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Doria com covid: por que se infectar após tomar as 2 doses não significa que a vacina não funciona

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Numa série de postagens nas redes sociais, ele relatou que fez um teste de rotina, que voltou com resultado positivo

André Biernath – @andre_biernath – Da BBC News Brasil em São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), está com covid-19 pela segunda vez.

Numa série de postagens nas redes sociais, ele relatou que fez um teste de rotina, que voltou com resultado positivo.

“Por orientação médica, cancelei imediatamente toda a agenda e vou trabalhar de casa, cumprindo os meus compromissos como governador, mas de forma virtual”, informou.

Doria disse que está se sentindo bem e que tem convicção de estar protegido por já ter tomado as duas doses da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan, em São Paulo, que é ligado ao governo paulista.

“Eu, como milhões de pessoas, fui protegido graças à vacina”, escreveu o governador.

O caso, aliás, se assemelha ao que ocorreu com a apresentadora Ana Maria Braga, da TV Globo, há algumas semanas: no dia 5 de julho, ela divulgou que ficaria afastada do atração matinal Mais Você após receber o diagnóstico de covid-19. Braga também já estava vacinada desde março.

De acordo com informações do Observatório da TV, a artista não teve nenhuma complicação mais grave, está cumprindo o período de isolamento e deve retornar ao seu programa na próxima segunda-feira (19/7).

Os casos recentes de Doria e Braga serviram de combustível para que boatos e notícias falsas que lançam dúvidas sobre a eficácia e a segurança dos imunizantes já disponíveis voltassem a ganhar força na internet.

Segundo essa linha de raciocínio completamente errada, o que aconteceu com o governador e a apresentadora seriam “a prova” de que esses produtos não funcionam.

Mas a realidade mostra justamente o contrário: os estudos científicos já nos apontam há meses que as vacinas contra a covid-19 têm uma boa eficácia para barrar os casos mais graves da doença. É claro que elas não são 100% eficazes — como, aliás, nenhum imunizante é, mesmo aqueles que estão disponíveis há décadas para outras enfermidades, como sarampo, gripe e catapora.

Outro ensinamento importante dessa experiência é que todos devem continuar se cuidando com o distanciamento físico e o uso de máscaras, até que uma grande porcentagem da população esteja vacinada e a pandemia fique controlada, com números de casos e mortes bem baixos.

“Enquanto não tivermos uma boa parcela imunizada, não dá pra relaxar nas medidas preventivas”, recomenda a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Ana Maria Braga

Kevin Tachman/Getty Images
Depois de cumprir a quarentena, Ana Maria Braga deve retornar ao trabalho na próxima semana

Uma resposta bastante complicada

Independentemente do tipo de tecnologia usada, as vacinas têm um objetivo principal: fazer com que nosso sistema imune seja exposto com segurança a um vírus ou a uma bactéria (ou pedacinhos específicos deles).

A partir desse primeiro contato, que não vai prejudicar a saúde, nossas células de defesa geram uma resposta, capaz de deixar o organismo preparado caso o agente infeccioso de verdade resolva aparecer.

Acontece que esse processo imunológico é extremamente complicado e envolve um enorme batalhão de células e anticorpos. A resposta imune, portanto, pode variar consideravelmente segundo o tipo de vírus, a capacidade de mutações que ele tem, a forma como é desenvolvida a vacina, as condições de saúde da pessoa…

No meio de todos esses processos, portanto, é muito difícil desenvolver um imunizante que seja capaz de evitar a infecção em si, ou seja, bloquear a entrada do causador da doença nas nossas células.

“Mesmo nos casos em que a vacina não consegue prevenir a infecção, muitas vezes a resposta imune criada a partir dali pode tornar os sintomas menos graves nas pessoas que foram imunizadas, prevenindo assim doenças mais severas e óbitos”, diz a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas, nos Estados Unidos.

Isso ocorre, por exemplo, com as vacinas contra o rotavírus e a gripe: quem as toma pode até se infectar, mas o risco de desenvolver formas mais graves da doença é reduzido consideravelmente.

