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Economia cresce 7,5% no DF em comparação a 2º trimestre de 2020

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Números foram apresentados nesta quarta (15) em transmissão ao vivo pelos canais da Codeplan e Secretaria de Economia

“Dois fatores são muito importantes para entender a retomada da economia: a vacinação e os programas do GDF, como o Refis e o Pró-Economia, que num contexto de crise ajudam o setor empresarial a planejar melhor suas ações. Com isso, consegue-se manter o emprego e a renda e ainda ampliar as ofertas, com o aumento de ocupação de novas vagas, como inclusive comprova a Ped dos últimos três meses”Jean Lima, presidente da Codeplan

No segundo trimestre de 2021, a atividade econômica do Distrito Federal, mensurado pelo Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal (Idecon-DF), evoluiu 7,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior (2020), sendo o maior crescimento em toda a série histórica do indicador, iniciada em 2012. Os setores que contribuíram para esse resultado foram o da indústria e o de serviços, 11,2% e 7,4%, respectivamente. Já a Agropecuária registrou índice negativo de 0,8/%.

No acumulado dos seis primeiros meses de 2021, a economia do DF expandiu 3,8% em relação ao primeiro semestre há um ano (2020). Os números mostram que a economia local reagiu em relação ao segundo trimestre de 2020, o período mais afetado pela pandemia do Coronavírus, como explica Jean Lima, presidente da Codeplan.

“Dois fatores são muito importantes para entender a retomada da economia: a vacinação e os programas do GDF, como o Refis e o Pró-Economia, que num contexto de crise ajudam o setor empresarial a planejar melhor suas ações. Com isso, consegue-se manter o emprego e a renda e ainda ampliar as ofertas, com o aumento de ocupação de novas vagas, como inclusive comprova a Ped dos últimos três meses”, apontou Lima.

Apesar dos bons números, os resultados trimestrais mostram uma diferente evolução da economia nacional em relação à brasiliense. Isso, deve-se, principalmente, ao perfil produtivo local, onde o setor de serviços determina a dinâmica da atividade econômica, já que representa 95,3% da estrutura produtiva do DF, com grande influência da atividade administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social. Os setores industrial (4,2%) e o agropecuário (0,5%) possuem menor representatividade.

“A economia do Distrito Federal cresceu 7,5% no segundo trimestre de 2021 em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, evidenciando uma melhora significativa do desempenho produtivo local. Vale mencionar que, apesar do resultado brasileiro parecer maior, isso se deve, em parte, ao fato de a economia nacional ter experimentado quedas muito mais expressivas que as distritais em todos os trimestres de 2020. Dessa forma, é factível pensar que o efeito base, que é a comparação com um patamar de referência contraído, foi muito superior para o Brasil do que para o DF. Tanto que, no acumulado em quatro trimestres, o crescimento econômico da capital, calculado em 1,9%, foi superior ao brasileiro (1,8%)”, explicou Jessica Milker, gerente de contas e estudos setoriais da Codeplan.

A secretária adjunta de Economia, Ana Paula Cardoso, participou da apresentação dos dados. Ela avalia que o cenário atual é otimista. “Percebemos um cenário que, depois de toda a crise, e com os reflexos da retomada econômica, inclusive com a influência da vacinação, nos mostra possibilidades positivas de reação”, avalia.

Responsáveis pelo crescimento

– Indústria: Com peso 4,2% na economia da capital, a indústria, registrou aumento de 11,2% no segundo trimestre de 2021 comparando com o mesmo período de 2020.

A construção, responsável por 2,2% da atividade econômica brasiliense e 51,1% do setor industrial, evoluiu 16,6% no confronto dos segundos trimestres de 2021 e 2020. O ritmo de obras no DF aumentou o nível de ocupados na atividade, o que contribuiu para o crescimento desse segmento produtivo. No país, a atividade subiu 13,1%.

O grupo “outros da indústria” cresceu 5,7% no segundo trimestre do ano. O desempenho foi influenciado, em parte, pelos consumos de água e energia elétrica, que ficaram acima do registrado em igual período de 2020. O grupo agrega as atividades das indústrias extrativas e eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação.

– Serviços: O setor de serviços representa 95,3% da economia local, sendo o maior responsável pelo desempenho econômico do Distrito Federal. Em três meses, abril a junho, o setor cresceu 7,4% em relação a igual período do ano anterior.

