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Em feriado no Brasil, ações sobem lá fora com otimismo na retomada

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Resultados são alimentados pelo otimismo em relação a uma recuperação da economia chinesa, mas investidores permancem cautelosos

As ações europeias subiram na segunda-feira (Getty Images/Reprodução)

As ações europeias subiram na segunda-feira, acompanhando os ganhos na Ásia, alimentados pelo otimismo em relação a uma recuperação da economia chinesa, enquanto os investidores permaneceram cautelosos em relação a um surto de casos domésticos de coronavírus.

O pan-europeu STOXX 600 subiu 0,3% a 0702 GMT, com as ações de telecomunicações e do setor automóvel a liderar os ganhos.

O índice de referência terminou sexta-feira com a sua segunda semana consecutiva de ganhos em apostas de mais estímulos fiscais dos EUA e expectativas crescentes de uma vitória democrática nas eleições presidenciais americanas.

Ainda assim, os ganhos na segunda-feira foram limitados por um salto em novos casos covid-19 que levantaram o espectro de mais ‘lockdowns’. O Primeiro Ministro britânico Boris Johnson deverá anunciar novas medidas na segunda-feira, enquanto Itália está a preparar novas restrições a nível nacional.

O FTSE 100 de Londres caiu 0,2%, enquanto que o FTSE italiano acrescentou 0,2%.

 

 

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Economia

Confiança da construção cresce 3,7 pontos em outubro, diz FGV

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Índice atingiu 95,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos

Canteiro de obras do reassentamento de Bento Rodrigues

O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta 3,7 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, a confiança do empresário da construção brasileira atingiu 95,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior valor desde março de 2014 (96,3 pontos).

O Índice de Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, cresceu 5,1 pontos e chegou a 91,5 pontos, o maior valor desde setembro de 2014 (92,3 pontos). O indicador de carteira de contratos foi o que mais contribuiu para o resultado.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 2,3 pontos e atingiu para 99,1 pontos, valor muito próximo ao de fevereiro, período pré-pandemia (99 pontos). Os indicadores de demanda prevista e tendência dos negócios tiveram avanços semelhantes.

“O ambiente de negócios para as empresas do setor é mais favorável que o registrado antes do início do isolamento social determinado pela pandemia. Enquanto o mercado imobiliário está sendo impulsionado pelas taxas de juros em níveis historicamente baixos, a infraestrutura se beneficia dos investimentos das prefeituras e das recentes mudanças regulatórias”, disse a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo.

O Nível de Utilização da Capacidade aumentou 2,4 pontos percentuais, para 74,5%.

Agência Brasil

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Economia

Ibovespa abre em alta após lucro do Santander superar estimativas

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Com clima misto em bolsas internacionais, investidores locais repercutem resultados corporativos

Bolsa: resultado do Santander gera otimismo sobre bancos (Germano Lüders/Exame)

O Ibovespa abriu em alta, nesta terça-feira, 27, com resultados corporativos no radar dos investidores. No mercado, um pacote de estímulo americano antes das eleições já é visto como página virada, embora as negociações continuem. Às 10h08, o Ibovespa subia 0,12% para 101.132 pontos, ainda com uma série de ações em leilão de abertura.

Na Europa, as bolsas seguem no vermelho com temores sobre o efeito econômico da segunda onda de coronavírus, enquanto os índices futuros dos Estados Unidos tentam se recuperar das quedas da véspera, quando o índice Dow Jones teve o pior desempenho desde setembro.

“O [presidente Donald] Trump melhorou um pouco nas pesquisas e isso deu uma reanimada nas bolsas americanas. Por outro lado, a expectativa de que tenha um estímulo antes das eleições praticamente morreu”, comenta Jefferson Laatus, estrategista-chefe do Grupo Laatus.No mercado interno, a temporada de balanços do terceiro trimestre começa a ganhar forma e as atenções dos investidores, nesta terça, se voltam ao desempenho do Santander, sobre qual houve grande otimismo. No período, a companhia registrou lucro líquido societário de 3,811 bilhões de reais – resultado 88,2% superior ao registrado no trimestre anterior. O lucro também ficou 26% acima do consenso de mercado.