Ou seja, elas aprimoram e modificam alguns aspectos do sistema imune que não chegam a bloquear a ação do vírus no organismo, mas ao menos impedem que ele se replique numa velocidade muito alta e cause estragos que afetam a saúde de forma preocupante.

E esse poderio é valiosíssimo quando pensamos em termos de saúde pública. Desde 2006, o uso amplo e sistemático do imunizante contra o rotavírus nos Estados Unidos, por exemplo, reduziu em 90% a necessidade de levar crianças ao hospital para tratar infecções relacionadas a esse agente.

Tal raciocínio também se aplica nas campanhas contra a gripe. As pessoas que tomam a dose anual podem até pegar o influenza (o vírus causador dessa doença), mas a probabilidade de desenvolver complicações que exigem internação cai consideravelmente.

E isso é bom para o indivíduo, que não desenvolve esses problemas, e para o sistema de saúde, que não fica abarrotado de pacientes no outono e no inverno.

https://www.instagram.com/p/CRW8UXcLNu6/

Como está a situação na pandemia atual?

Todos os imunizantes contra a covid-19 já disponíveis foram testados para medir a capacidade de evitar os casos graves, que estão relacionados ao risco maior de hospitalização, intubação e morte.

Os produtos que ganharam o aval das agências regulatórias foram bem-sucedidos nos estudos feitos ao longo de 2020 e 2021. Podemos dizer que eles reduzem significativamente a chance de desenvolver os sintomas mais graves, que exigem tratamentos intensivos.

Alguns, como os da Pfizer/BioNTech e da Moderna, vão além e previnem até a transmissão do vírus, como mostram as campanhas de vacinação em Israel e nos Estados Unidos.

Mas é preciso reforçar aqui o termo “redução de riscos”: nenhuma vacina é 100% eficaz, e algumas pessoas que recebem as doses podem, infelizmente, desenvolver as formas mais graves da doença. E esse risco é ainda maior em meio ao descontrole pandêmico. Quanto mais o vírus circula numa comunidade, maior o risco de as pessoas já vacinadas entrarem em contato com ele e eventualmente se infectarem.

E foi isso o que provavelmente aconteceu com João Doria, Ana Maria Braga e muitos dos brasileiros que já receberam as duas doses mas, mesmo assim, pegaram a covid-19: como a transmissão do vírus continua altíssima em todo o país, o risco de episódios como esses só aumenta.

No caso do governador de São Paulo, é preciso também levar em conta que essa é a segunda vez que ele apresenta a doença.

Como os episódios de reinfecção são relativamente raros até o momento, será necessário entender melhor o que aconteceu com ele.

Não se sabe se esse segundo caso está relacionado a alguma variante específica do coronavírus, como a Delta, que teve sua circulação confirmada no Brasil nas últimas semanas.

Essa dúvida poderá ser respondida com um sequenciamento genético do exame com resultado positivo de Doria, mas ainda não há confirmação se um estudo mais aprofundado do tipo será realizado.

Todos esses acontecimentos reforçam dois pontos cruciais no atual momento: é necessário continuar tomando todos os cuidados preventivos e precisamos urgentemente acelerar o ritmo de vacinação.

Ganho individual ou um bem coletivo?

Quando tomamos uma vacina, sempre pensamos em nossa própria saúde: na maioria das vezes, o objetivo é diminuir o risco de pegar determinada doença infecciosa. Mas precisamos ter em mente que o benefício da vacinação vai muito além de nós mesmos. Quando nos protegemos, estamos beneficiando por tabela toda a sociedade.

Afinal, o imunizante pode quebrar as cadeias de transmissão de um vírus (quando ele é capaz de prevenir a infecção) ou diminuir o risco de superlotação dos leitos hospitalares (quando ele minimiza as chances de evolução para os quadros mais graves).

Mas há um detalhe importante nessa história. Esses efeitos positivos só costumam ser sentidos quando uma parcela considerável da população está efetivamente imunizada.