De acordo com o Idecon-DF, a atividade comercial foi a que mais cresceu no segundo trimestre de 2021, 19,4%, frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

Metodologia

O Idecon é calculado pela Codeplan, trimestralmente, desde 2012, por meio de uma metodologia própria, adaptada a partir de parâmetros de cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) do Distrito Federal. O mesmo é uma medida do desempenho da atividade econômica do Distrito Federal no curto prazo, cujo o objetivo é oferecer um indicador que seja tempestivo, capaz de informar e orientar a tomada de decisão dos diversos atores da sociedade da capital federal.

Tempo de Economia

Tempo de Economia é um programa quinzenal da Secretaria de Economia transmitido pelo canal da pasta no YouTube. O debate virtual conta com a participação de especialistas, setor produtivo e representantes do poder público para debater perspectivas e ações pós-covid-19 sob diferentes aspectos.

*Com informações da Codeplan-DF

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GDF vai cadastrar ambulantes que queiram trabalhar no Dia de Finados

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Serão disponibilizadas 55 autorizações para a comercialização de produtos nas proximidades do cemitério Campo da Esperança. Interessados devem se inscrever nesta quarta-feira (27/10)

(crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai cadastrar ambulantes para o feriado do Dia dos Finados, 2 de novembro. Serão disponibilizadas 55 autorizações para a comercialização de produtos nas proximidades do cemitério Campo da Esperança, no Plano Piloto. Os interessados devem comparecer à Secretaria Executiva das Cidades para fazer cadastro e preencher requerimento nesta quarta-feira (27/10).

Caso o credenciamento ultrapasse o número total de ambulantes previstos, será realizado sorteio na quinta-feira (28/10), às 10h, na Subsecretaria de Mobiliário Urbano e Apoio às Cidades da Secretaria Executiva das Cidades – SEPN 511, bloco A, térreo (no prédio da Agência do Trabalhador).

O resultado será publicado no mesmo dia no site da Secretaria de Governo do Distrito Federal. A entrega das autorizações será feita na sexta-feira (29/11), mediante o comprovante de pagamento do preço público.

Para isso, é obrigatório apresentar os seguintes documentos (originais e cópias):

  • 2 fotos 3×4
  • Registro Geral (RG)
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF)
  • Certificado de Microempreendedor Individual (optante) MEI: os ambulantes optantes pelo Simples Nacional ficam isentos do pagamento da taxa de ocupação de área pública, nos termos do Artigo 7° da Lei 6.190/2018, sendo obrigatória a comprovação de quitação dos impostos/taxas inerentes ao Simples Nacional
  • Comprovante de endereço: caso não seja titular, apresentar declaração do proprietário do domicílio
  • Certidão de Casamento ou Declaração de União Estável: para fins de comprovação do disposto no Artigo 16 da Lei 6.190/2018
  • Para aqueles que já possuem cadastro, basta apresentar documento com foto e preencher requerimento manifestando interesse em trabalhar.

Funcionamento

Das 55 autorizações a serem concedidas, 30 são para barracas, sendo 20 posicionadas na lateral do Mercado das Flores e 10 no estacionamento 6 do Parque da Cidade.

As outras 25 são para caixeiros — vendedores com mercadorias em caixas de isopor ou carrinhos menores. O posicionamento acontecerá na entrada principal do cemitério (15) e no estacionamento 6 do Parque da Cidade (10).

É proibida a venda de bebidas alcoólicas. Os ambulantes contemplados para trabalhar no estacionamento 6 poderão vender flores.

Veja os locais disponíveis para realizar o trabalho:

Mapa 1:

 Mapa 1 - ambulantes autorizados no Campo da Esperança
Mapa 1 – ambulantes autorizados no Campo da Esperança(foto: divulgação/Secretaria de Governo)

Mapa 2:

Mapa 2 - ambulantes autorizados no Parque da Cidade
Mapa 2 – ambulantes autorizados no Parque da Cidade(foto: divulgação/Secretaria de Governo)
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Mala do Livro celebra 31 anos na Biblioteca Nacional de Brasília

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Maior acervo público de livros do DF aproveita a ocasião e vai capacitar 500 novos agentes comunitários de leitura, em um investimento de R$1,2 milhão

A Mala do Livro, programa de criação de bibliotecas domiciliares no Distrito Federal e Entorno gerenciado pela Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) – equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) –, completa 31 anos este mês. A comemoração vem recheada de boas notícias nesta quarta-feira (27).

