor deve procurar primeiro a operadora para informar o defeito. Além disso, ela ressalta a importância de anotar o número do protocolo de atendimento.

Ambos especialistas explicam que, quando a empresa não solucionar o problema ou a solução for incompleta ou insatisfatória, o consumidor poderá também registrar reclamação na Anatel ou no Procon de sua cidade ou estado. Se ainda assim o problema persistir, é possível entrar com uma ação judicial. Para isso, é importante que o consumidor tenha juntado provas dos problemas que ele sofreu.

O especialista Welder Rodrigues afirma que os consumidores podem recorrer à Justiça em alguns casos para obter reparações de danos causados pela operadora em questão. “Na hipótese de ter sofrido prejuízos de qualquer natureza, seja patrimonial ou moral, o consumidor pode ingressar com uma ação judicial pleiteando as devidas reparações cíveis”, esclarece.

Como resolver

» Entre em contato com o canal de atendimento da operadora de banda larga;

» Informe o problema e tente solucionar diretamente com o prestador de serviço;

» Caso a queixa persistir, entre em contato com a Anatel ou o Procon para as devidas providências.

Grita do consumidor

PEÇA COM DEFEITO
DECATHLON

José Romeu Martins
Park Way

O bancário José Romeu Martins, 53 anos, morador do Park Way, procurou a coluna do Grita do Consumidor para reclamar da troca de uma peça relativa a um produto, comprado na loja da Decathlon, que deu defeito com pouco tempo de uso. “Comprei um caiaque inflável em 24 de abril de 2021 na loja da Decathlon, do Shopping Venâncio. Com um mês e dois dias de uso, o produto apresentou defeito. Uma parte interna da câmara de ar estourou, o que inviabilizou a utilização do caiaque. Compareci até a loja, após orientação do atendimento por e-mail. As vendedoras que me atenderam quiseram repassar o ônus do defeito para mim, sem aceitar que o produto com pouquíssimo uso tivesse defeito. Disseram que solicitaram uma nova peça para mim, no entanto não me deram nenhum comprovante e disseram que eu teria de pagar pela peça. Após reclamar e dizer que eu tomaria todas as medidas cabíveis, o atendimento da Decathlon me disse que entregaria a peça sem custo e em determinado prazo. O atendimento é feito apenas por e-mail e por um formulário, sem possibilidade de contato com alguém”, exclama.

Resposta da empresa
A Decathlon informou que o problema foi resolvido. “A peça do produto que apresentou defeito foi substituída e entregue, no dia 16 de junho, diretamente na casa do cliente, que foi auxiliado pela liderança da loja na operação do equipamento”, esclarece.

Resposta do consumidor
“A peça foi entregue logo após eles terem o conhecimento de que a coluna Grita do Consumidor foi informada do problema. No entanto, houve uma demora na comunicação de quando isso seria feito”.

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