Esse é o cenário que se avizinha em locais como Israel, Estados Unidos e Reino Unido, que já aplicaram as vacinas contra a covid-19 em praticamente metade dos cidadãos: os registros de óbitos, hospitalizações e até de casos nesses locais vêm caindo consideravelmente e já é possível falar de um controle da pandemia, apesar de as novas variantes do coronavírus representarem uma ameaça a essa possível luz no fim do túnel.

“A vacina é, principalmente, um bem coletivo. E esse impacto individual, de proteção contra determinada doença ou suas formas mais graves, cresce à medida que uma maior parte da população é vacinada”, explica Garrett.

Fica fácil entender isso quando analisamos o que aconteceu com outras doenças. O Brasil só eliminou o sarampo, por exemplo, quando ultrapassou e mantive a marca de 95% da população imunizada por alguns anos. “Bastou essa cobertura vacinal caísse um pouco para que essa doença voltasse com tudo em 2017 e 2018”, lembra Ballalai.

No caso da covid-19, nosso país está ainda muito longe de obter qualquer avanço significativo no controle de casos e mortes. Por ora, cerca de 12% da população está imunizada contra a covid-19, o que é muito pouco do ponto de vista coletivo. “Ainda temos muito chão pela frente para começarmos a observar uma melhora nesse cenário”, destaca a vice-presidente da SBIm.

Só quando essa taxa de vacinados subir muitos e muitos pontos percentuais (o que só deve acontecer lá para o final de 2021 e início de 2022), é que será possível aventar a possibilidade de uma imunidade coletiva.

Isso, claro, depende não apenas da entrega de novos lotes dos imunizantes, mas também da participação ativa de todos os brasileiros, que precisam ir aos postos de saúde para tomar a primeira e a segunda dose quando forem convocados.

Além disso, estamos num momento bastante delicado da pandemia, e todos nós (vacinados e não vacinados) devemos continuar a respeitar aquelas medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico, o uso de máscaras (de preferência a PFF2 ou a N95), a lavagem de mãos e a atenção extra com a circulação de ar pelos ambientes fechados.

Diante de todos os fatos e evidências, o que aconteceu com João Doria e Ana Maria Braga, portanto, não deve ser encarado como motivo para desconfiar ou negar as vacinas, muito pelo contrário. Os episódios só reforçam e confirmam a necessidade de que cada um faça a sua parte para que a pandemia seja controlada e possa virar, em breve, um assunto restrito às memórias e aos livros de história.

Brasil

Bolsonaro sanciona programa “Sinal Vermelho” contra violência doméstica

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Programa de cooperação visa estimular mulheres a denunciar em estabelecimentos de acesso público, por meio de um “X” vermelho desenhado na palma da mão, as violências sofridas

Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (28/7) o PL 741/2021 que institui o Programa “Sinal Vermelho”, no qual as mulheres poderão denunciar casos de violência doméstica por meio de um “X” vermelho na palma das mãos. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e não estava prevista na agenda oficial do mandatário. Participaram ainda o novo ministro da Casa Cilvil, Ciro Nogueira, a ministra Damares Alves, a ministra da Secretaria Geral do governo, Flávia Arruda e a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil.

Flávia falou da importância da lei. “A sanção mostra mais uma vez que a nossa sociedade não tolera mais nenhum tipo de violência e não vai poupar nenhum esforço para ampliar essa rede de conscientização. A violência não é um desafio que deve ser enfrentado apenas pela segurança pública. Ela deve ser colocada como uma política pública. Quando fui presidente da Comissão do Combate à Violência contra a Mulher e Feminicídio na Câmara, pude ouvir relatos e ver realidades diferentes e identificamos dois em algumas de nossas visitas dois grandes desafios: é preciso integrar os serviços ofertados e é indispensável envolver a comunidade”, apontou.