Mala do Livro | Divulgação/Secec
Estantes de madeira que se abrem fazem referência à Mala do Livro | Divulgação/Secec

A maior biblioteca pública do DF oficializou, às 10h, a capacitação de 500 novos agentes comunitários de leitura, iniciativa que demanda o investimento de R$ 1,2 milhão, por meio de um edital. Também houve a premiação de cem desses agentes– todos voluntários – com valores de R$ 5 mil (objeto de outro edital, que fixará os critérios) e o lançamento da coletânea de poesia infantojuvenil Mala do Livro: uma viagem na leitura, fruto do concurso Candanguinho.

“A Mala do Livro é um programa de estado, consolidado, que leva o livro a quem tem nele um portal para literatura e poesia, para conhecimento e qualificação, para oportunidades, emprego e renda. É uma das joias da cultura do GDF”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

“A Mala do Livro é um dos mais bem-sucedidos programas de incentivo à leitura do mundo. Como é um projeto de extensão bibliotecária, a BNB trabalha para aperfeiçoá-lo, seja capacitando agentes, seja ampliando o número de malas e atingindo mais leitores”, reforça a diretora da BNB, Elisa Raquel Sousa Oliveira.

Homenagem

O reconhecimento do trabalho dos agentes comunitários de leitura ganhou, na quinta-feira (21), homenagem da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O parlamento homenageou 35 deles em audiência virtual. “Foi muito emocionante”, testemunha a gerente da Mala do Livro, Maria José Lira Vieira, que participou do evento. “As estantes de madeira que se abrem como um abraço são uma referência carinhosa ao formato físico das malas e às histórias de superação que inspiram onde chegam”.

A gestora elogiou a atuação da Secec pela valorização do trabalho desses voluntários que tornam os livros acessíveis a quem tem dificuldades de chegar aos principais equipamentos de leitura, como as bibliotecas públicas e as das regiões administrativas. “O edital de capacitação e o de premiação, o concurso do Candanguinho – tudo isso teve um impacto muito positivo entre nossos e nossas agentes”, avalia.

Livro em alta

Presente no programa desde sua criação, em 1990, a gerente da Mala do Livro percebeu, durante a pandemia, uma demanda crescente pelo livro físico que recheia as caixas-estantes. Nesse momento, contabiliza ela, há demanda por cerca de 180 novas malas, fora os pedidos de manutenção em parte das cerca de 500 unidades já existentes no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), zonas rurais de Goiás e Minas, além de hospitais e equipamentos de assistência social.

“O livro físico está fortalecido. A gente percebe que os agentes comunitários de leitura estão agarrados às malas”, diz ela. As engenhosas caixas-estantes são, atualmente, um gargalo no processo de atendimento ao público. A BNB dispõe de mais de 200 mil livros em estoque, aguardando suporte de distribuição.

O sucesso da política do GDF de incentivo a bibliotecas domiciliares há muito cruzou fronteiras interestaduais. Réplicas do programa existem hoje em 12 estados – Bahia, Sergipe, Alagoas, Tocantins, Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Pernambuco, Goiás, Minas e São Paulo. As equipes receberam treinamento das bibliotecárias da BNB, e as caixas-estantes foram custeadas pelos executivos estaduais.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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Fórum Distrital debate resíduos sólidos e reciclagem

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Evento será nesta quinta (28); objetivo é debater desafios e propostas para melhorar a coleta seletiva e aumentar os índices de reciclagem na capital

“O GDF investe nas cooperativas de materiais recicláveis porque sabe que elas são fundamentais para uma boa gestão dos resíduos sólidos”Silvio Vieira, diretor-presidente do SLU

Nesta quinta-feira (28), representantes de cooperativas que atuam com a reciclagem no Distrito Federal vão se reunir em Brasília para o 1º Fórum Distrital de Resíduos Sólidos e Valorização da Reciclagem. O evento é uma realização do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e do Sindicato e Organização das Cooperativas do Distrito Federal (OCDF-Sescoop/DF). O objetivo é debater desafios e propostas para melhorar a coleta seletiva e aumentar os índices de reciclagem na capital do país.