“O resultado foi melhor que a expectativa, mas a dinâmica de margem financeira deixou a desejas e precisamos entender melhor essa tendência. Apesar da queda de provisões de devedores duvidosos (PDD) neste trimestre, a dinâmica da inadimplência de curto prazo leva a crer que poderemos ter novos aumentos de PDD mais para frente – vale lembrar que o Santander foi o que menos colocou provisões [entre os grandes bancos]”, avaliam analistas da Exame Research

No mercado de câmbio, o dólar chegou a abrir em queda contra o real, mas logo entrou no campo positivo, acompanhando sua valorização perante outras moedas emergentes. No radar, está a decisão sobre a taxa de juros Selic na quarta-feira, 28. A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) começa nesta terça.

Com ampla expectativa de manutenção da taxa de juros em 2% ao ano, os investidores devem se atentar mais ao comunicado, que pode trazer pistas sobre as próximas decisões. “Se o comunicado deixar a porta aberta para subir juros, a gente deve ver uma pressão de baixa no dólar. Se voltar a subir juros, o país fica mais atraente para investimentos [em renda fixa]. Até porque se começar a subir, deve ser um ciclo de alta, e não algo pontual”, diz Laatus.

 

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Para FMI, Brasil tem a pior situação fiscal entre os emergentes

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Com condições desafiadoras tanto em relação às despesas quanto ao crescimento, país gastou mais para combater crise na pandemia, o que elevou sua dívida

Real: na América Latina, Brasil teve o maior aumento de dívida, com alta de 20 pontos este ano (Priscila Zambotto/Getty Images

O Brasil vai terminar 2020 com a pior situação fiscal entre os maiores países emergentes. Com condições desafiadoras tanto em relação às despesas quanto ao crescimento, o País gastou mais para combater a crise causada pela pandemia de covid-19, o que levou sua dívida para quase o dobro da média desses mercados.

A fatura, segundo especialistas, pode render ao Brasil um desempenho econômico menos ruim do que o de seus pares internacionais neste ano, mas isso se dará à custa de uma forte deterioração das contas públicas, que ameaça piorar a nota de classificação de risco do País.

A situação fiscal ruim do Brasil só é superada por países menores, como Angola, Líbia e Omã, de acordo com levantamento do Fundo Monetário Internacional (FMI). Os emergentes comparáveis à economia brasileira, como México, Turquia e África do Sul, têm situação mais tranquila.

“O Brasil foi pior entre emergentes, aumentou mais o gasto”, afirma o economista para América Latina da consultoria inglesa Oxford Economics, Felipe Camargo. “O País optou por sair mais rápido da crise com impulso fiscal mais forte, gastando mais dinheiro”, diz. “O Brasil está em risco de perder mais uma nota do rating.”

Na América Latina, por exemplo, o economista da Oxford destaca que o Brasil teve o maior aumento de dívida, com alta de 20 pontos este ano, o que vai empurrar o endividamento para perto de 100% do Produto Interno Bruto (PIB). No México, foram 11 pontos a mais, o Peru teve 13 pontos, a Colômbia, 14 e o Chile, 11.

Pelo lado positivo, Camargo ressalta que a dívida do Brasil é 90% em moeda nacional, enquanto outros emergentes têm parte importante em moeda estrangeira, mais difícil de ser financiada. Mesmo assim, ele argumenta que o País não tem condição de sustentar uma dívida tão alta.

O Brasil tem uma realidade completamente diferente de outros países, como Chile e Peru, que tinham uma situação mais saneada, com um colchão fiscal para expandir os gastos. O Brasil não tinha. Se era frágil antes, mais frágil ficou”, avalia o economista-chefe do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos.

Segundo Ramos, a urgência na aprovação de reformas que direcionem o País para uma relação mais saudável entre receitas e despesas já era uma realidade antes da pandemia. Após o choque tornou-se mais premente. Isso porque, além da situação frágil de suas contas públicas, o Brasil já crescia bem menos que outros países emergentes. “O Brasil já estava no topo das preocupações e continua aí. Agora, ficou com um nível de endividamento que ainda é bem maior do que qualquer outro país emergente.”

 

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Economia

Dólar abre em alta em meio a cautela internacional

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Às 9:12, o dólar avançava 0,44%, a 5,6528 reais na venda, enquanto o contrato mais líquido de dólar futuro subia 0,48%, a 5,650 reais

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Economia

Ibovespa vira para queda com temores sobre 2ª onda; Dow Jones cai 3%

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Resultados corporativos e expectativa sobre balanços contribuem para bom humor na bolsa; no exterior, falta de estímulo e alta dos casos de covid preocupam

Pregão; iBovespa; Mega Bolsa; B3; Investidores, Economia
Foto: Germano Lüders
20/05/2014

Depois de permanecer em leve alta pela manhã desta segunda-feira, 26, a bolsa brasileira virou para queda, refletindo tom negativo no exterior, com a alta do número de casos nos Estados Unidos e na Europa, onde países como Itália e Espanha retomaram medidas de isolamento para conter a segunda onda de contaminação. No mercado local, mesmo balanços corporativos positivos e otimismo sobre a temporada de balanços, o Ibovespa, caia 0,82% para 100.424 pontos, às 13h59. O dólar que chegou a subir 0,8% contra o real no início do dia, é negociado próximo da estabilidade a 5,629 reais na venda.