Damares anunciou que o país contará “por ano com uma grande operação” para enfrentamento à violência contra a mulher. Ela disse ainda que o mandato do presidente Jair Bolsonaro é o mais cor de rosa de toda a história. “Este é o governo mais cor de rosa que eu já vi na história. Este ato com a presença do presidente, alguém pode falar assim: ‘Mas o presidente para tudo para sancionar uma lei que é um x na mão?'”. Mostra o compromisso do meu presidente no enfrentamento da violência contra a mulher. O presidente que foi criticado como machista e misógino foi o que mais sancionou lei a favor da mulher”, disse, completando que “não estamos dividindo o Brasil entre homens e mulheres, o que esse X representa é uma conscientização. Uma lei que está sendo sancionada mas que já pegou no Brasil”.

A lei teve origem em uma iniciativa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que prevê a integração entre os Poderes Executivo e Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública, os órgãos de Segurança Pública e entidades e empresas privadas para a promoção e a realização das atividades previstas, que deverão empreender campanhas informativas “a fim de viabilizar a assistência às vítimas”, além de possibilitar a capacitação permanente dos profissionais envolvidos.

Na nova norma, foi modificado o art. 12-C da Lei Maria da Penha, para dispor que o agressor será afastado imediatamente do lar ou do local de convivência com a ofendida na existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher ou de seus dependentes, ou se verificado o risco da existência de violência psicológica.

O texto prevê ainda pena de reclusão para o crime de lesão corporal cometido contra a mulher “por razões da condição do sexo feminino” e a determinação do afastamento do lar do agressor quando há risco, atual ou iminente, à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher.

“Toda vítima de feminicídio viveu, antes, situações de abusos, ameaças e agressões. Agora, a legislação brasileira está preparada para propiciar o necessário socorro às mulheres que até então estavam desamparadas”, declarou a presidente da AMB, Renata Gil.

A motivação para as modificações no marco legal, segundo a presidente da AMB, é estimular as vítimas a denunciar os responsáveis e fazer com que estes pensem duas vezes antes de cometer os delitos. “A punição tem uma função preventiva derivada da certeza do criminoso de que receberá a resposta penal adequada à sua transgressão”, explicou a juíza.

Ela lembra que o Brasil ostenta índices de violência contra a mulher bastante superiores à média verificada em todos os países da OCDE. “O quadro piorou com a pandemia da covid-19, que obrigou muitas mulheres a passar mais tempo ao lado dos infratores devido às regras de distanciamento social”, complementou Renata Gil.

‘X’ vermelho

O programa de cooperação “Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica” visa estimular mulheres a denunciar em estabelecimentos de acesso público, por meio de um “X” vermelho desenhado na palma da mão, as violências sofridas.

“Se você está sendo violentada, agredida, ameaçada e abusada, denuncie. Vá até uma farmácia e apresente um ‘X’ vermelho na palma da mão para que os atendentes chamem a polícia e você possa se livrar dessa situação absurda”, declarou a presidente da AMB.

Fonte: Correio Braziliense

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Brasília

Detran-DF identifica 5,3 mil infrações de trânsito no aeroporto em 4 meses

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Câmeras de videomonitoramento flagraram as infrações cometidas por condutores de veículos nas proximidade do aeroporto. Estacionamento em local proibido lidera as multas aplicadas

Agência Brasília

 

Câmeras de videomonitoramento nas vias próximas ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek têm auxiliado as equipes do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) na fiscalização dos veículos que passam pelo local. De acordo com levantamento da autarquia, entre 4 de abril e 26 de julho, foram registradas 5,3 mil infrações de trânsito na região.

A maioria das multas aplicadas foram por estacionamento e parada em locais proibidos. O agente do Detran Daniel Leite explica que o condutor pode ser multado caso ultrapasse o tempo destinado à parada de desembarque e embarque. Mesmo que o pisca-alerta esteja ligado e/ou o motor do veículo esteja acionado, com o condutor dentro e porta-malas aberto.

De acordo com ele, é muito importante que as pessoas saibam diferenciar entre “parar” e “estacionar”. Pelas particularidades do aeroporto, Daniel reforça que o passageiro é quem deve esperar o condutor no ponto de embarque/desembarque, não o contrário. A parada nesta área é referente ao momento em que o veículo está embarcando ou desembarcando passageiros. A permanência indevida pode ocasionar transtornos no trânsito, como congestionamento. Estacionar em fila dupla também é uma infração grave e quem tem sido observada pela equipe do Detran-DF.