O fórum terá como tema “As cooperativas de catadores e a gestão de resíduos sólidos no Distrito Federal”. O evento, que começa às 8h30 no Hotel Brasília Imperial, será um marco na criação de um ambiente adequado para a atuação das cooperativas, buscando segurança jurídica, viabilidade econômica, social e ambiental.

O fórum tem o objetivo de identificar os desafios e apontar as soluções para o fortalecimento das cooperativas como organizações adequadas para realizar o trabalho, com geração de renda e qualidade de vida para os catadores| Foto: Divulgação/SLU-DF

O diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, destaca a importância do encontro como forma de compartilhar conhecimento e buscar soluções.

“O GDF investe nas cooperativas de materiais recicláveis porque sabe que elas são fundamentais para uma boa gestão dos resíduos sólidos”, afirma. “Esse fórum vai nos ajudar a identificar desafios e também apontar soluções para que a gente possa, cada vez mais, fortalecer o trabalho dessas organizações, fundamentais para gerar emprego e renda, e também para melhorar os índices de reciclagem no Distrito Federal”, acrescenta.

“Esse fórum nos mostra que o governo está aberto ao diálogo para encontrar soluções”Cleusimar Andrade, presidente da Rede Alternativa e da Recicle a Vida

Para o presidente da OCDF, Remy Gorga Neto, o fórum será um marco importante em um momento em que todos os estados brasileiros estão preocupados com a destinação adequada de seus resíduos.

“Tratamento, coleta, triagem, separação e reaproveitamento estão se transformando em questões cada vez mais importantes e as cooperativas têm surgido como parceiras nesse processo, como organizações adequadas para fazer esse trabalho, com geração de renda e qualidade de vida para os catadores”, avalia.

Representantes e trabalhadores de diversas cooperativas já confirmaram participação no encontro. O presidente da Rede Alternativa e da Recicle a Vida, Cleusimar Andrade, elogia a iniciativa. “Uma das nossas maiores reivindicações é a ampliação da participação das cooperativas na coleta seletiva. Esse fórum nos mostra que o governo está aberto ao diálogo para encontrar soluções. Esperamos que do encontro saiam encaminhamentos importantes para todos, especialmente para os trabalhadores das cooperativas”, destaca.

Serviço

– 1º Fórum Distrital de Resíduos Sólidos e Valorização da Reciclagem
– Data: 28/10
– Horário: 8h30 às 18h30
– Local: Brasília Imperial Hotel (St. Hoteleiro Sul Quadra 3 – Asa Sul, Brasília)
– Inscrições: https://bit.ly/1ºForumDistrital

*Com informações do SLU-DF

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Novembro vem aí com novas oportunidades de emprego

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Pesquisa aponta queda na taxa de desemprego para 17,7%, em setembro; e sinaliza aquecimento da economia com as compras de fim de ano

Entre os segmentos em destaque, o do comércio teve crescimento de 7,6%, contribuindo para o aumento da população economicamente ativa em setembro de 2021 | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

O ingresso de 10 mil novos trabalhadores no serviço público foi um dos fatores que puxaram a economia local no último ano. Os setores de serviços, comércio e construção civil também contribuíram para que, mais uma vez, o Distrito Federal registrasse queda no número de desempregados.

A constatação é da última Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), apresentada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), na manhã desta terça-feira (26), durante live nas redes sociais.

“Tivemos uma queda de quatro pontos percentuais na taxa de desemprego desde o auge da pandemia, um dado muito positivo. Além do mais, com a ampliação da vacinação, a tendência é de que a taxa de desemprego continue diminuindo”Jean Lima, presidente da Codeplan

O estudo mostra que, entre setembro de 2020 e o mesmo mês de 2021, os índices de desemprego passaram de 18,4% para 17,7%. Além do segmento da administração pública, que cresceu 5,8%, o da construção civil registrou aumento de 10,8% no número de contratações e do comércio e do setor reparação, de 7,6%.

A PED mostrou ainda que o número de assalariados, que foi de 1,2 milhão, em 12 meses pulou para 1,3 milhão. Já a população economicamente ativa passou de 1,5 milhão, em setembro de 2020, para 1,6 milhão em 2021.