Entre os principais componentes do Ibovespa, as ações dos grandes bancos sobem antes do resultado do Santander impedem que o índice caia ainda mais. No entanto, as ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) caem quase 3%, em linha com a depreciação do barril de petróleo no mercado internacional. Há temores de que a segunda onda de coronavírus impacte negativamente a demanda pela commodity. Também com peso relevante no índice, as ações da Vale recuam 1,7%, após queda do minério de ferro na China.

Além das preocupações sobre a doença, no mercado internacional, os investidores ainda seguem atentos às negociações sobre o pacote de estímulo americano. Segundo a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, o presidente Donald Trump está avaliando a última proposta e pode dar uma resposta ainda hoje. No mercado, o sentimento é de que não haverá tempo hábil para o pacote ser aprovado antes das eleições americanas. No mercado americano, o S&P 500 recua 2,39% , o Dow Jones, 2,91% e o Nasdaq, 2,25%.

Na Europa, onde as bolsas também operam no vermelho, o destaque negativo fica para o índice da DAX da bolsa de Frankfurt, que fechou em queda de 3,71%, após dados do Instituto For Economics Research apontar que o clima e as expectativas de negociações estão abaixo do esperado na Alemanha. O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 1,81%.

Em meio ao cenário de pessimismo no mundo, o dólar se fortalece contra divisas desenvolvidas e emergentes. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra seus pares sobe 0,29%. No mercado de câmbio, o destaque negativo segue com a lira turca, que se desvaloriza quase 2%. Na semana passada, a decisão do governo de turca de manter a taxa de juros frustrou as expectativas do mercado, que aguardava a elevação da taxa de juros, que está a 10,25% ao ano.

Nesta semana, haverá decisão sobre a taxa de juros do Bank of Japan (BoJ), do Banco Central Europeu (BCE) e, aqui no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) começa a reunião amanhã, 27, para a decisão de quarta-feira, 28. Ainda que tenha aumentado os temores sobre inflação, que vem superando as estimativas do mercado, os investidores seguem apostando na manutenção da taxa Selic a 2% ao ano.

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Vitória de Trump é melhor resultado para o mercado de ações, diz JPMorgan

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Ex-vice-presidente Joe Biden tem uma vantagem substancial nas pesquisas de opinião nacionais

Trump: “Vemos uma vitória ‘ordenada’ de Trump como o resultado mais favorável para as ações”, afirmou o banco de investimentos JPMorgan (Jonathan Ernst/Reuters)

O banco de investimentos JPMorgan espera que o índice S&P500 suba para 3.900 pontos se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, for reeleito na próxima semana, classificando tal resultado como o mais favorável para os mercados de ações

Uma alta para 3.900 pontos marcaria um salto de 12,6% em relação ao fechamento do índice na sexta-feira da semana passada.

Uma vitória sem tumultos dos democratas seria “basicamente neutra” para os mercados, disse o JPM em nota recebida nesta segunda-feira, acrescentando: “Vemos uma vitória ‘ordenada’ de Trump como o resultado mais favorável para as ações“.

As chances de uma “onda azul” democrata diminuíram ligeiramente desde meados de outubro. O ex-vice-presidente Joe Biden tem uma vantagem substancial nas pesquisas de opinião nacionais, embora a disputa seja mais acirrada em Estados cruciais que provavelmente decidirão a disputa.

O JPMorgan disse que vários de seus dados, como o registro de eleitores e o humor no Twitter, apontam para uma “corrida cada vez mais acirrada”.

Entre os diferentes setores, o JPM vê as ações de energia e financeiras como as prováveis principais beneficiárias da vitória de Trump.

“Avaliamos que os setores de energia, financeiro e de saúde provavelmente poderiam ver as mudanças mais fortes, uma vez que foram explicitamente referenciados por cada candidato na campanha”, acrescentou o banco.

 

 

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

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