Veja as multas mais recorrentes por estacionamento em local indevido, conforme o Art. 181, XVIII, Código de Trânsito Brasileiro CTB:

  • Em locais e horários proibidos especificamente pela sinalização (placa com o aviso “Proibido estacionar”: infração média;
  • Ao lado de outro veículo em fila dupla: infração grave;
  • Onde houver sinalização horizontal delimitadora de ponto de embarque ou desembarque de passageiros de transporte coletivo ou, na inexistência desta sinalização, no intervalo compreendido entre 10 metros antes e depois do marco do ponto: infração média;
  • Em locais e horários de estacionamento e parada proibidos pela sinalização (placa com o aviso “Proibido parar e estacionar”): infração grave.

Monitoramento

Pela legislação vigente, as autuações por videomonitoramento só podem ser feitas se o agente de trânsito estiver operando ao vivo. Esse serviço é realizado com base nas Resoluções do Contran nº 471 e 532, nos termos do artigo 280, do Código de Trânsito Brasileiro.

Cerca de dois a três agentes de trânsito trabalham em uma sala da autarquia para monitorar 17 câmeras. Há expectativa de adquirir mais equipamentos e implantar o sistema em outros pontos do DF. Daniel Leite ressalta que toda a região do aeroporto está bem-sinalizada sobre o aviso do videomonitoramento, bem como as sinalizações de trânsito, verticais e horizontais da via.

Seguem algumas dicas para os condutores ficarem atentos

  • Retirar ou inserir bagagens no veículo nos pontos de embarque e desembarque
  • Embarcar passageiro que já estava aguardando em local pré-determinado.

Não pode

  • Aguardar no veículo estacionado a chegada do passageiro, ainda que com o motor funcionando e pisca-alerta ligado nos pontos de embarque e desembarque.
  • Estacionar para fazer uma ligação telefônica.
  • Despedir-se ou recepcionar com conversas longa.
  • Estacionar em fila dupla aguardando passageiro, ainda que não haja vaga próximo ao meio-fio.
  • Deixar o veículo estacionado por qualquer motivo, como para levar o passageiro até a área de embarque ou ir até a saída do desembarque para encontrar o passageiro.
  • Estacionar na parada de ônibus até o passageiro chegar ou ligar.

Fonte: Correio Braziliense

 

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Brasília

DF recebe 30,4 mil doses de Pfizer e confirma vacinação para 35 anos na quinta

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Segundo a Secretaria de Saúde, a lista dos 100 pontos de vacinação abertos será divulgada ainda nesta quarta-feira (28/7)

Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde

O Distrito Federal recebeu, na manhã desta quarta-feira (28/7), 30.420 doses do imunizante da Pfizer, sendo metade destinada à aplicação de primeira dose (D1) e a outra metade à aplicação de segunda dose (D2). Assim, junto às outras doses de CoronaVac e AstraZeneca que chegaram no início desta semana, a Secretaria de Saúde confirmou a vacinação contra covid-19 para 35 anos ou mais a partir de quinta-feira (29/7).

Segundo a secretaria, a lista dos 100 pontos de vacinação abertos será divulgada ainda nesta quarta-feira. No início da semana, o GDF divulgou que 43.110 doses de vacinas serão destinadas ao novo público. Mil doses serão voltadas para a segunda dose de grávidas que se vacinaram primeiramente com a AstraZeneca.

Nesta quarta, o governador Ibaneis Rocha (MDB) afirmou que o GDF vai acatar a decisão do Ministério da Saúde e vacinar adolescentes a partir de 12 anos contra a covid-19. A pasta federal decidiu que o atendimento ao novo público deve ocorrer após todos os adultos com 18 anos ou mais terem recebido, pelo menos, a primeira dose dos imunizantes. Apesar disso, ainda não há  data definida para o início da imunização de adolescentes.