A perspectiva é que o cenário melhore ainda mais nos próximos meses. “Tivemos uma queda de quatro pontos percentuais na taxa de desemprego desde o auge da pandemia, um dado muito positivo. Além do mais, com a ampliação da vacinação, a tendência é de que a taxa de desemprego continue diminuindo”, explicou o presidente da Codeplan, Jean Lima.

“Essa tendência de crescimento da ocupação no DF deve se manter nos próximos meses, período de sazonalidade positiva do mercado de trabalho tanto em outubro, por conta do Dia da Criança, quanto em dezembro, pelas festas de fim de ano”Jusçânio Umbelino de Souza, gerente de Pesquisas Socioeconômicas da Codeplan

A PED aponta para um movimento de recuperação mais significativo do mercado de trabalho local, com redução da taxa de desemprego total, resultante do expressivo aumento do nível ocupacional em praticamente todos os setores da economia do DF.

“Essa tendência de crescimento da ocupação no DF deve se manter nos próximos meses, período de sazonalidade positiva do mercado de trabalho tanto em outubro, por conta do Dia da Criança, quanto em dezembro, pelas festas de fim de ano”, esclareceu Jusçânio Umbelino de Souza, gerente de Pesquisas Socioeconômicas da Codeplan.

Para o secretário de Trabalho, Thales Mendes, a redução do desemprego ainda é pequena, mas faz parte do processo de reaquecimento da economia e mostra tendência de melhoria. “Com a proximidade do final do ano, as empresas se preparam para mais contratações que, mesmo que sejam temporárias, proporcionam aquecimento na economia no segundo semestre. Como consequência, há uma redução ainda maior da taxa de desemprego”, aposta.

14 mil novos empregos

O estudo da Codeplan – realizado em parceria com o Dieese – mostra ainda que a inserção no mercado de trabalho também teve destaque entre profissionais sem carteira assinada no setor privado (6,5% ou 6 mil pessoas) e empregados domésticos (3,4% ou 3 mil novos contratos). No período de 12 meses, o quantitativo de desempregados diminuiu, devido ao acréscimo de 14 mil postos de ocupação, que superaram a entrada de 7 mil pessoas no mercado de trabalho.

*Com informações da Codeplan-DF

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Ibaneis assina obra de corredor para ônibus no Setor Policial Militar

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Obras vão começar por projeto de drenagem devido ao período de chuvas. Duas faixas exclusivas para ônibus estão previstas no plano de obras

Agência Brasília

O governador Ibaneis Rocha (MDB) assinou, na manhã desta terça-feira (26/10), o começo das obra do corredor exclusivo de ônibus do Setor Policial Militar. De acordo com o governador, o objetivo é trazer melhorias no transporte urbano do DF.

“É um conjunto de obras que vem sendo realizadas e esperamos que ao fim tenhamos um grande setor de transporte com muita facilidade, dando mais qualidade de vida às pessoas que trabalham nessa região e que utilizam o transporte público”, destacou.

As obras fazem parte do Corredor Eixo Oeste, que terá duas faixas exclusivas para ônibus. O secretário de obras, Luciano Carvalho de Oliveira, explica que “as faixas partirão do entroncamento com a EPTG até interligar nos dois viadutos que estamos construindo na Via Policial Militar e interligando com o terminal Asa Sul. Com isso estamos dando forma ao nosso corredor de ônibus, que vai encaixar com a EPTG e ir para a Asa Sul”.

Além do corredor exclusivo de ônibus, haverá obras de drenagem. “O setor comercial sofre com a questão de drenagem. Essa obra vai resolver parcialmente esse problema com drenagem”, detalhou

No fim da rua 3 da Vila Telebrasília, o GDF irá construir uma bacia para a captação da drenagem de água. “A escavação será de 108 metros cúbicos, um volume significativo. O lançamento dessa água será destinado ao Ribeirão Riacho Fundo”, explicou.