A nova orientação do Plano Nacional de Imunização (PNI) foi emitida na noite desta terça-feira (27/7), em nota conjunta assinada pelo Ministério da Saúde, pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). No documento, os três órgãos orientam que, uma vez esgotados os grupos prioritários, a campanha de vacinação contra a covid-19 deve seguir critério decrescente de idade.

 

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Brasília

Covid-19: Ibaneis pretende vacinar adolescentes a partir de 12 anos

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O governador do DF confirmou ao Correio que vai seguir a determinação do Ministério da Saúde. Depois de todos os adultos vacinados com a primeira dose, o atendimento deve seguir para as pessoas de 12 a 17 anos

Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília.

 

O Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), confirmou, na tarde desta quarta-feira (28/7), que o GDF vai acatar a decisão do Ministério da Saúde e vacinar adolescentes a partir de 12 anos contra a covid-19. A pasta federal decidiu que o atendimento ao novo público deve ocorrer após todos os adultos com 18 anos ou mais terem recebido, pelo menos, a primeira dose dos imunizantes. Apesar disso, ainda não há uma data definida para o início da imunização de adolescentes.

A nova orientação do Plano Nacional de Imunização (PNI) foi emitida na noite desta terça-feira (27/7), em nota conjunta assinada pelo Ministério da Saúde, pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). No documento, os três órgãos orientam que, uma vez esgotados os grupos prioritários, a campanha de vacinação contra a covid-19 deve seguir critério decrescente de idade.

Atualmente, o DF atende pessoas de 37 anos ou mais. Nesta quinta-feira (29/7), a campanha de imunização vai ser ampliada para as pessoas a partir de 35 anos. Assim como no mutirão do último fim de semana, não será necessário agendamento prévio e terão 100 pontos de atendimento em todo o DF. A distribuição das doses pelos postos deve ser divulgada em breve pela Secretaria de Saúde.

Pandemia

O Distrito Federal registrou 582 novos casos de covid-19 e 11 mortes, nesta terça-feira (27/7). Com as ocorrências, a capital acumula 447.354 infecções pela doença e 9.578 óbitos, desde o começo da pandemia. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do DF.

Segundo a Secretaria de Saúde, 88% dos pacientes com o novo coronavírus são moradores da capital; 5,9% são do Entorno do DF; e 7,2% são de outras unidades da Federação;

Fonte: Correio Braziliense

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Aconteceu

Pai mata filho em Ceilândia: bebida e agressão à mulher provocaram briga

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Vizinhos relataram que uma grande briga antecedeu o tiro que matou o filho

Policiais militares do DF chegaram no local, prenderam o suspeito e o encaminharam à delegacia – (crédito: Reprodução/PMDF)

Um homem foi preso suspeito de matar o filho com um tiro no peito, na madrugada dessa quarta-feira (28/7), dentro de um apartamento na QNN 12 de Ceilândia Sul. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) esteve no local e levou o pai preso.

No apartamento morava a vítima e a mulher. Testemunhas relataram que o pai também estava na residência e todos ingeriam bebida alcoólica. Momentos antes do crime, por volta de 00h, houve uma discussão e vizinhos acionaram a Polícia Militar do Distrito Federal. “Ele (filho) começou a agredir a mulher e o pai foi apartar a briga. Eles discutiram e o filho ficou falando: ‘Atira, atira’. Aí, ele atirou. Isso foi por volta de 30 minutos depois”, relatou.