Projeto da Secretaria de Obras para corredor excluviso para ônibus no Setor Policial Militar

Projeto da Secretaria de Obras para corredor excluviso para ônibus no Setor Policial Militar (foto: SODF/Divulgação)

 

Refis

Durante a cerimônia, o governador Ibaneis também comentou sobre o Programa de Recuperação Fiscal (Refis), que será apresentado à Câmara Legislativa do DF nos próximos dias. “O Refis vinha com a ideia de pegar os débitos do passado e transformar em um grande projeto. No entanto, tivemos um seriíssimo problema que foi a pandemia, que deixou os empresários sem conseguir aderir ao Refis e endividados”, destacou.

Ibaneis salientou que, durante 2020 e 2021, o governo busca atrair os empresários para o Refis. “Buscamos dar condições para que eles voltem a contratar. O mais importante para a gente é justamente a geração de emprego e renda, por isso estamos abrindo mão de alguns tributos para fomentar o empresariado do DF”, finalizou.

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Governador do DF quer desobrigar uso de máscara em ambientes abertos

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O uso de máscaras é obrigatório no Distrito Federal desde abril do ano passado

Crédito: NIAID (Fotos Públicas)

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), prevê que o uso de máscaras contra a covid-19 não seja mais obrigatório em ambientes abertos a partir de 15 de novembro. Ibaneis disse nesta segunda-feira, 25, porém, que não há data para flexibilizar a proteção em locais fechados. O uso de máscaras é obrigatório no DF desde abril do ano passado.

“Nós sabemos que está avançando muito, os índices de transmissão estão caindo bastante. Isso já nos dá um horizonte no sentido de liberar o uso de máscara pelo menos em ambientes abertos”, afirmou o governador. “Mais adiante, quando a gente atingir em torno de 70%, 80% de pessoas vacinadas, a gente pensa — tudo isso com base técnica — na retirada de máscaras em ambientes fechados.”O número de vacinados com a 2ª dose ou dose única havia alcançado a taxa de 59,96% da população acima de 12 anos até hoje. Um total de 86,84% tomou a 1ª dose da imunização contra a covid.A taxa de transmissão da doença no DF está em queda há cerca de duas semanas. Neste domingo, 24, o boletim epidemiológico apontou que o índice marcou 0,80. Isso significa que 100 pessoas podem transmitir a covid para 80. Uma taxa acima de 1 aponta que a pandemia está avançando.

A flexibilização do uso de máscaras tem sido discutida por Estados e Prefeituras. No Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD), afirmou que a cidade pode desobrigar totalmente o uso de máscara no meio de novembro, 75% da população total estiver com a vacinação completa. A tendência é que seja permitido não usá-la ao ar livre a partir desta semana.

Em São Paulo, o governo descartou, por ora, que a obrigatoriedade do uso de máscaras seja suspensa no Estado, “apesar de os números estarem muito positivos”. O governo do Estado estuda manter o uso obrigatório de máscara facial para situações específicas mesmo após o fim da pandemia.

Na avaliação do infectologista Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, ainda não é o momento de desobrigar o uso de máscaras, principalmente porque o País está passando por um período de flexibilização em outras frentes, como teatros, cinemas e estádios de futebol.

“Ainda é muito cedo, muito precoce para se pensar em excluir o uso de máscaras”, disse ele ao Estadão. “Embora a gente esteja observando uma tendência de queda no número de casos e de óbitos não podemos afirmar que a pandemia está controlada. Temos o vírus circulando, as variantes circulando.”

De acordo com Weissmann, é importante que flexibilizações aconteçam, mas não o uso de máscaras. “Nós já tivemos o cenário de países com tendência de queda. Ficou nessa tendência por bastante tempo e depois tiveram uma subida. No Brasil pode acontecer isso também.”

O médico-infectologista Jamal Suleiman, do hospital Emílio Ribas em São Paulo, afirmou que a retirada das máscaras precisa obedecer a diferentes fatores, entre eles a taxa de transmissão, que deve ficar abaixo de 0,50. Suleiman lembrou que não basta haver, em metrópoles como Brasília, São Paulo e Rio, índices de vacinação, casos, óbitos e transmissão em baixa.

“O entorno também precisa ser semelhante. São Paulo recebe mineiros, goianos, tocantinenses. Se essas pessoas não estiverem vacinadas, você vai continuar circulando o vírus nesse lugar”, observou. “A marcha da vacinação precisa ser rápida em todos os lugares, assim você consegue desmascarar todo mundo numa velocidade maior.”

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