Segundo a testemunha, após atirar contra o filho, o pai saiu do apartamento sujo de sangue. Policiais militares do DF chegaram minutos depois, prenderam o suspeito e o encaminharam à delegacia. O rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu no local. “Não é a primeira vez que isso acontece. Aconteciam brigas entre o filho e a mulher constantemente e o pai sempre vinha para intervir”, afirmou a moradora.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

 

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É Destaque

Investidores estrangeiros ensaiam retirada de mercados emergentes, como o Brasil

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Saída de recursos em julho foi motivada pelo clima de incerteza em relação ao momento em que juros podem subir nos EUA

Investidores estrangeiros apontam que os países emergentes são considerados como mais arriscados – (crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Enquanto os Estados Unidos voltam a obrigar o uso de máscaras em lugares fechados diante do avanço da variante Delta da covid-19 pelo mundo, crescem as incertezas no mercado de ações devido à expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) vai dar alguma sinalização de quando poderá mudar a atual política de compras de títulos no mercado e começar a subir os juros. Nesta quarta-feira, ocorre mais uma reunião do Fomc (comitê de política monetária do Fed). Nesse cenário, investidores estrangeiros ensaiam uma retirada dos mercados emergentes considerados mais arriscados, inclusive, do Brasil, enquanto as bolsas apresentam forte oscilação.

Uma amostra disso foi a saída líquida de R$ 5,6 bilhões de capital estrangeiro da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) em julho, no acumulado até o dia 23. Foi o primeiro saldo negativo desde março, quando foram retirados R$ 4,6 bilhões. Com isso, a participação desses aplicadores na B3 passou de 49,6% para 47,6% entre junho e julho. Para Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, a debandada deste mês é uma espécie de ensaio dos investidores sobre o que pode acontecer se o Fed der sinais claros de que pretende enxugar a liquidez do mercado. Atualmente, o órgão atua em sentido contrário, despejando US$ 120 bilhões por mês comprando títulos.

“No fim do mês passado, surgiu o sentimento de que está mais próxima uma alta de juros nos EUA, e de consequente enxugamento da liquidez global. Ao longo de julho, a preocupação de que fosse fechar tudo aumentou, por conta da variante Delta. Por enquanto, estão subindo apenas casos de covid-19, hospitalizações não. Então imagino que seja apenas uma cautela”, disse.

Na avaliação de Eduardo Velho, economista-chefe da JF Trust Gestora de Recursos, a saída de estrangeiros da Bolsa em julho foi pequena, se comparada com o que entrou em junho e nos dois meses anteriores. Conforme os dados da B3, o saldo líquido de compras e vendas de ações de estrangeiros na bolsa paulista está positivo em R$ 63,8 bilhões. “O cenário está ruim lá fora. O Fed está preso em uma armadilha de liquidez e não sabe como sair dela, mas, se olharmos o fluxo de entrada de capital estrangeiro na Bolsa, ele está positivo e em junho ficou em R$ 17 bilhões. Logo, o saldo negativo de julho não chega a ser uma fuga generalizada”, afirmou Velho. Contudo, ele reconheceu que o cenário de incertezas no país, com agravamento da crise política e da crise hídrica, pode contribuir para o aumento do risco no país e afugentar investidores.

Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos, destacou que há um cenário de insegurança no Brasil que leva muitas empresas e investidores a retirarem recursos do país. “No momento, o risco Brasil é muito grande, dos pontos de vista político, econômico e ambiental. A demora na recuperação econômica, a lentidão na vacinação e a crise política têm amedrontado as empresas. A conta de lucros reinvestidos no país também ficou negativa”, comentou.

Acompanhando o aumento das incertezas no cenário externo e a expectativa da reunião do Fed, a B3 encerrou ontem com queda de 1,1%, a 124.612 pontos. Enquanto isso, o dólar teve leve alta, de 0,06%, para R$ 5,17.

FMI: Brasil cresce mais, mas abaixo da média global

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou de 3,7% para 5,3% a previsão de crescimento do PIB do Brasil neste ano. Com a revisão, a estimativa ficou em linha com as projeções do mercado, mas ainda abaixo do esperado para a economia global, que deve crescer 6%. Para 2022, o fundo reduziu de 2,6% para 1,9% a estimativas de expansão do país. A projeção para o desempenho da economia brasileira neste ano também é menor que a dos países emergentes, de 6,3%, e da América Latina, de 5,8%. De acordo com o FMI, as novas perspectivas apontam linhas divergentes de recuperação entre os países devido aos avanços desiguais da vacinação contra a covid-19.

Fonte: Correio Braziliense

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